5 dicas de segurança logística para a sua empresa

Trabalhar em planejamentos e alternativas para reforçar a segurança logística é essencial para qualquer empresa. Afinal, acidentes de trabalhos nunca são fatores positivos – e podem até mesmo causar a paralisação das atividades.

O gestor precisa identificar os diferentes riscos do fluxo logístico e desenvolver formas de eliminá-los ou, pelo menos, amenizar as consequências. Quanto mais seguro o ambiente, melhor a produtividade dos colaboradores.

Para ajudar você nessa empreitada, preparamos este artigo com 5 ótimas dicas de como reforçar a segurança logística na empresa. Continue com a gente e boa leitura!

1. Estabeleça protocolos de segurança logística

O primeiro passo para aumentar a segurança logística é criar protocolos padrões para todos os envolvidos na área, incluindo funcionários, fornecedores, empresas terceirizadas, entre outros. Com procedimentos pré-definidos, diminuem consideravelmente as chances de acidentes e outras adversidades.

Devem existir protocolos direcionados para vários setores, como recebimento, armazenamento, distribuição etc. Por exemplo: os veículos que chegam à empresa devem andar no limite de 20 km/h, só encostarem à prancha para descarregar quando solicitados e os baús precisam estar sempre lacrados.

Ao criar procedimentos rigorosos, a sua empresa não só aumenta a segurança do local como também educa funcionários e parceiros, que passam a ver as medidas protetivas como ações naturais do dia a dia.

Para otimizar os resultados, mantenha os protocolos sempre visíveis em locais estratégicos, por exemplo:

  • portão de entrada;
  • área de cargas;
  • refeitórios.

2. Reforce a importância do uso dos EPIs

O uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é uma obrigatoriedade legal. Toda empresa deve fornecer e orientar os seus funcionários a utilizá-los, do contrário, corre-se o risco de severas punições. Entre os principais EPIs do setor logístico, estão:

  • botas com biqueira de aço;
  • protetores auriculares;
  • capacetes;
  • óculos;
  • luvas.

Porém, é fundamental que o trabalho de conscientização vá além das questões legais. Uma organização que se preocupa com seus profissionais e deseja garantir máxima segurança logística precisa reforçar a mensagem sobre a importância dos EPIs. A obrigatoriedade do uso deve ser algo inegociável.

Lembra-se dos protocolos de segurança? A mensagem também precisa fazer parte dos procedimentos. Afinal, é comum alguns funcionários reclamarem do incômodo de alguns equipamentos. Um trabalho ostensivo é uma ótima estratégia para reverter esse tipo de visão.

Não obstante, vale a pena realizar investimentos em palestras com especialistas da área de segurança do trabalho a fim de explicar os riscos da não utilização dos EPIs.

3. Adquira equipamentos de fornecedores confiáveis

Os equipamentos utilizados na logística da sua empresa também podem ser um risco para a segurança dos colaboradores. Toda instituição deve se certificar sobre a procedência e a qualidade das ferramentas adquiridas.

Por mais que os protocolos de segurança sejam seguidos, um equipamento de má qualidade ou sem o certificado do Inmetro pode ser o fator inicial de um grande incidente. Para evitar algo negativo, é necessário analisar o histórico dos fornecedores dos equipamentos, tanto em questão da durabilidade e qualidade quanto de segurança das peças.

Além da procedência do maquinário, o gestor precisar ficar atento à questão da manutenção. Na indústria, há três tipos principais de manutenção:

  • preventiva;
  • corretiva;
  • preditiva.

Empilhadeiras, paleteiras e os próprios veículos necessitam de manutenções constantes. O ideal é considerar as instruções do fabricante para definir qual tipo de intervenção é a mais recomendada para cada equipamento.

4. Priorize rotas mais seguras para os veículos

O planejamento de segurança logística deve incluir também os processos externos, como, por exemplo, as rotas de viagens dos veículos. Um trabalho analítico, com um estudo sobre as vias mais perigosas, é essencial para a segurança da mercadoria e dos motoristas.

O Brasil atualmente é um dos países líderes em roubo de cargas. Os números crescem a cada ano e, infelizmente, não há uma perspectiva de grande melhora em curto período. Com esse cenário posto, as empresas precisam tomar suas próprias providências.

Além das questões de segurança pública, a má condição das estradas é outro fator de preocupação para os gestores. Apesar de o modal rodoviário ser o principal do país, a malha viária nacional ainda é bastante precária.

As duas situações são de macroambientes e não dependem do trabalho das empresas para serem revertidas. Por isso, é importante investir em tecnologias e estudos analíticos para escolher as melhores rotas e acompanhar os veículos durante todo o trajeto.

5. Conte com parceiras que trabalham com ótimos padrões de segurança

Não adianta investir em equipamentos de qualidade ou criar bons planejamentos para a sua organização se as empresas parceiras não seguirem padrões de segurança parecidos. Afinal, uma simples manobra equivocada de um caminhão terceirizado pode causar um grande estrago dentro do seu armazém ou galpão.

Na hora de fechar parcerias, analise sempre o custo-benefício. Pesquise sobre a experiência e certificações da empresa no quesito segurança do trabalho.

Enfim, medidas de segurança logística são sempre importantes para qualquer empresa. Por mais que algumas ações sejam fatores obrigatórios, é essencial que a própria instituição desenvolva seus planejamentos logísticos e crie medidas para reforçar a segurança geral, como adquirir equipamentos e tecnologias inteligentes e contar com a participação de empresas de alto padrão.

O que é Just in Time

Surgida no Japão, mais precisamente na fábrica da Toyota Motor Company em 1950, a metodologia Just in Time visa otimizar os processos de uma empresa, resultando em serviços de maior qualidade e efetividade.

Pode ser um clichê, mas é fato que os clientes estão cada vez mais exigentes. A internet o acesso fácil à informação transformaram a maneira que eles avaliam o desempenho de uma marca.

Métodos como o Just in Time são alternativas para que as empresas atendam esses novos níveis de expectativa sem comprometer seus capitais financeiros.

Por isso, para que você entenda e aplique o Just in Time corretamente na sua empresa, preparamos este artigo com os pontos mais importantes sobre o assunto. Continue com a gente e confira!

O que é Just in Time?

De forma livre, Just in Time pode ser traduzido como “Na hora exata” ou “Bem na hora”. E através da tradução é possível entender exatamente o seu conceito: uma estratégia que direciona a organização a trabalhar a partir de demandas exatas e não especulativas, acelerando a capacidade produtiva e diminuindo o estoque.

Na prática, o Just in Time adota o sistema de “produção puxada”, em que o uso de materiais e mão de obra só acontece quando realmente é necessário. Logicamente, esse modelo de trabalho influencia diretamente na diminuição de desperdícios.

A grande diferença do Just in Time para outras metodologias é que, aqui, não são aceitos certos níveis de adversidades, tais como:

  • refugos de materiais;
  • quebra de máquinas;
  • atraso de processos.

Ao trabalhar com a alta precisão, a empresa é capaz de se prevenir dessas situações e, caso aconteçam, há uma noção exata das causas e um trabalho imediato de solução. Esse modelo de gestão resulta em maior eficácia produtiva, redução de custos, maior qualidade no desenvolvimento dos serviços, entre outros.

Quais as vantagens da implementação do Just in Time?

Como vimos, o Just in Time é uma estratégia de aprimoramento. Ao adotá-la, a empresa consegue não só melhorar o setor produtivo, mas também a parte administrativa – e isso traz inúmeros benefícios para o negócio. Entenda em detalhes algumas dessas vantagens.

Maior dinamismo produtivo

Como explicado, ao aplicar o Just in Time, a empresa passa a trabalhar com demandas precisas, evitando desperdícios e aumentando o foco das equipes. Com isso, o ciclo produtivo se torna mais dinâmico.

O intervalo entre um processo e outro é um dos principais motivos para as lentidões nas rotinas de trabalho. No Just in Time, tudo acontece em um espaço muito mais curto de tempo, melhorando a eficiência geral.

Aumento da qualidade das atividades

Para aplicar o Just in Time corretamente, a empresa precisa identificar e resolver suas dificuldades – afinal, ela não pode correr o risco de trabalhar com a “produção puxada” em um cenário negativo.

Essa filosofia impacta diretamente na qualidade das atividades desenvolvidas no dia a dia. O fluxo processual aumenta e a taxa de retrabalhos diminui.

Aumento da confiança na marca

Se você tem processos mais dinâmicos e de maior qualidade, a confiança na marca também cresce no mercado. Naturalmente, os serviços da empresa se tornam mais efetivos, resultando em uma melhor experiência para o cliente e no aumento de credibilidade da empresa.

Como implementar o Just in Time?

O primeiro ponto é entender que o Just in Time é um modelo de gestão e não um conceito específico de departamento. Ou seja, para implementá-lo é preciso envolver todos os setores e equipes da empresa. Sem um envolvimento geral, a estratégia dificilmente será bem-sucedida.

Veja alguns fatores que devem ser trabalhados para a implantação do Just in Time na sua empresa.

Simplificação dos processos

Se os processos da sua empresa costumam ser burocráticos ou lentos além do normal, essa é a primeira mudança a ser feita. É preciso repensar o seu modelo produtivo para que ele responda a todos os pedidos de maneira eficaz.

Formação de equipe diferenciada

Sem uma equipe capacitada não adianta realizar investimentos ou modificar o modus operandi, isso é um fato. Por isso, você deve aprimorar as habilidades dos profissionais da empresa considerando sempre o modelo de gestão Just in Time.

Parcerias com empresas capacitadas

Imagine aplicar uma mudança geral no seu negócio, investir em treinamento especializado e, na hora de realizar as entregas ou distribuições, o negócio não é bem-sucedido por causa das empresas parceiras.

Para evitar esse tipo de cenário, certifique-se que as empresas parceiras, como fornecedores e transportadoras, trabalhem em alta qualidade e eficiência. A mesma expertise aplicada na sua marca deve estar visível nas outras organizações.

Além desses passos, todo o planejamento precisa ser feito com base em demandas concretas. Nada de “achismos” ou intuições. O Just in Time contempla a exatidão do trabalho. Claro, a implementação completa requer tempo e investimentos, tanto em termos técnicos quanto de infraestrutura. Mas com parceiros diferenciados e um direcionamento correto, a sua empresa conseguirá extrair os melhores resultados dessa metodologia.

Dicas para evitar atrasos na entrega de mercadorias

É indiscutível o fato de que uma entrega de mercadorias com alta qualidade faz toda diferença para a imagem e sucesso de uma empresa. Afinal, hoje, muitos clientes já prezam mais pela experiência como um todo do que pelo preço de produtos ou serviços.

Por isso, evitar atrasos é essencial. Apresentar consistência nas operações é um passo chave para que o empreendimento alcance um patamar de destaque. A boa notícia é que há caminhos práticos para isso.

Se você está buscando formas de melhorar a sua entrega de mercadorias, continue com a gente e confira ótimas dicas de como ser bem-sucedido sem precisar onerar os cofres da sua empresa. Boa leitura!

Crie um bom planejamento logístico

O princípio lógico conhecido como Navalha de Occam aponta que, muitas vezes, as soluções para problemas complexos estão nas medidas mais simples. Em outras palavras, fazer o básico pode ser a resposta para reverter uma adversidade.

Na logística, o “básico” é a criação de um planejamento coeso que cubra todas as necessidades da sua empresa. Para otimizar uma operação, é preciso um plano que considere todos os detalhes e processos, desde fatores internos até os fatores externos.

Assim, a empresa passa a trabalhar com procedimentos homogêneos e ainda consegue realizar investimentos pontuais em tecnologias, infraestrutura e terceirização. O resultado, entre outras coisas, é a redução de falhas e a eliminação de contratempos que poderiam causar atrasos na entrega de mercadorias.

Como a logística é um setor que depende da força coletiva, o seu planejamento precisa contemplar outras atividades que influenciam diretamente nas entregas, por exemplo:

  • sistema de inventários;
  • gestão de estoques;
  • plano de rotas.

Otimize processos internos

Com um bom planejamento para guiar as ações das equipes, o próximo passo é otimizar os processos internos da empresa. É nessa etapa que você deve analisar minuciosamente as atividades dos grupos a fim de identificar gargalos e contratempos.

O caminho mais indicado para isso é o mapeamento de processos, permitindo que você monitore todas as áreas de maneira correta e sempre de forma organizada. Com as informações em mãos, o passo seguinte é criar estratégias com o intuito de reverter ou eliminar os riscos.

Cada empresa apresenta suas próprias dificuldades, porém, no geral, existem pontos que são comuns quando se trata de controle interno, entre eles:

  • atraso na emissão de documentos;
  • falta de comunicação;
  • processos obsoletos.

Analise os riscos do segmento

Criar um setor para análise de riscos também é muito importante, pois ajuda o seu negócio a não ser pego de surpresa. Com um bom planejamento é possível aperfeiçoar operações e processos internos, mas nem sempre a empresa se prepara corretamente para situações macroambientes.

Já com esse tipo de análise você consegue reestruturar a sua cadeia logística em nível de excelência. Claro, é impossível impedir que os imprevistos venham à tona, mas com um trabalho de inteligência a empresa se torna capaz de reverter a situação rapidamente e minimizar os prejuízos.

Uma ótima dica é criar um controle de qualidade, direcionando ferramentas e recursos para identificar riscos e dificuldades de cada etapa e criando planos extras para cada situação. Se tratando de entrega de mercadorias, esse preparo é fundamental.

Aperfeiçoe o processo de distribuição

Muitas vezes, a qualidade da entrega de mercadorias é comprometida porque a equipe de distribuição não consegue executar corretamente suas funções. Na prática, a distribuição já começa assim que o produto chega ao armazém e se inicia a separação.

Se há um espaço de tempo muito grande entre a chegada da carga e o início do processo de triagem,  a entrega para o cliente tende a sofrer.

O controle de qualidade, citado no tópico anterior, pode ser implementado para alinhar e nivelar as atividades. Você deve garantir que tanto a separação quanto o armazenamento em estoque (caso necessário) sejam realizados no menor tempo e custos possíveis.

Claro, o transporte também faz toda diferença na eficiência da distribuição. Mas isso pode ser resolvido com a contratação de um parceiro logístico com alto conhecimento. Entenda mais no próximo tópico.

Conte com transportadoras diferenciadas para a entrega de mercadorias

Ao longo do texto comentamos sobre a importância de identificar gargalos da sua operação a fim de evitar os atrasos na entrega de mercadorias. Acontece que, muitas vezes, a empresa segue um ótimo padrão nos seus processos internos, mas demonstra pouca expertise nas ações de transporte.

Uma alternativa inteligente e prática para resolver esse imbróglio é contar com transportadoras que tenham know-how no assunto e apresentam resultados consistentes no mercado.

Quando se trata de entrega de mercadorias, não vale a pena arriscar. Se o seu grupo de análise identificou baixa eficiência justamente na gestão de frotas e transporte, o melhor caminho é contar com a participação de parceiros especializados. Afinal, nenhum cliente se manterá fiel a uma marca que não cumpre com os seus prazos.

Para não errar na escolha, priorize empresas que apresentam um bom histórico de serviços, ofereçam equipamentos modernos e uma estrutura capaz de suprir todas as suas necessidades. Não coloque o preço como o fator essencial, analise sempre pela perspectiva de custo-benefício.

Trabalhe com prazos realistas

Por mais que você desenvolva um ótimo planejamento e a transportadora parceira conte com conteúdos diferenciados, a verdade é que o serviço de entrega de mercadorias está sempre sujeito a situações macroambientes.

Fatores climáticos, geográficos e sociais, são questões que podem influenciar diretamente à eficiência da entrega. Por isso, um bom gestor ou empreendedor jamais faz promessas. A melhor opção é sempre trabalhar com prazos realistas e que considerem imprevistos.

Assumir compromissos de forma aleatória é entrar em uma zona de risco desnecessariamente. Acima de tudo, a sua empresa deve trabalhar com profissionalismo, evitando que a negligência faça parte dos planos.

Portanto, reavalie os prazos. Converse e estude com a sua transportadora sobre as dificuldades de cada situação e disponibilize para o usuário informações e dados que estejam dentro da sua realidade.

Atender às necessidades dos clientes é sempre importante para empresas que desejam se destacar e expandir seus negócios. Mas, para isso, é necessário cometer o mínimo de erros e se manter a frente de imprevistos e dificuldades. Como explicado, a participação de uma transportadora experiente faz toda diferença para garantir uma entrega de mercadorias eficiente e que atenda as expectativas do seu cliente.

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