pick up points estrategia logistica

Pick up points: Descubra essa estratégia logística

Você já teve a experiência de realizar uma compra on-line e na hora de finalizar o processo aparecer a mensagem “Retirar na loja ou em um local combinado”? Basicamente, este é o conceito dos pick up points.

Também conhecidos como click and collect, os pick up points são os “pontos de retirada”, locais previamente determinados e disponibilizados para que o cliente de uma compra on-line consiga retirar o item pessoalmente.

A estratégia já é aplicada por empresas de todo o mundo que utilizam os canais digitais para vender seus produtos e vem ganhando cada vez mais força aqui no Brasil. A seguir, você entenderá a razão desse crescimento e qual a relação da estratégia com a rotina de um gestor logístico.

Boa leitura!

Pick up points e logística: qual a relação?

Um dos maiores desafios, e ao mesmo tempo grande objetivo, de qualquer gestor logístico é garantir que o produto adquirido chegue à casa do cliente dentro do prazo estabelecido. O problema é que, muitas vezes, o principal obstáculo está justamente na última milha, ou seja, na parte final da entrega.

Localidade de difícil acesso, insegurança ou indisponibilidade de horário do cliente: são diversos os fatores que dificultam a entrega da mercadoria na residência ou no estabelecimento do comprador do produto.

Dessa forma, mesmo garantindo um bom estoque, reposição coordenada e envios diários, o gestor logístico não consegue finalizar em excelência a experiência do cliente.

É aí que uma estratégia de pick up points surge para transformar positivamente a vida do gestor, resolvendo justamente o gargalo mais complexo.

Ao fechar parcerias com estabelecimentos comerciais ou abrir um ponto de retirada próprio, a sua empresa inverte completamente o cenário.

Com os pick up points, a última milha deixa de ser um problema, e todos os fatores citados anteriormente se tornam pouco relevantes. O consumidor deixa de se preocupar com horários ou contratempos para o produto ser entregue e consegue se programar tranquilamente para buscar o item no local determinado.

Por sua vez, você não precisa mais criar rotas ou planos mirabolantes para superar eventuais desafios. Basta traçar o caminho único para o ponto de retirada e deixar o item à disposição do cliente.

Quais as vantagens em adotar os pick up points?

Claro que ao adotar os pick ups points, a tendência é que a sua empresa tenha um retorno de ótimos benefícios. Confira os principais.

Entrega garantida

A “entrega garantida” é, sem dúvida, a principal vantagem da adoção dos pick up points. Os riscos de não encontrar o cliente em casa ou ser impedido de fazer a entrega por causa do horário comercial deixam de existir.

Com os pick up points você acaba com a taxa de insucesso na entrega. Basta deixar o produto no parceiro previamente definido e informar ao cliente sobre a disposição de retirada. A partir daí, o comprador define o momento mais conveniente para completar o processo.

Facilita a logística reversa

Outro grande desafio de qualquer gestor logístico é garantir o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos – que torna as empresas responsáveis por darem o fim adequado aos resíduos dos seus produtos.

A maneira mais indicada para esse cumprimento é através da logística reversa, porém é quase impossível buscar os resíduos com os clientes individualmente. Mas, tudo muda com os pick up points.

No mesmo local em que o cliente retira a mercadoria, você pode instruí-lo a devolver a embalagem e outros materiais. Com isso, a logística reversa se torna real e muito mais eficiente.

Maior economia para a sua empresa

Toda etapa de entrega precisa ser feita com máxima qualidade e eficiência, por isso a opção de terceirização sempre se mostra uma ótima saída. E, com os pick ups points, a sua empresa é capaz de ganhar outras vantagens além da eficiência.

Sem a necessidade de entregas individuais, a transportadora pode começar a economizar em fatores como manutenção e combustível. E esse cenário mais positivo pode tornar os valores mais flexíveis no momento da contratação. Ou seja, o trabalho mais organizado passa a gerar mais economia para a transportadora e para a sua empresa.

Satisfação do consumidor

Além da entrega garantida, o seu consumidor pode ter outro benefício importante com os pick up points: descontos no frete ou nas mercadorias. Por causa da solução dos gargalos e das economias citadas no tópico anterior, você pode começar a analisar uma redução de preço nos produtos oferecidos.

Com descontos nas compras e entregas realizadas, a tendência é uma satisfação completa por parte cliente. Um fator importantíssimo para que a sua empresa aumente a taxa de fidelização em médio prazo.

Enfim, não há dúvidas de que investir nos pick up points é uma estratégia altamente positiva para a sua empresa. Aliada a uma terceirização eficaz, você garante um ótimo custo-benefício na etapa de entrega e ainda torna a experiência do seu cliente muito mais agradável.

Agora que você já sabe tudo sobre os pick up points, continue no nosso blog e entenda como reduzir a ociosidade logística e evitar a frota parada.

taxas transporte de cargas

Taxas no Transporte de Cargas: Conheça as principais

Por si só, a logística já um setor altamente complexo e que demanda máxima atenção por parte dos gestores. Porém, além de todas as atividades diárias, esses profissionais ainda precisam ficar atentos às taxas no transporte de cargas.

A atenção a este ponto não é só importante pela questão do planejamento, mas também pelo fato de impactar diretamente no valor do frete final. Ao conhecer todas as taxas no transporte de cargas, o gestor consegue, por exemplo, se preparar e negociar melhor o contrato de distribuição.

Então, para ajudar você nos próximos contratos de frete, neste artigo apresentaremos as principais taxas no transporte de cargas e explicaremos a importância de contar com uma transportadora especializada. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

Quais são as principais taxas no transporte de cargas?

Aqui no Brasil há um número considerável de taxas que incidem no transporte de mercadorias, porém algumas são específicas para alguns tipos de mercadorias.

Então, separamos as cobranças mais comuns de um modo geral. Confira.

Pedágio

Sem dúvida, o pedágio é a taxa mais conhecida dentro do transporte de cargas. Presente em inúmeras estradas do país, o pedágio é um direito de passagem cobrado por concessionárias visando à manutenção das vias locais.

Na modalidade de carga fracionada, a Lei 10.209/2001 traz a possibilidade de divisão do valor do pedágio entre todos os donos das mercadorias transportadas.

Frete peso

O frete peso é a taxa que relaciona a distância percorrida com o peso da mercadoria.  Normalmente, ele é utilizado em acordos que contemplam mercadorias de características bem distintas, por exemplo:

  • pequenas e pesadas;
  • volumosas e leves;
  • médias e leves.

Ad Valorem

O Ad Valorem pode até não ser tão conhecido entre o público em geral, mas está sim entre as principais taxas no transporte de cargas. A cobrança incide sobre o valor da Nota Fiscal da mercadoria agregada ao valor do frete. No cálculo, são considerados critérios como:

  • segurança do pedido;
  • distância percorrida;
  • tempo de trânsito.

Diferentemente do que muitos podem pensar, o Ad Valorem é uma cobrança obrigatória, podendo os seus custos cobrirem o seguro enquanto a mercadoria estiver sob posse do transportador.

Taxa de Restrição de Trânsito (TRT)

Devido a falta de estrutura ou por questões pontuais, alguns municípios do pais restringem a circulação de veículos de carga em suas áreas urbanas. E para garantir que a entrega seja feita nesses locais, a Taxa de Restrição de Trânsito foi criada.

O imposto cobre as soluções alternativas que precisam ser tomadas pelo entregador para finalizar a operação. As ações vão desde negociações com órgãos locais até a utilização de veículos menores.

Taxa Dificuldade na Entrega (TDE)

A TDE segue um conceito parecido com a TRT, sendo utilizada em imprevistos. Porém, diferentemente da anterior, essa taxa é muito mais abrangente e não se limita aos obstáculos de entrega na cidade local. A Taxa de Dificuldade na Entrega pode ser acionada, por exemplo, quando:

  • houver dificuldade no processo de carga e descarga;
  • houver problemas na separação das mercadorias;
  • houver dificuldade de acesso ao último ponto.

Gerenciamento de Risco e Segurança (GRIS)

O transportador também precisa fazer investimentos a fim de garantir a segurança tanto da carga quanto do seu motorista. E esses valores são considerados na hora da contratação do frete a partir do Gerenciamento de Risco e Segurança (GRIS). A somatória do GRIS também considera alguns fatores, tais como:

  • custos operacionais envolvidos;
  • destino da entrega;
  • tipo de carga.

A importância de contar com uma transportadora especializada

Como você pôde notar, é a grande a lista de taxas no transporte de cargas. Muitos delas são obrigatórias e outras podem ser flexibilizadas de acordo com o contrato firmado.

Porém, além de cumprir a sua parte com o pagamento regular dos valores obrigatórios, o mais importante é garantir que a entrega seja realizada com eficiência, qualidade e dentro do prazo. E, isso só é possível quando você conta com uma transportadora especializada.

Só uma transportadora com expertise e experiência de mercado é capaz de desenvolver um serviço de entrega acima do padrão, assegurando um ótimo custo-benefício para a sua empresa e, principalmente, para seus clientes.

Enfim, essas foram algumas das principais taxas no transporte de cargas que você encontra no Brasil. Manter o conhecimento sobre essas cobranças é fundamental para que você controle os custos com as entregas das mercadorias e consiga oferecer preços atraentes em produtos e serviços para seus clientes.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e conheça agora 5 dicas para desenvolver uma gestão de riscos eficiente.

frota parada logística

Frota parada: Como reduzir ociosidade logística

Em tempos de baixa temporada, um dos principais desafios de muitos gestores é reduzir ociosidade logística. Uma tarefa nada fácil, mas extremamente necessária, pois uma frota parada pode representar um prejuízo que não estava no orçamento inicial.

Porém, se em “períodos normais” a ociosidade já se mostra um desafio, durante uma pandemia a situação pode ser ainda mais grave. Com as restrições impostas pelo problema sanitário, o risco de os veículos ficarem inoperantes por longo período só aumenta.

Mas então, o que fazer para reduzir a ociosidade logística? E como evitar maiores prejuízos independentemente de problemas externos? Para ajudar você a solucionar essas questões, preparamos este post com dicas de como reduzir ociosidade logística na sua empresa. Confira.

Boa leitura!

Analise as causas da ociosidade logística

Claro, você já sabe que a ociosidade está representada pela sua frota de veículos parada. Porém, é importante investigar quais as principais razões para isso, ou pelo menos os motivos que tornam a ociosidade tão impactante para seu negócio.

Por exemplo, a ociosidade pode estar acontecendo não por uma questão de mercado, mas sim por falta de uma correta manutenção nos veículos. Ao não fazer as intervenções no momento correto, a sua empresa assumiu o risco de ter mais veículos parados do que em funcionamento.

Outra razão pode ser o fato de os veículos não atenderem mais as necessidades dos seus produtos. A sua produção agora demanda tecnologias e ferramentas que não estão inclusas nos caminhões, resultando em uma frota travada.

De qualquer forma, ao descobrir a principal causa do problema, você pode tomar medidas para reduzir ociosidade logística de forma inteligente.

Avalie a demanda do mercado atual

Como dito na introdução, em “tempos normais” é comum que o mercado apresente certa ociosidade nas vendas. Porém, quando uma pandemia atinge o mundo, esse período pode ser ainda maior e mais complicado.

Então, para que você supere esse período sem maiores sustos, é importante ficar atento às demandas do mercado. Não adianta, por exemplo, fabricar ou adquirir para revender um produto que está em baixa no momento. A certeza de paralisação da frota é alta.

Trabalhe com avaliações semestrais ou trimestrais, identificando quais dos seus itens valem a pena manter em alta a produção e quais devem passar por uma redução.

Reavalie seus prazos de entrega

Com ociosidade ou não, o fato é que a entrega das suas mercadorias não podem parar. Mas, para evitar que os veículos saiam ou voltem quase vazios, uma boa alternativa é aumentar os seus prazos de entrega.

Você não precisa fazer grandes mudanças que causem impacto negativo no relacionamento com o cliente, podendo até mesmo tratar alguns casos de forma individual. Mas, é interessante adequar os prazos com a realidade atual do seu negócio.

Fazendo estudos e alterações pontuais, é possível manter as suas entregas e aproveitar ao máximo o uso de cada veículo.

Adote a tecnologia como aliada

Como vimos ao longo do texto, o problema de ociosidade na logística acontece ou é agravado, muitas vezes, pela falta de comunicação eficiente entre alguns setores. Pode ser, por exemplo, a falta de comunicação entre a equipe responsável pela manutenção dos veículos com as demais equipes logísticas.

Ou mesmo a falta ou a ineficácia de comunicação entre o Departamento de Vendas e a equipe de produção na hora de relatar sobre a queda nas vendas de determinados produtos para o próximo ciclo. Tudo isso resulta na paralisação dos seus veículos de entrega.

Uma boa saída é adotar ferramentas que não só melhorem a comunicação, mas também permitam compartilhamentos instantâneos de dados, bem como, o monitoramento da frota.

Com esse controle mais moderno, você evita ser pego de surpresa e aumenta as chances de sucesso na hora de reduzir ociosidade logística.

Opte pela terceirização para reduzir ociosidade logística

Todas as dicas apresentadas são importantes e, certamente, ajudará você a reduzir ociosidade logística. Mas, ao optar pela terceirização e não por frota própria, você passa a ter menor preocupação em relação à ociosidade da frota.

Isso porque a maior parte dos pontos abordados se torna responsabilidade da transportadora terceirizada. É o fim das dores de cabeça para a sua empresa, por exemplo, com manutenção, investimento em ferramentas para os veículos, contratação de mão de obra, combustível etc.

Ou seja, a terceirização é a maneira mais inteligente de reduzir ociosidade logística. E isso sem colocar em risco a qualidade do serviço. Na verdade, com as coletas e entregas sendo feitas por uma transportadora profissional a tendência é de crescimento produtivo.

Enfim, reduzir ociosidade logística deve sempre ser um ponto de alerta para qualquer empresa. Porém, com as medidas corretas, ela não precisa ser o seu maior foco. Deixe que uma transportadora parceira se preocupe com a frota de veículo e concentre-se em aperfeiçoar os resultados do seu negócio durante o ano todo.

Gostou das dicas? Entre em contato com a RDR Soluções Logísticas e saiba como uma das principais transportadoras do país pode ajudar a sua empresa.

logística lojas online

Loja Online: 6 dicas para criar um processo de entrega eficiente

A loja online tem se mostrado um dos melhores modelos de negócio atualmente, principalmente com as crises recentes. Porém, mesmo apresentando ótimas vantagens em relação ao modelo físico, esse tipo de negócio não está imune a desafios.

Certamente, um dos principais desafios que um dono de loja online precisa superar é o desenvolver um processo de entrega eficiente, uma operação bem-sucedida em termos de satisfação e custos. Sem esse equilíbrio, é quase impossível manter o negócio com bom retorno financeiro.

Então, para ajudar você que ainda está buscando maneiras de criar um processo eficiente de entrega, preparamos este artigo com 6 ótimas dicas que mudarão o jogo a seu favor. Continue com a gente e saiba mais.

Boa leitura!

1. Inicie com a criação de um planejamento de entrega

Sim, é preciso começar pelo básico e montar o bom e velho planejamento. Por mais que você saiba o que precisa ser feito, é no planejamento que os pontos que influenciam diretamente no objetivo são levantados e estudados.

A análise deve ser completa, desde a negociação com fornecedores, sejam de matérias-primas ou de produtos prontos, até a venda para o cliente final; do giro do estoque até o volume de vendas em cada mês.

Com todos os dados em mãos, avalie quais são os gargalos do processo e considere esse levantamento nos próximos passos.

2. Feche parceria com uma transportadora para a sua loja online

Quando o objetivo é realizar entregas eficientes e com custos controlados, não há mágica: é preciso contar com uma terceirização logística.

O fato é que por mais que no início da loja online seja normal o empreendedor realizar as próprias entregas, o crescimento do negócio vai tornando esse tipo de estratégia cada vez mais difícil. Atrasos, custos elevados, insatisfação do cliente: em geral, tudo isso é consequência de uma logística ineficiente.

A melhor forma de mudar o cenário por completo é deixar os principais processos logísticos, incluindo a coleta e a entrega de produtos, com uma transportadora especializada. Assim, você tem o serviço sendo realizado a partir de um contrato dentro da realidade da sua loja online e uma qualidade de execução profissional – como todo cliente espera.

3. Tenha cuidado com a embalagem

Outra vantagem da terceirização é você poder se certificar sobre o padrão de qualidade de alguns fatores essenciais para a entrega de mercadorias, como, por exemplo, as embalagens dos produtos.

Claro que ao sair da sua loja online, as mercadorias já contam com embalagens próprias, e até algumas extras em casos específicos. Mas, para que os riscos de avarias sejam minimizados durante o transporte, a transportadora também deve fazer um trabalho nesse sentido.

Plástico-bolha, papelão, entre outros: embalagens de reforço precisam fazer parte do trâmite de entrega de qualquer produto. E a sua parte como dono da mercadoria é certificar que a parceira esteja cumprindo com o combinado.

4. Adote o rastreamento de mercadorias no processo de entrega

O rastreamento de mercadorias é outro ponto essencial dentro do processo de entrega atualmente, mas que demanda certo nível de investimento por parte da sua loja online. Mas, os custos ficam menores também com a terceirização.

Em vez de investir em caminhões modernos e tecnologia de rastreamento, você só precisa fechar a terceirização com uma transportadora que já disponibilize esse diferencial durante as entregas.

Isso tornará não só a operação mais segura e econômica, como também mais eficiente. A sua empresa poderá, por exemplo, manter sempre o cliente atualizado em relação à data de entrega do produto adquirido.

5. Defina indicadores de performance

O que não é mensurado, não é melhorado. Isso é um fato. Por mais que você tenha tomado as medidas corretas para conter os gargalos levantados no planejamento, é preciso mensurar os resultados de cada ação.

Os indicadores servirão não só para avaliar o serviço da transportadora contratada, mas também os números da sua própria loja online – facilitando a tomada de decisão em relação a mudanças pontuais dentro do próprio planejamento.

Alguns ótimos indicadores nesse sentido são:

  • Custo do transporte sobre as vendas – avalia quanto o custo com transportes impacta nas receitas geradas pelas vendas;
  • Avarias no Transporte – mede o percentual de custo com mercadorias que sofreram avarias no deslocamento;
  • Pedido perfeito – mensura o percentual de pedidos que a sua marca entregou dentro do prazo combinado.

6. Pense na experiência do cliente

Planejamentos, terceirizações, investimentos etc., tudo é para alcançar um único objetivo: a satisfação do cliente. Afinal, sem os compradores não há como a sua loja online continuar em atividade por muito tempo.

Nesse sentido, é essencial que a experiência do cliente esteja incluso entre as prioridades do processo de entrega. E para uma cliente de loja online essa experiência está nos pequenos detalhes, desde a facilidade de pagamento da compra até o cheiro do produto que chega a sua casa.

Enfim, a entrega de mercadoria não deve ser o seu “calcanhar de Aquiles”, mas sim uma das etapas bem desenvolvidas da sua loja online. Ainda que existam obstáculos, com boas práticas e ótimos parceiros é possível oferecer um serviço acima da média para os seus clientes.

Gostou das dicas? Continue no nosso blog e entenda agora como a tecnologia pode ajudar na produtividade do setor de compras da sua loja online.

organizar estoque

Backorders: Conheça a estratégia para vender sem estoque

A criação de estratégias para diminuir custos e melhorar a produtividade é fator recorrente no setor logístico. Por ser uma atividade custosa, novas ideias podem sempre aliviar os gastos da empresa sem comprometer a qualidade do serviço. E, entre essas estratégias, está o backorders.

À primeira vista, para alguns, o backorders pode parecer uma ideia pouca efetiva. Porém, ao entender o funcionamento e como a estratégia se aplica naturalmente no dia a dia de muitas empresas, é possível perceber seus benefícios.

Quer entender como funciona o backorders e quais vantagens ela pode trazer para a sua empresa? Então, continue lendo e confira o artigo que preparamos sobre o assunto.

Boa leitura!

O que é backorders?

Backorders é a estratégia utilizada para a venda de produto sem estoque. Ou seja, o cliente realiza a compra da mercadoria, porém só receberá futuramente quando o estoque dela for reposto.

Como explicado, parece o tipo de ideia pouco funcional à primeira vista. No entanto, em alguns casos específicos, trata-se de uma estratégia vantajosa tanto para a empresa quanto para o cliente.

O grande segredo para o sucesso do backorders está na gestão feita em relação aos pedidos atrasados. Ainda que haja uma concordância por parte do comprador, é preciso que a empresa dê prioridade na reposição e na entrega da mercadoria.

Como gerenciar o backorders?

Se o segredo está no gerenciamento, então você deve conhecer os desafios da estratégia e entender como superá-los. Afinal, qualquer iniciativa bem desenvolvida se torna uma vantagem competitiva para a sua empresa.

A primeira medida que você deve tomar é ser transparente com cliente em relação ao backorders. O comprador deve ter a plena consciência de que ele tem a opção de adquirir um produto que ainda não está no estoque.

A partir daí é preciso superar os desafios de otimização de estoque, tais como: comunicação com o fornecedor, coleta e entrega.

A comunicação com o fornecedor é o ponto crucial, pois ela precisa ser imediata no momento em que uma compra sem estoque é feita. Ao mesmo tempo deve ser enviada uma solicitação de reposição junto ao fornecedor.

Além disso, você precisa contar com um serviço de transporte altamente qualificado, garantindo uma coleta, quando necessária, e entrega eficientes. Todos os processos devem acontecer com o mínimo de erros, assegurando que a mercadoria chegue ao cliente final o quanto antes.

Quais as vantagens do backorders?

Seguindo um gerenciamento como o indicado no tópico anterior, a tendência é que o backorders resulte em boas vantagens para a sua empresa e para o seu cliente. Entenda algumas das principais.

Otimização do espaço de armazenagem

A possibilidade de negociar um produto sem ter que armazená-lo é muito interessante, e certamente uma das grandes vantagens do backorders. Basicamente, você mantém um bom faturamento, evita superlotação do estoque e ainda aproveita o espaço disponível para outros processos.

Economia dos custos logísticos

Quanto mais espaço você precisa para estocar mercadorias, maior tende a ser o custo da sua logística. O contrário também é verdadeiro: quanto menor necessidade de espaço, menor também é o gasto com aluguel e manutenção do local.

Melhor gerenciamento do catálogo de mercadorias

Com abertura de espaços no estoque, você pode gerir melhor o volume de produtos. Por exemplo: aumentar a quantidade de itens que não se encaixam na estratégia de backorder, mas que apresentam uma boa saída mensal. Ainda é possível investir em novos produtos no catálogo para avaliar a aceitação do público.

Experiência e fidelização do cliente

Quando você age de forma transparente com o cliente, o backorder se torna até mesmo uma estratégia de experiência e fidelização do cliente.

Pense da seguinte forma: imagine um produto muito desejado, mas que está em falta ou ainda não disponível no mercado. A tendência é que a maior parte das empresas só libere a compra com o item no estoque, forçando os clientes a “disputarem” a compra.

Com o backorders você abre o caminho da “reserva”. O seu cliente garante a compra e aguarda até que a mercadoria esteja disponível para entrega.

No final, a sua marca satisfaz a necessidade do cliente e ainda o mantém fidelizado para as próximas compras.

Mas, é sempre importante lembrar que essas vantagens só são possíveis quando o seu serviço logístico funciona corretamente. A satisfação do cliente só é plena quando você não ultrapassa o período de espera definido no momento da compra sem estoque.

Outro ponto que torna a sua estratégia backorder real é o nível de qualidade da sua transportadora. Antes de optar por este caminho, certifique-se de contar com um serviço de transporte de qualidade e que esteja pronto para trabalhar em uma estratégia mais desafiadora.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e saiba agora como o endomarketing pode ajudar você a conquistar novos resultados.

organizar estoque

Slotting: Saiba como potencializar o seu estoque

Quanto maior a facilidade de informação no mercado, maior também é a exigência dos clientes por serviços de maior qualidade e eficiência. E para não perder espaço para a concorrência, muitas empresas trabalham em estratégias como o Slotting para alcançar as metas sem precisar estourar seus caixas financeiros.

O fato é que mesmo as grandes marcas sofreram graves consequências com a crise sanitária que acometeu o mundo nos dois últimos. Porém, essa mesma crise não diminuiu a exigência do mercado por serviços mais competitivos e de qualidade. O que resta às empresas é adotar estratégias que permitam otimização sem aumento de gastos. É aí que entra o Slotting.

Quer entender mais sobre o Slotting e quais vantagens ele pode trazer para a sua empresa em momentos mais complexos? Continue lendo e confira o nosso artigo completo sobre o assunto.

Boa leitura

O que é o Slotting?

Basicamente, o Slotting é uma estratégia de otimização de espaço de um estoque. Uma metodologia de trabalho que mostra, entre outras coisas, que a área de armazenamento de produtos da sua empresa pode ser mais bem organizada – independentemente do tamanho.

A partir dela, são definidos pontos como:

  • agrupamento de itens com características semelhantes;
  • sequenciamento no processo de picking;
  • arrumação fixa.

Com isso, você consegue otimizar o espaço do seu estoque, facilitar a movimentação de colaboradores e equipamentos e dinamizar o atendimento ao cliente referente à separação de pedidos.

O que você deve considerar ao aplicar o Slotting?

Como envolve conhecimento pleno do estoque e de todo o espaço do armazenamento, o Slotting deve ser definido e aplicado pelo gestor do setor ou à presença dele. Como líder da área, é o mais capacitado para apontar detalhes que impactam diretamente na rotina de trabalho.

Mas, antes de definir as mudanças e colocá-las em prática na sua estratégia, considere fatores como:

  • Taxa de giro dos produtos (mais vendidos devem ficar mais acessíveis);
  • Necessidade ou não de equipamentos para o manejo dos produtos;
  • Otimização do picking (separação dos pedidos dos pedidos);
  • Fluxos de mercadorias no espaço;
  • Volume e peso da mercadoria;
  • Data de validade ou lote.

Logicamente, alguns fatores podem mudar de empresa para empresa. No entanto, considerando esses pontos de forma geral, há grande chance de você ser bem-sucedido na sua estratégia de Slotting.

Quais as vantagens para a sua empresa?

Como se trata de uma estratégia que visa à otimização de uma área, como era de se esperar, o Slotting traz diversas vantagens para a sua empresa.

Confira algumas principais.

Maior dinâmica dentro do estoque

Como dito ao longo do texto, um dos grandes benefícios do Slotting é possibilitar que trabalhadores e equipamentos trafeguem com mais facilidade entre as mercadorias dentro do estoque.

Essa maior dinamização permite que produtos sejam encontrados de forma mais rápida e os processos executados com maior qualidade. Em outras palvaras: a sua equipe ganha em movimentação e produtividade.

Menor taxa de avarias e desperdícios

Com mercadorias bem posicionadas e espaços definidos, a tendência é que a taxa de avarias dos produtos diminua consideravelmente. Com o Slotting, a rastreabilidade dos itens dentro do estoque melhora, não tendo mais necessidade de buscas desornadas no momento do picking.

Assim, os produtos ficam menos expostos a manuseios desnecessários, o que tende a resultar em menor avaria e consequente desperdício.

Controle de custos

Muitas vezes, no objetivo de melhorar seus processos internos, alguns gestores acabam investindo na expansão ou na aquisição de novos espaços para seus estoques. Uma estratégia na qual há grande probabilidade de sucesso, mas que também demanda altos investimentos.

Mas, como tomar esse tipo de iniciativa em tempos de crise? O Slotting é uma boa solução para esse dilema. A estratégia permite que você consiga bons resultados em termos de otimização de espaço sem precisar investir em expansões de alto valor financeiro.

A metodologia se mostra um bom controle de custos para empresas que não podem ou não querem fazer novos investimentos em tempos de crise, mas que precisam se mexer para melhorar seus processos.

Enfim, com o Slotting a sua empresa é capaz de alcançar uma otimização completa na organização do estoque. Processos como picking, carga, descarga e transporte tendem a ser impactados e também atingir novos resultados. E o mais interessante é que se trata de uma estratégia de baixo custo, sendo recomendado para empresas de diferentes portes.

Então, ainda que seja em um período de retomada, é possível manter a competitividade da sua empresa.

Gostou do artigo? Que tal conferir agora a importância do uso dos paletes na logística?

riscos logísticos

Gestão de Riscos na Logística: 5 dicas para evitar prejuízos

Além dos custos operacionais, todo gestor precisa se preocupar com os riscos na logística antes de fechar entregas e coletas de mercadoria. Afinal, qualquer processo está sujeito a imprevistos, mas é dever do gestor garantir que a sua operação fique o menos exposta possível.

Para ser bem-sucedido neste ponto é preciso definir uma gestão de riscos na logística, ou seja, identificar os pontos de maior complexidade e trabalhar nas soluções. Dessa forma, a sua empresa diminuiu a probabilidade de imprevistos e assegura a qualidade do serviço.

Para ajudar, preparamos este artigo com 5 dicas de como criar uma ótima gestão de riscos na logística. Continue lendo e confira.

Boa leitura!

 

Quais os principais riscos na logística?

Como explicado na introdução, uma boa gestão de riscos na logística começa com a identificação dos obstáculos para em seguida definir as melhores soluções.

Então, vejamos os principais riscos na logística atual.

Roubo de cargas

O roubo de cargas tanto nas estradas quanto dentro das grandes cidades, sem dúvida, é um dos principais riscos na logística enfrentados por empresas e profissionais atualmente. A situação em algumas capitais é tão crítica, que algumas empresas logísticas simplesmente suspendem as entregas por um tempo.

É claro que a insegurança em si é um problema macroambiente, mas com as ferramentas é possível trazer maior proteção para a logística.

Situação das estradas brasileiras

Lado a lado com a insegurança estão as más condições das estradas brasileiras no ranking dos principais riscos logísticos. Porém, diferentemente dos furtos e roubos, que cresceram bastante nos últimos anos, o panorama das estradas já é um problema antigo na vida de quem precisa transportar cargas pelo Brasil.

Com a atual crise que se abateu no país e no mundo, as perspectivas de melhora não são muito altas – pelo menos em médio prazo.

Frota adequada às necessidades de transporte

Para quem olha de fora, basta um caminhão para fazer o transporte de cargas. Porém, um profissional logístico sabe que não é assim que funciona. Cada produto tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas antes da movimentação em si.

Conseguir montar e manter uma frota que atenda a todos os critérios é um grande desafio do ponto de vista financeiro. Com uma logística própria, a sua empresa fica responsável, por exemplo, pela aquisição dos veículos, contratação de pessoal e manutenção periódica.

Ao mesmo tempo, transportar mercadorias sem as devidas condições é um grande risco para o seu negócio. Além das próprias particularidades dos produtos, o transporte logístico deve atender à legislação, que pode ser bastante exigente em relação a alguns produtos alimentícios e refrigerados.

 

5 passos para uma gestão de riscos na logística

Depois de identificar os principais riscos na logística da sua empresa, o próximo passo é começar a montagem da gestão, construindo estratégias para evitá-los ou minimizá-los. Confira.

1. Classifique os riscos

O primeiro passo dentro da gestão é analisar os riscos separadamente, ou seja, classificar em que grau cada um deles impacta diretamente o trabalho da sua logística. Dessa forma, será mais fácil trabalhar cada solução.

Essa classificação pode ser feita da maneira que desejar, por exemplo: escala de 0 a 10, 0 a 5 etc. Também é possível fazer a classificação de acordo com o impacto por setor ou pela facilidade de resolução do problema.

2. Detalhe as falhas dos processos

Após a classificação, você deve entrar em uma parte mais técnica da gestão e detalhar as falhas de cada processo. É com o detalhamento dos chamados “gargalos”’ que você facilitará a vida da equipe de trabalho na hora de resolver os problemas diários.

Tente trabalhar com o máximo de processo possível, passando pela administração, armazenamento, compras, transporte, entre outros.

3. Conte com a tecnologia

Se estamos falando de falhas que afligem a logística atual, nada melhor do que utilizar ferramentas modernas para fazer a gestão. Neste caso, a tecnologia auxilia desde a criação do planejamento até a resolução dos problemas na prática.

Por exemplo, para análise e obtenção de dados, um ERP ajuda bastante. O software age como um sistema de gestão, cobrindo diferentes processos e compartilhando inúmeras informações de maneira simultânea.

Já na parte prática, a tecnologia é representada por meio de soluções de rastreamento de cargas, que facilita a comunicação e traz maior segurança para os caminhões, e de equipamentos para a movimentação das mercadorias dentro dos galpões.

4. Reavalie parceiros e fornecedores

Como vimos, alguns dos riscos na logística atual dizem respeito à movimentação das cargas em si. Nesse sentido, a sua gestão de riscos deve avaliar fatores que impactam diretamente nessa etapa operacional, como, por exemplo, a participação de parceiros e fornecedores.

É preciso analisar, por exemplo, se as transportadoras parceiras estão oferecendo estrutura suficiente para atender a demanda ou se a sua empresa ainda precisa arcar com custos extras. Da mesma forma os fornecedores, que não devem trabalhar abaixo do padrão de qualidade estabelecido pelas por sua empresa.

5. Mantenha a medição de resultados

Para entender se a sua gestão de riscos está sendo bem-sucedida, você deve manter uma avaliação contínua dos resultados. Uma verificação que pode acontecer de forma, mensal, trimestral ou semestral.

Mantendo essa mensuração, você não só conseguirá avaliar os resultados como também identificará possíveis novos pontos de falha – podendo assim alterar alguns detalhes da gestão.

Logicamente, é quase impossível eliminar todos os riscos na logística de forma completa. Operações do setor envolvem muitos profissionais e etapas, resultando em uma probabilidade de imprevistos muito alta. Porém, com uma boa gestão de riscos você consegue evitar as falhas mais graves e minimizar os efeitos dos demais erros.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e saiba como trabalhar a sua gestão financeira em diferentes etapas logísticas.

paletes para armazenagem

Paletes na Logística: Entenda a sua importância

Empresários e gestores estão sempre buscando formas de tornar seus processos mais eficientes e menos custosos, por isso constantemente utilizam ferramentas e acessórios dentro de suas operações. A implementação dos paletes na logística, por exemplo, surgiu como uma iniciativa para alcançar esse tipo de objetivo.

A ideia é muito boa. Os paletes são ferramentas de baixo custo, mas oferecem um bom nível de segurança e organização dentro dos processos logísticos, o que influencia diretamente nos resultados e os lucros de cada operação.

Mas é claro que para alcançar essas vantagens é preciso não só entender como funciona a paletização, como também conhecer os tipos de aplicação dos paletes na logística. Para ajudar, preparamos este artigo completo para você. Confira.

Boa leitura!

O que é a paletização?

A paletização, basicamente, é o uso de paletes na organização e no cuidado das cargas logísticas. É um tipo de estratégia bastante utilizado nos galpões, armazéns ou locais em que ficam armazenadas as mercadorias. Mas, também, é possível utilizá-la nos transporte da carga.

Na prática, os paletes formam uma base para acomodar os produtos, garantindo que eles fiquem armazenados em um ponto sem ter contato com o solo e com o mínimo risco de avaria. Dentro da logística, os segmentos que mais utilizam essa estratégia são:

  • Indústria;
  • Atacado;
  • Varejo.

Em relação à produção, os paletes são feitos de diferentes materiais e se adequam a quase todo tipo de uso por parte das empresas. O modelo escolhido depende muito da característica da carga a ser acomodada ou até mesmo da forma de trabalho do setor logístico. Em geral, estes são os materiais utilizados na fabricação dos paletes:

  • borracha;
  • madeira;
  • plástico.

Quais são os tipos de paletização?

Assim como há modelos diferentes, também há formas diversas de utilizar os paletes na logística. A escolha ideal aqui também depende do tipo de carga a ser armazenada, bem como o espaço físico a ser utilizado.

Existem os tipos de paletização mais comuns, encontrados em quase toda empresa, e há também formas menos usuais, que são aplicadas em casos específicos.

Vamos conhecer os principais.

Bloco de empilhamento

Esse é o tipo de paletização mais simples, em que os paletes são colocados diretamente no chão e as mercadorias são condicionadas em cima. Uma desvantagem desse modelo é que ele só permite a retirada dos itens que estão em cima de forma rápida – para retirar os produtos da parte de baixo é preciso desfazer toda a estrutura.

Frames de armazenagem

Aqui os paletes são montados como decks móveis e se tornam estruturas praticamente fixas para armazenagem. A vantagem desse modelo é a possibilidade de estocar bastante mercadoria por determinado tempo sem ocupar tanto espaço.

Estante para paletes

A estante para paletes transforma de vez o seu estoque, sendo uma estrutura completa em que os paletes podem ser armazenados individualmente junto com as mercadorias. A grande questão é o grande espaço tomado, por isso é importante analisar as condições do local antes de optar por essa estratégia.

Quais as vantagens de usar paletes na logística?

Utilizar os paletes na logística é o tipo de açãao que só traz benefícios para a sua empresa. Claro, é preciso analisar alguns pontos antes de definir o modelo de paletização, mas, em geral, a sua operação só tende a ganhar. Entenda.

Organização e segurança

A primeira grande vantagem é a organização, pois as mercadorias passam a contar com uma estrutura própria no momento da armazenagem e movimentação.

Além disso, ao manter a carga sobre os paletes, você evita o contato direto com o solo e aumenta a segurança dos produtos. É, sobretudo, uma questão sanitária, evitando contaminação por contato com outras superfícies.

Produtividade

Se há maior organização, a sua equipe ganha em produtividade. Com um modelo de paletização definido, ninguém fica em dúvida durante a carga ou descarga dos produtos, pois há um processo claro a ser seguido.

Isso vale também para o momento de entrega ou coleta da mercadoria, com os paletes sendo a base para o uso correto das empilhadeiras e outros equipamentos. São ganhos que, no final, agilizam toda a operação logística.

Economia

Mesmo trazendo diversos benefícios para a sua empresa, o uso de paletes na logística é uma prática bastante econômica – sendo, com certeza, uma das estratégias de melhor custo-benefício dentro do setor.

A própria otimização operacional resultante da paletização garante que taxas de retrabalhos e desperdícios caiam gradativamente. Ou seja, você tem uma estratégia barata e que facilita o andamento de diferentes processos dentro da logística.

Enfim, além da economia e produtividade, é importante lembrar que o uso de paletes na logística diminui a chance de acidentes de trabalho. A paletização forma uma base muito mais segura para que os colaboradores se desloquem dentro dos galpões e movimentem as mercadorias para a armazenagem ou para o transporte.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e saiba agora como melhorar o recebimento de mercadorias da sua empresa.

sistema erp na área logística

Sistema ERP: Entenda a necessidade de implementar esse sistema

Há alguns anos, a rotina da maior parte das empresas era com planilhas, blocos de notas e pilhas de documentos guardados em diferentes lugares. Uma realidade que certamente atrapalhava a produtividade das equipes. Mas, a evolução tecnológica chegou e hoje temos o sistema ERP para ajudar.

Basicamente, o sistema ERP revolucionou o mundo corporativo. Uma solução que permitiu trocar toda aquela “desorganização” por uma ferramenta segura e inteligente. E os benefícios não se resumiram à melhor organização dos processos, as vantagens da tecnologia vão muito além – inclusive para a logística.

Para mostrar o quanto um sistema ERP pode otimizar o trabalho da sua empresa, preparamos este artigo abordando alguns dos pontos mais importantes sobre o assunto.

Boa leitura!

O que é um sistema ERP?

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning, um sistema de gestão inteligente que integra diferentes processos e setores de uma mesma empresa. A partir dessa única ferramenta, é possível compartilhar informações sobre áreas como:

  • Recursos Humanos;
  • Contabilidade;
  • Financeiro;
  • Compras;
  • Logística;
  • Vendas;
  • Fiscal.

Isso acontece, pois um ERP funciona com diferentes módulos, em que cada um corresponde a um setor ou processo específico. E mesmo funcionando de forma independente uns dos outros, os módulos podem “conversar” entre si e compartilhar dados.

Um sistema ERP completo é composto por 3 camadas:

  • Interface: parte do sistema visível aos usuários;
  • Processamento: corresponde aos comandos realizados pelo usuário;
  • Armazenamento: parte em que os dados são guardados com segurança.

Quais são os benefícios da utilização de um sistema ERP?

Como dito na introdução, um sistema ERP é capaz de trazer muito mais vantagens além da organização de processos. Confira abaixo alguns dos principais benefícios.

Facilita a tomada de decisão

Com um sistema ERP dentro da sua empresa você acaba de vez com as decisões tomadas a partir de “intuições” ou “achismos”. A ferramenta é capaz de munir os gestores com dados em tempo real, trazendo informações seguras e completas.

Isso torna a tomada de decisão muito mais simples, sem risco de duplicidade, conflito ou ruídos de comunicação. Até mesmo eventuais mudanças de cursos são mais fáceis de tomar com as informações fornecidas pelo ERP.

Torna as rotinas mais fluidas

Por permitir o compartilhamento instantâneo de informações, o sistema ERP deixa a comunicação interna muito mais fluida. Ainda que cada setor se atente ao seu módulo individual, os dados de outros departamentos ficam disponíveis para consulta.

Dessa forma, não há mais necessidade de se interromper rotinas para uma comunicação específica – por exemplo, o Setor de compras com o setor Financeiro. Bastam alguns cliques para que dúvidas sejam tiradas ou decisões sejam tomadas.

Reduz os custos

Sim, para implementar um ERP na sua empresa você precisa realizar um investimento inicial. Mas, analisando os benefícios citados, fica claro que se trata de uma implantação de ótimo custo-benefício.

O primeiro ponto, já dito na introdução, é que você dispensa a compra de outras ferramentas aleatórias para manter o controle de processos. Além disso, o sistema ERP acaba com ruídos de comunicação, diminuindo as chances de falhas humanas, retrabalhos e desperdícios.

Com o tempo, todos esses gastos deixam de pesar no seu caixa financeiro e os setores só tendem a crescer em produtividade.

Como o sistema ERP otimiza os processos de transporte da empresa?

Ainda hoje, há quem acredite que sistemas ERPs são voltados apenas para setores focados no administrativo, não sendo indicados para áreas como a Logística. Um ledo engano!

Como você pôde notar, trata-se de uma tecnologia que age em diferentes áreas de uma empresa, seja mais administrativa ou operacional. A logística não fica fora desse cenário, tendo etapas como o transporte sendo otimizadas.

Basicamente, a comunicação direta que o ERP permite entre os setores traz maior respaldo para decisões da logística. Por exemplo, o gestor logístico pode analisar os processos do setor financeiro e avaliar qual a melhor decisão a se tomar em relação ao transporte da empresa.

Se o fluxo financeiro atual não comporta mais uma frota própria, o gestor logístico já pode trabalhar em uma terceirização do serviço, diminuindo o peso em cima do financeiro da empresa. E esse é apenas um exemplo, a partir de dados seguros, a logística tende é muito mais efetiva no dia a dia.

Enfim, sem dúvida, o sistema ERP é o tipo de estratégia que só traz benefícios para a sua empresa. A implementação da ferramenta representa uma otimização que dificilmente será alcançada de outra forma. Por isso, da Logística ao Financeiro, invista em um ERP completo e aumente a performance das suas equipes.

Gostou do artigo? Ficou com alguma dúvida? Deixe o seu comentário.

gestão financeira na logística

Gestão Financeira: Do embarcador ao prestador logístico

A cadeia logística é formada por etapas que apresentam seus próprios desafios e custos para os fornecedores envolvidos. Nesse sentido, a gestão financeira é certamente um elemento que pode definir o sucesso ou o fracasso de uma operação.

A verdade é que mesmo a logística sendo reconhecidamente um setor custoso, não são todos os players envolvidos dentro de uma operação que se preocupam com a saúde financeira de suas respectivas empresas. Isso é um grande erro, pois basta que um dos prestadores de serviço apresente instabilidade financeira para que todo o processo seja colocado em risco.

Pensando nisso, criamos este artigo para detalhar a importância de uma gestão financeira eficiente dentro da logística. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

Por que o embarcador deve se preocupar com a sua gestão financeira?

É cada vez mais comum o uso de Operados Logísticos por empresas que querem aprimorar suas operações de envio de mercadoria. A adoção dos OLs ou embarcadores, profissionais responsáveis por garantir que a carga chegue ao destino pretendido de maneira intacta, traz maior profissionalização para o processo e ajuda no controle de custos.

Porém, para que esses prestadores de serviços atinjam os resultados esperados pelas empresas, eles precisam contar com uma saúde financeira estabilizada que sustente todas as  demandas de uma operação.

Ou seja, eles devem ter seus números financeiros em mãos no momento da contratação, demonstrando plenas condições de arcar com todos os serviços logísticos. Assim, há a certeza de que existe aporte financeiro para pontos importantes da logística, por exemplo:

  • contratação da transportadora;
  • contratação de seguros;
  • embalagens extras.

Por que a gestão financeira da transportadora deve ser um fator primordial na negociação?

Entre as funções do embarcador, uma das mais importantes é a contratação de uma transportadora para a entrega da mercadoria até o local desejado pelo dono da carga. E, além de fatores como histórico e reputação, um ponto que deve ser considerado nessa contratação é a gestão financeira da transportadora.

Isso porque, uma transportadora pode não ser capaz de fazer as entregas se não tiver uma boa saúde financeira e créditos no mercado.

Acontece que dentro da logística é normal que o transportador só receba pelo frete realizado após 15, 30 ou até 90 dias. Dessa forma, ao fechar um contrato de entrega, a empresa precisa contar com recursos próprios para realizá-la.

É dever do embarcador verificar se a transportadora apresenta esse tipo de condição. Uma gestão financeira que atenda as necessidades da operação antes de receber os devidos pagamentos.

Outros fatores importantes que não podem passar despercebidos pelo embarcador são: capacidade de frota e de pessoal e tecnologia. Vamos entendê-las.

Capacidade de frota e de pessoal

Uma boa transportadora deve atender às demandas da operação oferecendo uma estrutura adequada. Afinal, as mercadorias podem apresentar características diferentes umas das outras, necessitando de veículos específicos e de profissionais com conhecimento técnico.

O embarcador deve se atentar a esse detalhe, fazendo a avaliação antes da assinatura de qualquer contrato. A certeza de uma boa estrutura por parte da transportadora é um indício de serviços com agilidade e eficiência.

Tecnologia em dia

Outro ponto que não pode deixar de ser avaliado é o nível de tecnologia que a transportadora oferece em seus serviços. Com grandes inovações disponíveis para a maior parte das pessoas atualmente, o mínimo que se espera é que a transportadora siga essa tendência tecnológica.

Para a movimentação de cargas, as ferramentas rastreadoras são fundamentais. A transportadora precisa contar com rastreadores em todos os seus veículos, facilitando a comunicação entre empresa, clientes e embarcador.

Também é importante o uso de softwares de controle, como sistemas de gestão, facilitando o acompanhamento das atividades, bem como, o compartilhamento de informações relevantes sobre a operação.

Enfim, a análise da gestão financeira de todos os envolvidos na cadeia logística é fundamental para o sucesso de qualquer operação. Sem isso, o risco de travamento em algum estágio é muito grande.

É por isso que transportadoras de alto padrão como a RDR têm a gestão financeira como uma de suas prioridades. É a partir da estabilidade financeira que serviços como coleta e distribuição são realizados com qualidade e atendendo a todas as necessidades dos clientes.

Na hora de fechar contratos para a sua mercadoria, prime por transportadoras como a RDR, com boa saúde financeira e grande conhecimento de mercado.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e conheça agora alguns dos principais desperdícios logísticos que impactam nos lucros da sua empresa.