Logística e Agronegócio

Logística no Agronegócio: Descubra os 5 principais desafios

Em termos de produção agrícola, o Brasil é um dos países que mais se destacam no mundo, ficando no Top 3 de maiores exportadores. Mas, esse destaque todo não impede que a logística no Agronegócio apresente inúmeros desafiados para as empresas.

É verdade que, em geral, os segmentos corporativos no Brasil vivem em uma constante dicotomia. Ao mesmo tempo em que faturamentos crescem a cada ano, o país oferece infraestruturas precárias e problemas que permeiam por anos.

Mas, desafios podem ser superados. Com estratégias bem planejadas e executadas, é possível reverter a situação ou minimizar impactos negativos. E, para ajudar, preparamos este artigo abordando os 5 principais desafios da Logística no Agronegócio e como superá-los.

Boa leitura!

 

1. Grande dependência do modal rodoviário

Um dos grandes desafios da logística no agronegócio é um fator recorrente para inúmeros segmentos no Brasil: a dependência do modal rodoviário. Um problema antigo, que vem desde a década de 60 quando o governo brasileiro minou os investimentos no transporte ferroviário e focou apenas no rodoviário.

O investimento em um único modal não é nem o grande problema, a questão é que mesmo o setor rodoviário sendo o principal do país, ele ainda apresenta inúmero defeitos. E todo esse cenário impacta a logística no Agronegócio, fazendo com que as empresas precisem lidar com fatores macroambientes.

Neste ponto, não é possível solucionar o problema de vez. Mas, com decisões estratégicas, a sua empresa é capaz de atingir um bom ponto de equilíbrio.

O principal movimento é fechar parceria com uma transportadora especializada em logística no Agronegócio. Assim, você pula a maioria das dores de cabeça inerentes à dependência do modal rodoviária e deixa um especialista tomar a dianteira.

Além disso, capacite os funcionários da sua empresa para que realizem os processos com mais dinamicidade e facilitem a operação de transporte.

 

2. Custos elevados na estrutura de produção

Apesar de o agronegócio brasileiro ser altamente produtivo, ele ainda apresenta algumas ineficiências na questão dos insumos. Itens importantes para diferentes etapas da operação são caros ou trazidos de outros países, por exemplo:

  • fertilizantes;
  • defensivos;
  • sementes.

Essa questão é um grande problema e acaba onerando e muito a logística no Agronegócio. Ainda mais quando o custo-benefício de algumas etapas se mostra bem pequeno, por exemplo: em uma época de maior oferta e baixa demanda, os produtores não possuem muitos argumentos para barganhar valores.

A melhor saída aqui é encontrar fornecedores que se mostrem flexíveis nas negociações. Parceiros que não só apresentem valores dentro da realidade da sua empresa, mas que cumpram prazos de entrega e quantidade.

 

3. Dificuldades no armazenamento dos produtos

O Agronegócio, assim como a mineração e outros segmentos, trabalha com um volume muito grande de mercadorias. E isso não é à toa: a produção precisa ser extensa para que os produtores consigam lucrar no momento da revenda.

Mas, todo esse volume, geralmente, resulta em uma dificuldade de armazenamento. Basicamente, os espaços reservados para a estocagem de produtos nem sempre têm capacidade para atender a demanda.

Quando você só percebe esse problema com a operação em andamento a dificuldade é muito maior, gerando custos com obras de expansão ou aluguel emergenciais em espaços extras.

O ideal é trabalhar de maneira prévia – fazendo jus ao conceito logístico de trabalho antecipado. Antes de iniciar a produção, faça projeções e analise a capacidade disponível dos espaços. O indicado é que a capacidade para armazenamento seja, no mínimo, 20% maior que a expectativa produtiva.

 

4. Distâncias para o escoamento dos produtos

A dificuldade no escoamento dos produtos está diretamente ligada à dependência do modal rodoviário que acontece no Brasil. Como a maior parte dos produtores agrícolas se encontra no interior do país, a distância para pontos de escoamento, como portos e aeroportos, acaba sendo muito grande.

O problema é maior em locais onde não existem portos ou espaços de grande escoamento, como é o caso da região Centro-Oeste do país. Por mais bem planejada que seja, a operação tende a ser mais extensa e custosa.

A saída aqui é mais uma vez contar com uma empresa especializada na logística de Agronegócio. Não há como resolver o problema da distância, mas uma transportadora com know how consegue criar um planejamento de rotas para otimizar o tempo de viagem e diminuir os riscos no transporte.

 

5. Desperdícios na operação da logística no Agronegócio

Um dos fatores que mais impactam nos lucros dos produtores do Agronegócio é o desperdício que ocorre em diferentes etapas da logística. Produção, armazenamento, carga, descarga, transporte e distribuição: cada estágio traz uma preocupação para os produtores em termos de desperdício.

Para melhorar esse cenário, uma boa saída é investir na automatização de processos. Com ferramentas inteligentes, os processos passam a acontecer de maneira automática, com a mínima participação humana e menor incidência de falhas.

O melhor é que a automação pode ser feita em qualquer parte da operação, desde sistemas de irrigações controlados por software até cargas e descargas automatizadas.

Enfim, o faturamento do setor agrícola representa quase 22% do PIB nacional, e a logística no Agronegócio precisa acompanhar essa realidade positiva. É importante que a parte operacional corresponda às necessidades do setor e garanta o equilíbrio para que produtores e clientes extraiam o melhor em cada safra.

Gostou das dicas? Continue no nosso blog e confira outras informações importantes sobre transportes no agronegócio.

logística de alimentos

Indústria de Alimentos: Descubra os riscos e oportunidades do setor

Mesmo com recentes crises e dificuldades na economia mundial, a indústria de alimentos vem mostrando bons números e ficando à frente de muitos segmentos. Um cenário positivo, que traz diversas oportunidades de negócio para empresas do setor.

No entanto, por produzir e movimentar produtos perecíveis, a indústria também precisa encarar constantes desafios diários, principalmente no que diz respeitos à adequação das exigências dos órgãos fiscalizadores e a conservação da qualidade das mercadorias durante o transporte e o armazenamento.

Mas, quais são as oportunidades? E como superar esses e outros desafios que afligem muitos gestores da indústria de alimentos? A seguir, abordaremos esses assuntos em detalhe. Confira.

Boa leitura!

 

Oportunidades da indústria de alimentos

Por ser considerado um setor essencial, a indústria de alimentos se mantém sempre em funcionamento. Mesmo durante a maior crise recente da história da humanidade, a pandemia do Coronavírus, o setor alimentício se manteve ativo todo o tempo.

Essa essencialidade possibilita que a indústria cresça independentemente de outros cenários, trazendo ótimas oportunidades para as empresas atuantes. Vamos entender algumas delas.

Alto consumo nos mercados internos e externos

O mercado interno é o maior consumidor da indústria de alimentos, ficando com cerca de 80% da produção. Ou seja, ao mirar uma expansão interna, a sua empresa tem grandes chances de ser bem-sucedida.

Porém, as oportunidades no mercado externo não são escassas, muito pelo contrário, o nosso país é segundo maior exportador de alimentos em todo o mundo. Aqui, parcerias com o mercado chinês sempre devem ser considerada, pois é o maior importador de alimentos brasileiros.

Estabilidade do mercado

Como dito na introdução, a indústria de alimentos há tempos não sofre com crises de faturamento. No total, o rendimento do setor representa cerca de 10% do PIB nacional, com arrecadamento que supera os R$ 500 bilhões.

Essa estabilidade é importante para trazer maior confiança para sócios e futuros investidores do seu negócio.

Crescimento de vendas

Com um consumo interno abundante e estabilidade no mercado, a consequência lógica é de crescimento de vendas nos produtos alimentícios, com a indústria conseguindo isso nos últimos 2 anos. E com os próximos anos sendo considerados de recuperação econômica, a tendência é que os números sejam ainda mais abundantes.

 

Principais desafios da indústria de alimentos

Mesmo com muitos pontos a favor, assim como qualquer outra área, a indústria de alimentos também conta com suas dificuldades. Questões de transporte, armazenamento e adequação às normas estão entre os principais desafios. Vamos entender melhor.

Atendimento às normas dos órgãos fiscalizadores

O primeiro desafio, sem dúvida, das empresas atuantes na indústria de alimentos é se adequar às normas exigidas por lei. Se tratando de alimentos, a legislação brasileira é bastante exigente, e ainda apresenta a questão das exigências locais.

Basicamente, uma mesma empresa pode ser obrigada a se adequar a normas federais, estaduais e municipais, que, em alguns casos, nem sempre conversam entre em si.

Para resolver essa dificuldade, o primeiro ponto é conhecer todas as normas locais onde a sua empresa atua. Além disso, por mais que sejam rígidas, é imprescindível uma adequação completa. Quanto mais conhecimento e respeito sobre as leis, menor a dor de cabeça para o seu negócio.

Transporte adequado para cada mercadoria

Por mais que seja tratada como um único setor, a verdade é que a indústria de alimentos engloba uma quantidade quase infinita de produtos. E é justamente essa diversidade que resulta em alguns desafios no momento do transporte.

Mesmo produtos de linhas parecidas, por exemplo, cargas secas, apresentam características distintas, e demandam cuidados específicos na hora do transporte. Sem uma gestão correta nesse sentido, é grande a chance de avarias ou de perda da qualidade de alguns itens.

Aqui, a saída mais adequada é fechar parcerias com transportadoras especializadas na movimentação de cargas. Não tem segredo: uma empresa especialista conta com conhecimento, equipamentos e pessoal para realizar o transporte sem trazer riscos para os seus produtos.

Além disso, ao terceirizar o transporte você não precisa focar em fatores que trazem muita preocupação para qualquer gestor logístico, tais como:

  • Contratação de motoristas e ajudantes;
  • Aquisição dos veículos;
  • Manutenção da frota;

Armazenamento que respeite as características dos produtos

Assim como o transporte, o armazenamento também exige cuidados especiais quando se fala em produtos perecíveis. As condições de ambiente aqui devem ser consideradas ao máximo, uma vez que os alimentos podem passar determinados períodos armazenados.

Para resolver isso, além de espaços adequados, o armazenamento deve ser feito seguindo conceitos para facilitar a saída dos produtos mais antigos, como o FIFO, diminuindo o risco de perdas por prazo de validade.

Enfim, embora os desafios sejam grandes, com inovação, qualidade e parceiros especializados é possível superá-los a cada dia. Além disso, como explicado ao longo do texto, as oportunidades no setor alimentício são inúmeras, com uma boa gestão, a sua empresa pode se fortalecer e ganhar vantagem competitiva frente à concorrência.

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Recebimento de Mercadorias: Como melhorar esse processo?

O recebimento de mercadorias é uma das etapas mais importantes dentro da logística, presente em qualquer operação, independentemente do tamanho da empresa. O seu bom desenvolvimento é essencial para o dinamismo da outras etapas.

Porém, embora esteja sempre presente nas operações logísticas, o recebimento de mercadorias também é um dos estágios com alto índice de falhas por parte dos agentes envolvidos, e isso acaba trazendo prejuízos sentidos até mesmo pelos clientes finais.

Mas, como melhorar esse processo? Como diminuir os erros do seu recebimento de mercadorias? Para saber mais, continue lendo e confira as nossas dicas.

Boa leitura!

 

O que envolve o recebimento de mercadorias?

Quando se fala em recebimento de mercadorias, muitos associam apenas à tarefa de descarregar os caminhões. Mas, a verdade é que o processo engloba muito mais, e saber sobre esses aspectos é o primeiro passo para uma otimização.

Vamos entender mais sobre tudo o que envolve o antes e o depois do recebimento.

Planejamento

Um bom planejamento é o que coordena toda a operação a fim de garantir a realização das etapas, entre elas o recebimento de mercadorias. É aqui, por exemplo, que o departamento de Compras e o de Armazenamento entram em sintonia para garantir um trabalho em excelência.

Gestão das docas de carga

A gestão das docas é outro fator que influencia diretamente no recebimento de mercadorias, tendo em vista que se trata do local onde a etapa acontece na prática. Sem uma correta supervisão diária é praticamente impossível que o estágio seja otimizado.

Por exemplo, uma doca desorganizada é o que contribui diretamente para o entrave dos caminhões dentro do espaço. E essa perda de tempo na hora de descarregar é justamente o maior gargalo de muitas empresas nesse sentido.

Checklist e armazenagem da mercadoria

O recebimento só pode ser eficiente se as mercadorias entregues correspondem à lista de produtos adquiridos pela empresa. E aí que a parte de checklist e armazenagem entram como fatores importantes do processo.

O checklist precisa acontecer já na nota fiscal, confirmando as informações apresentadas. Já a armazenagem deve ser organizada previamente, a fim de assegurar espaço e boas condições para os produtos recebidos.

Rastreabilidade e localização da mercadoria

Após armazenadas, as mercadorias novas devem ser facilmente encontradas para evitar avarias ou perdas por validade. Por isso um trabalho de rastreabilidade precisa ser definido no planejamento, seja por etiquetagem ou pelo uso de softwares específicos.

 

Como melhorar o recebimento de mercadorias da sua empresa?

Como explicado, o descarregamento dos caminhões é só mais uma etapa do grande processo do recebimento de mercadorias. Dessa forma, para otimizá-lo, é preciso trabalhar alguns pontos diferentes. Confira algumas dicas.

Certifique-se sobre o agendamento de entrega

Já vimos que um planejamento prévio é necessário para que toda a operação logística aconteça da maneira que se espera. Mas, para otimizar o recebimento de mercadorias é preciso também se certificar sobre o agendamento do processo.

Com esse trabalho de antecipação você não só assegura que o recebimento aconteça, como também garante que a doca esteja de acordo com as características da carga a ser entregue – o que inclui estrutura e pessoal.

 3) Integre os setores da empresa

Para que qualquer processo seja bem-sucedido é preciso que haja uma homogeneização dentro da empresa, uma atuação harmônica das equipes diferentes setores. Se tratando do recebimento de mercadorias, é fundamental uma integração, pelo menos, de áreas como:

  • Armazenagem;
  • Compras;
  • Vendas.

Com o alinhamento dos setores, o recebimento passa a acontecer de maneira mais dinâmica, resultando em etapas posteriores, como abastecimento e venda, muito mais eficientes. É o efeito dominó positivo, com o consumidor final sendo contemplado por um serviço de maior qualidade.

 

Conte com bons parceiros de transporte

Não adianta um bom planejamento e uma gestão alinhada de setores se o seu transportador não cumpri com o combinado. Com um transporte ineficiente, sem, por exemplo, o zelo pelo cumprimento de prazos, a tendência é que o recebimento de mercadorias aconteça de maneira desorganizada.

Por isso, busque por parceiros que sigam uma gestão inovadora e preocupada com a otimização dos processos. Quanto maior a eficiência da transportadora, menor é o risco de entraves durante essa etapa.

Enfim, essas foram as nossas dicas para você melhorar o recebimento de mercadorias da sua empresa. Certifique-se de trabalhar da mesma forma os estágios anteriores e posteriores ao recebimento, garantindo um aperfeiçoamento completo da operação. Analise as informações apresentadas e comece a otimizar os processos do seu negócio hoje mesmo.

Achou o artigo interessante? Continue no nosso blog e conheça agora alguns desperdícios logísticos que impactam no lucro da sua empresa.

Desperdícios logísticos que impactam na margem de lucro

Mesmo a logística sendo essencialmente um setor estratégico, em razão da alta exigência diária, muitos gestores acabam deixando passar desperdícios logísticos que impactam consideravelmente os lucros de suas empresas no final do mês.

Ainda que pareçam “corriqueiros”, esses fatores podem ser o fiel da balança entre o cumprimento de meta e o insucesso de um ciclo inteiro. Em longo prazo, essa repetição acaba trazendo consequências drásticas para o negócio.

Mas, você sabe quais são desperdícios logísticos mais comuns? Como evitá-los? Para entender melhor, confira a nossa postagem completa sobre o assunto.

Boa leitura!

Por que se atentar aos desperdícios logísticos?

O primeiro ponto que nenhum gestor jamais deve esquecer é que a logística é um setor custoso. Para que toda a operação funcione dentro de um padrão de qualidade é preciso mão de obra e grande aporte financeiro.

Ou seja, por si só, a logística é uma atividade que requer economia por parte do gestor e sua equipe de trabalho.

Fora esses gastos fixos, que abrange equipamentos, veículos, manutenção, combustível e pessoal, há outra questão inerente à logística que demanda máxima atenção de um gestor: o macroambiente.

Diferentemente de outras áreas mais restritas, a logística é fortemente afetada por fatores macroambientes. A começar pela escolha do modal: com pouco incentivo do governo em outros modais, as empresas acabam concentrando suas operações no transporte rodoviário.

O problema é que mesmo o modal rodoviário sofre com a precariedade de investimentos. O número de rodovias pavimentadas é muito baixo, e isso traz prejuízos com manutenção e custos elevados com combustível. Fora isso, a insegurança nas estradas cresce a cada ano.

Como essas são questões macroambientes, a sua empresa não tem poder de resolução, só tendo que se adaptar.

Então, uma boa maneira de diminuir o impacto negativo é identificando e solucionando desperdícios logísticos comuns durante as operações.

Quais os principais desperdícios logísticos?

Cada empresa tem o seu próprio modus operandi, por isso as falhas podem variar. Mas, há aqueles desperdícios logísticos que são comuns ao setor. Confira os principais.

Perda de tempo durante a coleta, carga e descarga

A logística é um dos setores onde o ditado “tempo é dinheiro” faz muito sentido. Um veículo ou equipamento parado por muito tempo pode, por exemplo, trazer um grande prejuízo no final da operação.

Mas, por incrível que pareça, um dos desperdícios logísticos mais comuns é justamente essa perda de tempo na hora de coletar, carregar ou descarregar produtos. Uma dificuldade bastante incômoda aos caminhoneiros.

Essa discussão é tão grande que o governo teve que criar uma norma para amenizar a situação. Segundo a Lei13.103/15, se um caminhão passar mais de 5 horas aguardando para carregar ou descarregar, o caminhoneiro ou a transportadora deve ser indenizado no valor de R$ 1,60 por tonelada/hora da capacidade total do veículo.

Mas, você pode diminuir o risco de perda de tempo criando um planejamento prévio de coleta e entrega. Faça agendamentos e sempre confirme a disponibilidade para a chegada do veículo na empresa de destino.

Atraso nas viagens

Outro prejuízo comum advindo de desperdícios logísticos é o atraso nas viagens dos veículos. Quando os caminhões demoram a chegar, há risco não só de morosidade operacional como também de cancelamento por parte dos clientes.

Claro que existe toda questão macroambiente de má infraestrutura das estradas, bem como, na insegurança diária, no entanto, muitas empresas acabam caindo no lugar comum e se esquecem de otimizar essa etapa da operação.

Para fechar essa “torneira” é importante criar rotas que facilitem a viagem do motorista. Com a obtenção de informações úteis, tanto por sites confiáveis quanto por histórico de viagens anteriores, você consegue montar um roteiro no qual o veículo não fique tão vulnerável à insegurança e consiga trafegar sem se expor a tantos problemas de infraestrutura.

Desempenho dos motoristas

Por mais que a sua empresa conte com veículos modernos e acima dos padrões de qualidade, os motoristas ainda são as principais peças na hora de transportar as mercadorias. Mas, muitos gestores ignoram isso e investem baixo na formação dos seus condutores. Assim, eles só aumentam seus desperdícios logísticos.

Além da questão financeira, pois todo profissional se sente bem quando é valorizado, é necessário trabalhar a evolução técnica dos motoristas. Quando não há essa preocupação, a empresa acaba tendo maiores gastos com:

  • consumo extras de combustível;
  • riscos jurídicos e de acidentes;
  • desgaste acelerado do ativo;
  • manutenções em excesso.

Sendo assim, garanta uma equipe bem preparada de motoristas. Comece já pela seleção de contratação e invista constantemente em cursos de aperfeiçoamentos.

Operação própria

Todos os desperdícios logísticos citados até o momento só aumentam os altos custos “naturais” do setor. Mas também há algo comum entre eles: os impactos negativos são maiores quando você trabalha com operação própria.

Compra de caminhões, contratação de motoristas, preocupação com coleta e entrega: todos esses fatores passam a ser preocupação de outra empresa quando você opta pela terceirização da sua logística.

Já falamos aqui que a logística é o setor estratégico. E não há nada mais estratégico do que repassar as etapas mais complexas e onerosas para uma especialista, deixando a sua empresa apenas como avaliadora do serviço. Além de uma iniciativa segura, a terceirização representa ótimo custo-benefício.

Enfim, secar ou diminuir a torneira dos desperdícios logísticos é papel central do gestor. Como principal líder da área, ele tem obrigação de garantir a produtividade operacional ao menor custo possível. Nesse sentido, analise as dicas apresentadas e implemente maneiras eficientes de melhorar os resultados da sua empresa.

Não saia agora. Continue no nosso blog e conheça 5 dicas para a sua evolução como gestor logístico.