Conheça agora as vantagens e desvantagens do outsourcing

Ao longo dos anos, o mercado vem desenvolvendo ideias que melhorem os resultados das empresas e diminuam os custos de produção ao mesmo tempo. Uma das alternativas mais bem-sucedidas nesse sentido foi o outsourcing.

Adotada cada vez mais por negócios de diferentes setores, a estratégia permite que os gestores otimizem seus serviços principais sem precisar preterir as atividades que são vistas como secundárias — ainda que essenciais. E tudo isso sem onerar as contas.

Quer entender como funciona o outsourcing e quais as vantagens reais dessa estratégia? Continue lendo e confira a nossa postagem completa sobre o assunto. Boa leitura!

O que é o outsourcing?

Em tradução livre, podemos entender o outsourcing como “fonte externa”. Ainda que soe incomum à primeira vista, essa tradução deixa bem clara a essência da estratégia.

O outsourcing é a utilização de uma fonte de trabalho externa para desenvolver atividades que fogem dos temas centrais da empresa. O objetivo é, basicamente, o que foi abordado na introdução: permitir o aperfeiçoamento dos principais serviços sem diminuir a produtividade das atividades secundárias.

É como uma terceirização. Mas, aqui, é algo pontual. No outsourcing você contrata um especialista para realizar o que o seu corpo efetivo não consegue desenvolver com maestria — por mais qualificado que ele seja.

Por exemplo, digamos você é um produtor de alimento — sucos, sobremesas, biscoitos, entre outros. A sua empresa vai muito bem a termos de produção e consegue repassar a mercadoria para uma quantidade limitada de revendedores.

No entanto, há um plano de expansão de vendas para mercados de meio porte. Os lucros serão maiores, mas o trabalho também — praticamente triplicará ambos. No entanto, a sua empresa não conta com veículos suficientes e nem com a expertise para uma logística mais abrangente. É aí que você adota o outsourcing.

Para garantir que todos os novos clientes sejam atendidos, você contrata uma parceira logística para realizar as entregas. Enquanto isso, os gestores internos voltam à atenção para a fabricação — que será maior devido ao novo projeto.

Quais as principais atividades cobertas pelo outsourcing?

No exemplo acima citamos a logística, mas a verdade é que o outsourcing pode ser implementado em uma quantidade quase infinita de atividades. Existem empresas que adotam a estratégia para instalação e manutenção de máquinas de café.

Tudo depende da sua necessidade e do quanto uma fonte externa fará diferença para a estabilidade e para o crescimento da sua empresa. Aqui no Brasil, entre as atividades mais contempladas pelo outsourcing estão:

  • call center (SAC, prospecção de clientes etc.);
  • maquinário de informática;
  • setor de Limpeza;
  • salas de reunião;
  • contabilidade;
  • setor jurídico;
  • logística.

Quais as vantagens do outsourcing?

Entendeu como funciona o outsourcing, mas ainda tem dúvidas sobre os benefícios? Então, confira algumas das vantagens da implementação da estratégia.

Equipe mais bem preparada

Toda empresa escolhe os melhores profissionais para desenvolver os seus principais serviços. Até mesmo naquelas áreas consideradas secundárias, a ideia é reunir colaboradores que realmente entendam do assunto.

O grande dilema acontece quando há necessidade de expansão ou atualização em determinadas atividades. Com isso, há o risco de você não ser bem-sucedido nas novas contratações.

Com o outsourcing não é preciso ficar preso a esse questionamento. Ao invés de se dedicar a esse único ponto, você pode continuar desenvolvendo as atividades centrais e confiar as novas funções a uma equipe certificadamente qualificada.

Inovação e tecnologia

Para que uma empresa ofereça serviços de outsourcing, ela não deve só contar com profissionais qualificados, também precisa abraçar a inovação e a tecnologia a fim de se manter atualizada com as principais ideias do mercado.

Ao optar pelo outsourcing, o seu negócio passa a ter à disposição todo esse poderio tecnológico. Ideias e ferramentas utilizadas para o fortalecimento e crescimento da sua empresa. E quanto mais o contato com esse tipo de inovação, maior o aprendizado — que permeará mesmo após o outsourcing.

Custos reduzidos

Quando falamos sobre redução de custos e aumento de produtividade não foi à toa. O outsourcing é uma das poucas estratégias que alcança esse objetivo mútuo, com maestria.

Voltemos ao exemplo em que você necessita contratar novos profissionais para uma expansão ou melhoria pontual da sua empresa. Não é preciso dizer que os custos para seleção, contratação e seleção são altíssimos. E ainda assim, não há garantias de que a mão de obra corresponda às expectativas.

No outsourcing você exclui todos esses gastos, pois, ao contratar uma empresa especializada, ela fica responsável por todas as obrigações. Você reduz os custos e aumenta as chances de sucesso da nova empreitada.

Quais as desvantagens do outsourcing?

Se implementado corretamente, é muito baixa a probabilidade de o outsourcing não trazer os resultados pretendidos. A estratégia praticamente não oferece desvantagens. Todavia, como nada é perfeito, é preciso ficar atento a uma situação em questão:

Falta de padronização inicial

Por mais que a equipe do outsourcing seja bem preparada, ainda se trata de profissionais que não conhecem o dia a dia da sua empresa. No início, é preciso um pouco de atenção a fim de que garantir que o novo pessoal se familiarize com a rotina local da melhor maneira possível.

Claro, os profissionais do outsourcing chegam com novas ideias e conceitos sobre inovação, mas é preciso se policiar para que o choque de realidade não seja tão grande. Se houver necessidade de mudanças, elas devem acontecer de forma gradativa.

Enfim, com um planejamento bem construído, a estratégia de outsourcing pode transformar a sua empresa e qualificar os serviços de uma forma que não seria possível por meio de outras iniciativas. Faça uma análise interna e verifique quais pontos da sua empresa necessitam de uma especialização externa. Não fique para trás.

logistica no agronegocio

Transportes no Agronegócio

Embora a logística e agronegócio sejam dois fatores que praticamente caminham lado a lado, muitos produtores ainda não exploram corretamente todas as possibilidades. Não há dúvidas que os conceitos trabalhados na logística podem oferecer caminhos para que os empresários sejam mais competitivos e fortes no mercado.

Por si só, o agronegócio já envolve diferentes atividades relacionadas à agrícola e pecuária. É uma área que exige conhecimento e preparo por parte dos profissionais. A partir do momento que esse “extenso mundo” utiliza estratégias e ideias da logística, o resultado tende a ser uma melhoria contínua da cadeia de produção e maior qualificação do serviço.

Então, para explicar melhor a relação entre logística e agronegócio, preparamos este artigo com os principais pontos sobre o assunto. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

Qual a relação entre logística e agronegócio?

Como dito na introdução, a logística é algo intrínseco ao agronegócio, tendo em vista todo o planejamento necessário para garantir que as mercadorias saiam da linha de produção e cheguem às prateleiras comerciais da melhor maneira possível.

No entanto, ainda acontece uma utilização rasa da prática logística — não sendo uma regra, claro. Muitos produtores acabam não conseguindo alcançar resultados mais expressivos justamente por ignorarem ideias centrais da logística, tais como:

  • estudos sobre as necessidades das empresas;
  • busca por melhores parceiros no transporte;
  • entendimentos sobre os desafios do setor.

Ao alinhar as tarefas logísticas à rotina de processos do agronegócio, os serviços da sua empresa se mostrarão mais propícios a alcançar melhores números, ao uso de uma quantidade menor de recursos — sejam financeiros ou de mão de obra.

Por fim, sendo desenvolvido em diferentes frentes, o agronegócio requer estratégias variadas da própria logística. É a partir daí que um novo cenário de melhorias começa a surgir.

Quer saber quais os tipos de logísticas trabalhadas? Confira no próximo tópico.

Quais os principais tipos de estratégia logística para o agronegócio?

Para que o elo entre logística e agronegócio resulte em otimização e produtividade, é preciso focar estratégias em que haja um complemento das duas partes. Há dois processos que são fundamentais dentro dessa ideia: Logística de suprimentos e Logística de distribuição.

Logística de suprimentos

Por trabalhar com produtos de origem agrícola e de pecuária, o agronegócio produz uma quantidade grande de mercadorias, por exemplo:

  • frutas e verduras;
  • aves e carnes;
  • laticínios.

Cada um desses itens apresenta características próprias e especificações restritas de produção, armazenamento, venda e distribuição. Se adequar a todas as exigências é uma necessidade irrevogável, demandando um planejamento inteligente por parte das empresas com o objetivo de garantir uma execução próxima à perfeição.

É para certificar que tudo ocorra da melhor maneira que entra em ação a Logística de suprimentos. Aqui, logística e agronegócio andam lado a lado para superar os desafios e realizar uma gestão de insumos organizada.

O objetivo é garantir maior produtividade e diminuir os custos em etapas essenciais como aquisição de matéria-prima, comercialização, armazenamento etc.

Logística de distribuição

Já a Logística de distribuição é focada na parte de transporte do agronegócio. O transporte nesse setor vai muito além das mercadorias: máquinas e ferramentas pesadas precisam ser deslocadas frequentemente para que a produção aconteça.

Além das especificidades citadas sobre o transporte das mercadorias, o produtor no agronegócio se preocupa com a legislação e normas sobre o limite de peso na movimentação das cargas, e isso inclui os grandes equipamentos.

No Brasil, a Lei nº 11.442 é a que indica o limite do volume a ser transportado por cada tipo de veículo — o não cumprimento pode trazer punições graves.

A Logística de distribuição é a estratégia que trabalha esses pequenos, mas essenciais detalhes sobre o transporte no agronegócio. Além da questão do peso, é nesse planejamento que se estuda e define outros pontos:

  • condições ideais para armazenamento dentro e fora do veículo;
  • tipos de veículos adequados para o transporte;
  • definição sobre terceirização do transporte.

A análise sobre os veículos de transporte é um dos fatores primordiais nesse estágio. Diferentemente da logística desenvolvida em outros setores, em que a diversidade de caminhões não precisa ser tão grande, o agronegócio exige uma alta variedade:

  • bi-trem para transporte de cana de açúcar;
  • caminhão caçamba para grãos e derivados;
  • veículos com baús climatizados.

Diante desses pontos de alta relevância, e complexidade, a logística e agronegócio precisam se aproximar cada vez no dia a dia das empresas do ramo. É importante também contar com o trabalho e a expertise de transportadoras que oferecem serviços que estejam a altura da diversidade do setor. Afinal, os processos do agronegócio são bastante dinâmicos, e você deve ter todo tipo de solução à sua disposição.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 razões para contar com uma empresa especialista para o transporte de alimentos?

corona virus e logistica

Coronavírus e o seu impacto na logística

Podemos dizer que o novo Coronavírus é a versão atual de uma doença conhecida desde a década de 60. Chamado também de Covid-19 (síndrome aguda respiratória), o novo vírus ascendeu no ano passado (2019) na província chinesa de Wuhan.

Mas, o que parecia um problema de saúde local, já se transformou em uma preocupação global, tomando grandes proporções em pouco mais de 3 meses. As duas maiores economias mundiais foram afetadas diretamente (Estados Unidos e China), além de países importantes da Europa.

Com esse cenário pouco favorável é claro que vários setores da indústria foram impactados, principalmente a logística. O fluxo de operações diminuiu, e as empresas precisam ficar atentas sobre todos os fatores que envolvem o Coronavírus.

Para ajudar você a entender melhor tudo o que está acontecendo, preparamos este artigo com os pontos mais relevantes sobre o Coronavírus, além dos impactos na logística e no Brasil como um todo. Continue com a gente e confira. Boa leitura!

Como o Coronavírus impacta a logística mundial?

Antes mesmo de ser classificado como pandemia (disseminação mundial de uma nova doença) o novo Coronavírus já impactava diretamente a logística mundial. Afinal, tudo começou na China, a segunda maior economia do mundo e um dos principais importadores e exportadores da atualidade.

Quando ficou constatado que o governo chinês não era capaz de conter a epidemia, algumas medidas drásticas começaram a ser tomadas, entre elas, a diminuição da operação de navios de carga.

Com isso, diversas mercadorias que deveriam ser entregues em várias partes do mundo ficaram estagnadas em cargueiros do país oriental. A partir dessa situação, a logística mundial teve que se transformar.

Sem navios chegando aos portos, não há produtos ou matérias-primas para os caminhões coletarem e entregarem nas empresas. O resultado foi uma diminuição pontual na produção das indústrias e um aumento gradativo no preço dos produtos.

Porém, até o momento, o consumidor final não sente tanto os efeitos dessa mudança. Muitas empresas trabalham com o estoque cheio e podem manter uma regularidade durante esse período. Mas, caso a logística mundial se mostre pouco operante por muito tempo, o cenário mudará com certeza.

E no Brasil, como está a situação?

Mais de 120 países, nos 5 continentes, já relataram casos do novo Coronavírus. Infelizmente, o Brasil está incluso nessa lista. Além do alerta geral discutido no tópico anterior, o nosso país tem motivos maiores para se preocupar.

O primeiro ponto que se deve entender é que o mercado chinês é um dos maiores consumidores dos produtos brasileiros. Com as medidas tomadas pela China, há um risco de encalhe ou diminuição na venda de itens importantes para a nossa economia, tais como:

  • Minério de ferro;
  • Celulose;
  • Petróleo;
  • Carnes;
  • Soja.

Não obstante, além de ótima compradora, a China também está entre as nossas principais fornecedoras de insumos. Ou seja, uma crise no continente asiático reflete diretamente na nossa economia.

No entanto, ainda não estamos em estado de desespero. Não há como negar que alguns setores já sofrem as consequências por causa do novo vírus, mas ainda não há paralisações das atividades ou outras medidas drásticas que já ocorrem em países europeus.

Por enquanto, estamos em um momento de maiores cuidados e focados na prevenção. A indústria brasileira continua funcionando, e a mudança de quadro depende muito do empenho das pessoas em se prevenir e tomar as medidas certas.

Como se prevenir do novo Coronavírus?

Ainda não há uma vacina ou tratamento específico contra o coronavírus, o que faz da prevenção a melhor escolha para combatê-lo. A boa notícia é que se trata de medidas simples e dentro do alcance de todos. Confira as principais formas de se prevenir:

  • mantenha distância de pessoas que apresentem sintomas como coriza, tosse, e febre;
  • evite, momentaneamente, cumprimentos mais calorosos;
  • evite lugares com muita concentração de pessoas;
  • lave as mãos com água e sabão frequentemente;
  • cubra o rosto sempre que for espirrar ou tossir;
  • não utilize máscaras sem necessidade.

Para você que trabalha no setor logístico, aumente a frequência da lavagem das mãos e evite ao máximo coçar partes dos rostos como olhos, boca e nariz. Já para os motoristas, é essencial que se faça diariamente a higienização do painel do veículo e se evite a utilização de locais pouco conhecidos durante uma viagem.

Caso infectado, o que fazer?

Embora os sintomas do novo Coronavírus sejam parecidos com os de uma gripe normal –— febre, tosse, coriza, entre outros — apenas um teste específico pode apontar se a pessoa está infectada ou não.

Caso você apresente um desses sintomas ou manteve contato com pessoas que vieram de locais com o surto do vírus, é essencial procurar um atendimento especializado para se submeter ao teste de comprovação. A partir daí, os seus passos devem seguir impreterivelmente as recomendações médicas, inclusive o modo de quarentena — caso seja necessário.

Em suma, não há como negar que o novo Coronavírus já é um problema global. Porém, diferentemente de outros países, o nosso cenário ainda é favorável, com as medidas de prevenção sendo as melhores recomendações para a contenção da doença. O fato é que a rotina continua e o seu cliente ainda espera por serviços em excelência.

Para saber ainda mais sobre o novo Coronavírus, não deixe de acessar a página oficial do Ministério da Saúde.

Preço do diesel: o custo do combustível no preço do frete

A volatilidade no preço do diesel tem sido algo constante nos dias atuais. Um cenário nada satisfatório para quem trabalha no setor logístico e utiliza caminhões diariamente para cumprir com suas entregas e outros serviços.

Não só isso. Essa inconsistência no preço dos combustíveis é ruim até mesmo para os clientes, pois o valor do frete acaba sendo influenciado nessa situação. Ou seja, do caminhoneiro ao usuário final, todos são afetados e acabam pagando mais caros.

Mas, qual é a relação de fato entre o preço do diesel e a tabela de frete? O que os caminhoneiros podem fazer para amenizar eventuais prejuízos? Quer entender mais sobre esse assunto? Continue lendo e confira este artigo especial que preparamos para você.

Boa leitura!

Por quais motivos as mudanças no preço do diesel nas refinarias não impactam tanto na bomba de combustível?

No Brasil, ainda não há entendimento completo sobre a relação entre os preços praticados nas refinarias e aqueles que chegam até os postos de combustíveis. Muitas pessoas ainda não entendem por que as reduções anunciadas pelas produtoras não chegam ao público final.

Um questionamento até fácil de entender, tendo em vista que no meio dessa constante mudança no preço do diesel e de outros combustíveis há diversas notas soltas sobre reduções nos valores praticados pelas refinarias.

O primeiro ponto que se deve entender é que, antes de chegar aos postos, o combustível ainda é repassado para uma distribuidora. Sendo que essa precisa pagar impostos, como o ICMS, antes de revender o produto.

Por sua vez, os postos também arcam com taxas específicas, o que acaba onerando a sua operação. Além disso, esse é um setor que tem livre arbítrio para repassar ou não quaisquer descontos adquiridos pelas refinarias ou distribuidoras.

Por fim, as diminuições anunciadas pelas refinarias, muitas vezes, giram em torno de 1% a 2%. Ao percorrer todo o caminho já citado, eles acabam se tornando irrelevantes para o consumidor final — que, na hora de abastecer, sente pouca ou nenhuma diferença no custo do diesel, por exemplo.

Qual o impacto do aumento no custo do diesel no preço do frete?

Atualmente, está em vigor no Brasil a LEI Nº 13.703. Entre outras coisas, ela regulariza os valores mínimos praticados no preço do frete rodoviário no país.

A Lei prevê que toda vez que o preço do diesel variar acima de 10% é preciso reavaliar o piso praticado e criar uma nova tabela de frete — isso deve ser feito se há uma oscilação tanto para mais quanto para menos.

A Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) é a responsável por publicar a nova tabela com os preços vigentes.

Com isso, o custo do diesel sempre terá um impacto direto no preço do frete. Enquanto não houver uma estabilidade nesse sentido, dificilmente será possível prever o valor praticado em médio ou longo prazo.

Mas, há como economizar e melhorar a produtividade mesmo em cenários adversos. Saiba mais no próximo tópico.

Como economizar quando os preços estão em alta e como otimizar o custo quando os preços estão em baixa?

Mesmo com o preço do diesel excedendo o orçamento de empresas e caminhoneiros, a verdade é que os processos não podem parar. É preciso buscar formas de economizar e otimizar a produtividade independentemente do valor do combustível. Quer algumas dicas? Confira.

Não exceda o volume de carga

Todo veículo tem um volume de carga a ser respeitado durante o transporte. O não cumprimento desse limite pode acarretar não só em multa para o responsável pelo caminhão, como também causar acidentes durante a viagem.

Além dessas situações, o excesso de carga aumenta diretamente o consumo de combustível. Quanto mais peso você carrega, mais força o motor do veículo precisa fazer para dar conta do volume.

Já quando se respeita esse limite, você consegue executar a operação sem precisar gastar mais que o necessário.

Mantenha a revisão em dia

Trabalhar com um veículo em mau funcionamento é a receita para o insucesso de qualquer profissional. Todos os sistemas e peças do seu caminhão precisam se apresentar em bom estado, correspondendo corretamente durante cada operação.

Para garantir essa excelência é preciso manter a revisão em dia. Uma manutenção atualizada não só impede o gasto desnecessário de combustível como também ajuda na produtividade. Seguindo o cronograma de revisão, dificilmente você precisará parar o caminhão por muito tempo e nem gastará com peças emergenciais.

Trabalhe com a logística reversa

A logística reversa é comumente utilizada para garantir que as empresas recolham seus resíduos e embalagens utilizadas corretamente — respeitando a Lei dos Resíduos.

No entanto, um dos pilares da logística reversa baseia-se na utilização completa dos caminhões. Em outras palavras, é uma estratégia que aponta a necessidade de os veículos estarem sempre carregados, tanto na saída como no retorno a sua base.

Com isso, os motoristas aproveitam ao máximo o diesel colocado em cada caminhão e garantem um aumento de produtividade nos seus serviços.

Além das dicas apresentadas anteriormente, o caminhoneiro autônomo pode economizar no combustível se associando a uma transportadora de grande porte. Ao fazer isso, ele usufrui do abastecimento no centro de distribuição onde o preço do diesel é relativamente menor que nos postos. O mais importante é sempre se manter ativo e não perder as oportunidades que surgem no mercado.

Gostou das informações apresentadas? Que tal agora entender como criar um planejamento logístico de sucesso para este ano?

balança nas rodovias

Lei da Balança: cuidados para evitar multa

Além de se preocupar com a boa produtividade da sua equipe e com a entrega de serviços que estejam à altura das expectativas dos clientes, um bom gestor logístico deve se atentar a fatores que podem impactar financeiramente a sua empresa. Um desses detalhes diz respeito à Lei da Balança.

A verdade é que a utilização de uma frota própria, com motoristas e a manutenção dos veículos custeados pela empresa, já é uma escolha naturalmente onerosa. Quando há a negligência em situações rotineiras, como controle do volume de carga permitido nos caminhões, os gastos podem ser ainda maiores e os resultados bem desagradáveis.

Para evitar um cenário tão negativo nesse sentido, o primeiro passo a se tomar é entender como funciona a Lei da Balança. Pensando nisso, criamos este artigo para explicar em detalhes a Lei da Balança e quais medidas você pode considerar para evitar as multas. Continue com a gente e confira!

O que é a Lei da Balança?

A chamada Lei da Balança faz referência às Resoluções 210 e 211 do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), uma norma que aponta qual o limite de peso para caminhões e veículos de carga circularem nas rodovias brasileiras.

O principal objetivo da Lei Balança é garantir que nenhum veículo rode com seu bom funcionamento ameaçado em razão do volume da carga — oferecendo riscos para pedestres e outros motoristas.

Aqui no Brasil, diferentes órgãos fiscalizadores podem aplicar a multa referente à Lei da Balança — tudo vai depender, basicamente, da concessão da estrada.

Por exemplo, nas rodovias geridas pelo governo federal e que contam com pedágios, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) são os responsáveis pela vistoria.

Porém, quando não há pedágio, ainda que sejam estradas federais, apenas a PRF é autorizada a fazer a medição.

Já nas rodovias estaduais, a responsabilidade fica por conta da Polícia Rodoviária Estadual e do Departamento de Estradas e Rodagem (DER). Por sua vez, a Secretaria de Transportes Local é quem toma à frente dentro dos municípios.

Confira alguns limites de peso total permitidos nos veículos de carga;

  • caminhão simples: 31,5 toneladas;
  • caminhão + reboque: 43 toneladas;
  • caminhão trucado + reboque: 50 toneladas.

Mas, engana-se quem pensa que o motorista ou a empresa responsável podem ser multados apenas se o veículo ultrapassar o volume total permitido. A mesma Lei também verifica o peso de cada eixo. Entenda mais no próximo tópico.

É preciso se atentar ao peso por eixo?

Como dito, a Lei da Balança também considera o limite de peso de cada eixo para aplicar ou não uma multa. Em geral, há três tipos de eixos destinados aos veículos de carga:

  • Eixos simples;
  • Eixos duplos;
  • Eixos triplos.

Cada caminhão tem a indicação do fabricante ou do Estado sobre o limite de peso suportado em cada eixo. Por isso, total vez que é constatado o sobrepeso em um dos eixos, o órgão fiscalizador aplica a multa.

Quando há uma disparidade na distribuição da carga, com um eixo concentrando muito mais peso que o outro, alguns sistemas do veículo podem não funcionar corretamente, por exemplo, a frenagem.

Não só isso, um eixo sobrecarregado causa um desgaste irregular nas rodas, correndo o risco de um dos pneus estourar em razão da má divisão.

Quais os cuidados para evitar a multa?

Além de ficar atento as indicações do peso por eixo no veículo, há outros cuidados que você pode tomar a fim de evitar multas vindouras da Lei da Balança.

O mais importante deles é nunca descrever na nota fiscal um valor diferente do que foi constatado na balança. Além de resultar na aplicação da multa, esse tipo de atitude pode ser considerada fraude e trazer dores de cabeça ainda maiores.

Na Lei da Balança, toda vez que o caminhão é flagrado com um peso superior ao apresentado na nota fiscal, a multa vai diretamente para o embarcador — no caso, a sua empresa — deixando o motorista isento da punição.

Os valores das multas variam de acordo com a gravidade da situação. Quanto maior o peso ultrapassado, maior também tende a ser a infração.

Por isso, o melhor cuidado que você pode tomar para evitar esse tipo de multa é seguir a risca os limites estabelecidos. Afinal, como em qualquer outra norma, só é punido na Lei da Balança quem a infringe.

Por fim, é fundamental comentar que há uma tolerância na Lei da Balança. Por causa das variações que podem acontecer durante a pesagem, os órgãos fiscalizadores consideram certos limites antes de aplicar as multas. Em relação aos eixos, por exemplo, a tolerância é de 10%. Já com o peso bruto total, esse número cai para 5%. De qualquer forma, siga sempre as regras e considere a terceirização de frota, permitindo que uma empresa capacitada realize seus serviços de coleta e entrega.

Que tal conferir agora quais fatores influenciam no valor de um frete?

Transporte de produtos higiene limpeza

Higiene e Limpeza: Confira 5 dicas para o transporte

Como algumas outras mercadorias, que se encaixam em uma categoria especial, os produtos de higiene e limpeza demandam um cuidado diferenciado durante uma operação de transporte. Muitas vezes são pequenos detalhes, mas que fazem toda a diferença na conservação e na qualidade de cada item.

Por esse motivo, antes de iniciar o processo, é preciso garantir que todas as precauções foram tomadas e os equipamentos e ferramentas disponíveis estejam à altura das necessidades do transporte dos produtos.

Nesse sentido, para evitar que você perca dinheiro ou exponha as suas mercadorias a riscos desnecessários, neste artigo, destacaremos 5 ótimas dicas de como transportar produtos de higiene e limpeza com segurança. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

1. Atente-se ao calor interno do baú

Uma das grandes vantagens dos produtos de higiene e limpeza é que não se trata de itens de curta validade — ao contrário das mercadorias perecíveis, aqui o fornecedor ou transportador não precisa se preocupar com essa questão.

Por outro lado, esses são produtos extremamente sensíveis às condições climáticas. Um calor acima do esperado, por exemplo, pode fazer com que muitas mercadorias apresentem reações químicas e não sirvam mais para o seu propósito final.

Então, para evitar contratempos, é importante verificar a temperatura dentro do baú de transporte. Você deve se certificar que o calor interno estará sempre dentro do limite durante toda a viagem.

2. Evite baús abertos ou com furos

Se a preocupação com o calor é constante, os cuidados com o frio e a chuva não devem ficar atrás. Na verdade, se tratando de produtos de higiene e limpeza, o contato com a água é ainda mais prejudicial. Alguns itens podem praticamente dissolver se a água entrar no baú, entre eles:

  • sabão em barra;
  • papel higiênico;
  • sabão em pó;
  • detergente;
  • sabonete.

Por isso, ainda que seja óbvio, é importante frisar: jamais utilize baús abertos para o transporte de produtos de higiene e limpeza. Além disso, é imperativo verificar se não há nenhum tipo de furo ou avaria na carroceria que possibilite a entrada de água da chuva.

3. Tome cuidado com o empilhamento dos produtos

Por causa da diversidade de itens, as mercadorias de higiene e limpeza não apresentam uma definição única quanto ao empilhamento. Alguns produtos, como shampoo e desodorantes, correm o risco de estourar durante o trajeto e não podem ser empilhados.

Já outros, como os sabonetes, podem ser empilhados sem grandes dificuldades. O ideal nesse caso é se atentar às indicações apresentadas pelo fabricante.

Todavia, se o volume maior for de produtos com esse tipo de restrição, a melhor alternativa é investir em um baú maior, com extensão suficiente para que todos os itens fiquem alocados com segurança e sem riscos de avarias.

4. Invista em embalagens adequadas

Como explicado, as condições climáticas influenciam diretamente na qualidade desses produtos. E por mais que você se planeje, uma operação de transporte sempre estará sujeita a imprevistos. Ou seja, é preciso se precaver.

Por isso, não economize nas embalagens. É claro que a maior parte dos produtos conta com embalagens próprias advindas dos fabricantes. Porém, o seu investimento deve ser direcionado em relação ao transporte, com proteção extra durante operações como carregamento, trajeto e distribuição.

Seja plástico-bolha, papelão ou caixotes: utilize embalagens que vedem de fato os produtos e  garantam a integridade mesmo em situações que não estejam programadas.

5. Conte com uma especialista no transporte de higiene e limpeza

Embora todas as dicas apresentadas possam ser aplicadas por sua empresa, não há como negar que é preciso um bom investimento de tempo, capital e pessoal para que tudo saia dentro do esperado. Dependendo da sua disponibilidade e necessidade, o ROI pode não ser compensador.

Uma ótima saída para garantir um serviço de alta qualidade a custos moderados é contar com uma parceira especialista no transporte de produtos de higiene e limpeza. Uma empresa que colocará todas essas dicas em prática e fará a sua entrega dentro do prazo combinado.

Com a transportadora tomando conta da operação, você poderá focar em outros pontos importantes da sua empresa, como na compra e venda de novos produtos e na construção de uma melhor experiência para o cliente.

Enfim, ainda que exija cuidados especiais, o transporte de produtos de higiene e limpeza pode ser realizado de maneira eficiente e trazer os resultados esperados por sua empresa. Além disso, você pode sempre contar com o trabalho de uma transportadora especialista, acompanhando o trajeto da mercadoria e mantendo o seu cliente atualizado. Não corra riscos.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e confira o real impacto que uma mercadoria perdida causa na sua marca?