gestão financeira na logística

Gestão Financeira: Do embarcador ao prestador logístico

A cadeia logística é formada por etapas que apresentam seus próprios desafios e custos para os fornecedores envolvidos. Nesse sentido, a gestão financeira é certamente um elemento que pode definir o sucesso ou o fracasso de uma operação.

A verdade é que mesmo a logística sendo reconhecidamente um setor custoso, não são todos os players envolvidos dentro de uma operação que se preocupam com a saúde financeira de suas respectivas empresas. Isso é um grande erro, pois basta que um dos prestadores de serviço apresente instabilidade financeira para que todo o processo seja colocado em risco.

Pensando nisso, criamos este artigo para detalhar a importância de uma gestão financeira eficiente dentro da logística. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

Por que o embarcador deve se preocupar com a sua gestão financeira?

É cada vez mais comum o uso de Operados Logísticos por empresas que querem aprimorar suas operações de envio de mercadoria. A adoção dos OLs ou embarcadores, profissionais responsáveis por garantir que a carga chegue ao destino pretendido de maneira intacta, traz maior profissionalização para o processo e ajuda no controle de custos.

Porém, para que esses prestadores de serviços atinjam os resultados esperados pelas empresas, eles precisam contar com uma saúde financeira estabilizada que sustente todas as  demandas de uma operação.

Ou seja, eles devem ter seus números financeiros em mãos no momento da contratação, demonstrando plenas condições de arcar com todos os serviços logísticos. Assim, há a certeza de que existe aporte financeiro para pontos importantes da logística, por exemplo:

  • contratação da transportadora;
  • contratação de seguros;
  • embalagens extras.

Por que a gestão financeira da transportadora deve ser um fator primordial na negociação?

Entre as funções do embarcador, uma das mais importantes é a contratação de uma transportadora para a entrega da mercadoria até o local desejado pelo dono da carga. E, além de fatores como histórico e reputação, um ponto que deve ser considerado nessa contratação é a gestão financeira da transportadora.

Isso porque, uma transportadora pode não ser capaz de fazer as entregas se não tiver uma boa saúde financeira e créditos no mercado.

Acontece que dentro da logística é normal que o transportador só receba pelo frete realizado após 15, 30 ou até 90 dias. Dessa forma, ao fechar um contrato de entrega, a empresa precisa contar com recursos próprios para realizá-la.

É dever do embarcador verificar se a transportadora apresenta esse tipo de condição. Uma gestão financeira que atenda as necessidades da operação antes de receber os devidos pagamentos.

Outros fatores importantes que não podem passar despercebidos pelo embarcador são: capacidade de frota e de pessoal e tecnologia. Vamos entendê-las.

Capacidade de frota e de pessoal

Uma boa transportadora deve atender às demandas da operação oferecendo uma estrutura adequada. Afinal, as mercadorias podem apresentar características diferentes umas das outras, necessitando de veículos específicos e de profissionais com conhecimento técnico.

O embarcador deve se atentar a esse detalhe, fazendo a avaliação antes da assinatura de qualquer contrato. A certeza de uma boa estrutura por parte da transportadora é um indício de serviços com agilidade e eficiência.

Tecnologia em dia

Outro ponto que não pode deixar de ser avaliado é o nível de tecnologia que a transportadora oferece em seus serviços. Com grandes inovações disponíveis para a maior parte das pessoas atualmente, o mínimo que se espera é que a transportadora siga essa tendência tecnológica.

Para a movimentação de cargas, as ferramentas rastreadoras são fundamentais. A transportadora precisa contar com rastreadores em todos os seus veículos, facilitando a comunicação entre empresa, clientes e embarcador.

Também é importante o uso de softwares de controle, como sistemas de gestão, facilitando o acompanhamento das atividades, bem como, o compartilhamento de informações relevantes sobre a operação.

Enfim, a análise da gestão financeira de todos os envolvidos na cadeia logística é fundamental para o sucesso de qualquer operação. Sem isso, o risco de travamento em algum estágio é muito grande.

É por isso que transportadoras de alto padrão como a RDR têm a gestão financeira como uma de suas prioridades. É a partir da estabilidade financeira que serviços como coleta e distribuição são realizados com qualidade e atendendo a todas as necessidades dos clientes.

Na hora de fechar contratos para a sua mercadoria, prime por transportadoras como a RDR, com boa saúde financeira e grande conhecimento de mercado.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e conheça agora alguns dos principais desperdícios logísticos que impactam nos lucros da sua empresa.

transporte de cargas eletronicas

Transporte de Eletrônicos: 5 cuidados que você precisa saber

A movimentação de cargas, em si, já é um processo que demanda atenção. Mas, quando se trata do transporte de eletrônicos, os cuidados precisam ser ainda maiores. 

Em geral, equipamentos eletrônicos até apresentar uma estrutura física forte, com parte externa de metal. No entanto, além de serem itens de alto custo, o que chama a atenção para a segurança, uma pequena avaria pode ser o suficiente para que os produtos não sejam aceitos no destinatário.

Então, como garantir um bom transporte de eletrônicos? Quais cuidados devem ser tomados pelo fabricante ou revendedor na hora da movimentação da carga? Continue lendo e confira 5 práticas essenciais.

Boa leitura!

 

1. Análise de riscos

Como bem diz o ditado: “O precavido não é pego de surpresa”. E quando você precisa enviar cargas de altos valores para vários lugares do país, ser precioso é uma ótima ideia.

Assim, uma das primeiras atitudes a se tomar quando falamos de transporte de eletrônicos é avaliar os riscos inerentes à operação. Iniciando, logicamente, pelas próprias características dos produtos, analisando os principais pontos fracos, por exemplo: temperatura, empilhamento etc.

Conhecendo quais fatores afetam a integridade dos produtos, parta para outras situações determinantes durante uma viagem, tais como:

  • acompanhamento dos veículos de transporte;
  • condições internas dos caminhões;
  • segurança nas estradas.

2. Rastreamento dos caminhões

Tendo conhecimento sobre os principais pontos de risco, o próximo passo é a resolução de cada um deles. Claro, nem sempre será possível solucioná-los por completo, mas é possível minimizá-los.

O rastreamento de cargas, por exemplo, é uma das ações essenciais a se tomar dentro do transporte de eletrônicos. Como você sabe, são itens de alto valor e bastante visados por ladrões de beira de estrada.

Além de trazer maior segurança para a carga e para o motorista, o rastreamento também é importante para a comunicação. Com ele, o destinatário poderá se manter sempre informado sobre o andamento da viagem.

3. Criação de rotas mais seguras

O rastreamento de cargas é fundamental, mas sozinho ele não é o suficiente para minimizar os riscos em relação à segurança da carga. O transporte de eletrônicos exige um planejamento prévio muito mais apurado, com a criação de rotas mais seguras e mais rápidas para os caminhões.

A parte interessante é que essa definição de rotas pode ser feita utilizando informações fornecidas pelos próprios motoristas. Um mescla de experiência prática com dados obtidos por outras fontes:

  • dados de jornais e sites especializados;
  • imagens de satélite (aplicativos);
  • dados dos órgãos de segurança.

A criação de rotas é importante para a segurança da carga, bem como para o cumprimento dos prazos. Quanto mais segura, bem sinalizada e pavimentada a estrada, menor a chance de contratempos pelo caminho.

4. Proteção / Embalagem dos produtos

Como falamos, os produtos eletrônicos não são necessariamente frágeis, como itens de vidro, por exemplo. Mas, a sua comercialização depende muito da questão estética. Uma avaria é o suficiente para que o produto seja considerado impróprio para a venda.

Por isso, outro dos cuidados primordiais dentro do transporte de eletrônicos diz respeito à proteção individual dos itens. Embora seja comum que cada produto já conte com a sua própria embalagem, é preciso que haja um reforço no momento do transporte.

Uma das opções mais utilizadas nesse sentido é o plástico bolha, um material que reforça a embalagem original e ajuda a diminuir os impactos da viagem nos produtos, um item de ótimo custo-benefício.

5. Empresa com expertise no transporte de eletrônicos

Todos os cuidados apresentados até aqui são essenciais para aumentar a segurança dos produtos eletrônicos. Porém, não há como negar que se trata de medidas que demandam tempo e aporte financeiro. E caso você erre em alguma estratégia, os lucros da empresa só diminuem.

Nesse sentido, a contratação de uma empresa especializada no transporte de eletrônicos acaba fazendo muita diferença. A partir de uma terceirização você repassa todos esses cuidados para uma especialista e tem a tranquilidade de focar na venda de mais eletrônicos.

Mas, não é apenas uma questão de passar o bastão. Com uma transportadora terceirizada, você não precisa investir em caminhões próprios, gastar com manutenção ou gasolina, ou mesmo investir em softwares de rastreamento. Tudo isso fica por conta do parceiro transportador.

Você garante uma movimentação de carga segura, eficiente e com redução de custos.

Enfim, os cuidados com o transporte de eletrônicos devem ser uma preocupação séria para qualquer empresa que fabrique ou revenda esse tipo de produto. Não arrisque desnecessariamente a segurança da sua equipe, dos seus produtos ou os lucros do seu negócio. Siga boas práticas e conte com uma transportadora especialista na sua operação.

Entre em contato com a RDR Soluções Logísticas e saiba como podemos ajudar no seu transporte de eletrônicos .

Endomarketing na logística

Endomarketing: Implemente para conquistar grandes resultados

Também chamado de marketing interno, o endomarketing é o trabalho realizado pelo RH juntamente com outros setores da empresa. Um conjunto de ações que tem como objetivo fazer com que os próprios funcionários tenham uma visão completa sobre o local onde trabalham.

É um conceito desenvolvido por gestores que entenderam a necessidade de os colaboradores também receberem um tratamento especial em relação à marca, iniciando um trabalho que geralmente é mais voltado para os clientes.

Continue lendo, entenda a importância de desenvolver o endomarketing na sua empresa e conheça alguns exemplos de iniciativas já desenvolvidas pela RDR Soluções Logísticas dentro desse conceito.

Boa leitura!

 

Por que implementar o endomarketing na sua empresa?

A opinião do cliente pode influenciar bastante o fluxo de vendas de uma empresa. Por exemplo, se o comprador do produto ou serviço tiver uma boa experiência e recomendar a sua marca, a tendência é de crescimento. Mas, se a experiência for ruim e a empresa sofrer críticas abertamente, há riscos de quedas em futuras negociações.

Porém, os clientes internos, também conhecidos como funcionários, também têm grande poder de influência – e em tempos de tanta concorrência no mercado, esse poder só aumenta.

Pense comigo: quando um grande comprador entra em contato, ele espera saber dos benefícios dos produtos da sua empresa. E quem faz isso, geralmente, é um funcionário da equipe de vendas.

Se, por falta de conhecimento ou foco, ele não realiza bem essa negociação, a chance de a sua empresa perder uma ótima venda é muito grande. Em outras palavras, se o seu colaborador não for capaz de influenciar positivamente o usuário interessado, os seus números de vendas não sairão do zero.

É nesse ponto que o endomarketing se torna tão importante. Primeiramente, porque ninguém é capaz de informar sobre o que não sabe, não é mesmo? Com um bom trabalho de endomarketing, a sua equipe se mostrará mais bem preparada em termos de conhecimento em relação aos produtos e serviços da empresa.

Além disso, o endomarketing serve para engajar os colaboradores – assim como a sua empresa faz com os clientes.

No endomarketing você não apenas prepara os colaboradores para suas funções, também garante que eles estejam motivados para exercê-las diariamente. Afinal, mais do que vender, eles precisam acreditar naquilo que estão vendendo. Eles precisam acreditar no negócio.

Até porque, nenhuma empresa chega ao topo só por causa de um bom produto ou serviço de qualidade. Como disse o próprio Walt Disney, um dos maiores empresários da história: “É possível planejar um mundo dos sonhos, mas são as pessoas que o transformam em realidade”.

 

Quais são as ações de endomarketing da RDR Soluções logísticas?

Depois de entender a importância do endomarketing, você pode começar a se perguntar: “Como implantar essa filosofia na minha empresa”?

O primeiro ponto que você deve garantir é o conhecimento sobre a sua própria equipe de trabalho. É precisa analisar o corpo efetivo da sua empresa a fim de identificar carências do dia a dia, por exemplo:

  • Falta de conhecimento sobre os produtos e serviços;
  • Falta de foco na realização das atividades;
  • Pouco engajamento.

A partir dessa análise você terá informação para começar o projeto de ações. Considerando o perfil de cada equipe e a estrutura da sua empresa, se iniciará o desenvolvimento de ideias para reverter os pontos fracos.

Para facilitar o seu trabalho, trouxemos algumas das medidas práticas de endomarketing que a RDR implementa no dia a dia. São exemplos reais de uma empresa se preocupa bastante com esse tipo de ação e vem cada vez mais colocando como prioridade.

Uma das ações de maior sucesso e que ajudam no compartilhamento da informação é o jornal online: no qual são enviadas aos colaboradores via e-mail e Whatsapp, as últimas novidades sobre o blog, os aniversariantes do mês, feriados, novidades da empresa, entre outros.

O mais interessante é que o nome do jornal foi escolhido pelos próprios colaboradores, que o batizaram como “News RDR”. Assim, além de manter a equipe informada, a empresa consegue trazer os funcionários para uma rotina mais participativa.

Além disso, há um espaço aberto para que os colaboradores externem suas opiniões sobre melhorias, rotina dos times, metas e objetivos. Uma comunicação direta e transparente para que todos se sintam parte da empresa de maneira única.

Enfim, a partir do endomarkerting você é capaz de trazer uma nova realidade para sua empresa, em que a cultura e os valores são fortalecidos pelos próprios funcionários de forma natural. A estratégia é uma ótima maneira de fortalecer o relacionamento entre equipe e empresa, melhorando o ambiente e trazendo bons resultados para todos.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e conheça agora 5 dicas para a sua evolução como gestor logístico.

diferença entra supply chain e logistica

Supply Chain e Logística: Conheça as diferenças

Embora em outros países haja um entendimento correto sobre os conceitos e as aplicações desses processos, aqui no Brasil ainda há certa confusão quando se fala de logística e supply chain, com alguns profissionais misturando os dois conceitos.

Para alguns, isso pode até parecer apenas um detalhe. Mas, a verdade é que, ao não entender corretamente os conceitos, você pode tomar decisões equivocadas e comprometer a eficiência e os resultados de uma operação. Sem falar nos custos que tais erros podem acarretar.

Mas então, quais os conceitos de logística e de supply chain? E quais as diferenças entre eles? Para acabar com qualquer dúvida, confira o nosso artigo completo sobre o assunto.

Boa leitura!

Qual o conceito de supply chain?

Supply Chain (ou Cadeia de Suprimentos, em tradução livre) é focada no ciclo de vida completo de uma mercadoria, desde a aquisição de matéria-prima, passando pela produção, até a distribuição final ao consumidor.

Na sua operação, o supply chain engloba diversos players, por exemplo:

  • consumidores;
  • distribuidores;
  • fornecedores;
  • fabricantes;
  • varejistas.

O principal objetivo da cadeia de suprimentos é garantir que o ciclo produtivo aconteça de maneira eficiente e ao menor custo possível, interligando processos, agentes e planos.

Qual o conceito de logística?

A logística, por sua vez, é o processo de planejamento e execução de movimentação de uma mercadoria, garantindo o deslocamento do ponto de origem até o ponto de entrega com máxima eficiência e dentro dos prazos estabelecidos.

Na logística, etapas como armazenamento e transporte são essenciais e detalhadamente estudadas a fim de assegurar o sucesso operacional e atender os critérios estabelecidos pelo cliente.

Como envolve muitos processos práticos, que demandam equipamentos e grande mão de obra, é comum que muitas empresas varejistas e fabricantes optem pela terceirização da logística, deixando o processo para transportadoras que se especializam na prestação do serviço.

Quais as diferenças entre logística e supply chain?

A definição dos conceitos é uma forma inicial para entender a diferença entre as modalidades de negócio, mas é necessário se aprofundar um pouco mais para acabar de vez com as dúvidas.

De maneira direta, as diferenças entre logística e supply chain se concentram em dois pontos: Execução e Relacionamento. Vamos entender.

Estudo x Execução

Como explicado, a cadeia de suprimentos abrange a supervisão de toda vida produtiva de uma mercadoria. Esse trabalho exige um esforço muito mais teórico, focado em estudo e extração de informações a fim de criar planejamentos que assegurem o nivelamento de toda a cadeia. É preciso que o gestor apresente uma visão holística.

Por sua vez, a logística é muito mais prática. O trabalho é focado na execução do planejamento criado, garantindo que a movimentação da mercadoria aconteça como o esperado.

No entanto, isso não significa que a parte logística aja de maneira aleatória, sem nenhum tipo de estudo ou plano. Muito pelo contrário. O cerne da logística é justamente um planejamento prévio e uma prática bem sucedida.

Relacionamento intraempresarial x Relacionamento interempresarial

Outro ponto de diferença que fica claro quando estudamos os dois conceitos é o tipo de relacionamento demandado por cada metodologia.

A cadeia de suprimentos envolve inúmeros players externos dentro da sua supervisão, exigindo um relacionamento inter empresarial, ou seja, com outras empresas. Assim, em um curto espaço de tempo o gestor de supply chain precisa se relacionar com muitas outras instituições.

Com a logística a abrangência não é tão grande. O gestor logístico trabalha mais com a integração de equipes internas, tanto do seu próprio setor quanto de outros departamentos como Financeiro e Compras. Assim, o relacionamento é muito mais intraempresarial (dentro da empresa).

Mas, é sempre importante deixar claro que há também relacionamentos com players externos, como distribuidores e fornecedores.

Como as duas modalidades se integram?

Existem sim diferenças entre logística e supply chain, mas a verdade é que as duas se integram o tempo todo. O trabalho de uma impacta diretamente no planejamento da outra, em uma relação complementar.

Por exemplo, a cadeia de suprimentos planeja etapas que são executadas diretamente pela logística, como o armazenamento e o transporte. E mesmo quando a logística é terceirizada, a supervisão do supply chain facilita o sincronismo operacional.

Enfim, com processos de distribuição e gerenciamento de equipes bem realizados pela logística e o controle de ciclo desenvolvido pela supply chain, a tendência é que a sua empresa alcance resultados cada vez mais positivos e entregue serviços que atendam por completo as expectativas dos clientes.

Entendeu agora a diferença entre logística e supply chain? Continue no nosso blog e confira agora a importância da integração para o setor de compras da sua empresa.