Rastreabilidade de produtos: Entenda os benefícios

Sendo uma exigência legal em muitos setores, a rastreabilidade produtos é, sem dúvida, uma maneira inteligente de assegurar qualidade na gestão produtiva de uma empresa. E em um mercado que preza por dinamismo, é um fator se apresenta também como uma grande diferencial competitivo.

O fato é que toda empresa deseja impulsionar a sua produção e melhorar os seus números financeiros. Porém, quanto maior e mais extensa a cadeia produtiva, mais complexo pode ser o controle. Ações como a rastreabilidade entram como suporte para garantir uma expansão segura.

Ainda não sabe o que é e como funciona a rastreabilidade de produtos? Então, continue lendo e entenda tudo sobre essa prática, além dos seus benefícios. Boa leitura!

Rastreabilidade de produtos

A rastreabilidade é a capacidade que uma empresa tem de, basicamente, conhecer o histórico de um produto. Ou seja, por meio de informações antecipadamente registradas, detalhes como localidade e aplicabilidade são facilmente extraídos.

A partir dessa ação, a empresa consegue, por exemplo, identificar rapidamente a localização exata de uma mercadoria dentro do processo produtivo, bem como, o seu local de origem. Tudo isso apenas decifrando os dados gravados nos números de impressão no próprio item.

Funcionamento da rastreabilidade de produtos

O funcionamento da rastreabilidade se dá com a junção da alta tecnologia com a eficiência profissional. A participação de ferramentas inteligentes, como leitores de códigos de barras e etiquetas RFID, é essencial para a gravação das informações nos produtos.

Quanto melhor o equipamento, mais fácil e eficiente será a gravação e a exploração do histórico contido em cada item. Dependendo do produto, isso pode ser feito até mesmo em segundos.

Porém, a rastreabilidade só funcionará e trará os resultados esperados se todos os profissionais envolvidos em cada etapa da cadeia logística fizerem a sua parte.

Registros sobre o tipo de processo produtivo aplicado em cada fase devem ocorrer obrigatoriamente, assim como dados sobre a localização e a data. Com isso, cria-se um histórico completo sobre o produto, facilitando ações de identificação em eventuais problemas.

Se por acaso algum setor deixar de realizar a sua função, todo o trabalho pode ser comprometido.

Importância da rastreabilidade de produtos para a sua empresa

Como dito, a rastreabilidade de produtos chega a ser uma ação obrigatória para alguns setores industriais, sendo colocada como um fator de segurança.

Porém, acima de questões legais, a ação tem grande relevância em termos de qualidade de execução e gestão empresarial. Com a rastreabilidade, a sua empresa passa a trabalhar de maneira organizada e inteligente.

Em outras palavras, é uma prática que possibilita o seu negócio a ser mais bem sucedido em situações de imprevistos ou de grande movimentação, como o recall de produtos. A identificação e recuperação dos itens acontece de maneira rápida e eficaz, aumentando a transparência da iniciativa e agregando valor a sua marca e a mercadoria em si.

Benefícios da estratégia

Como uma prática baseada em tecnologia e inovação, quando bem desenvolvida, a rastreabilidade de produtos consegue trazer diferentes benefícios para uma empresa. Conheça algumas dessas vantagens.

Otimização de processos

Com a facilidade da leitura de códigos, a rastreabilidade consegue agilizar muitos processos dentro da cadeia de suprimentos. O controle de qualidade, por exemplo, é uma etapa que ganha outra dinâmica dentro desse cenário.

A facilidade para realizar um checklist na ficha técnica do produto é muito maior. Além disso, o inspetor consegue gravar comentários e até fotos pertinentes ao histórico do produto, assegurando maior eficácia a sua função.

Agilidade em casos de não conformidade

Quando um produto não atende a critérios macroambientes, como de normas e legislações, ou apresenta falhas em alguma etapa da cadeia produtiva, é preciso realizar um processo de não conformidade, também conhecido na indústria como recall.

Esse tipo de operação causa grande movimentação por parte da empresa a fim de garantir que a eventualidade seja resolvida com os menores danos possíveis.

Com a rastreabilidade de produtos tudo fica mais dinâmico, pois é possível identificar precisamente em qual fase ocorreu a falha, bem como definir a melhor decisão a ser tomada.

Melhor relacionamento com fornecedores

A rastreabilidade pode ser considerada como um grande elo entre os participantes de uma cadeia logística. Isso inclui, além da sua empresa, parceiros como:

Como a gravação do histórico completo do produto depende da eficiência dos profissionais em cada fase, a rastreabilidade se torna um fator estratégico na melhoria da comunicação entre os agentes participantes.

Por isso é importante que a sua empresa preze por parceiros que trabalhem na mesma sintonia de inovação, facilitando o acompanhamento dos itens e assegurando qualidade durante todo o processo.

A rastreabilidade de produtos é uma ação condizente com a realidade atual, na qual o consumidor valoriza ideias e conceitos de inovação dentro das empresas. Todos os negócios que não seguirem uma linha de adaptação à transformação digital tendem a ser superados em um futuro próximo, correndo riscos de continuidade. Por isso, garanta vantagem competitiva a sua marca e trabalhe com ferramentas tecnológicas e ótimos parceiros logísticos.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 ferramentas logísticas que podem facilitar o seu dia a dia?

Gerente de Compras: 5 Métricas que precisam ser vistas

Para um gerente de compras, o uso de métricas pode fazer total diferença na performance do seu trabalho diário. Com essas ferramentas, ele consegue não só medir os rendimentos do seu setor, como também criar novos planos e estratégias a partir de dados seguros e reais.

Porém, não basta escolher métricas aleatórias e esperar que uma mágica aconteça. O departamento de compras agrega muitas responsabilidades e funciona em alta rotatividade. Por isso, as ferramentas de mensuração escolhidas devem condizer com tal realidade.

Para ajudar você nesse processo, preparamos este post com as 5 métricas que todo gerente de compras precisa implementar na sua rotina de trabalho. Continue com a gente e saiba mais. Boa leitura!

1. Saving

A métrica Saving tem como principal objetivo apontar a eficácia do setor de compras. Com ela, o gestor consegue medir o nível de ganho financeiro que o negócio arrecadou em cada aquisição realizada.

Para calculá-la é preciso pegar o orçamento reservado para as compras e subtrair o que, de fato, foi adquirido pela empresa. Com isso, há um número real sobre o que o setor economizou.

Quanto maior a sobra financeira ao final da medição, maior é a eficácia do gerente de compras em adquirir os itens necessários e ainda gerar lucro para a empresa.

2. Gastos indiretos x diretos

Com a métrica de gastos indiretos e diretos, é possível saber o quanto o negócio está sendo impactado financeiramente com a compra dos produtos.

Como o nome pressupõe, os gastos diretos são aqueles vinculados aos itens, como impostos e valores do fornecedor. Já os indiretos são aqueles que não estão incorporados, mas que aumentam os custos da empresa, por exemplo:

  • manutenção dos veículos;
  • água e energia;
  • pessoal.

Os gastos diretos dificilmente podem ser alterados. Porém, os custos indiretos podem ser flexibilizados pela empresa por meio de iniciativas como conscientização no consumo de energia e terceirização do transporte.

3. Evolução do preço

Com a evolução do preço, o gerente compras pode realizar um comparativo confiável entre os valores praticados pelos produtos em diferentes períodos.

Essa é uma ótima maneira não só para entender melhor o mercado, como também para identificar flutuações bruscas nos valores ao longo do tempo. E não só isso, com a métrica é possível visualizar quais são os períodos de sazonalidade em relação a cada item de maneira individual.

A partir daí, o gerente de compras tem informações seguras para definir quais os momentos mais atraentes para realizar investimentos maiores sem comprometer o orçamento da instituição.

4. Nível das entregas

A métrica de Nível de entregas é utilizada especificamente para medir a eficácia do serviço tanto de fornecedores quanto da logística da empresa. Ou seja, se o seu negócio trabalha com processos de coleta e distribuição próprios, a mensuração também pode ser aplicada.

O trabalho de medição aqui é completo, avaliando fatores que impactam diretamente na qualidade do serviço, por exemplo:

  • atrasos nas entregas;
  • reclamações;
  • devoluções,
  • avarias.

Com isso, o gerente de compras consegue comparar os níveis atuais das taxas de devolução e avarias com outros períodos, tendo respaldo para tomar decisões como troca de fornecedores ou contratação de uma parceira logística.

5. ROI do gerente de compras

O Return on Investment (Retorno sobre investimento, em português) não é uma métrica diretamente do setor de compras. No entanto, devido a sua eficácia e abrangência, ela é utilizada por diversas áreas.

Com o ROI, o gerente de compras sabe exatamente o valor obtido com cada investimento. A métrica apresenta a relação entre o que foi gasto pela empresa e o quanto ela recebeu em troca.

Para calculá-lo, basta aplicar uma fórmula simples:

No setor de compras, o ROI consegue definir se o custo-benefício nas aquisições do setor está sendo atraente para a empresa.

Enfim, essas foram as 5 métricas que todo gerente de compras precisa considerar no seu dia a dia. Por trabalhar em um setor altamente estratégico, ele precisa adotar ferramentas que facilitem ao máximo os serviços e, ao mesmo tempo, aumentem as chances de sucesso de cada iniciativa. Nesse sentido, analise as informações apresentadas e defina as melhores métricas para a sua empresa.

Gostou do artigo? Então que tal continuar se aprofundando no assunto e entender mais sobre a relação entre a tecnologia e o Setor de Compras?

Setor de Compras x Dados: Entenda a importância da integração

Embora cumpra um papel de extrema importância, o Setor de Compras nem sempre recebe a devida atenção em termos de investimento. É algo semelhante com que já acontecera à logística, que mesmo sendo crucial, era vista sempre como uma área meramente auxiliar.

Com as “Compras”, alguns proprietários são tão negligentes que nem mesmo trabalham com uma gestão própria para o setor. Esse é um tipo de visão equivocado, que dificulta o aperfeiçoamento do trabalho e atrasa iniciativas importantes, como o uso de dados.

Hoje, as principais líderes de mercado já sabem a importância do compartilhamento de dados para o sucesso de suas atividades, incluindo no Setor de Compras. Por isso saem na frente das demais marcas.

Para explicar melhor o assunto, criamos este artigo discorrendo sobre a influência dos dados na área de Compras.

Boa leitura!

Qual a importância do Setor de Compras para uma empresa?

No passado, o Setor de Compras se limitava muito a aquisição dos produtos que a empresa precisava — dentro do orçamento permitido. O objetivo era, basicamente, garantir que não houvesse ruptura de itens — seja de matéria-prima ou de produtos finalizados.

No entanto, com a evolução do mercado e a intensificação da concorrência, o Setor de Compras teve que cumprir um papel mais estratégico a fim de continuar garantindo a aquisição das mercadorias, mas com um alinhamento maior aos objetivos centrais do negócio.

Com isso, ele se aproximou da logística e ganhou ainda mais importância na tomada de decisões dos gestores.

A relevância do setor passou a ser ainda maior, pois o seu trabalho começou a impactar diretamente não só a produtividade da empresa, como também na competitividade da marca e no relacionamento com o cliente.

Mas, infelizmente, nem todos os gestores e proprietários entendem essa necessidade de crescimento do setor. Alguns ainda acreditam que o “investimento básico” é o suficiente para a equipe de Compras continuar desenvolvendo seus serviços.

No entanto, aqueles que abraçam a constante inovação e trabalham para se adaptar o mais rápido possível à transformação digital, sabem que um dos caminhos para o sucesso é investir em automatização e integração de dados.

Por que manter todos os dados integrados?

A era tecnológica não é uma tendência ou algo futurístico, é uma realidade. Hoje, estamos completamente conectados. O próprio fato de você ler este texto no smartphone ou notebook e poder compartilhá-lo nas redes sociais ou em outros aplicativos já corrobora com essa afirmação.

Não há como fugir disso. E quanto mais tempo estamos conectados e realizando diferentes atividades, mais dados são gerados. E esse é um ponto que toda empresa deve ficar atenta.

Assim como em qualquer outro lugar atualmente, na rotina de uma empresa, são gerados diferentes dados por dia. Por exemplo, a logística negocia prazos de entrega e de coleta, o financeiro analisa o fluxo de caixa e a equipe de estoque confere os números do último inventário.

Embora sejam setores diferentes, todas essas informações acabam se complementando e formando um grande suporte para a tomada de decisões.

É exatamente essa base que faz toda diferença, por exemplo, no trabalho do Setor de Compras. Um banco de dados atualizado com informações relevantes facilita e muito as ações da gestão e ajudam a trazer os resultados positivos tão esperados.

Uma integração de dados tem tudo a ver com o cenário atual, pois, na prática, já fazemos isso diariamente e em situações supérfluas. Empresas profissionais devem ser a primeira a enxergar a importância e a necessidade desse tipo de investimento.

Quais as vantagens da integração de dados para o setor de compras?

Para acabar com qualquer tipo de dúvida, confira algumas vantagens que a integração de dados pode trazer para o Setor de Compras.

Análise do histórico de pedidos

Com a automatização e integração de dados, todas as informações geradas pela empresa ficam armazenadas de maneira segura, gerando um grande histórico. Com isso, o Setor de Compras pode analisá-las antes de realizar novas solicitações.

Nesse cenário, as negociações tendem a ser mais produtivas e dentro de preços mais atraentes para a empresa.

Agilidade nas transações

Se você tem informações atualizadas, então tem tudo. Com o compartilhamento, não há mais necessidade de esperar uma resposta do setor A ou B. Tudo se torna mais dinâmico. Basta puxar a informação requerida e seguir com as transações.

Monitoramento dos pedidos de compra

Em uma empresa que investe na integração de dados, todos os setores envolvidos com a aquisição de mercadorias podem trabalhar com maior tranquilidade.

Informações sobre os pedidos de compra, por exemplo, são compartilhados entre todos, permitindo que haja uma organização individual e coletiva a fim de agilizar atividades futuras.

Enfim, os dados sempre foram algo intrínseco ao Setor de Compras, a tecnologia só trouxe novas oportunidades de uso para as empresas. Mas nenhum bom resultado acontecerá se não houver uma gestão que abrace a inovação e se alie a parceiros logísticos que sigam a mesma linha de ação. Por isso, não fique para trás e garanta a alta competitividade da sua marca.

Gostou do artigo? Que tal agora entender melhor como o Marketing e os dados podem transformar o seu negócio?

Gestão Pipeline: Melhore os seus processos de venda

Podemos dizer que uma gestão Pipeline representa um papel vital na saúde financeira de uma empresa logística. Afinal, com clientes mais preparados e concorrentes mais numerosos, monitorar a jornada comercial do negócio é uma ação que pode fazer grande diferença nos resultados finais de cada mês.

Por isso, para ajudar você que está com dificuldades de impulsionar as vendas da sua área logística ou mesmo deseja melhorar o relacionamento com os seus usuários, a seguir, mostraremos o conceito e a importância da Gestão Pipeline, além de dicas de como implementá-la no seu empreendimento. Continue lendo e confira.

Boa leitura!

O que é gestão Pipeline?

Em tradução livre, Pipeline pode ser entendido como tubulação ou duto. Ainda que de maneira indireta, essa descrição é uma ótima maneira de entendermos o que é uma gestão Pipeline.

No mundo corporativo, Pipeline é a representação das etapas de vendas abertas em uma empresa. A gestão é justamente o acompanhamento detalhado dessas etapas. É um conceito utilizado em negócios de diferentes segmentos, inclusive o logístico.

Em outras palavras, é como um grande mapa de monitoramento em que é possível visualizar diferentes fases das oportunidades de negociações, por exemplo:

  • negociações que acabaram de ser abertas;
  • aquelas que estão em andamento;
  • fase de fechamento.

Para empresas logísticas que desejam aumentar o seu número de contratos, a gestão Pipeline é uma ferramenta mais que necessária, oferecendo uma visão completa sobre a sua área comercial.

Como aplicar a Gestão Pipeline no setor logístico?

Como explicado, o Pipeline é uma metodologia aplicável em diferentes segmentos, sempre respeitando as particularidades de cada área. Mas, como implementá-lo corretamente no setor logístico?

Continue lendo e conheça algumas ótimas dicas.

Acompanhe a jornada do cliente

Como em qualquer área, o cliente logístico também pode sentir dificuldades para fechar a contratação de um serviço. E com o mercado apresentando diversas marcas, as chances de ele migrar para um concorrente são altas.

Por isso é essencial realizar um acompanhamento de toda jornada, garantindo que a finalização da compra aconteça de maneira simples e natural.

Revise e atualize processos

A transformação do mercado é algo que sempre aconteceu ao longo da história. Porém, hoje, graças à revolução tecnológica, isso ocorre de maneira muito mais rápida e dinâmica. Ou seja, um processo bem-sucedido hoje pode não apresentar os mesmos resultados amanhã.

Uma boa gestão Pipeline demanda revisão contínua e atualizações pontuais. Mesmo em setores mais “conservadores” em termos de marketing como a logística, as tendências devem ser analisadas e consideradas.

Trabalhe com informações mais claras e diretas

Uma das dificuldades mais comuns de clientes do setor logístico é entender todas as informações sobre os serviços oferecidos por uma empresa. Isso acontece, pois, muitas vezes, o estilo de comunicação desenvolvida não é pensada para além dos profissionais da área.

Isso é um grande erro, pois muitos clientes são iniciantes no setor e ainda não conseguem captar termos mais técnicos ou específicos – graças à internet e ao e-commerce, muitas pessoas estão buscando serviços logísticos pela primeira vez.

Trabalhar uma comunicação mais simples e direta é essencial para garantir uma melhor jornada para todo tipo de usuário, garantindo que o fechamento das negociações aconteça com a máxima tranquilidade.

Monitore as métricas

O que não é mensurado não pode ser melhorado. Por isso, em uma gestão Pipeline, a aplicação de métricas é uma ação básica. Em geral, há várias métricas que podem ser aplicadas na parte comercial de um negócio, por exemplo:

  • Tempo de atendimento ao cliente;
  • Número de negociações abertas;
  • Negociações fechadas.

Esse monitoramento também é importante para respaldar quaisquer mudanças na jornada do cliente – essencial, como já explicado primeiro tópico. Porém, é interessante um estudo prévio para definir as métricas que mais se adéquam ao perfil do negócio.

Implemente soluções tecnológicas

A tecnologia hoje é a maior aliada das empresas que desejam melhorar o relacionamento com os seus clientes. Por isso, em uma gestão Pipeline, a implementação de ferramentas como CRMs e softwares de integração é importantíssimo.

Com essas ferramentas é possível não só monitorar os usuários, identificando suas dificuldades e expectativas, como também melhorar o trabalho em equipe, internamente e externamente – com parceiros de transporte e de fornecimento, por exemplo.

A aplicação de uma gestão Pipeline não pode ser considerada algo superficial hoje em dia. Gerenciar as etapas que determinam o fechamento de serviços logísticos é de suma importância para a saúde financeira e até mesmo para a continuidade do negócio. Então, analise as informações apresentadas e garanta uma previsão segura dos melhores resultados para a sua empresa.

Gostou de saber como funciona uma Gestão Pipeline? Então que tal agora entender como o Marketing e os dados podem transformar o seu negócio?