Como ser uma grande liderança no processo logístico

Uma liderança logística inteligente é algo cada vez mais necessário nas empresas do setor. Com o surgimento de novos conceitos, como a logística 4.0, e o crescimento astronômico da geração de informações, profissionais capacitados passaram a ser o grande diferencial para o sucesso de muitas organizações.

Porém, um bom gestor não é só aquele que cria grandes planejamentos ou apresenta experiência de mercado. Práticas de gestão de pessoas e conhecimentos sobre novas tecnologias se tornaram fatores essenciais atualmente.

Para ajudar você a ser um líder de destaque no mercado logístico do século XXI, preparamos este artigo com as principais características que todo profissional no cargo de liderança deve apresentar. Continue com a gente e saiba mais!

Aperfeiçoamento contínuo

Com certeza você já ouviu a expressão “conhecimento nunca é demais”. Esse é um conceito que todos devem adotar, principalmente uma pessoa que está na posição de liderança logística.

Hoje, com a inovação sendo uma constante no mercado e o surgimento da logística 4.0, a capacitação é fundamental. É claro que, para chegar ao cargo de gestor, o profissional precisa passar por várias etapas, bem como obter diferentes conhecimentos, tanto acadêmicos quanto práticos. Porém, essa nova realidade exige mais.

É necessário uma visão global sobre o setor e uma capacitação específica sobre novas tecnologias, métodos de produção, gestão de pessoas, entre outros.

É a filosofia de melhoria contínua, com o profissional se capacitando para atender as demandas do mercado e da sua empresa em geral. Isso pode ser feito em várias frentes, por exemplo:

  • pós-graduações;
  • cursos online;
  • workshops.

O gestor mais capacitado tende a ser um líder melhor, trazendo não só experiência prática, como também conhecimentos diversos que agregam real valor no trabalho diário da sua equipe.

Inteligência na aplicação de treinamentos

Todo conhecimento deve ser repassado e não guardado. Uma boa liderança deve ter em mente essa filosofia, garantindo que seus liderados também obtenham a capacitação ideal para desenvolver seus serviços com maior qualidade.

Atualmente, muitas empresas têm se preocupado com o investimento de maquinário, espaço físico suficiente, veículos de qualidade e equipamentos de movimentação, mas se esquecem de oferecer o devido preparo para os profissionais que são essenciais na execução dos processos.

Assim como tecnologias de ponta, os colaboradores devem agregar valor à empresa, melhorando o desempenho e trazendo bons resultados. Porém, isso só é possível quando há um investimento correto por parte da gestão. Afinal, não tem como cobrar de quem tem pouco a oferecer.

Por si só, sessões de treinamentos são ótimas ferramentas de aperfeiçoamento. Além disso, elas são importantes na questão motivacional, pois os funcionários se sentem mais valorizados em relação à empresa.

Mas a grande diferença de um líder comum para uma liderança qualificada está na aplicação desse sistema. Gestores em geral acreditam que a simples aplicação de treinamentos em geral é o suficiente para que todos os funcionários se desenvolvam por igual – demonstrando uma ideia equivocada sobre a situação.

Assim como qualquer outro investimento, as sessões de treinamento devem ser planejadas a fim de trazer melhores resultados para o negócio. Por isso, é preciso um trabalho de análise, identificando as fraquezas e habilidades de cada colaborador ou equipe.

Com isso, o gestor consegue aprimorar o desempenho de seus liderados corretamente, reforçando os pontos fortes e agregando conhecimento necessário em cada um. Em geral, profissionais bem treinados melhoram consideravelmente sua performance na execução das tarefas.

Liderança em gestão de pessoas

Ainda que seja uma ideia clichê, muitos profissionais acabam esquecendo ao chegarem no cargo de liderança: o bom gestor é muito mais que um chefe, ele é um líder para todos.

Como mencionado, o conhecimento em tecnologias e processos é essencial para o desenvolvimento da cadeia logística, no entanto, sem uma expertise em gestão de pessoas dificilmente é possível alcançar os resultados desejados.

Em outras palavras, como gestor, você deve entender que liderança é muito mais que uma questão hierárquica. O sucesso aqui está ligado a diversos aspectos, tais como:

  • responsabilidade;
  • profissionalismo;
  • paciência;
  • empatia.

Liderar uma equipe de logística pode ser uma tarefa bastante complexa, por isso as habilidades pessoais são necessárias para manter o grupo sempre motivado e engajado com os objetivos da organização.

Trabalhar com um feedback inteligente e bilateral

Uma comunicação bem executada é o segredo de sucesso das grandes corporações. Mas não se trata apenas de canais e tecnologias implementadas corretamente, mas também de uma comunicação direta entre a gerência e colaboradores.

Quando você é a pessoa que delega tarefas e explica planejamentos, precisa ser capaz de repassar feedbacks claros e pontuais. Essa é uma estratégia importante, que faz toda diferença no clima organizacional e na produtividade das equipes.

Para utilizar o recurso da melhor maneira, é preciso realizar um monitoramento contínuo do trabalho e dos resultados obtidos. Com informações concretas em mãos, você tem os dados necessários para realizar reuniões com os liderados e colocar as ponderações necessárias.

Porém, o grande diferencial de um grande líder é a inteligência em implementar o feedback bilateral. Normalmente, os gestores entendem que a prática do feedback precisa ser unilateral, ou seja, com a comunicação partindo apenas de um lado. Isso é um erro.

Assim como o líder deve abordar seus comandados para passar a sua visão sobre atividades, planejamentos e resultados, ele precisa abrir espaço para que os colaboradores consigam expressar suas opiniões sobre as mesmas situações.

Um ambiente democrático e respeitoso tende a ser muito mais produtivo e saudável do que um local no qual a visão hierárquica impera de maneira intransigente. No final, todos conseguem se desenvolver e alcançar suas metas.

Enfim, muito mais que simplesmente acompanhar a rotina de trabalho do setor, uma liderança logística precisa ser um diferencial no dia a dia de sua equipe. Comandar a cadeia logística ou de Supply Chain exige um preparo contínuo e grande inteligência emocional.

Analise as informações apresentadas e certifique-se de desenvolver todas as características necessárias de um bom líder. Além disso, prime por parcerias de empresas que trabalham dentro desse mesmo conceito de aperfeiçoamento.

5 Ferramentas logísticas para ajudar a otimizar processos

O gerenciamento logístico deve ser feito de maneira cuidadosa e inteligente, a fim de garantir o máximo desempenho das equipes ao menor custo financeiro. Hoje, a grande vantagem é que as empresas podem contar com várias ferramentas logísticas para alcançar esse resultado.

Ao implementar soluções tecnológicas, o gestor não apenas facilita o trabalho dos colaboradores como também diminui as chances de erros contínuos. Em longo prazo, esse cenário impacta nos custos e na qualidade dos serviços da empresa.

Continue com a gente e conheça em detalhes algumas ótimas ferramentas logísticas que podem transformar a rotina do seu negócio. Boa leitura!

1. WMS

WMS é a sigla para Warehouse Management System (Sistema de Administração de Armazém, em português). Como o nome pressupõe, trata-se de um software que otimiza as atividades internas de um armazém. O WMS funciona com base em um banco de dados, alimentado pela própria empresa.

Na prática, a ferramenta utiliza as informações adicionadas a seu registro para manter a organização dos processos, garantindo que todas as movimentações do galpão aconteçam conforme o planejamento.

No entanto, o software apresenta melhores resultados quando aliado a outras ferramentas, como aparelhos com sensores, código de barras, entre outros. Entre as suas principais funções, estão:

  • análise sobre as necessidades do armazém;
  • controle de pedidos recebidos;
  • gestão de inventário.

Por sua vez, a empresa obtém inúmeras vantagens com a implementação, por exemplo:

  • redução do tempo na realização dos processos;
  • maior organização do armazém;
  • menor desperdício de recursos.

2. TMS

O Transportation Management System (Sistema de Administração de Transporte) é uma tecnologia inteligente voltada para o gerenciamento e controle de transporte de uma empresa.

Entre as ferramentas logísticas, o TMS é uma das mais eficazes para o agendamento e rastreamento de entregas. O software consegue, por exemplo, compartilhar informações sobre a distribuição do produto com fornecedores e clientes, melhorando a integração entre as partes envolvidas na operação.

Além disso, o TMS é capaz de:

  • emitir eletronicamente relatórios de controle (romaneio);
  • criar simulação de fretes e rotas ideais;
  • agendar entregas;

Em longo prazo, as vantagens da ferramenta são:

  • melhor controle nas informações de manutenção de frota;
  • diminuição de custos nos processos de transporte;
  • agilidade na distribuição de cargas.

3. ERP

Diferentemente das outras duas ferramentas logísticas citadas, o Enterprise Resource Planning (Planejamento de Recursos Empresariais) é um software muito mais abrangente. O ERP é uma tecnologia capaz de gerenciar e controlar todos os recursos de uma organização.

Basicamente, trata-se de uma ferramenta de otimização geral, com capacidade de acompanhamento das atividades de diferentes setores, desde a parte administrativa até as operações logísticas – resultando em processos muito mais homogêneos. Entre as várias funcionalidades, ele apresenta:

  • controle de produção de fluxo de caixa;
  • identificação de gargalos nos processos;
  • emissão de notas fiscais eletrônicas;
  • acompanhamento de estoque;
  • controle de custos.

Outra grande vantagem do ERP é a facilidade de integração que a solução permite com outras ferramentas logísticas, por exemplo, os módulos de WMS e TMS.

4. SRM

O Supplier Relationship Management (Gestão de Relacionamento com Fornecedores) é uma ferramenta semelhante ao CRM. Porém, enquanto a segunda trabalha para melhorar o relacionamento direto com o cliente, o SRM tem o objetivo de facilitar a relação entre empresa e fornecedores.

Entre as ferramentas logísticas, ela é uma ótima opção para uma estratégia de otimização do controle de estoque e fornecimento de suprimentos da organização.

Na prática, o software funciona como um apoio na integração de informações sobre a cadeia de suprimentos. Ou seja, um canal de armazenamento de dados que se torna um ponto em comum na comunicação entre fornecedores e a gestão administrativa.

Com isso, a empresa consegue aperfeiçoar os processos de fornecimento e aquisição de bens, resultando na melhoria de outras atividades, tais como:

  • armazenamento de mercadorias;
  • realização de inventários;
  • compras.

Mas como dito inicialmente, o SRM é uma das ferramentas logísticas com o intuito de facilitar o relacionamento entre empresa e fornecedores. E isso pode ser feito de diferentes maneiras, continue lendo e entenda.

Categorização das áreas de compras

Com o SRM, o gestor consegue dividir os fornecedores de acordo com a área dos produtos. Ou seja, exercendo o controle de maneira categorizada.

Essa estratégia permite um trabalho mais próximo junto aos fornecedores, além de oferecer uma maior facilidade na obtenção de dados, por exemplo:

  • custos mensais e anuais;
  • eficiência nas operações;
  • qualidade dos materiais.

Definição de critérios para escolha de fornecedores

Um relacionamento tende a dar certo quando se inicia de maneira correta. Para isso, é importante definir bons critérios na escolha dos fornecedores.

O software pode ajudar como um comparativo de informações. Ao utilizar dados dos históricos, o gestor consegue descobrir pontos úteis para a relação com seus fornecedores, tais como:

  • qualidade das mercadorias;
  • cumprimento de contrato;
  • tipo de atendimento.

Gestão da performance dos fornecedores

Assim como é possível definir critérios, o software é uma ótima ferramenta para avaliação desses pontos. Com a função de gerenciar as atividades dos fornecedores, o SRM permite que o gestor acompanhe de maneira próxima a performance dos parceiros.

Isso é interessante, pois facilita a identificação das fraquezas e virtudes de cada fornecedor, aumentando as chances de sucessos dentro de cada planejamento.

5. Software de gestão de estoque

O controle de estoque é, sem dúvida, uma das principais atividades do setor logístico. O sucesso desse trabalho impacta diretamente outros departamentos, como compras, vendas, distribuição etc.

É visando o aperfeiçoamento da atividade que os software de gestão de estoque estão entre as ferramentas logísticas mais requisitadas no mercado atual. E isso não é à toa, as soluções realizam um gerenciamento a partir da integração de informações, impulsionando o trabalho das equipes. Entre os principais benefícios do software, estão:

  • facilidade no rastreamento de produtos ativos no estoque;
  • diminuição da taxa de mercadorias obsoletas;
  • mais eficiência nas operações de estoque;
  • maior produtividade da área de vendas;
  • armazenamento centralizado.

Independentemente das ferramentas logísticas implementadas, o fato é que, hoje, para que a sua empresa se mantenha forte e competitiva no mercado, é necessário o suporte tecnológico em diferentes atividades. Mas não só isso, é importante também contar com parceiras que ofereçam serviços diferenciados e abracem a inovação em suas rotinas. Então, analise as informações apresentadas e garanta sempre a excelência para os seus funcionários e clientes.

4PL – Tendência no mercado de logística

Como um setor que, historicamente, sempre foi oneroso para as empresas, a logística cria e adota constantemente novas tendências a fim de garantir a excelência na execução dos serviços com o menor gasto possível. O 4PL é mais um dos conceitos desenvolvidos com esse objetivo.

Hoje, a gestão da cadeia de suprimentos já é uma ideia implementada e bem trabalhada por muitas empresas, principalmente as líderes de mercado. Porém, nem todo empresário entende ou conhece os benefícios dessa especialidade,insistindo assim na execução de estratégias obsoletas e pouco produtivas.

Para que você não fique para trás em relação as tendências mais importante do setor logístico, a seguir, apresentaremos os pontos mais relevantes sobre o 4PL. Continue com a gente e saiba mais!

O que é o 4PL?

O 4PL é uma sigla para a expressão em inglês “Fourth-Party Logistics”. Em tradução livre, podemos entendê-la como “Quarta parte da Logística”. O conceito ‘PL’ não e algo novo na logística, já existem o 1PL, o 2PL e o 3PL. Na prática, cada numeração representa um sujeito do grupo, dessa forma:

  • 1PL = Fornecedor;
  • 2PL = Comprador;
  • 3PL = Operador Logístico.

Antes, a metodologia se limitava aos três primeiros, com os planejamentos desenvolvidos dentro desse grupo. O 4PL surgiu justamente para representar o gestor da Supply Chain (Cadeia de suprimentos).

Na prática, adicionou-se mais um aos geradores do serviço, um responsável pela integração total das áreas e recursos envolvidos na operação. As funções do gestor da cadeia de suprimentos são muito mais abrangentes, como por exemplo:

  • monitorar todos os processos da operação;
  • manter todos os envolvidos informados;
  • garantir a execução sem custos extras.

Qual a relevância do 4PL para sua empresa?

Como vimos, o 4PL é um conceito evolutivo. Ou seja, um aperfeiçoamento de algo que já existe no setor logístico. Por si só, já é algo que a sua empresa deva avaliar para não ficar para trás perante os concorrentes. Porém, a importância do 4PL vai além.

Embora muitas empresas entendam o trabalho de um operador logístico, muitas ainda encaram a implementação do gestor de supply chain como algo novo ou pouco necessário. É justamente nesse ponto que o novo conceito se torna tão relevante.

Os serviços de gerenciamento da cadeia de suprimentos são uma tendência real no mercado, com as marcas líderes adotando e obtendo resultados positivos acima da média.

Quando a sua empresa abraça o 4PL ela é “forçada” a se modernizar e a trabalhar em excelência assim como as grandes líderes do setor. É um cenário extremamente vantajoso, pois a sua organização passa a contar com um profissional (ou parceiro) que oferece soluções integradas visando uma otimização dos serviços.

Ou seja, com um gerenciador da cadeia de suprimentos, a aproximação entre o trabalho da empresa e as expectativas dos clientes se torna muito menor.

Afinal, o mercado atual exige a realização de serviços qualificados dentro, ou antes, dos prazos estabelecidos. Com a alta concorrência estando em voga, os participantes do setor logístico precisam trabalhar em grupo para garantir os melhores serviços sem a necessidade de onerar os caixas financeiros das empresas.

Qual a diferenças entre o 3PL e o 4PL?

Neste ponto, você já entendeu que o 4PL é uma tendência em crescimento no mundo logístico. Porém, muitas empresas não conhecem ou se mostram receosas com a metodologia pelo simplesmente motivo de não entenderem a diferença entre o 3PL e o 4PL.

Como sabemos, o 3PL representa o operador logístico dentro de um determinado serviço. Essa parte é responsável por inúmeras tarefas, entre elas:

  • agenciamento alfandegário;
  • transporte de produtos;
  • armazenamento.

Essa diversificação acaba levando muitos empreendedores a acreditar que o representante do 3PL é o mesmo da quarta parte do grupo. Mas isso é um grande erro.

Ainda que cubra uma área extensa no planejamento, o operador logístico desempenha tarefas mais específicas, atividades voltadas para a movimentação e armazenagem das mercadorias. E embora ele também trabalhe de maneira integrada, isso se limita ao seu campo de responsabilidade.

Com um gestor da cadeia de suprimentos a abrangência é muito maior. Não existe uma limitação em sua atuação, sendo sua responsabilidade garantir que todas as etapas do processo aconteçam conforme o planejamento inicial, e que a conclusão se dê no menor tempo e custos possíveis.

São funções do 4PL também o estudo e a implantação de novas tecnologias a fim de garantir total integração entre os participantes. Com isso, ele acaba melhorando diretamente o trabalho do 1PL, do 2PL e do 3PL.

Para isso, ele deve manter uma comunicação sem ruídos com cada integrante, por exemplo, articulando as melhores soluções com o operador logístico e estudando sobre as expectativas dos clientes para com os serviços da empresa.

Em suma: o 4PL é o integrador maior entre todos os grupos de uma operação logística, aquele que vai além das tarefas específicas do 3PL, unificando os recursos disponíveis, bem como implementando tecnologias.

Quais as características de um provedor 4PL?

Agora que você já sabe o conceito e a importância do 4PL, conheça as qualidades que o gestor de um supply chain deve ter para assumir essa responsabilidade. Acompanhe e veja o que avaliar na hora de contratar um 4PL:

  • suporte financeiro para assumir suas responsabilidades;
  • estrutura para gerenciar a sua cadeia de suprimentos;
  • equipamentos de qualidade (veículos, galpões etc);
  • boa comunicação com todos os envolvidos;
  • métodos de otimização da supply chain;
  • boa comunicação com os clientes;
  • expertise no setor.

Enfim, não há dúvidas o quanto é essencial o conhecimento sobre o 4PL  para toda empresa que deseja se manter forte no mercado e se adequar as suas contínuas mudanças. Na era digital, acompanhar as tendências faz toda diferença. Afinal, muito em breve, é possível que surja um 5PL – com as soluções tecnológicas sendo uma parte fixa nos processos. Por isso, conte sempre com parceiros que trabalhem com a inovação e excelência em seus serviços.

O que é carga Lotação, Transporte Dedicado e Fracionado?

Para um gestor logístico, que precisa garantir a otimização de suas operações e diminuir os custos da empresa, conhecer em detalhes cada modalidade de transporte de carga é essencial. Pois é a partir desse preparo que ele conseguirá tomar as decisões mais adequadas e alcançar os melhores resultados.

A verdade é que algumas das principais dúvidas que pairam sobre o setor logística é a diferença entre a carga de Lotação, o Transporte Dedicado e o Fracionado. Embora o objetivo seja sempre entregar as mercadorias em menor tempo e com grande eficácia, cada método apresenta particularidades interessantes para as empresas.

Continue lendo e saiba os conceitos e as principais informações sobre esses três tipos de modalidade de transporte. Boa leitura!

O que é carga de Lotação?

A carga de Lotação, também conhecida como carga fechada, é a modalidade onde o veículo tem todo o espaço disponível preenchido apenas pelas mercadorias de um cliente. Ou seja, não há vários destinos de entrega. A operação é feita do ponto de coleta até o local final.

Nessa modalidade, existe uma preocupação quanto à capacidade do veículo em relação ao volume apresentado pela empresa. A principal vantagem é que o tempo para a execução do serviço tende a ser menor, pois não há necessidade de paradas durante o trajeto – não considerando fatores obrigatórios, como descanso do motorista, refeição, abastecimento, entre outros.

Algumas das principais peculiaridades que essa modalidade apresenta, e que valem a pena serem avaliadas pelo gestor, são:

Disponibilidade de veículos

Antes de fechar o serviço de carga de lotação, é preciso se certificar sobre a disponibilidade de veículos da transportadora.

Por ser uma operação de transporte para um grande volume de produtos, o investimento só valerá a pena se houver o número correto de veículos adequados para atender a demanda.

Arrumação mais bem trabalhada

Na carga de Lotação há um cuidado maior com a arrumação interna do veículo. Como as mercadorias precisam preencher todo o espaço, a organização é melhor desenvolvida, em contrapartida, isso pode deixar o processo de carregamento um pouco mais lento.

O que é Transporte Dedicado?

Comumente, há uma confusão sobre as modalidades de carga de Lotação e Transporte Dedicado. Até entre os profissionais do setor logístico há quem acredite que se trata do mesmo tipo de serviço. Um ledo engano!

Como vimos, na carga de Lotação existe um planejamento para que todo o espaço de veículo seja utilizado em uma operação de transporte. Já no ‘método Dedicado’ acontece um pouco diferente.

No transporte Dedicado, o usuário também contrata os serviços de um agente entregador de forma exclusiva, mas a operação é executada sem a preocupação sobre o volume de mercadoria a ser carregada.

Para ser mais específico, essa estratégia é indicada para empresas que precisam de um modelo logístico único, no qual suas mercadorias não podem se misturar com nenhuma outra — nem mesmo com seus próprios produtos —, por exemplo, clientes que trabalham com venda de matéria-prima, Inbound e Outbound.

É sem dúvida o trabalho mais desenvolvido entre todas as modalidades, pois há uma personalização do serviço a fim de atender as carências de um único cliente. Além disso, aqui, motoristas e equipe logística da transportadora ficam menos passíveis a erros, aumentando  a qualidade do trabalho.

Para entregas emergenciais ou onde há uma necessidade multimodal, o Transporte Dedicado é uma ótima opção.

Entre as principais vantagens dessa estratégia, destacamos:

Exclusividade de veículos

Como explicado, no Transporte Dedicado não há compartilhamento de carga. Nem mesmo com produtos da mesma empresa, mas que apresentam características diferentes. O veículo é utilizado unicamente para aquela operação, ainda que o volume transportado seja pequeno.

Com isso, não há risco de contaminação ou avarias de mercadorias, no caso de perecíveis ou outros alimentos, por exemplo.

Precisão nas entregas

Na entrega Dedicada há uma aproximação maior entre o gestor da empresa e a transportadora, garantindo que todas as características dos produtos sejam respeitadas. Isso também aumenta a precisão do serviço, pois permite a criação de um melhor planejamento logístico e um acompanhamento real da operação.

Personalização do serviço

Muitas empresas acabam contratando o Transporte Dedicado dentro de uma estratégia de marketing. Com isso, além da exclusividade dentro dos veículos, também pode acontecer uma customização dos equipamentos, como a inserção de logotipos ou frases de campanha.

Isso é interessante, pois ajuda na divulgação da marca da empresa ou nas promoções sazonais. Os clientes começam a ter contato com as mercadorias antes mesmo de entrarem nas lojas, facilitando a atração.

Logicamente, para um serviço de personalização, é desenvolvido um contrato contendo esses adicionais.

O que é carga de Fracionada?

A carga Fracionada também pode ser chamada de transporte de otimização. Isso porque é a modalidade aplicada para garantir que todo o espaço do veículo de transporte seja aproveitado.

Para isso, em uma mesma operação são inclusas cargas de vários remetentes, não sendo necessário que os destinatários estejam em pontos próximos uns dos outros.

O fato é que nem sempre os produtos de um mesmo usuário conseguem preencher todo o volume do veículo. E dependendo do local de entrega, a operação de transporte pode ser consideravelmente custosa para empresa.

É para resolver essa questão que a modalidade de carga Fracionada foi criada, coletando mercadorias de diferentes remetentes e dividindo os custos da operação entre todos.

O método ainda apresenta variações, como o Fracionado Itinerante e o Fracionado Crossdocking.

No Fracionado Itinerante, as entregas e o itinerário do veículo são definidos pelo próprio embarcador. Já no modelo Crossdocking, a roteirização e a movimentação da mercadoria são estabelecidas pelo transportador.

É importante, por exemplo, analisar a quantidade de SKU’s trabalhados e o tipo de produto transportado para escolher a melhor opção.

Para empresas que trabalham com um grande número de entregas, mas em pequenas quantidades, a carga Fracionada é uma alternativa inteligente de manter a qualidade e a eficácia do serviço. Mas é preciso que haja um alinhamento correto entre o tempo de coleta e entrega dos produtos, evitando atrasos ou paralisações de outras atividades.

Além dessas, é interessante citar a Carga não palletizada ou “Carga batida”. Nesse método, há um melhor aproveitamento dos espaços dentro do veículo, pois as mercadorias são “batidas” para encaixarem perfeitamente no baú de transporte.

A grande vantagem da Carga não palletizada é realmente a utilização correta dos espaços. No entanto, é uma operação que demanda maior tempo de execução, o que pode resultar em aumento de custo na carga e descarga.

Enfim, esses foram os conceitos e particularidades da carga de Lotação, Transporte Dedicado e Fracionado. O mais importante é perceber que existem diferenças consideráveis entre cada modalidade e que entendê-las é imperativo para não errar na hora da tomada de decisões. Priorize transportadoras que não só ofereçam os três tipos de serviços, mas que também apresentem know-how e experiência diferenciada no setor.

Transporte de alimentos: 5 razões para contar com uma empresa especialista

Diferentemente do que acontece com algumas cargas não perecíveis, o transporte de alimentos precisa de cuidados especiais para que toda a operação logística apresente os resultados esperados pelo fabricante e pelo comprador.

No entanto, essas diferenças não se resumem às validades das mercadorias ou a sensibilidade de alguns produtos. Licenças e documentos obrigatórios devem ser apresentados a fim de regularizar a movimentação da carga.

Nesse sentido, contar com uma transportadora especialista passa a ser uma estratégia primordial para toda empresa que visa otimizar esse processo sem onerar seu caixa financeiro.

Para mostrar o quanto esse método pode ser um diferencial competitivo, neste artigo, apresentaremos 5 motivos pelos quais você deve contar com uma transportadora especialista no transporte de alimentos da sua empresa. Continue com a gente e saiba mais!

1. Maior expertise no assunto

Todo tipo de carga tem as suas peculiaridades que devem ser consideradas na hora do processo de movimentação. E com o transporte de alimentos não é diferente. Contar com profissionais que possuam expertise no assunto é uma maneira de garantir que todos esses procedimentos serão seguidos corretamente.

Para a empresa fabricante isso é um fator essencial, pois com o know how apresentado pela transportadora, os produtos passam por toda cadeia logística seguindo o mesmo padrão de qualidade, desde o recebimento, armazenamento até a distribuição ao comprador. Em longo prazo, isso é importante para crescer o respaldo do produtor junto ao mercado.

2. Mais segurança no transporte de alimentos

A segurança da carga é outro ponto fundamental para o fabricante. Afinal, o intuito é que as mercadorias sempre cheguem intactas ao local de destino. E, nesse quesito, a participação de uma transportadora passa a ser interessante por diferentes fatores.

O primeiro ponto a se mencionar é a questão da violência propriamente dita. A taxa de roubo de cargas cresceu consideravelmente em várias cidades do Brasil. A cada ataque desse tipo, a empresa corre o risco de contrair um grande prejuízo financeiro.

A participação de uma especialista em transporte de alimentos pode ajudar a minimizar essa situação. Primeiramente, as transportadoras mais gabaritadas do setor trabalham com o rastreamento de veículos, permitindo que a carga seja acompanhada a distância 24 horas por dia. Assim, caso um imprevisto aconteça, a empresa pode agir rapidamente para evitar maiores danos.

Além disso, uma transportadora experiente conta com profissionais de alto conhecimento em seu quadro efetivo. E isso faz toda a diferença, pois são traçadas rotas mais seguras para a movimentação da carga, resultando também em maior dinamização do processo.

Outro ponto em relação à segurança é o cuidado com a mercadoria de maneira geral. Como dito na introdução do artigo, as cargas de alimentos demandam cuidados apropriados.

Com o planejamento correto, a organização da carga é realizada com o devido preparo, obedecendo ao empilhamento máximo de cada tipo de mercadoria. Assim, o risco de avarias as embalagens é muito menor —  basta um pequeno amasso para que produtos enlatados tornem-se impróprios para consumo, por exemplo.

3. Utilização de veículos adequados

Um operador especialista apresenta uma estrutura adequada para a realização do transporte de alimentos. E dentre as diversas ferramentas e equipamentos que são necessárias, está a frota de veículos.

Contar com veículos apropriados é essencial para que a operação aconteça de maneira rápida, segura e satisfatória. Na prática, cada tipo de mercadoria passa a ser alocada no equipamento que melhor favoreça suas caraterísticas.

Entre os veículos mais utilizados no transporte de alimentos estão:

  • caminhão truck (veículo mais longo de três eixos, que pode transportar até 12 toneladas de produtos);
  • caminhão toco (mais curto que o truck e com apenas dois eixos, consegue carregar até 8 toneladas de carga);
  • carreta (pode transportar até 30 toneladas de carga seca).

Em relação à carreta, ela pode ser baú ou sider: o baú é mais resistente, mas tem apenas saída na parte traseira. Já o sider oferece uma resistência, mas pode apresentar descarga pelas laterais do veículo.

Porém, esses são apenas alguns dos diversos equipamentos existentes para o transporte de carga. Utilizar o modelo de veículo propício é fundamental para evitar problemas com excesso de peso, que podem resultar em grandes prejuízos para todos os envolvidos.

4. Cumprimento de questões burocráticas

Entre as diversas particularidades que envolvem o transporte de alimentos, uma das mais relevantes é a burocracia de documentos. Em outras palavras, para que a movimentação de mercadorias aconteça sem nenhum tipo de problema, a carga deve sempre estar acompanhada das autorizações obrigatórias.

Não obstante, a conservação das etiquetas dos produtos também precisa ser observada. Elas são os informativos de cada produto e devem estar em ótimas condições, seguindo os critérios rigorosos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Se tratando das etiquetas, elas precisam estar:

  • sem manchas;
  • sem rasuras;
  • legíveis.

Qualquer descumprimento dessas normas pode acarretar na apreensão da mercadoria e até mesmo em multa para o fabricante.

Uma transportadora com experiência na área obtém os conhecimentos certos sobre todas essas determinações. Agindo como uma parceira da empresa, o operador logístico verifica se todos os documentos estão corretos e aponta possíveis faltas ou falhas nos trâmites legais.

Além de tudo isso, contar com uma marca especialista é uma forma de garantir que os processos ocorram dentro das normas, pois as transportadoras também precisam de autorização legal para desenvolver esse tipo de serviço.

5. Redução de custos

Como vimos ao longo do texto, o processo de transporte de alimentos oferece grandes riscos para as empresas. É fundamental considerar não só as características dos produtos transportados, mas também seguir as regras vigentes.

Todavia, mesmo com todos esses cuidados, a empresa ainda precisa se preocupar com a questão de segurança da carga, da adequação dos veículos, contratação de pessoal etc. Em outras palavras, o transporte de alimentos é uma operação que pode ser bastante custosa.

Ao contratar uma marca especializada, a sua empresa diminui a maior parte dessas solicitudes, reduzindo os custos e ainda qualificando o serviço.

Questões burocráticas, manutenção da frota e criação de rotas: todos esses e outros fatores passam a ser de responsabilidade da transportadora, amenizando os gastos da sua empresa e permitindo que a sua equipe se concentre em outras tarefas.

Portanto, contar com uma especialista para o transporte de alimentos da sua empresa é a maneira mais inteligente de garantir uma operação com planejamento adequado e uma execução em excelência. Afinal, para que o seu produto chegue em perfeitas condições ao comprador, os processos de recebimento, armazenamento e entrega precisam seguir um padrão de qualidade definido. Então, analise as informações apresentadas e trabalhe sempre com as melhores transportadoras do mercado.

Logística 4.0

Com o surgimento de novas necessidades, o mercado sempre evolui para atender as demandas e suprir todas as carências dos clientes. Hoje, presenciamos a logística 4.0, um conceito que foca na maior participação da tecnologia na execução dos processos.

Todo gestor que deseja elevar a qualidade dos serviços da sua empresa deve entender como funciona o conceito 4.0 e qual a melhor maneira de adaptá-lo ao dia a dia da organização. Do contrário, ele corre o risco de perder vantagem competitiva e até mesmo comprometer a continuidade do negócio.

Então, para que a sua empresa não fique para trás, preparamos este artigo com as informações mais relevantes sobre a logística 4.0. Continue com a gente e saiba mais!

O que é a logística 4.0?

Para que o conceito da logística 4.0 possa ser explicado e entendido corretamente, é essencial discorrermos sobre a história da indústria mundial. Acompanhe.

Com a mecanização de parte do trabalho e o surgimento das primeiras máquinas no século XVIII, o mundo assistia a primeira grande revolução industrial. No século seguinte, com o desenvolvimento da linha de montagem e a descoberta da eletricidade, a produção em massa foi implementada, dando início à segunda revolução industrial.

Em meados do século XX, com a evolução da ciência e a criação de soluções históricas como a robótica, computadores e a internet, a terceira revolução da indústria estava concretizada, colocando de vez a automatização como parte dos processos.

Agora, com a globalização e o significativo avanço tecnológico, entramos na indústria 4.0. O termo que surgiu na Alemanha, aponta para uma sincronização entre computadores e profissionais, com todos os processos conectados e setores integrados, permitindo que as máquinas operem de maneira independente e otimizem ao máximo as operações.

Logística 4.0

A logística 4.0 é basicamente a reposta do setor para se adequar a realidade 4.0. Em outras palavras, é um conceito de trabalho dentro do segmento logístico que prima pela utilização de soluções inteligentes e pelo estudo de dados e informações reais para a tomada de decisões – privilegiando a visão analítica dos profissionais no lugar de “intuições”.

Ferramentas como big data, internet das coisas e machine learning são integradas aos processos das empresas a fim de garantir maior eficiência nos serviços oferecidos e diminuição no desperdício de recursos.

No entanto, a logística 4.0 não se limita a implementação de novas tecnologias. O conceito também foca na mudança de cultura empresarial, direcionando as empresas para uma gestão mais moderna, que privilegia a inovação tecnológica e coloca o cliente como o ponto central de qualquer planejamento.

No geral, a logística 4.0 é uma adaptação à nova realidade, na qual a tecnologia faz parte do dia a dia da sociedade e os clientes buscam e compram serviços e produtos sem precisar sair de casa.

Quais os benefícios da implantação da logística 4.0?

Sendo um conceito que visa à otimização de processos e a elevação da qualidade dos serviços, a logística 4.0 traz diversos benefícios para as empresas que a adota.

Aumento de produtividade

O aumento de produtividade é um dos principais objetivos da Logística 4.0. Tendo a integração de setores e processos como um dos seus pilares, o modelo 4.0 incentiva as empresas a compartilharem informações e dados de maneira inteligente.

Com isso, atividades que antes demoravam horas ou até dias em razão de informações atrasadas, passam a ser realizadas de maneira contínua, melhorando todo o fluxo da cadeia logística.

Facilita a tomada de decisões

Como dito, o investimento em tecnologia permite que a empresa utilize softwares e soluções inteligentes para implementar a análises dos processos.

Assim, o gestor passa a contar com dados concretos e reais sobre os serviços desenvolvidos por cada equipe, facilitando a sua tomada de decisões. Além disso, um monitoramento analítico melhora substancialmente outros fatores, tais como:

  • montagem de planejamentos;
  • fornecimento de insights;
  • definição de métricas;
  • criação de estratégias.

Redução de custos

Na logística 4.0 a redução de custos acontece de diferentes formas. Por exemplo, com o compartilhamento de informações, há um maior controle sobre a manutenção dos veículos. É possível adotar o modelo preditivo ou mesmo preventivo a fim de garantir maior eficiência da frota.

Além disso, a burocracia no fluxo de informações é menor, otimizando a execução de serviços e diminuindo a taxa de erros, evitando o desperdício de recursos. A implementação de sistemas inteligentes também promove redução de perdas no estoque e armazenamento de mercadorias, tanto em termos de validade quanto de avarias.

Ou seja, quando uma empresa adota o conceito 4.0, ela transforma por completo a sua gestão tornando os processos mais eficientes e menos custosos.

Aumento da satisfação dos clientes

Além de também ser um dos pilares da 4.0, o aumento da satisfação do cliente é uma consequência natural dentro de uma filosofia de otimização.

Com diferentes tecnologias sendo implantadas, mudanças organizacionais sendo realizadas e uma gestão que prima pelo estudo de dados, o aumento de qualidade nos serviços é um resultado automático.

Nessa nova realidade, a empresa passa a conhecer melhor os seus clientes e entregar serviços que atendam, de fato, suas expectativas.

Como o gestor deve se preparar para as mudanças 4.0?

Agora que você já entendeu o conceito e as vantagens da logística 4.0, saiba como se preparar para desenvolver esse conceito na sua empresa.

Mudança no conceito de gestão

Como explicado, a logística 4.0 é mais uma das várias revoluções surgidas na história da humanidade. Porém, assim como no passado, só conseguirá se adaptar e se destacar no mercado quem apresentar evolução na maneira de gestão.

É preciso superar ideias retrógadas e limitas, e adotar uma filosofia de inovação. O gestor 4.0 é aquele que se mostra disposto a trabalhar com novas tecnologias e entende que a integração é uma das chaves para otimizar a rotina de suas equipes.

Por isso, antes de qualquer medida prática, é preciso trabalhar a sua visão como profissional, garantindo que estará pronto para extrair o melhor de todas as mudanças necessárias dentro desse novo cenário.

Capacitação e aperfeiçoamento de habilidades

Com tantas mudanças e implementações, é normal que durante o processo surjam dúvidas e incertezas. A renovação estrutural e tecnológica não acontece rapidamente, o gestor precisa estar preparado para cada passo.

Em outras palavras, independentemente do tempo de experiência no mercado, é vital um investimento em capacitação e aperfeiçoamento de habilidades. Sem o conhecimento correto, os novos investimentos não serão nada mais que uma folha em branco.

Contratação de parceiros especializados

Imagine que a sua empresa invista em inúmeras inovações e tanto você, gestor, quanto as equipes de trabalho estejam preparados para trabalhar dentro da logística 4.0, mas na hora de contar com parceiros eles se mostram avessos a essa realidade. Nesse sentido, todo o seu planejamento corre grande risco de ser comprometido.

Para evitar esse tipo de situação, priorize empresas que abracem o conceito de inovação em suas gestões. Seja na distribuição, entrega ou produção, conte com a participação de marcas que demonstrem expertise no assunto e preparo adequado.

Enfim, a logística 4.0 já é uma realidade, e toda empresa que deseja se destacar precisa entender e desenvolver esse conceito em suas atividades. E como salientado no decorrer no texto, não basta implementar soluções tecnológicas, é preciso modelar a gestão empresarial a fim de melhorar a qualidade dos processos e oferecer serviços que estejam acima das expectativas dos clientes.

Evolução da logística

Hoje, com os clientes realizando compras e recebendo as mercadorias diretamente em suas residências, já entendemos que um trabalho inteligente e de qualidade da logística faz toda diferença nos resultados finais de uma empresa.

Porém, no passado, a logística já foi vista como uma atividade de segundo plano, e habilidades como negociação, comunicação e visão estratégica não eram consideradas tão essenciais para um gestor.

Por isso, para que você saiba como se deu essa evolução e como a multidisciplinaridade e a estratégia se tornaram tão essenciais na gestão logística atual, preparamos este artigo com a história dos ciclos logísticos.

Fique com a gente e conheça também quais conhecimentos são necessários para implementar uma gestão eficiente na logística da sua empresa. Boa leitura!

Como aconteceu a evolução da logística?

A palavra logística vem do termo grego “logistikos”, que significa cálculo e raciocínio. Já a origem da atividade logística é um pouco mais debatida. Alguns historiadores acreditam que os próprios militares gregos, que eram chamados de “logistikas”, foram os primeiros a trabalhar a distribuição de suprimentos de forma organizada.

Já outros especialistas, consideram o estudo do teórico Barão Antoine Henri Jomini como o pontapé inicial dos processos. Durante as guerras, Jomini acompanhou as táticas dos soldados franceses para a movimentação de tropas e suprimentos. Até mesmo a origem da palavra é mudada nessa versão, com o verbo “loger” (alojar ou acolher) sendo a primeira versão da palavra “logistique”.

De toda forma, a ideia de logística trabalhada nos dois casos era bastante resumida. Os conceitos que conhecemos hoje só começaram a ser utilizados depois da Segunda Guerra Mundial, com as empresas entendendo a atividade com uma filosofia mais administrativa.

Mas a evolução ainda demorou. Pois, embora a logística já fosse aplicada em muitas empresas, o foco era sempre a entrega de mercadorias em menor tempo, sem a preocupação com a qualidade do serviço ou a opinião dos clientes.

Isso se devia muito ao fato de a atividade ser implementada apenas para a movimentação de grandes cargas. O transporte em si era muito caro, então o objetivo principal era sempre levar a mercadoria do ponto A até o ponto B.

A precariedade nos processos ajudava a entender essa realidade. A maior parte das inovações tecnológicas era aplicada nos meios de produção, deixando atividades como movimentação e armazenagem sendo desenvolvidas manualmente. Com isso, os lucros obtidos eram consideráveis, mas a ineficiência em algumas etapas era alta também.

Novas necessidades

A cada ciclo de revolução industrial, novas necessidades e exigências surgiam para a logística das empresas. Os clientes, que antes eram completamente passivos, começaram a entender a importância de sua participação para o mercado.

Além disso, muitas empresas mudaram o seu foco, não se limitando apenas a comprar e distribuir, mas também negociar vendas. Assim, a logística começou a ser integrada a outros setores, como o marketing, por exemplo.

Mas foi com o fortalecimento da terceira evolução industrial que tudo mudou de fato. Nessa fase, os conhecimentos e inovações gerados eram aplicados diretamente no desenvolvimento industrial. A tecnologia estava inserida de vez na produção.

Novas atividades foram criadas e outras etapas aprimoradas. A ideia era fortalecer o valor do produto final, aquele que pararia nas prateleiras para ser consumido pelos clientes.

Com isso, a logística também precisou evoluir. Conceitos e práticas foram desenvolvidos para que o setor suportasse o aumento produtivo e cumprisse os prazos esperados. Mas os preços praticados ainda eram altos, pois não existia um processo de monitoramento completo por parte da gestão logística, deixando muitas etapas vulneráveis.

Essa realidade mostrou que a melhoria dos serviços passava muito pela profissionalização dos gerentes do setor. Quanto mais capacitado o profissional, maior qualidade seria aplicada e menos recursos seriam desperdiçados.

Foi então que o Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management) passou a ser visto como uma estratégia importante para as empresas. Muitas operações manuais foram substituídas pela automatização enquanto o achismo e a intuição deram lugar à inteligência e ao planejamento.

Com a quarta revolução industrial, surge a logística 4.0. Um conceito de trabalho que acompanha a nova realidade do mercado, que torna os processos logísticos parte de uma grande estratégia de atração e relacionamento com cliente, abraçando de vez a tecnologia com o objetivo de otimização.

Além disso, na logística 4.0, os gestores deixam de ser chefes que apenas repassam ordens para se tornar profissionais gabaritados – com conhecimentos em outras áreas e capacidade para integrar o setor logístico a outros departamentos da empresa, garantindo maior eficácia e agilidade em processos essenciais.

Quais conhecimentos são essenciais para um gestor logístico moderno?

Agora que você já entendeu como se deu a evolução da logística, saiba quais outros conhecimentos são primordiais para um gestor ser bem-sucedido na logística moderna.

Visão estratégica

Como vimos, a exigência pela qualidade e eficácia aumentou muito com o decorrer dos anos. Para se adaptar a esse cenário, um gestor logístico precisa ser inovador e demonstrar expertise a fim de superar dificuldades e apresentar saídas vantajosas para a empresa, assegurando qualidade e menores custos operacionais.

Ter visão estratégica é justamente demonstrar capacidade de focar em melhorias em qualquer etapa da operação, trazendo metodologias que otimizem a logística corporativa.

Marketing

No passado, a logística era muito prejudicada, pois não era considerada em vários planejamentos da empresa. A maior parte dos empresários não via a necessidade de integrar a atividade em planos de marketing e relacionamento, por exemplo.

Mas hoje tudo mudou. Graças à internet e à globalização, novas demandas surgiram e o setor logístico é visto com peça principal dentro de várias estratégias. É por isso que um gestor precisa sair do lugar comum e apresentar noções básicas de marketing, discutindo ideias e opiniões, melhorando os seus processos e da empresa como um todo.

Finanças

Não há mais espaço para achismos ou intuições na logística atual. O mercado trabalha dentro de uma política de redução de gastos e aprimoramento da qualidade dos serviços. O gestor atual precisa ter real noção sobre os custos de suas decisões.

Por isso, o conhecimento em finanças é extremamente necessário para um profissional que deseja se destacar. Tendo a preparação correta, ele consegue melhorar os processos do setor sem colocar em risco a saúde financeira da empresa. Além disso, ele consegue tomar direcionamentos corretos sobre fatores primordiais para a redução de custos, como:

  • automatização;
  • terceirização;
  • treinamento.

Planejamento

Planejamento é o segredo do sucesso de muitas empresas. Por meio dessa tática é possível alcançar a gestão eficiente. Ao se planejar, o gestor consegue não apenas organizar todas as etapas de trabalho, como também lidar, de maneira precisa, com desafios e dificuldades diários.

Em resumo, com novos desafios surgindo a cada dia, a logística precisa estar em constante evolução. Logicamente, isso só é possível quando os gestores e profissionais envolvidos entendem a necessidade de maior conhecimento e preparação, trabalhando a atividade como algo multidisciplinar e estratégico. Com isso, eles garantem processos mais eficientes, de maior qualidade e com menos desperdício dos recursos.

Mudança RDR

Mudanças e transformações fazem parte da história das pessoas, dos lugares e até mesmo do mundo. E com as empresas não é diferente. A cada novo ciclo, as instituições precisam evoluir a fim de oferecer sempre o melhor para os seus clientes. É por isso que a mudança RDR é uma realidade.

Atuando em três regiões diferentes do país, a RDR Soluções Logísticas tem uma das histórias mais motivadoras do segmento logístico.

Continue lendo e conheça mais sobre a missão, os valores, e a evolução dessa empresa. Boa leitura!

História da RDR Soluções Logísticas

Assim como muitas outras empresas nacionais, a história da RDR começa como um sonho familiar. Dois irmãos que se uniram para iniciar um projeto e construir uma trajetória de sucesso.

Tudo começou na Rua Pompeu de Camargo, 152. Foi nesse endereço, em 1976, que surgiu a RDR Distribuidora de Ovos, o embrião de tudo. No início, a empresa não passava de um simples depósito de ovos em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Mas é a partir desse ponto que temos a primeira grande mudança. Com o crescimento das atividades, o pequeno depósito já não era suficiente para atender as demandas dos clientes. Em razão disso, a Distribuidora de Ovos mudou-se para Rua Minas, 189.

O surgimento da RDR Transportes

O sonho dos irmãos havia tomado proporções fenomenais, e em 1985, após o tabelamento do plano Cruzado, uma segunda empresa é criada: RDR Transportes LTDA.

Com isso, o primeiro projeto teve o seu nome alterado para Restini Distribuidora de Ovos, e os dois empreendimentos passaram a dividir o mesmo espaço de 780 metros quadrados.

No início dos anos 90, os serviços da RDR Transportes se tornaram referência e, mais uma vez, a mudança de endereço se tornou algo imperativo. Assim, as duas empresas chegaram na Rua Acre, 1335, um local que contava com 1.500 metros quadrados de espaço.

Em 1994, o projeto original, a Restini Distribuidora de Ovos, foi finalizado de vez e todos os investimentos e esforços foram direcionados para a RDR Transportes LTDA.

Assim, a empresa conseguiu se expandir em infraestrutura, aumentando o espaço da Rua Acre para 3.000 metros quadrados. Com a implementação de escritórios e seguindo os padrões ISO, o empreendimento passou a oferecer serviços com mais qualidade e competência para os seus clientes.

Mudança RDR Transportes para RDR Soluções Logísticas

Com os investimentos realizados e os serviços desenvolvidos na primeira metade da década de 90, a RDR Transportes se tornou uma das principais transportadoras das regiões Sul e Sudeste do pais. A empresa firmou parcerias com grandes marcas e colocou no seu quadro efetivo profissionais de alta capacidade e conhecimento.

E assim foi até o início do novo século. Com muita competência e preparo, a RDR construiu, de fato, uma trajetória de sucesso.

Porém, como vimos, mudanças e evoluções fazem parte da história da empresa.

Com a expansão da internet, o acesso facilitado à informação e a participação maior da tecnologia no nosso cotidiano, a instituição concluiu que era hora de dar mais um passo em busca da excelência.

Assim, em 2019, chegou o momento de virar mais uma página dessa história de grandes desafios, dedicação e amor à profissão. Então, a RDR Transportes muda para RDR Soluções Logísticas.

E com um novo endereço: Anhanguera KM 305, São Paulo. Um amplo espaço com 16.500 metros quadrados para o desenvolvimento de serviços de alta qualidade.

Política de qualidade, missão, visão e valores da RDR

Apesar de abraçar a mudança como algo natural dentro do progresso, alguns fatores sempre foram únicos para a RDR Soluções Logísticas. Entre eles: missão, visão, valores e política de qualidade. Saiba mais.

Política de qualidade

Em sua política de qualidade, a RDR Soluções Logísticas define como sucesso de seus negócios a prestação de serviços logísticos com qualidade e responsabilidade social, atendendo através da melhoria contínua as expectativas de seus clientes, zelando pela vida, saúde, segurança e meio ambiente.

Missão

A missão da empresa é prestar serviços logísticos com qualidade e criatividade, adequados às condições de mercado e às necessidades dos clientes, respeitando a vida e o meio ambiente.

Visão

Desenvolver soluções inovadoras e flexíveis adaptáveis às condições de trabalho e exigências do mercado é a principal Visão da instituição.

Valores

Desde o primeiro projeto, em 1976, a RDR sempre fez questão de seguir 7 princípios e fortalecê-los entre seus funcionários e nas suas relações profissionais. São eles:

  • Criatividade;
  • Respeito;
  • União;
  • Transparência;
  • Comprometimento;
  • Credibilidade;
  • Qualidade.

Enfim, começando como um sonho de dois irmãos, que se iniciou há muito tempo e teve nome originado dos sobrenomes Restini, do pai, e Del Rosso da mãe, a RDR Soluções Logísticas, hoje, é um nome forte no setor logístico nacional. Com clientes como Nestlé, Unilever e Pepsico, a empresa tem na qualidade dos serviços e na satisfação dos clientes seus principais focos de desenvolvimento.

“Tão importante quanto garantir a segurança, agilidade e eficiência de sua entrega, é estarmos sempre juntos construindo uma história de sucesso”