dicas equipe de logística

Entenda a importância da gestão de pessoas na logística

Quando se fala em logística, muitas pessoas logo associam o segmento a grandes equipamentos, veículos de carga, galpões espaçosos etc. Não que estejam erradas. Porém, tão importante quanto esses aparatos, são os profissionais do setor e o tipo de gestão de pessoas que cada empresa desenvolve no seu dia a dia.

Por mais que as máquinas sejam essenciais para a execução das atividades, os bons resultados só acontecem quando as equipes de trabalho se mostram bem preparadas tecnicamente e com os objetivos alinhados aos da empresa — é justamente esse ponto que faz da gestão de pessoas algo fundamental na logística.

Para entender melhor esse fator, neste artigo, abordaremos o conceito de gestão de pessoas, suas vantagens, além de dicas de como desenvolvê-la na sua empresa logística. Continue com a gente e saiba mais. Boa leitura!

O que é a gestão de pessoas na logística?

A gestão de pessoas na logística é a área responsável pelo investimento humano dentro do setor. Tudo relacionado aos profissionais que atuam nos diferentes cargos hierárquicos fica sob a tutela desse departamento, por exemplo:

  • seleções e contratações;
  • gestão de carreiras;
  • treinamentos.

Em geral, a gestão de pessoas é uma área estratégica, pois mesmo não fazendo parte do core-business da empresa, consegue influenciar diretamente no sucesso ou no fracasso dos planejamentos criados e nas tomadas de decisões.

Quais os principais desafios da gestão de pessoas?

Os profissionais que trabalham na logística são os responsáveis por tudo o que acontece em cada etapa da cadeia de suprimentos. Ou seja, se não houver uma boa sintonia entre as motivações dos trabalhadores e os objetivos da empresa, muitos erros podem acontecer.

Mas, quais os principais desafios que a gestão de pessoas precisa superar para manter esse elo intacto? Saiba mais.

Entendimento das necessidades de cada profissional

Diferentemente das máquinas, o ser humano possui sentimentos e motivações. E, por mais tecnologicamente desenvolvida que seja uma empresa, nem sempre ela se mostra capaz de captar as necessidades dos seus profissionais.

Provavelmente, esse seja o grande desafio da gestão de pessoas: entender as carências de cada trabalhador e resolvê-las de acordo com a política da empresa, garantindo que os valores individuais sejam utilizados para o progresso da instituição.

Integração com outras áreas

Como explicado, a gestão de pessoas é um departamento estratégico dentro das empresas. Em outras palavras, para ter sucesso, ela precisa se comunicar corretamente com as outras áreas do negócio.

Uma integração perfeita se faz necessária para que seja desenvolvido um trabalho de alinhamento entre o objetivo de cada área e as necessidades coletivas e individuais dos profissionais. É a gestão de pessoas que deve superar esse desafio, conversando sobre os pontos fortes e fracos de cada colaborador com os outros gestores.

Quais as vantagens?

Se os funcionários estão motivados e dispostos a cumprir as metas empresariais, as chances de sucesso são muito maiores. É dentro desse cenário que a gestão de pessoas proporciona grandes vantagens para qualquer negócio logístico.

Conheça alguns desses benefícios.

Maior motivação das equipes

Um dos objetivos da gestão de pessoas é manter a equipe sempre motivada e disposta. Ou seja, se o trabalho é desenvolvido corretamente, a sua empresa garante times empenhados e com gana para entregar serviços de alto padrão e excelência.

Fortalecimento da cultura empresarial

Outro ponto importante da gestão de pessoas é o fortalecimento da cultura da empresa junto aos funcionários. Com uma estratégia que começa já na seleção de novos profissionais e passa por um acompanhamento diário, o setor consegue integrar os objetivos, os valores e a missão da marca à forma de agir dos colaboradores.

Aumento da produtividade

Se você tem funcionários motivados e alinhados com a cultura da empresa, naturalmente, terá um crescimento produtivo no seu negócio. Além disso, com o aprimoramento dos pontos fracos e o reforço aos pontos fortes, o trabalho das equipes tende a ser mais dinâmico e mais bem executado.

Como desenvolver uma boa gestão de pessoas na sua empresa logística?

Com as vantagens apresentadas no tópico anterior, fica claro que vale a pena investir no bem-estar dos seus funcionários. Focar na gestão de pessoas é garantir que a empresa não entre no modo automático e ignore as necessidades dos seus profissionais.

Aqui, um trabalho próximo faz toda a diferença. Pois, metas, prazos e planejamentos são inerentes a qualquer negócio, mas a boa execução das atividades só acontece dentro de um ambiente em que todo se sintam motivados e preparados a desempenhar suas funções.

Por isso, para desenvolver uma gestão de pessoas de sucesso, é importante ficar atento e trabalhar esses pontos:

  • estudos dos perfis dos profissionais;
  • reforço sobre a cultura do negócio;
  • aplicação de treinamentos;
  • feedbacks constantes;
  • plano de carreira.

Enfim, o erro de muitas empresas do ramo logístico é focar apenas na conquista de resultados e nos lucros obtidos em detrimento de seus times. E como nenhuma instituição atinge o topo sem a participação dos seus trabalhadores, essas marcas acabam ficando pelo caminho. Não caia nessa armadilha. Desenvolva uma gestão de pessoas que garanta o bem-estar dos colaboradores e construa equipes motivadas e direcionadas a alcançar metas individuais e coletivas.

Gostou do artigo? Deixe a sua opinião nos comentários e vamos conversar mais sobre o assunto.

dicas de planejamento logístico

Planejamento Logístico 2020: Dicas para um ano de sucesso

O ano de 2020 pode ser um marco para a sua empresa, com grandes parcerias, novos clientes e melhores serviços. Um novo ciclo é a oportunidade perfeita para você colocar em ação todo aprendizado extraído no ano anterior. Mas, para começar realmente bem, é preciso criar um planejamento logístico seguro.

Afinal, você deve ter em mente que as mesmas oportunidades que o mercado oferecerá para a sua empresa, serão ofertadas para os concorrentes. Quem estiver mais bem preparado tende a sair na frente.

Para ajudar você a se destacar, neste artigo, abordaremos a importância do planejamento logístico para um ano novo, além de dicas com os principais fatores na construção de um ideal para a sua empresa. Continue com a gente e saiba mais. Boa leitura!

Por que criar um planejamento logístico a cada novo ano?

O primeiro ponto é que o mercado é um fenômeno mutável, estando sempre em movimento e expansão. O que funciona em um ano pode não refletir da mesma forma no período seguinte. E quando acontecem mudanças bruscas, o cenário pode inverter em meses ou até dias.

Além disso, a logística em si é um setor complexo, que necessita de constante estudo e análise por parte das empresas. Gerenciar toda a cadeia de suprimentos, garantindo que as etapas funcionem de maneira alinhada não é tarefa fácil.

Por isso a criação de um planejamento logístico se faz extremamente necessário a cada novo ano. É partir desse estudo e da definição de ideias que a sua empresa consegue:

  • alinhar os recursos disponíveis, sejam financeiros, humanos ou tecnológicos;
  • estabelecer objetivos e metas;
  • avaliar os resultados;
  • ajustar variáveis.

Considerando as duas realidades distintas que temos atualmente, falta de investimentos em razão das crises econômicas e aumento do consumo em razão da popularização da internet, um planejamento logístico para 2020 é ainda mais fundamental.

Com ele, a sua empresa conseguirá se preparar para eventuais dificuldades macroambientes, ao mesmo tempo em que se fortalece na logística e transporte de cargas, se mostrando competitiva ao entregar serviços de alta qualidade para os clientes da era digital.

O que não pode faltar no seu planejamento logístico?

Agora, confira as nossas dicas sobre o que não pode faltar na criação de um planejamento logístico seguro e bem-sucedido.

Planejamento financeiro

Não é segredo para ninguém que a logística é um setor altamente custoso. Tendo isso em vista, deixar a gestão financeira de fora do planejamento logístico pode comprometer a estabilidade da sua empresa em algum momento. Alguns pontos importantes do negócio são supervisionados a partir desse estudo, por exemplo:

  • previsão de receita e de custos;
  • controle de vendas;
  • fluxo de caixa.

É com o planejamento financeiro que você consegue também extrair dados reais para medir o ROI da empresa e a Demonstração de Resultados no Exercício (DRE).

Planejamento para aperfeiçoamento das equipes

A participação das equipes de trabalho também é outro fator essencial dentro da logística empresarial. E isso inclui todas as áreas, desde as equipes administrativas até as operacionais.

No seu planejamento logístico é preciso tomar decisões não só sobre a rotina de trabalho de cada grupo, como também sobre as formas ideais para aperfeiçoamento das habilidades de cada profissional.

Não se trata apenas de investir em treinamentos aleatórios, mas sim de analisar o perfil a fim de identificar os pontos que precisam ser melhorados. Fazendo isso, você evita desperdício de capital e garante equipes de trabalho com alta capacidade.

Planejamento de metas e KPIs

O planejamento logístico é o momento em que você decide quais mudanças e intervenções serão realizadas na empresa nos próximos períodos. Mas, embora todas as alterações sejam feitas visando à otimização, nem todas trarão os resultados esperados.

É justamente o uso dos KPIs que permite a análise de quais ideias estão funcionando e quais não estão surtindo efeito. Afinal, os indicadores de performance são ferramentas exclusivas para a medição de planejamentos ou processos de uma empresa.

Ou seja, ao estabelecer as suas metas, você também precisa definir quais KPIs serão utilizados na mensuração das iniciativas. Cada empresa pode utilizar a ferramenta que melhor se adéqua ao seu perfil, porém, na logística, os KPIs mais comuns são:

  • Tempo entre o pedido e a entrega das mercadorias;
  • Tempo de espera para resolução de problemas;
  • Percentual de entregas com avarias;
  • Retorno Sobre o Investimento;
  • Custo operacional total.

Por fim, para se preparar adequadamente a cada novo ano, no seu planejamento logístico deve constar o tipo de estratégia que será utilizada em relação às parcerias empresariais. Em um mercado tão nivelado, contar com bons fornecedores e ótimas transportadoras é essencial para entregar serviços de maior qualidade e conquistar a fidelidade dos clientes. Então, analise as dicas apresentadas e garanta um ciclo de sucesso em 2020.

logística de nicho o que é

Logística de nicho: Saiba como aplicar

O mercado está sendo cada vez mais exigido pelos clientes em relação aos serviços oferecidos. E é justamente para superar expectativas e suprir necessidades específicas que estratégias como a logística de nicho são criadas e desenvolvidas pelas empresas.

Com o intuito de oferecer um serviço mais inteligente e efetivo para os clientes, a logística de nicho preza por processos mais cuidadosos durante toda cadeia de suprimento, sendo um trabalho essencialmente especializado.

Para ajudar você a entender melhor essa estratégia e obter novos resultados, a seguir, explicaremos o que é a logística de nicho, quais os benefícios e como desenvolvê-la na sua empresa. Boa leitura!

O que é a logística de nicho?

Como explicado, existem mercados específicos e clientes com exigências particulares que demandam a aplicação de técnicas e processos especializados durante a execução do serviço logístico.

Quando é necessária a implementação desses conceitos, a empresa passa a trabalhar com a logística de nicho. Ou seja, com cuidados direcionados a atender corretamente as características da carga ou do contratante.

Embora pareça incomum, a verdade é que a logística de nicho é aplicada o tempo todo no mercado. Grandes fabricantes precisam rotineiramente desse tipo de serviço para garantir a máxima qualidade dos seus produtos. Entre os principais exemplos de carga que demandam cuidados especiais, estão:

Como desenvolver a logística de nicho?

Agora que você já sabe o que é a logística de nicho, conheça alguns passos primordiais para implementá-la na sua empresa.

Analise as necessidades de cada mercadoria

Como a logística de nicho é um serviço que atende as especificidades da carga transportada, nada melhor que começar analisando as necessidades dos seus produtos. Por isso, o primeiro passo para implementação deve ser justamente definir quais práticas são necessárias em cada situação.

Você deve analisar cada etapa da cadeia logística e estabelecer o que é preciso adquirir ou melhorar para que o processo atenda a todas as características da sua mercadoria.

Realize as mudanças pontuais

O estudo sobre as características e necessidades logísticas dos seus produtos só terá algum efeito se você estiver disposto a realizar as mudanças pontuais. Com as informações pertinentes em mãos, é preciso iniciar a parte prática da estratégia, melhorando a sua produtividade gradativamente.

Caso contrário, você apenas terá investido tempo e dinheiro em uma pesquisa que perderá valor a cada novo ciclo.

Garanta uma equipe preparada

A logística de nicho só se torna real quando a empresa conta com profissionais diferenciados e preparados para executar os processos no dia a dia. Afinal, são eles que estarão à frente das atividades.

Para isso, o melhor caminho é iniciar a estratégia já na seleção de novos colaboradores, destacando aqueles que apresentam perfis mais compatíveis com o seu planejamento.

Além disso, é preciso investir em treinamento e capacitação para o manuseio de tecnologias, equipamentos, entre outros.

Calcule o ROI de implementação

Por mais benéfica que uma estratégia possa ser, é preciso sempre comparar a realidade financeira da sua empresa com os investimentos necessários para colocá-la em ação.

Como explicado, a logística de nicho demanda grandes mudanças, aplicações financeiras e de mão de obra. Em resumo, não se trata de algo simples e pouco custoso.

Mas isso não significa que você não possa aplicá-la na movimentação dos seus produtos. Ainda o ROI de implantação seja alto, é possível contratar uma transportara terceirizada para desenvolver esse tipo de serviço.

Assim, você garante uma logística de nicho de qualidade e não precisa arcar com todas as intervenções necessárias no seu negócio.

Quais os benefícios da logística de nicho?

Será que a logística de nicho vale a pena mesmo? Quais as vantagens reais para as empresas que aplicam a estratégia? Saiba mais.

Maior efetividade no transporte

A logística de nicho não é conhecida à toa como logística inteligente. Aqui, o gestor precisa estudar as caraterísticas da carga antes de iniciar o processo prático, a fim de garantir o sucesso do serviço.

É esse ponto que torna a logística de nicho tão eficaz. Com maior preparo, você consegue executar e melhorar etapas complexas como carregamento, descarregamento e transporte das mercadorias.

Mais agilidade e menos falhas

Se você está mais bem preparado, tende a cometer um número menor de erros. Nesse sentido, a logística de nicho é um ponto importante para que a sua empresa se torne mais ágil nos serviços executados.

Por se tratar de uma estratégia de excelência, ela exige que os profissionais trabalhem em um novo patamar de qualidade, resultando em atividades mais dinâmicas e eficazes.

Destaque no mercado

Seja por ação própria ou pelo trabalho de uma terceirizada, se a sua marca mantém a qualidade alta mesmo trabalhando com produtos que demandam maior cuidado, ela se torna uma referência no mercado em médio prazo.

Com isso, você ganha vantagem competitiva e credibilidade junto aos clientes – que se sentem mais confiantes e motivados a adquirir os seus produtos.

Não há dúvidas como a logística de nicho pode transformar o seu negócio, tanto internamente quanto externamente. Porém, como indicado, é preciso analisar se o melhor caminho é uma implementação própria ou a contratação de uma parceira especializada. O importante é garantir destaque no mercado e serviços que correspondam às expectativas dos seus clientes.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 ferramentas logísticas que ajudam a otimizar os processos da sua empresa?

dicas de armazenagem logística

Armazenagem: Saiba qual escolher para sua empresa

A armazenagem não só é uma das atividades mais complexas, como também é uma das mais importantes da logística. Um trabalho bem-sucedido aqui ajuda a garantir bons retornos financeiros, assim como uma atividade mal desenvolvida pode trazer grandes prejuízos.

Para evitar surpresas e garantir que tudo ocorra como planejado, é essencial trabalhar de acordo com as necessidades e especificidades da sua empresa e dos produtos adquiridos. Ou seja, é você decidir pelo tipo correto de armazenagem.

Não conhece todos os modelos de armazenagem ou está em dúvidas sobre qual é o ideal para a sua empresa? Não se preocupe, neste artigo explicaremos cada um deles e daremos dicas sobre o que avaliar na hora da escolha. Continue com a gente e saiba mais!

Os principais modelos de armazenagem

Para que a armazenagem traga os resultados esperados, não basta escolher um local aleatório e colocar a mercadoria. O espaço para alocação deve oferecer facilidade para a realização de todas as atividades inerentes ao armazenamento, por exemplo:

Mas como cada empresa tem suas próprias necessidades, a armazenagem é classificada em modelos. Escolhendo o tipo correto, você tem à disposição os benefícios exatos que o seu negócio precisa, principalmente na questão financeira.

Enfim, conheça os 3 principais modelos de armazenagem e como cada um funciona.

Armazenagem própria

Na Armazenagem própria a empresa se preocupa com toda a gestão da atividade. Ou seja, ela que escolhe e gerencia o armazém, bem como toda logística que acontece dentro dele. Os colaboradores que trabalham no galpão também são de responsabilidade da empresa.

Entre as principais vantagens desse modelo estão à flexibilidade para mudanças e a padronização dos serviços. Por ser a gestora principal, a empresa pode realizar intervenções pontuais no galpão e implementar o seu padrão na execução das atividades.

Por outro lado, é o tipo mais custoso. Tendo em vista que tudo é gerenciado por um único agente, os gastos ficam concentrados. Além disso, a empresa ainda tem que investir em treinamentos e equipamentos para que os processos se desenvolvam com qualidade.

Armazenagem terceirizada

A Armazenagem terceirizada é praticamente o oposto do primeiro modelo. Aqui, todo o gerenciamento do espaço é realizado por uma parceira, desde a contratação de funcionários até a aquisição de equipamentos.

Atualmente, esse é o tipo mais escolhido. Com o intuito de diminuir os gastos, principalmente, com mão de obra, as empresas repassam a responsabilidade de gestão para negócios especialistas.

Ainda que você não possa imprimir, de fato, o seu padrão de trabalho, na Armazenagem terceirizada o serviço é desenvolvido por uma empresa com experiência no assunto. Ou seja, a alta eficiência ainda será um fator central.

Armazenagem contratada

Se os dois primeiros modelos podem ser vistos como polarizados, a Armazenagem contratada é o meio-termo. Aqui, a empresa ainda entra com a mão de obra para executar as atividades, mas a manutenção do galpão é de responsabilidade de um terceiro — geralmente do dono do espaço.

A Armazenagem contratada não é tão vantajosa em termos de custos, porém, se a sua empresa deseja focar no core-business e evitar preocupações com questões secundárias, como limpeza, manutenção e segurança do espaço, ela passa a ser uma boa opção.

O que avaliar na hora da escolha

Agora que você já conhece os modelos de armazenagem, saiba o que considerar na hora de escolher o melhor para a sua empresa.

Necessidade de espaço

Dependendo do tipo de mercadoria movimentada por sua empresa, nem sempre o espaço disponível é o ideal para o seu negócio. Ainda que você conte com um armazém próprio, ele pode não atender a sua demanda.

Por isso, analise o layout de armazenagem que você precisa para adequar as suas mercadorias — mezanino, rack, flow rack etc. Essa é a melhor forma para não correr risco de avarias e desperdícios durante a execução das atividades.

Gastos financeiros

Como explicado, cada modelo de armazenagem demanda diferentes custos. Se a sua empresa dispõe de um alto valor financeiro, a Armazenagem própria é uma ótima escolha, pois permite maior liberdade e padronização no dia a dia.

No entanto, é interessante analisar a situação em médio e longo prazo. Avalie se no caso de mudanças bruscas do mercado, você conseguirá manter o alto padrão de qualidade dentro desse modelo.

Expertise da mão de obra

O preparo dos colaboradores é primordial para que a atividade logística aconteça da forma correta. Nesse sentido, contar com uma parceira especializada pode ser o melhor caminho para que o trabalho seja implementado com mais eficiência.

No entanto, se você tem plena confiança na capacidade da sua equipe e não quer se preocupar com outros fatores, a Armazenagem contratada tende a ser a escolha natural.

Enfim, você já sabe o quanto o trabalho de armazenamento impacta na cadeia logística. Por essa razão, escolher o modelo ideal de armazenagem pode ser o diferencial de sucesso para o seu negócio, garantindo que você obtenha o retorno esperado em cada investimento feito na aquisição de mercadorias. Então, analise as informações apresentadas e tome a melhor decisão para a sua empresa.

Gostou do artigo? Que tal agora conferir algumas dicas de como organizar o seu estoque logístico?

o que é logística inbound

Logística Inbound e Outbound: Entenda esses conceitos

Dominar conceitos e práticas sobre a logística Inbound e Outbound é uma forma inteligente de garantir uma cadeia de suprimentos bem trabalhada e que consegue trazer resultados importantes para a sua empresa.

Afinal, muitos gestores cometem o pecado de trabalhar os processos de maneira única, acreditando que assim terão maiores vantagens. Um ledo engano. Nos dias atuais, o conhecimento detalhado sobre as diferentes atividades dentro da logística é o que torna uma marca forte e competitiva.

Para ajudar você a entender melhor esse assunto, a seguir, apresentaremos as definições da logística Inbound e da logística Outbound, além de outros pontos relevantes sobre o assunto. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

O que é a logística Inbound?

A logística Inbound diz respeito às etapas iniciais da cadeia de suprimentos. Ou seja, tudo aquilo que acontece antes de a matéria-prima ou o produto finalizado chegar até a empresa, bem como, as atividades correlacionadas. Exemplos de processos que trabalham dentro da logística Inbound:

  • avaliação e negociação com fornecedores;
  • pesquisa de preço pelo setor de compras;
  • transporte do fornecedor até o galpão;
  • análise e recebimento de insumos;
  • estocagem de materiais.

Em outras palavras, é um planejamento que se preocupa com a aquisição e a locomoção dos itens até chegarem ao armazém da empresa, seja para fabricação ou distribuição para o cliente final — é algo semelhante a uma logística interna.

Qual a importância e a vantagem da logística Inbound?

Como explicado, a logística Inbound lida diretamente com a aquisição e movimentação de matéria-prima e/ou produtos finalizados.

Por cobrir etapas iniciais da cadeia logística, ela ganha grande destaque no que tange o capital financeiro da empresa. Afinal, é a partir dessas ações que o negócio começará a concretizar os outros processos. Uma escolha errada aqui pode dificultar o andamento de outras atividades.

As vantagens de estudar e entender o funcionamento da logística Inbound giram em torno exatamente da estabilidade do negócio. Ao controlar as informações e processos nessas etapas iniciais, você consegue:

O que é a logística Outbound?

Já a logística Outbound trabalha como uma sequência direta da logística Inbound. Basicamente, é a parte que se preocupa em levar o produto criado ou recebido para o cliente final.

O trabalho é tão intenso quanto na logística Inbound, necessitando de ótimos planejamentos para garantir que a mercadoria chegue dentro do prazo aos centros de distribuição, pontos de apoio e consumidores finais. Entre os processos englobados, estão:

  • negociação de vendas dos produtos para comerciantes e parceiros;
  • contratação de empresas de transporte;
  • movimentação e definição de rotas;
  • embalagem e endereçamento;
  • emissão de notas fiscais;
  • rastreamento de cargas;
  • logística reversa.

Apesar de não ser uma exclusividade, o Outbound é onde a empresa se aproxima muito do cliente final. Por esse motivo, a eficácia no planejamento é de suma importância para garantir uma experiência completa e atender as expectativas do usuário.

Qual a importância dos parceiros na logística Inbound e Outbound?

Tanto na logística Inbound quanto na Outbound a contribuição dos parceiros é algo essencial para o sucesso dos planejamentos de uma empresa. É possível afirmar que, sem eles, muitas etapas nem seriam iniciadas.

Na logística Inbound, a relevância dos parceiros se dá por meio dos fornecedores e transportadores. Embora os fornecedores sejam mais presentes aqui — vendendo matéria-prima e produtos finalizados —, as transportadoras também são necessárias para garantir uma aquisição dentro do prazo.

Já no Outbound, a participação de um parceiro especializado em transporte logístico é primordial. É o trabalho dele que definirá se todos os esforços anteriores valeram a pena ou foram em vão. Não só isso, a experiência do cliente está muito ligada ao trabalho do transportador.

De qualquer forma, independentemente do processo dentro da cadeia logística, o relacionamento com essas empresas deve ser sempre saudável e transparente, garantindo que toda jornada aconteça como esperado.

Enfim, entender a diferença entre a logística Inbound e a logística Outbound é imperativo para que a sua empresa não desperdice esforços e nem investimentos em processos que não trarão real valor para o negócio. Somado a isso, é a partir desse conhecimento avançado que você tomará as melhores decisões em relação à contração de fornecedores e transportadoras para a sua empresa.

Gostou do artigo? Que tal entender agora como as novas tecnologias podem impactar o setor de compras da sua empresa?

dicas de negociação na logística

Dicas de Negociação para o Setor Logístico

A habilidade de conduzir corretamente uma negociação é importante para empresas de qualquer setor. Porém, em áreas como logísticas, em que os custos fixos costumam ser altos, esse é um diferencial ainda mais relevante.

Seja em uma negociação com clientes, com fornecedores ou parceiros, a capacidade de gerenciar o diálogo e fechar um acordo interessante para ambas a parte possibilita a conquista de um cenário mais equilibrado para o negócio, além de trazer novas oportunidades.

Mas como conduzir uma negociação no setor logístico e tornar a sua empresa cada vez mais competitiva? Para responder essa pergunta, preparamos este artigo para você com algumas dicas e técnicas de negociação. Continue com a gente e confira!

Conheça bem o seu setor de atuação

Um dos segredos para uma negociação de sucesso é ter o domínio sobre o assunto discutido. Ou seja, se a pauta tratada diz respeito ao setor logístico, então você deve ter pleno conhecimento sobre a área.

Essa é uma dica ainda mais importante hoje em dia. Com a internet e o acesso fácil à informação, até mesmo um cliente pode “conhecer” alguns pontos a fim de apresentar durante a negociação.

Não vale a pena arriscar. É claro que, como profissional da área, você domina questões técnicas e corriqueiras. Mas é necessário ir além e pesquisar fatores como:

  • preços trabalhados pela concorrência;
  • realidade do mercado atual;
  • dificuldades logísticas.

Sem esse preparo é possível que você se perca em algum momento, permitindo que a outra parte se imponha na tratativa. E o pior que pode acontecer em uma reunião é você não ter argumentos para contrapor as informações apresentadas.

Defina os seus objetivos para a negociação

Além de uma preparação prévia sobre o seu setor, é imperativo que você só inicie uma negociação tendo os objetivos estabelecidos. Afinal, definir as suas metas no decorrer da conversa não parece a melhor ideia para qualquer estratégia.

É preciso trabalhar em um plano para ser posto em prática, se preparando melhor para encarar diferentes cenários durante a negociação e ainda sim alcançar os objetivos em cada um deles.

Essa preparação prévia também ajuda no controle do diálogo. Se você tem as metas definidas, dificilmente se equivocará nas escolhas.

Mantenha um diálogo bilateral

Em uma negociação é importante que o diálogo flua da melhor maneira possível. O setor logístico é complexo, por isso um fechamento de acordo pode ser difícil. Sendo assim, quanto mais às duas partes conversarem, melhor para todos.

Além disso, um diálogo bilateral demonstra profissionalismo e respeito por parte da sua empresa. Embora seja importante que você mantenha o controle do diálogo, a outra parte precisa ter a certeza de que suas colocações estão sendo ouvidas.

Um clima mais saudável propicia um fechamento de acordo interessante para todos os envolvidos. Em uma negociação com fornecedor, por exemplo, há maior possibilidade de a sua empresa conseguir preços reduzidos e melhores prazos.

Priorize a realização da negociação

Quanto mais você seguir à risca o planejamento, maiores serão as chances de sucesso. Priorizar a negociação é fundamental. Nunca deixe o encontro para a última hora, pois além de uma demonstração de deselegância, isso certamente atrapalhará a concretização dos objetivos.

O primeiro passo é agendar previamente a data e o horário da reunião. Além disso, certifique-se que a outra parte tenha confirmado o agendamento, evitando desencontros em cima da hora.

Com isso feito, é o momento de se preparar obtendo as informações e dados pertinentes a ser debatidos. Não deixe para fazer isso muito próximo a negociação, pois você corre o risco de não ter tempo hábil para estudar tudo o que for necessário.

Por fim, em qualquer situação a sua pontualidade é essencial. Porém, se a negociação for com um cliente, para acertar os detalhes de uma contratação ou mesmo uma resolução de problema, garanta que nada impeça a realização do encontro no horário agendado.

A verdade é que perder a credibilidade com o consumidor em uma época de redes sociais é como caminhar a passos largos para o insucesso. Não corra esse risco.

Mantenha um alinhamento na negociação

Como dito, a área logística não é simples de se gerenciar. Com grande importância dentro das empresas, o setor tem participação efetiva na lucratividade de um negócio.

Nesse sentido, é sempre interessante prezar por negociações por parceiros que estejam alinhados com a visão da sua empresa. Ainda que seja um cliente, você pode educá-lo por meio de informações e conhecimentos válidos.

No que tange os parceiros, como transportadoras e fornecedores, é importante conhecê-los antes de iniciar uma conversa mais aprofundada. Além de poupar o tempo de ambas as partes, esse trabalho ajudará no fechamento de acordos mais eficazes.

Enfim, essas foram as nossas dicas para obter uma negociação de sucesso no setor logístico. É claro que antes de dar qualquer pontapé inicial, você deve conhecer a realidade da sua empresa e a situação do mercado, garantindo que os acordos respeitem a cultura da sua empresa e tragam em um crescimento real.

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Dicas para organizar almoxarifado

Almoxarifado: 5 dicas de organização

Um almoxarifado parado, com mercadorias vencidas ou avariadas, é tudo que o seu negócio não precisa. É por isso que cada vez mais o conceito de inovação no setor de compras e logística em geral deve ser abraçado e praticado no dia a dia.

A verdade é que os produtos encontrados no almoxarifado representam uma parte do investimento da sua empresa. Quando você não consegue administrá-lo corretamente, basicamente está jogando dinheiro fora. É uma questão lógica, mas muitos gestores ainda não conseguem fazê-lo sem contratempos.

Por isso, se você está com dificuldades em trabalhar o estoque da sua empresa de maneira otimizada, continue com a gente e confira 5 dicas de organização para o almoxarifado.

Boa leitura!

1. Defina um esquema para organização das mercadorias

Um almoxarifado pode ser bastante diversificado em termos de produtos. Então, para garantir o máximo aproveitamento, é fundamental definir um esquema prévio de organização. Ou seja, a forma como os colaboradores irão armazenar e movimentar as mercadorias.

Por exemplo, os produtos perecíveis de data curta. Nesse caso, o PEPS (Primeiro que entra, Primeiro que sai) é um bom esquema de organização a ser aplicado. Com isso, você garante que nenhum item seja perdido em razão da validade.

Outro método interessante é a armazenagem por categoria similar. É uma prática que facilita tanto a identificação visual dos produtos quanto a padronização dos mesmos.

2. Realize novas compras considerando o histórico de movimentação de mercadorias

A inovação no setor de compras não deve ser apenas em termos tecnológicos, mas também na forma de gestão e execução dos processos. Sem um trabalho inteligente da área, a organização do almoxarifado se torna bem mais difícil.

Para evitar contratempos e desperdícios, os compradores devem sempre considerar o histórico de cada produto, pois o grande erro de muitos gestores é permitir que novas aquisições sejam realizadas baseadas apenas nos números do último volume.

Isso é um equívoco, pois fatores externos podem contribuir para que um produto tenha um fluxo maior de forma momentânea, por exemplo:

  • flutuação de mercado;
  • sazonalidade;
  • promoções.

Esses e outros eventos podem trazer uma realidade ilusória, incentivando o setor de compras a adquirir um volume desnecessário. A consequência passa a ser um almoxarifado abarrotado e com grandes riscos de perda de produtos.

3. Trabalhe com inventário no seu almoxarifado

Na parte de compras e logística, o inventário é um recurso utilizado para manter o controle correto sobre os produtos no estoque da empresa. Com ele, é possível organizar e trazer números reais em relação aos itens armazenados.

Sem o inventário, a inovação no setor de compras e recebimento pode não acontecer de maneira correta, pois podem surgir números irreais, como estoques flutuantes, que atrapalham as tomadas de decisões.

Também é essencial contar com profissionais treinados e capacitados para desenvolver as ações de inventário. Caso a sua empresa encontre dificuldades, é possível contratar especialistas para a realização do processo – uma contagem errada pode prejudicar bastante o desempenho do seu negócio.

4. Conte com bons fornecedores e transportadores

Na logística, nenhuma empresa consegue desenvolver um trabalho diferenciado de maneira solitária. Fornecedores e transportadoras devem fazer parte do dia a dia e serem considerados durante a criação de planejamentos e estratégias.

Mas para garantir a máxima qualidade, é importante escolher parceiros que também abracem o conceito de inovação no setor de compras e na logística como um todo. Relacionamentos com empresas que investem em gestões mais atualizadas tendem a ser mais fáceis e produtivos.

O controle de almoxarifado só tem a ganhar, com produtos sempre no nível desejado e entregas realizadas dentro do prazo esperado.

5. Adote a inovação no setor de compras e armazenamento

Falando em inovação, é preciso garantir que, de fato, a sua empresa coloque o conceito em prática rotineiramente. Contar com ferramentas inteligentes e trabalhar um modelo organizacional dentro da realidade atual do mercado são fatores fundamentais para o sucesso da sua marca.

Em termos tecnológicos, os softwares de gestão são as melhores opções para uma integração completa entre o setor de compras, de armazenamento e o de distribuição. Com informações centralizadas, há maior dinamização na definição e execução dos processos, facilitando o trabalho das equipes de todos os setores.

Mas isso não é o bastante. A gestão deve entender que a adaptação à transformação digital não se resume a implementações de ferramentas aleatórias, mas também no trabalho diário de capacitação de pessoal, estudo de mercado, análise interna, entre outros.

Um controle completo e otimizado do almoxarifado é um dos benefícios diretos da inovação no setor de compras e outros departamentos da sua empresa. A partir dessas dicas, você será capaz de resolver problemas como falta ou abarrotamento de estoque, perdas por validade e avarias, e falhas no recebimento e entrega de produtos.

Gostou das dicas apresentadas? Deixe a sua opinião nos comentários para acrescentar mais informações sobre o assunto ou tirar alguma dúvida.

dicas de rastreio de mercadoria

Rastreabilidade de produtos: Entenda os benefícios

Sendo uma exigência legal em muitos setores, a rastreabilidade produtos é, sem dúvida, uma maneira inteligente de assegurar qualidade na gestão produtiva de uma empresa. E em um mercado que preza por dinamismo, é um fator se apresenta também como uma grande diferencial competitivo.

O fato é que toda empresa deseja impulsionar a sua produção e melhorar os seus números financeiros. Porém, quanto maior e mais extensa a cadeia produtiva, mais complexo pode ser o controle. Ações como a rastreabilidade entram como suporte para garantir uma expansão segura.

Ainda não sabe o que é e como funciona a rastreabilidade de produtos? Então, continue lendo e entenda tudo sobre essa prática, além dos seus benefícios. Boa leitura!

Rastreabilidade de produtos

A rastreabilidade é a capacidade que uma empresa tem de, basicamente, conhecer o histórico de um produto. Ou seja, por meio de informações antecipadamente registradas, detalhes como localidade e aplicabilidade são facilmente extraídos.

A partir dessa ação, a empresa consegue, por exemplo, identificar rapidamente a localização exata de uma mercadoria dentro do processo produtivo, bem como, o seu local de origem. Tudo isso apenas decifrando os dados gravados nos números de impressão no próprio item.

Funcionamento da rastreabilidade de produtos

O funcionamento da rastreabilidade se dá com a junção da alta tecnologia com a eficiência profissional. A participação de ferramentas inteligentes, como leitores de códigos de barras e etiquetas RFID, é essencial para a gravação das informações nos produtos.

Quanto melhor o equipamento, mais fácil e eficiente será a gravação e a exploração do histórico contido em cada item. Dependendo do produto, isso pode ser feito até mesmo em segundos.

Porém, a rastreabilidade só funcionará e trará os resultados esperados se todos os profissionais envolvidos em cada etapa da cadeia logística fizerem a sua parte.

Registros sobre o tipo de processo produtivo aplicado em cada fase devem ocorrer obrigatoriamente, assim como dados sobre a localização e a data. Com isso, cria-se um histórico completo sobre o produto, facilitando ações de identificação em eventuais problemas.

Se por acaso algum setor deixar de realizar a sua função, todo o trabalho pode ser comprometido.

Importância da rastreabilidade de produtos para a sua empresa

Como dito, a rastreabilidade de produtos chega a ser uma ação obrigatória para alguns setores industriais, sendo colocada como um fator de segurança.

Porém, acima de questões legais, a ação tem grande relevância em termos de qualidade de execução e gestão empresarial. Com a rastreabilidade, a sua empresa passa a trabalhar de maneira organizada e inteligente.

Em outras palavras, é uma prática que possibilita o seu negócio a ser mais bem sucedido em situações de imprevistos ou de grande movimentação, como o recall de produtos. A identificação e recuperação dos itens acontece de maneira rápida e eficaz, aumentando a transparência da iniciativa e agregando valor a sua marca e a mercadoria em si.

Benefícios da estratégia

Como uma prática baseada em tecnologia e inovação, quando bem desenvolvida, a rastreabilidade de produtos consegue trazer diferentes benefícios para uma empresa. Conheça algumas dessas vantagens.

Otimização de processos

Com a facilidade da leitura de códigos, a rastreabilidade consegue agilizar muitos processos dentro da cadeia de suprimentos. O controle de qualidade, por exemplo, é uma etapa que ganha outra dinâmica dentro desse cenário.

A facilidade para realizar um checklist na ficha técnica do produto é muito maior. Além disso, o inspetor consegue gravar comentários e até fotos pertinentes ao histórico do produto, assegurando maior eficácia a sua função.

Agilidade em casos de não conformidade

Quando um produto não atende a critérios macroambientes, como de normas e legislações, ou apresenta falhas em alguma etapa da cadeia produtiva, é preciso realizar um processo de não conformidade, também conhecido na indústria como recall.

Esse tipo de operação causa grande movimentação por parte da empresa a fim de garantir que a eventualidade seja resolvida com os menores danos possíveis.

Com a rastreabilidade de produtos tudo fica mais dinâmico, pois é possível identificar precisamente em qual fase ocorreu a falha, bem como definir a melhor decisão a ser tomada.

Melhor relacionamento com fornecedores

A rastreabilidade pode ser considerada como um grande elo entre os participantes de uma cadeia logística. Isso inclui, além da sua empresa, parceiros como:

Como a gravação do histórico completo do produto depende da eficiência dos profissionais em cada fase, a rastreabilidade se torna um fator estratégico na melhoria da comunicação entre os agentes participantes.

Por isso é importante que a sua empresa preze por parceiros que trabalhem na mesma sintonia de inovação, facilitando o acompanhamento dos itens e assegurando qualidade durante todo o processo.

A rastreabilidade de produtos é uma ação condizente com a realidade atual, na qual o consumidor valoriza ideias e conceitos de inovação dentro das empresas. Todos os negócios que não seguirem uma linha de adaptação à transformação digital tendem a ser superados em um futuro próximo, correndo riscos de continuidade. Por isso, garanta vantagem competitiva a sua marca e trabalhe com ferramentas tecnológicas e ótimos parceiros logísticos.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 ferramentas logísticas que podem facilitar o seu dia a dia?

Dicas para comprador logístico

Gerente de Compras: 5 Métricas que precisam ser vistas

Para um gerente de compras, o uso de métricas pode fazer total diferença na performance do seu trabalho diário. Com essas ferramentas, ele consegue não só medir os rendimentos do seu setor, como também criar novos planos e estratégias a partir de dados seguros e reais.

Porém, não basta escolher métricas aleatórias e esperar que uma mágica aconteça. O departamento de compras agrega muitas responsabilidades e funciona em alta rotatividade. Por isso, as ferramentas de mensuração escolhidas devem condizer com tal realidade.

Para ajudar você nesse processo, preparamos este post com as 5 métricas que todo gerente de compras precisa implementar na sua rotina de trabalho. Continue com a gente e saiba mais. Boa leitura!

1. Saving

A métrica Saving tem como principal objetivo apontar a eficácia do setor de compras. Com ela, o gestor consegue medir o nível de ganho financeiro que o negócio arrecadou em cada aquisição realizada.

Para calculá-la é preciso pegar o orçamento reservado para as compras e subtrair o que, de fato, foi adquirido pela empresa. Com isso, há um número real sobre o que o setor economizou.

Quanto maior a sobra financeira ao final da medição, maior é a eficácia do gerente de compras em adquirir os itens necessários e ainda gerar lucro para a empresa.

2. Gastos indiretos x diretos

Com a métrica de gastos indiretos e diretos, é possível saber o quanto o negócio está sendo impactado financeiramente com a compra dos produtos.

Como o nome pressupõe, os gastos diretos são aqueles vinculados aos itens, como impostos e valores do fornecedor. Já os indiretos são aqueles que não estão incorporados, mas que aumentam os custos da empresa, por exemplo:

  • manutenção dos veículos;
  • água e energia;
  • pessoal.

Os gastos diretos dificilmente podem ser alterados. Porém, os custos indiretos podem ser flexibilizados pela empresa por meio de iniciativas como conscientização no consumo de energia e terceirização do transporte.

3. Evolução do preço

Com a evolução do preço, o gerente compras pode realizar um comparativo confiável entre os valores praticados pelos produtos em diferentes períodos.

Essa é uma ótima maneira não só para entender melhor o mercado, como também para identificar flutuações bruscas nos valores ao longo do tempo. E não só isso, com a métrica é possível visualizar quais são os períodos de sazonalidade em relação a cada item de maneira individual.

A partir daí, o gerente de compras tem informações seguras para definir quais os momentos mais atraentes para realizar investimentos maiores sem comprometer o orçamento da instituição.

4. Nível das entregas

A métrica de Nível de entregas é utilizada especificamente para medir a eficácia do serviço tanto de fornecedores quanto da logística da empresa. Ou seja, se o seu negócio trabalha com processos de coleta e distribuição próprios, a mensuração também pode ser aplicada.

O trabalho de medição aqui é completo, avaliando fatores que impactam diretamente na qualidade do serviço, por exemplo:

  • atrasos nas entregas;
  • reclamações;
  • devoluções,
  • avarias.

Com isso, o gerente de compras consegue comparar os níveis atuais das taxas de devolução e avarias com outros períodos, tendo respaldo para tomar decisões como troca de fornecedores ou contratação de uma parceira logística.

5. ROI do gerente de compras

O Return on Investment (Retorno sobre investimento, em português) não é uma métrica diretamente do setor de compras. No entanto, devido a sua eficácia e abrangência, ela é utilizada por diversas áreas.

Com o ROI, o gerente de compras sabe exatamente o valor obtido com cada investimento. A métrica apresenta a relação entre o que foi gasto pela empresa e o quanto ela recebeu em troca.

Para calculá-lo, basta aplicar uma fórmula simples:

No setor de compras, o ROI consegue definir se o custo-benefício nas aquisições do setor está sendo atraente para a empresa.

Enfim, essas foram as 5 métricas que todo gerente de compras precisa considerar no seu dia a dia. Por trabalhar em um setor altamente estratégico, ele precisa adotar ferramentas que facilitem ao máximo os serviços e, ao mesmo tempo, aumentem as chances de sucesso de cada iniciativa. Nesse sentido, analise as informações apresentadas e defina as melhores métricas para a sua empresa.

Gostou do artigo? Então que tal continuar se aprofundando no assunto e entender mais sobre a relação entre a tecnologia e o Setor de Compras?

tecnologia no setor de compras

Setor de Compras x Dados: Entenda a importância da integração

Embora cumpra um papel de extrema importância, o Setor de Compras nem sempre recebe a devida atenção em termos de investimento. É algo semelhante com que já acontecera à logística, que mesmo sendo crucial, era vista sempre como uma área meramente auxiliar.

Com as “Compras”, alguns proprietários são tão negligentes que nem mesmo trabalham com uma gestão própria para o setor. Esse é um tipo de visão equivocado, que dificulta o aperfeiçoamento do trabalho e atrasa iniciativas importantes, como o uso de dados.

Hoje, as principais líderes de mercado já sabem a importância do compartilhamento de dados para o sucesso de suas atividades, incluindo no Setor de Compras. Por isso saem na frente das demais marcas.

Para explicar melhor o assunto, criamos este artigo discorrendo sobre a influência dos dados na área de Compras.

Boa leitura!

Qual a importância do Setor de Compras para uma empresa?

No passado, o Setor de Compras se limitava muito a aquisição dos produtos que a empresa precisava — dentro do orçamento permitido. O objetivo era, basicamente, garantir que não houvesse ruptura de itens — seja de matéria-prima ou de produtos finalizados.

No entanto, com a evolução do mercado e a intensificação da concorrência, o Setor de Compras teve que cumprir um papel mais estratégico a fim de continuar garantindo a aquisição das mercadorias, mas com um alinhamento maior aos objetivos centrais do negócio.

Com isso, ele se aproximou da logística e ganhou ainda mais importância na tomada de decisões dos gestores.

A relevância do setor passou a ser ainda maior, pois o seu trabalho começou a impactar diretamente não só a produtividade da empresa, como também na competitividade da marca e no relacionamento com o cliente.

Mas, infelizmente, nem todos os gestores e proprietários entendem essa necessidade de crescimento do setor. Alguns ainda acreditam que o “investimento básico” é o suficiente para a equipe de Compras continuar desenvolvendo seus serviços.

No entanto, aqueles que abraçam a constante inovação e trabalham para se adaptar o mais rápido possível à transformação digital, sabem que um dos caminhos para o sucesso é investir em automatização e integração de dados.

Por que manter todos os dados integrados?

A era tecnológica não é uma tendência ou algo futurístico, é uma realidade. Hoje, estamos completamente conectados. O próprio fato de você ler este texto no smartphone ou notebook e poder compartilhá-lo nas redes sociais ou em outros aplicativos já corrobora com essa afirmação.

Não há como fugir disso. E quanto mais tempo estamos conectados e realizando diferentes atividades, mais dados são gerados. E esse é um ponto que toda empresa deve ficar atenta.

Assim como em qualquer outro lugar atualmente, na rotina de uma empresa, são gerados diferentes dados por dia. Por exemplo, a logística negocia prazos de entrega e de coleta, o financeiro analisa o fluxo de caixa e a equipe de estoque confere os números do último inventário.

Embora sejam setores diferentes, todas essas informações acabam se complementando e formando um grande suporte para a tomada de decisões.

É exatamente essa base que faz toda diferença, por exemplo, no trabalho do Setor de Compras. Um banco de dados atualizado com informações relevantes facilita e muito as ações da gestão e ajudam a trazer os resultados positivos tão esperados.

Uma integração de dados tem tudo a ver com o cenário atual, pois, na prática, já fazemos isso diariamente e em situações supérfluas. Empresas profissionais devem ser a primeira a enxergar a importância e a necessidade desse tipo de investimento.

Quais as vantagens da integração de dados para o setor de compras?

Para acabar com qualquer tipo de dúvida, confira algumas vantagens que a integração de dados pode trazer para o Setor de Compras.

Análise do histórico de pedidos

Com a automatização e integração de dados, todas as informações geradas pela empresa ficam armazenadas de maneira segura, gerando um grande histórico. Com isso, o Setor de Compras pode analisá-las antes de realizar novas solicitações.

Nesse cenário, as negociações tendem a ser mais produtivas e dentro de preços mais atraentes para a empresa.

Agilidade nas transações

Se você tem informações atualizadas, então tem tudo. Com o compartilhamento, não há mais necessidade de esperar uma resposta do setor A ou B. Tudo se torna mais dinâmico. Basta puxar a informação requerida e seguir com as transações.

Monitoramento dos pedidos de compra

Em uma empresa que investe na integração de dados, todos os setores envolvidos com a aquisição de mercadorias podem trabalhar com maior tranquilidade.

Informações sobre os pedidos de compra, por exemplo, são compartilhados entre todos, permitindo que haja uma organização individual e coletiva a fim de agilizar atividades futuras.

Enfim, os dados sempre foram algo intrínseco ao Setor de Compras, a tecnologia só trouxe novas oportunidades de uso para as empresas. Mas nenhum bom resultado acontecerá se não houver uma gestão que abrace a inovação e se alie a parceiros logísticos que sigam a mesma linha de ação. Por isso, não fique para trás e garanta a alta competitividade da sua marca.

Gostou do artigo? Que tal agora entender melhor como o Marketing e os dados podem transformar o seu negócio?