Precificação e Tecnologia: a relação e os impactos no seu negócio

Por muito tempo, o preço de produtos e serviços era definido por gestores e empresários apenas considerando os custos de produção e a margem de lucro. Porém, hoje, há um entendimento de que o controle de precificação deve ir além dos fatores básicos.

Não há mais como ignorar o cenário de alta tecnologia que vivemos atualmente. Com ferramentas, aplicativos e softwares ditando e/ou ajudando a ditar o nosso cotidiano, alguns conceitos do mundo corporativo já se mostram ultrapassados.

A precificação e a tecnologia andam lado a lado atualmente. E como um dos setores mais impactados pela revolução 4.0, a logística deve abraçar o quanto antes as novas ideias. Para melhor entendimento, preparamos este artigo discorrendo mais sobre esse assunto.

Boa leitura!

A precificação na Era 4.0

No passado, independentemente do setor, a precificação de uma empresa era definida considerando fatores tradicionais como custo de aquisição de matérias-primas, produção e margem de lucro. Qualquer estudo além desses pontos era raso e raro.

Mas a transformação digital trouxe uma nova visão sobre o assunto. Hoje, ignorar o fato de que os clientes têm acesso a informações privilegiadas e estão mais conscientes sobre os produtos e serviços que consomem é uma cartilha para o insucesso.

Atualmente qualquer cliente consegue comparar facilmente os preços e entender quais marcas estão trabalhando dentro de uma realidade aceitável. Não há mais razão para seguir apenas o argumento de “oferta e procura”. O poder de decisão do cliente é muito maior.

As empresas logísticas precisam entender e se adaptar a essa nova realidade. Se antes a precificação não era um ponto de preocupação dentro do setor, a revolução 4.0 chegou para mudar isso.

O preço de uma operação logística precisa ser um fator competitivo, fazendo parte de uma grande estratégia que objetiva criar uma experiência personalizada e otimizada para os clientes.

O preço dinâmico

O preço dinâmico não é um conceito novo, mas é um modelo completamente aplicável à realidade atual do mercado logístico.

Desenvolvida nos anos 80 pela American Airlines, a metodologia vai além dos fatores padrões para definir a precificação de serviços. Com o preço dinâmico, a empresa analisa pontos externos que influenciam diretamente na lucratividade do negócio, por exemplo:

  • mudanças de comportamento do cliente;
  • preferências do consumidor;
  • experiência diferenciada.

Com a tecnologia sendo um suporte contínuo ao cliente, esse conceito é uma ótima alternativa para que uma empresa se mantenha altamente competitiva, mas ainda respeitando fatores como lucratividade, gastos internos, materiais, entre outros.

Como aplicar uma precificação moderna e competitiva na sua empresa?

Se a tecnologia transformou a forma como os clientes analisam os preços de serviços das empresas do mercado, ela também pode ser a solução para que os gestores trabalhem uma precificação mais moderna em seus negócios. Mas ela não é o único fator. Confira algumas dicas.

Análise massiva de dados

A tecnologia já oferece diversas ferramentas para a captura e análise de dados. Com isso, as empresas conseguem estudar as preferências, tendências do mercado, concorrência e outros fatores que impactam em uma precificação moderna.

Com a análise massiva de dados é possível, dentro da sua realidade, impulsionar a rentabilidade e a competitividade do negócio, tornando cada serviço logístico único e altamente diferenciado para os clientes.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial é outra arma utilizada para melhorar vários processos de um negócio, inclusive a precificação.

A IA de uma Machine Learning é um ótimo exemplo. Com ela, uma empresa consegue analisar, por exemplo, quais os seus serviços logísticos mais requisitados dentro de um determinado período e quais precisam de mudanças e melhorias pontuais.

Isso permite que a alteração de preços seja realizada com maior efetividade, considerando as variáveis padrões e os fatores mais abrangentes.

Parceiros inovadores

Diferentemente de outros setores, a logística já trabalha com pontos que vão além do convencional. Aqui, é preciso considerar questões como frete, tipos de veículos, condições de estradas etc.

Por isso, não basta apenas desenvolver uma gestão inovadora dentro da empresa, é preciso contar com parceiros que abracem e apliquem os conceitos da transformação digital em seus empreendimentos.

Fornecedores e transportadoras devem estar na mesma sintonia que a empresa contratante, do contrário, a definição de preços mais modernos pode não trazer os bons resultados esperados.

Não há dúvidas que a tecnologia conseguiu mudar muitos conceitos e práticas enraizadas na cultura corporativa. Por isso, o novo modelo de precificação precisa ser considerado e seguido por toda empresa deseja se manter forte e expandir os negócios em um futuro próximo. Mas, não se esqueça: contar com uma transportadora que já desenvolve uma gestão inovadora é imperativo para garantir um trabalho diferenciado e que esteja à altura das expectativas do seu cliente.

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Marketing e Dados: Entenda como eles podem transformar o seu negócio

Com certeza você já ouviu a frase: “A informação tem poder!” É um conceito antigo que aponta para a importância da extração e do estudo de informações. Porém, hoje, com a transformação digital, a relevância dos dados foi elevada ao máximo. E o marketing das empresas precisa estar consciente disso.

A cada dia é gerado um volume incontável de dados na internet, muitos deles de usuários a procura de serviços e produtos específicos. Essa nova realidade trouxe para o marketing empresarial uma responsabilidade ainda maior em conectar as necessidades dos clientes com os objetivos das instituições.

Quer entender melhor a relação entre marketing e dados? Continue lendo o nosso artigo e conheça os pontos mais importantes sobre o assunto.

Boa leitura!

 

Qual a importância da coleta de dados para as empresas?

Como explicado, a extração de informações sempre foi uma prática do mercado. Porém, a internet e a transformação digital elevaram muito o nível de importância desse tipo de atividade.

O acesso massivo à internet transformou o perfil do cliente do século XXI. Hoje, muitos usuários buscam mais por atendimentos, produtos e serviços personalizados do que propriamente preços abaixo da média.

É exatamente a descoberta dessas novas necessidades que torna a coleta de dados uma tarefa tão importante. A partir de um trabalho analítico, as empresas conseguem identificar as carências no mercado e desenvolver produtos e serviços que estejam dentro das expectativas.

Porém, ao mesmo tempo em que há uma abundância de dados, também há um crescimento de marcas. Ou seja, cada minuto que o seu empreendimento deixa de captar e analisar informações, ele abre possibilidades para a concorrência sair na frente na preferência dos clientes.

Qual é o papel do marketing?

Como um setor que lida diretamente com a reação do público, o marketing das empresas tem um papel de protagonista na era digital. Além de identificar as necessidades do público, ele precisa trabalhar em soluções reais para esses fatores.

A análise de dados torna esse processo mais plausível e dentro de uma taxa menor de erros. Todavia, mesmo em empresas que já adotam a transformação digital em suas gestões, é necessária uma organização no trabalho de coleta por parte do departamento de marketing.

A própria quantidade de dados gerados, por vezes, pode ser uma armadilha. Sem definições claras sobre as metas e objetivos, corre-se o risco de atrasos e criação de estratégias pouca efetivas.

Muito mais do que extrair informações, deve-se definir a forma correta da utilização. Em outras palavras, antes de iniciar a coleta e análise dos dados, o marketing precisa ter respostas para perguntas como:

  • Qual é o meu público alvo?
  • O objetivo é atração ou retenção?
  • Qual etapa do funil vamos trabalhar?

Assim, é possível filtrar as informações válidas, descartando ou direcionando aquelas que não se encaixam dentro da estratégia. Ou seja, como protagonista, o marketing deve não ser só eficaz na extração e utilização de dados, mas também um exemplo para os outros setores de uma empresa.

Como implementar uma cultura de coleta de dados?

Para que a coleta seja desenvolvida com maior eficiência, é interessante que a empresa trabalhe com uma cultura direcionada a essa atividade. Mas, como implementar uma cultura de dados? Confira.

Engaje os colaboradores

Sem a participação dos funcionários nenhuma estratégia empresarial consegue surtir o efeito esperado. É fundamental que os líderes de equipe condicionem seus liderados a fornecer dados importantes para os projetos da empresa.

Um trabalho diário de incentivo à autonomia dos profissionais, bem como o desenvolvimento de uma comunicação próxima são importantes para alcançar o engajamento necessário.

Crie uma estratégia clara e simples

Para facilitar o dia a dia dos membros das equipes é interessante definir estratégias claras e de simples entendimento. Estabeleça regras e nomes para que a coleta de dados aconteça de forma organizada e natural.

Conte com as ferramentas certas

Toda tecnologia gera dados, mas nem toda consegue coletar ou armazenar essas informações. Por isso, é imperativo contar com ferramentas que façam a extração, o armazenamento e compartilhamento das informações para o marketing.

Enfim, a análise de dados é algo intrínseco ao marketing das empresas. Porém, hoje, com uma geração de informações cada vez maior, o departamento desempenha um papel diferenciado não só para conectar clientes e empresas, mas também impulsionar a performance de outras áreas, como o setor de compras, atendimento e logística.

Para entender mais sobre a transformação digital na logística, confira o nosso artigo sobre a Logística 4.0.

Real Time na Logística: Saiba como aplicar

Você sabe o quanto a sua empresa logística está faturando neste momento? A sua empresa tomou algum prejuízo financeiro recentemente? Para a maioria dos gestores essas perguntas não são tão simples de responder. Mas tudo muda para aqueles que utilizam o Real Time.

A prática de acompanhar os dados da contabilidade em tempo real não é algo muito difundido entre as empresas brasileiras. Ainda que o valor estratégico da ideia seja alto, muitos empreendedores ainda trabalham com processos ultrapassados.

Uma boa gestão envolve planejamento, organização e controle. E o Real Time pode ajudar o seu negócio a conquistar esses diferenciais. Quer saber do que se trata e quais os benefícios da estratégia? Continue lendo e confira os principais pontos sobre o assunto. Boa leitura!

O que é o Real Time?

O Real Time é um conceito utilizado em diferentes setores e com significados próprios em cada situação. Por exemplo, no marketing, a modalidade é aplicada para que uma empresa utilize os acontecimentos diários para se comunicar com o seu público, gerando interação instantânea.

Quando entramos na logística, o Real Time adotado se baseia nos conceitos de contabilidade. Aqui, há um trabalho para o monitoramento e utilização dos dados financeiros em tempo real. Acompanhar o fluxo financeiro a fim de tomar decisões importantes faz parte de um planejamento estratégico.

Qual a importância da utilização do Real time?

O mercado evoluiu. Hoje, a rotatividade de informações é muito maior do que algumas décadas atrás. No passado, a contabilidade de uma empresa, normalmente, utilizava dados atrasados para gerar relatórios que demonstravam a situação financeira do negócio.

Como o acesso tecnológico era limitado para a maioria e a globalização estava em fase inicial, isso era, de certa maneira, aceitável. Porém, hoje, com a crescente demanda do mercado e o aumento da competitividade, uma empresa não pode se dar ao luxo de trabalhar com números obsoletos.

O Real time é importante justamente por diminuir o intervalo entre o acontecimento dos fatos e as ações dos gestores. As análises específicas permitem uma unificação do trabalho de diferentes equipes.

Com a logística sendo um dos setores mais impactados com a transformação digital, uma gestão financeira em tempo real se faz mais que necessária para o sucesso das atividades diárias.

Você, por exemplo, consegue responder se perdeu ou ganhou mais dinheiro esta semana? Ou quanto tempo demora para conferir os números do faturamento da sua logística?

Ao implementar o Real Time na sua empresa você se torna capaz de responder todos esses questionamentos. Isso traz um cenário mais favorável ao negócio, afinal, trabalhar com informações reais facilita bastante à tomada de decisões e a construção de estratégias.

Quais as vantagens da prática?

Além de melhorar o fluxo de informações e trazer maior segurança para a tomada de decisões do gestor, o Real time oferece outros benefícios para a sua empresa. Confira logo abaixo.

Melhora a gestão do negócio de maneira geral

Uma análise de dados de maneira rápida e inteligente permite que o gestor tenha amplo controle sobre o negócio. Tendo em vista que o trabalho da contabilidade impacta toda a empresa, otimizar os processos do setor resulta em melhorias coletivas.

Com o trabalho mais analítico, as ações são desenvolvidas com mais segurança, melhorando a rotina de departamentos importantes dentro de uma cadeia logística, por exemplo:

Aumenta a competitividade da empresa

Sendo mais eficiente nos planejamentos e execuções, a sua marca se torna mais forte no mercado, conseguindo competir em igualdade com outras marcas. Ao atingir um novo patamar, outras ações tendem a ser mais bem sucedidas, por exemplo: atração, retenção e fidelização de clientes.

Transforma a comunicação da empresa

Ao implementar um sistema de gestão para melhorar a performance do Real Time, você consegue otimizar a comunicação operacional da empresa. Com isso, a tão necessária integração de setores acontece de fato e todas as equipes passam a compartilhar as mesmas informações e dados.

Hoje não há mais espaço para processos obsoletos e defasados. Toda empresa que deseja se destacar no setor logístico precisa adotar metodologias como o Real Time, que permite um aumento de produtividade nos mais variados processos. O mercado está em plena mudança, e monitorar constantemente os dados da contabilidade significa preparar o seu negócio para as necessidades atuais.

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Embarcador: Saiba o que analisar ao escolher uma transportadora

Garantir os melhores serviços a custos realistas é o objetivo de todo embarcador. Pois, ao ser bem-sucedido, ele consegue garantir o escoamento da produção e a entrega dos pedidos dos clientes dentro dos prazos definidos.

Mas como utilizar recursos próprios encarece bastante o orçamento, o melhor caminho é contar com transportadoras capacitadas e de alta eficiência produtiva. No entanto, o que um embarcador deve analisar antes de escolher uma transportadora?

Para facilitar o seu trabalho, criamos este artigo com dicas sobre o assunto. Continue lendo e saiba o que deve ser analisado dentro de um planejamento para a escolha de um parceiro de transporte. Boa leitura!

 

Análise de necessidades da empresa

As primeiras informações que você deve levantar, enquanto embarcador, são sobre as necessidades do seu negócio. Uma análise detalhando qual tipo de perfil deve ter a transportadora para atender as demandas da sua empresa. É possível colocar diferentes fatores, por exemplo:

  • expertise da transportadora no setor;
  • capacidade de transporte;
  • prazos de entrega;
  • valores.

Esse levantamento é importante para que você consiga realizar uma triagem. Se o parceiro não corresponde as suas expectativas iniciais, então não há razão para manter uma negociação.

Afinal, o transportador tem papel fundamental no relacionamento com o seu cliente. Se ele não se encaixa no perfil que o seu público-alvo espera, essa imagem acaba refletindo no seu negócio.

 

Experiência e histórico da empresa

Com uma segmentação realizada, o passo seguinte é conhecer melhor a empresa postulante. A operação em que a carga passa do embarcador para o transportador pode ser bastante complexa, por isso é imperativo que a transportadora tenha conhecimento no assunto.

O melhor caminho é pesquisar sobre o histórico da empresa e o que o mercado fala sobre a sua atuação. Há vários pontos que você pode analisar, mas alguns dados não podem ficar de fora, tais como:

  • qualificações e especialidades da empresa;
  • nível de satisfação de clientes anteriores;
  • tempo de atuação.

 

Eficiência no atendimento ao cliente e parceiro

Um ponto essencial que muito embarcador negligencia na hora de avaliar uma transportadora é o nível de atendimento da parceira. Embora a execução do serviço seja importante, um atendimento defeituoso também pode trazer grandes prejuízos.

A transportadora é o agente que faz a entrega para o seu cliente final. Caso haja algum imprevisto durante a operação, pode ser que o usuário entre em contato não com a sua empresa, mas com a transportadora.

Se o atendimento oferecido for aquém do esperado, a sua empresa corre o risco de perder um ou mais clientes. É um ponto que não pode ser ignorado, sendo necessário avaliar:

  • canais de comunicação disponíveis;
  • tempo de atendimento;
  • facilidades de contato.

Claro, também analise o nível de execução dos serviços, bem como cumprimento de prazos e qualidade das ferramentas.

 

Informações sobre a frota e equipe de trabalho

Uma transportadora não pode oferecer um serviço de excelência sem uma equipe preparada e equipamentos de primeira linha, incluindo os veículos de carga.

Como embarcador, você deve solicitar informações pertinentes sobre a frota a fim de constatar a eficiência dos veículos em relação às necessidades do seu negócio. Verifique fatores como:

Não obstante, se informe sobre a capacidade técnica da equipe de trabalho. Pesquise se a empresa adota uma política de aperfeiçoamento profissional constante, mantendo as equipes atualizadas sobre as principais inovações, tendências e obrigatoriedades do setor.

 

Adoção de tecnologia

A aplicação de tecnologia sempre foi uma realidade dentro do setor logístico. Tanto a adoção de ferramentas quanto a automatização de processos são ações fundamentais para que as empresas consigam atender corretamente as necessidades dos clientes.

Por isso, não deixe de analisar se a transportadora adota soluções tecnológicas em seus processos. E essa análise deve considerar todos os estágios da cadeia logística, afinal, como vimos, o trabalho da transportadora pode ter grande impacto no relacionamento com o seu cliente.

Além disso, empresas que abraçam a tecnologia tendem a reduzir seus índices de erros, controlar os custos e otimizar a produtividade. Isso é excelente não só em termos de execução de serviços, mas também na negociação de preços.

 

Transparência nas informações com o embarcador

Para que as partes tenham sucesso, a relação entre embarcador e transportadora deve ser sempre transparente. É preciso que haja uma troca de informações direta e constante sobre todos os detalhes da operação.

Você deve verificar se a transportadora trabalha com compartilhamento de informações, permitindo que o embarcador consiga acompanhar o trajeto da mercadoria. A ação também é interessante para que a sua empresa mantenha o cliente informado, atualizando o status da entrega.

É fato que contratar serviços de outra empresa não é tarefa simples. Só é preciso uma decisão errada para comprometer o planejamento e o faturamento de um ano inteiro. Porém, ao seguir as dicas apresentadas, você forma uma base sólida para fazer a melhor escolha, garantindo eficiência nas entregas e qualidade em todo o serviço.

Organização do estoque logístico

Basicamente, a organização do estoque logístico significa garantir o bom fluxo dos itens necessários para o funcionamento do seu negócio, seja de matéria-prima, produtos não finalizados ou mercadorias finais.

Quando uma empresa consegue ser bem-sucedida nessa etapa ela garante disposição total dos produtos, melhora a performance das equipes e aumenta seus lucros ao final de cada ciclo.

Quer organizar o seu estoque logístico e otimizar a sua operação? Então continue lendo e conheça algumas dicas de como obter bons resultados nesse processo. Boa leitura!

 

Crie um bom planejamento para o estoque logístico

Sem um bom planejamento dificilmente uma estratégia empresarial tem sucesso, com a organização do estoque logístico não é diferente.

Com uma preparação prévia a empresa se torna capaz, por exemplo, de identificar e separar corretamente os três tipos de estoque: matéria-prima, produtos não acabados e produtos acabados.

Ao se planejar, o gestor não só garante o armazenamento correto de cada mercadoria como também diminui as chances de desperdícios, avarias, escassez, obsoletismo, entre outros. Mas, para isso, é preciso entender em detalhes cada tipo de estoque.

Matéria-prima

No estoque de matéria-prima se encontram os itens utilizados para a produção das mercadorias da sua empresa. Geralmente, demanda mais cuidado e precisa ser em locais especiais.

Produtos Não Acabados

Aqui, são armazenados produtos ainda não finalizados, ou seja, que não são matérias-primas, mas ainda não estão prontos para serem comercializados como itens finais. O estoque costuma ser menor, mas a preocupação com os locais de armazenagem continua alta.

Produtos Acabados

Como o nome pressupõe, trata-se dos itens finalizados e prontos para serem negociados para os clientes. Esse estoque costuma ser o de maior quantidade, a fim de evitar rupturas nas vendas, por isso demanda um espaço maior para armazenagem.

Uma ótima dica aqui é organizar os produtos em alturas acessíveis e sempre próximos das áreas de embalagem e distribuição, otimizando o fluxo logístico.

 

Invista na integração de setores

Uma atitude comum de muitos gestores é limitar a questão do estoque aos setores de armazenamento, recebimento e distribuição. Isso é um grande erro e foge totalmente do conceito de aperfeiçoamento produtivo. Organizar o estoque logístico demanda conhecimentos e práticas que envolvem diferentes setores do negócio.

Existem áreas da empresa que são impactadas diretamente com o giro do estoque. Se a armazenagem dos produtos está com problemas, esses setores com certeza sofrerão impactos negativos.

O departamento comercial, o de produção e o financeiro, por exemplo, são três áreas que têm interesses direto no giro do estoque, com cada uma buscando melhorias em algum ponto.

Para evitar que haja prejuízo para algum setor, é interessante que a empresa trabalhe com a integração de áreas. As equipes dos diferentes departamentos devem ter acesso simultâneo aos dados do estoque, evitando conflitos nas decisões.

Assim, garante-se que os três tipos de estoque logístico se mantenham devidamente abastecidos e organizados, prontos para atender as necessidades de todos os setores.

 

 

Adote a tecnologia para controlar o seu estoque

Um planejamento sólido é a base para o desenvolvimento de um bom trabalho. Porém, é fato que manter um controle rigoroso do estoque não é uma tarefa simples. Se a sua empresa contar com um fluxo grande de produtos, o cenário é ainda mais complicado.

Para tornar a situação favorável, é importante adotar ferramentas tecnológicas que facilitem o trabalho e otimizem os resultados na organização de estoque.

Hoje é possível encontrar softwares de gestão que abranjam o gerenciamento de diferentes áreas. Com esse tipo de tecnologia é possível, por exemplo:

  • compartilhar informações, melhorando a integração de setores;
  • controlar os números de entrada e saída de produtos;
  • acompanhar relatórios com dados do estoque.

Tenha uma equipe bem treinada

Independentemente de ótimas ferramentas e estratégias diferenciadas, os bons resultados só acontecerão se a empresa contar com uma equipe bem treinada e preparada para atender as demandas – a organização do estoque logístico não pode ser feita por apenas uma pessoa.

O gestor precisa garantir que as equipes de trabalho estejam atualizadas com o uso das ferramentas tecnológicas e com o conhecimento sobre o fluxo logístico da empresa.

Além disso, deve-se entender o nível de satisfação e engajamento dos colaboradores com os objetivos da empresa. Afinal, nenhum trabalho de qualidade pode ser desenvolvido com funcionários desmotivados.

 

Conte com bons parceiros

Como explicado, a organização e o controle do estoque logístico não é algo que pode ser feito individualmente. Além da participação de diferentes setores, a empresa precisa contar com a colaboração de bons parceiros.

Fornecedores e transportadoras são peças-chave na manutenção do seu estoque. Sem eles, você não consegue, por exemplo:

  • entregar produtos para o cliente final;
  • manter o estoque atualizado;
  • receber a matéria-prima.

O grande segredo aqui é manter uma verdadeira relação de parceria. A ideia de que essas empresas são descartáveis não deve existir. Você deve se certificar sobre o bom histórico das marcas no mercado e trabalhar para que os bons resultados aconteçam para todos.

A empresa que aprimora a organização do seu estoque logístico evita ser pega de surpresa e consegue manter ótimos números em relação ao trabalho desenvolvido. Afinal, é essencial permanecer sempre um passo a frente das necessidades do seu cliente e do mercado. Então, analise as dicas apresentadas e sempre conte com os parceiros certos na sua jornada.

Logística Lean: entenda e conheça as principais vantagens

Aplicada pela primeira vez na década de 70, pela montadora Toyota, a logística Lean é uma estratégia que visa à redução de custos e otimização de processos com base em planejamentos mais diretos.

O fato é que a logística sempre foi um setor custoso para as empresas. Desenvolver e aplicar conceitos que melhorassem o fluxo produtivo e controlassem os gastos financeiros sempre foi o objetivo de muitos gestores e proprietários ao longo da história. A metodologia Lean é uma das respostas para essa busca.

Para entender melhor, continue lendo e confira o nosso guia sobre a logística Lean: conceito, pilares, vantagens e formas de implementação. Boa leitura!

 

O que é a Logística Lean?

Lean pode ser traduzida como magra ou enxuta, e essa tradução é uma ótima maneira para entendermos realmente o que é a logística Lean. A metodologia busca a redução de custos de uma empresa com a eliminação de atividades que não agregam valor real para o negócio, enxugando de fato os processos.

Ou seja, a estratégia funciona a partir de estudos para a identificação de processos ineficientes, que apenas oneram a rotina de trabalho e o caixa financeiro da empresa. Essa análise é aplicada em diferentes etapas da cadeia logística, entre elas:

  • armazenamento;
  • distribuição;
  • transporte;
  • produção.

Em suma: a Logística Lean objetiva operações estáveis e que sigam o mais próximo possível do ritmo de demanda ideal. Com isso, não é necessário produzir, comprar, armazenar ou transportar nada além do necessário, resultando na redução de custos e dinamização das entregas.

 

Quais os pilares da logística Lean?

Para trazer à tona o cenário proposto, de forma organizada e eficiente, a logística Lean se concentra em 3 pilares principais. São eles:

  1. Otimização de processos.
  2. Estoque reduzido.
  3. Sincronização.

1. Otimização de processos

Para praticar uma logística mais enxuta é necessário que tanto os processos internos quanto os externos sejam aprimorados. Esse trabalho requer uma análise detalhada a fim de encontrar gargalos e dificuldades em pontos específicos.

Assim, a empresa consegue eliminar atividades que sejam desnecessárias e maximizar aquelas que trazem real valor, considerando sempre a realidade do negócio.

2. Estoque reduzido

O estoque é um investimento da empresa em produtos e mercadorias. Se ele está parado, significa baixo giro no capital financeiro. Além disso, ao manter um estoque alto, corre-se o risco de prejuízos com itens obsoletos e seguidas avarias.

A otimização de processos deve alcançar o gerenciamento de estoque, permitindo que se trabalhe com quantidades suficientes para atender os clientes sem correr riscos inerentes a um ambiente abarrotado. O resultado é aumento de eficiência e controle de custos.

3. Sincronização

Os dois pilares anteriores são desenvolvidos com maior facilidade e qualidade quando a empresa aplica simultaneidade nos processos. Ou seja, assegura que departamentos, equipes e marcas parceiras (fornecedores e transportadoras) trabalhem em sintonia.

Para isso, é necessário uma integração na Supply Chain (cadeia de suprimentos), com compartilhamento de informações e canais de comunicação eficientes.

 

Como implementar a logística Lean na sua empresa?

Para que a estrutura apresentada no tópico anterior funcione, é importantes seguir alguns passos e realizar mudanças pontuais na empresa. Saiba mais.

Trabalhe a cultura organizacional

A logística Lean é uma estratégia que mexe com toda estrutura da empresa. E mudar alguns conceitos e práticas não é uma tarefa simples.

Por isso, um passo essencial dentro da implementação da metodologia é trabalhar a cultura organizacional. Todos os colaboradores devem ser impactados de vez com a nova filosofia, se envolvendo cada vez mais com o novo projeto.

A mudança cultural também é importante para que os novos profissionais já iniciem a caminhada na empresa dentro da estratégia Lean.

Conte com as parceiras certas

O comprometimento de fornecedores e transportadoras também é algo primordial para a construção de um novo cenário. Afinal, sem a participação deles é quase impossível trabalhar com uma logística enxuta.

Como a empresa trabalhará com níveis mínimos no estoque, a fim de diminuir desperdícios e avarias, será necessário contar com fornecedores capacitados na reposição das mercadorias.

Da mesma forma as transportadoras, que devem trabalhar no mesmo sistema para garantir a coleta e a entrega de produtos dentro dos prazos acordados.

Utilize o método Kanban

O Kanban é um método que ajuda na otimização produtiva de uma maneira simples e inteligente. A prática é conhecida como sistema de gestão visual e também foi utilizada pela montadora Toyota na implantação da logística Lean.

Como é baseado em referências visuais, no método Kanban são criadas mensagens em cartões ou mesmo ferramentas eletrônicas descrevendo as tarefas que precisam ser feitas.

Assim, todas as equipes se mantêm atentas sobre os processos a serem realizados e aqueles que já foram finalizados, garantindo máxima eficiência e sem a utilização de recursos além do necessário.

 

Quais os benefícios da estratégia?

Ao implementar corretamente a logística Lean na rotina de trabalho, a sua empresa aumenta as chances de extrair ótimos benefícios, tais como:

Aumento da produtividade

Com processos sincronizados, equipes internas e empresas parceiras trabalhando em sintonia, o ganho produtivo é algo natural. Na logística Lean, todos entendem e conseguem executar com maestria suas funções.

Otimização no controle de estoque

Como vimos, o controle de estoque é um dos pilares da metodologia Lean. Ao ser bem-sucedida na implementação da estratégia, a sua empresa garante estoque no tamanho certo, atendendo as demandas dos clientes e evitando gastos desnecessários.

Redução de custos

Logicamente, se você elimina ou diminui bastante a taxa de desperdícios, produtos obsoletos e de tarefas irrelevantes, o caixa financeiro se torna mais saudável, e o seu negócio mais propício ao aumento de lucros em médio prazo.

Enfim, a logística lean pode trazer diversos benefícios para a empresa. Não só em termos financeiros, mas também em credibilidade, pois passará a atender com mais qualidade e agilidade os clientes. Todavia, para que ela possa realmente ser desenvolvida, é preciso o envolvimento de todos os colaboradores da empresa, bem como das marcas parceiras.

O que é Just in Time

Surgida no Japão, mais precisamente na fábrica da Toyota Motor Company em 1950, a metodologia Just in Time visa otimizar os processos de uma empresa, resultando em serviços de maior qualidade e efetividade.

Pode ser um clichê, mas é fato que os clientes estão cada vez mais exigentes. A internet o acesso fácil à informação transformaram a maneira que eles avaliam o desempenho de uma marca.

Métodos como o Just in Time são alternativas para que as empresas atendam esses novos níveis de expectativa sem comprometer seus capitais financeiros.

Por isso, para que você entenda e aplique o Just in Time corretamente na sua empresa, preparamos este artigo com os pontos mais importantes sobre o assunto. Continue com a gente e confira!

O que é Just in Time?

De forma livre, Just in Time pode ser traduzido como “Na hora exata” ou “Bem na hora”. E através da tradução é possível entender exatamente o seu conceito: uma estratégia que direciona a organização a trabalhar a partir de demandas exatas e não especulativas, acelerando a capacidade produtiva e diminuindo o estoque.

Na prática, o Just in Time adota o sistema de “produção puxada”, em que o uso de materiais e mão de obra só acontece quando realmente é necessário. Logicamente, esse modelo de trabalho influencia diretamente na diminuição de desperdícios.

A grande diferença do Just in Time para outras metodologias é que, aqui, não são aceitos certos níveis de adversidades, tais como:

  • refugos de materiais;
  • quebra de máquinas;
  • atraso de processos.

Ao trabalhar com a alta precisão, a empresa é capaz de se prevenir dessas situações e, caso aconteçam, há uma noção exata das causas e um trabalho imediato de solução. Esse modelo de gestão resulta em maior eficácia produtiva, redução de custos, maior qualidade no desenvolvimento dos serviços, entre outros.

Quais as vantagens da implementação do Just in Time?

Como vimos, o Just in Time é uma estratégia de aprimoramento. Ao adotá-la, a empresa consegue não só melhorar o setor produtivo, mas também a parte administrativa – e isso traz inúmeros benefícios para o negócio. Entenda em detalhes algumas dessas vantagens.

Maior dinamismo produtivo

Como explicado, ao aplicar o Just in Time, a empresa passa a trabalhar com demandas precisas, evitando desperdícios e aumentando o foco das equipes. Com isso, o ciclo produtivo se torna mais dinâmico.

O intervalo entre um processo e outro é um dos principais motivos para as lentidões nas rotinas de trabalho. No Just in Time, tudo acontece em um espaço muito mais curto de tempo, melhorando a eficiência geral.

Aumento da qualidade das atividades

Para aplicar o Just in Time corretamente, a empresa precisa identificar e resolver suas dificuldades – afinal, ela não pode correr o risco de trabalhar com a “produção puxada” em um cenário negativo.

Essa filosofia impacta diretamente na qualidade das atividades desenvolvidas no dia a dia. O fluxo processual aumenta e a taxa de retrabalhos diminui.

Aumento da confiança na marca

Se você tem processos mais dinâmicos e de maior qualidade, a confiança na marca também cresce no mercado. Naturalmente, os serviços da empresa se tornam mais efetivos, resultando em uma melhor experiência para o cliente e no aumento de credibilidade da empresa.

Como implementar o Just in Time?

O primeiro ponto é entender que o Just in Time é um modelo de gestão e não um conceito específico de departamento. Ou seja, para implementá-lo é preciso envolver todos os setores e equipes da empresa. Sem um envolvimento geral, a estratégia dificilmente será bem-sucedida.

Veja alguns fatores que devem ser trabalhados para a implantação do Just in Time na sua empresa.

Simplificação dos processos

Se os processos da sua empresa costumam ser burocráticos ou lentos além do normal, essa é a primeira mudança a ser feita. É preciso repensar o seu modelo produtivo para que ele responda a todos os pedidos de maneira eficaz.

Formação de equipe diferenciada

Sem uma equipe capacitada não adianta realizar investimentos ou modificar o modus operandi, isso é um fato. Por isso, você deve aprimorar as habilidades dos profissionais da empresa considerando sempre o modelo de gestão Just in Time.

Parcerias com empresas capacitadas

Imagine aplicar uma mudança geral no seu negócio, investir em treinamento especializado e, na hora de realizar as entregas ou distribuições, o negócio não é bem-sucedido por causa das empresas parceiras.

Para evitar esse tipo de cenário, certifique-se que as empresas parceiras, como fornecedores e transportadoras, trabalhem em alta qualidade e eficiência. A mesma expertise aplicada na sua marca deve estar visível nas outras organizações.

Além desses passos, todo o planejamento precisa ser feito com base em demandas concretas. Nada de “achismos” ou intuições. O Just in Time contempla a exatidão do trabalho. Claro, a implementação completa requer tempo e investimentos, tanto em termos técnicos quanto de infraestrutura. Mas com parceiros diferenciados e um direcionamento correto, a sua empresa conseguirá extrair os melhores resultados dessa metodologia.

Como ser uma grande liderança no processo logístico

Uma liderança logística inteligente é algo cada vez mais necessário nas empresas do setor. Com o surgimento de novos conceitos, como a logística 4.0, e o crescimento astronômico da geração de informações, profissionais capacitados passaram a ser o grande diferencial para o sucesso de muitas organizações.

Porém, um bom gestor não é só aquele que cria grandes planejamentos ou apresenta experiência de mercado. Práticas de gestão de pessoas e conhecimentos sobre novas tecnologias se tornaram fatores essenciais atualmente.

Para ajudar você a ser um líder de destaque no mercado logístico do século XXI, preparamos este artigo com as principais características que todo profissional no cargo de liderança deve apresentar. Continue com a gente e saiba mais!

Aperfeiçoamento contínuo

Com certeza você já ouviu a expressão “conhecimento nunca é demais”. Esse é um conceito que todos devem adotar, principalmente uma pessoa que está na posição de liderança logística.

Hoje, com a inovação sendo uma constante no mercado e o surgimento da logística 4.0, a capacitação é fundamental. É claro que, para chegar ao cargo de gestor, o profissional precisa passar por várias etapas, bem como obter diferentes conhecimentos, tanto acadêmicos quanto práticos. Porém, essa nova realidade exige mais.

É necessário uma visão global sobre o setor e uma capacitação específica sobre novas tecnologias, métodos de produção, gestão de pessoas, entre outros.

É a filosofia de melhoria contínua, com o profissional se capacitando para atender as demandas do mercado e da sua empresa em geral. Isso pode ser feito em várias frentes, por exemplo:

  • pós-graduações;
  • cursos online;
  • workshops.

O gestor mais capacitado tende a ser um líder melhor, trazendo não só experiência prática, como também conhecimentos diversos que agregam real valor no trabalho diário da sua equipe.

Inteligência na aplicação de treinamentos

Todo conhecimento deve ser repassado e não guardado. Uma boa liderança deve ter em mente essa filosofia, garantindo que seus liderados também obtenham a capacitação ideal para desenvolver seus serviços com maior qualidade.

Atualmente, muitas empresas têm se preocupado com o investimento de maquinário, espaço físico suficiente, veículos de qualidade e equipamentos de movimentação, mas se esquecem de oferecer o devido preparo para os profissionais que são essenciais na execução dos processos.

Assim como tecnologias de ponta, os colaboradores devem agregar valor à empresa, melhorando o desempenho e trazendo bons resultados. Porém, isso só é possível quando há um investimento correto por parte da gestão. Afinal, não tem como cobrar de quem tem pouco a oferecer.

Por si só, sessões de treinamentos são ótimas ferramentas de aperfeiçoamento. Além disso, elas são importantes na questão motivacional, pois os funcionários se sentem mais valorizados em relação à empresa.

Mas a grande diferença de um líder comum para uma liderança qualificada está na aplicação desse sistema. Gestores em geral acreditam que a simples aplicação de treinamentos em geral é o suficiente para que todos os funcionários se desenvolvam por igual – demonstrando uma ideia equivocada sobre a situação.

Assim como qualquer outro investimento, as sessões de treinamento devem ser planejadas a fim de trazer melhores resultados para o negócio. Por isso, é preciso um trabalho de análise, identificando as fraquezas e habilidades de cada colaborador ou equipe.

Com isso, o gestor consegue aprimorar o desempenho de seus liderados corretamente, reforçando os pontos fortes e agregando conhecimento necessário em cada um. Em geral, profissionais bem treinados melhoram consideravelmente sua performance na execução das tarefas.

Liderança em gestão de pessoas

Ainda que seja uma ideia clichê, muitos profissionais acabam esquecendo ao chegarem no cargo de liderança: o bom gestor é muito mais que um chefe, ele é um líder para todos.

Como mencionado, o conhecimento em tecnologias e processos é essencial para o desenvolvimento da cadeia logística, no entanto, sem uma expertise em gestão de pessoas dificilmente é possível alcançar os resultados desejados.

Em outras palavras, como gestor, você deve entender que liderança é muito mais que uma questão hierárquica. O sucesso aqui está ligado a diversos aspectos, tais como:

  • responsabilidade;
  • profissionalismo;
  • paciência;
  • empatia.

Liderar uma equipe de logística pode ser uma tarefa bastante complexa, por isso as habilidades pessoais são necessárias para manter o grupo sempre motivado e engajado com os objetivos da organização.

Trabalhar com um feedback inteligente e bilateral

Uma comunicação bem executada é o segredo de sucesso das grandes corporações. Mas não se trata apenas de canais e tecnologias implementadas corretamente, mas também de uma comunicação direta entre a gerência e colaboradores.

Quando você é a pessoa que delega tarefas e explica planejamentos, precisa ser capaz de repassar feedbacks claros e pontuais. Essa é uma estratégia importante, que faz toda diferença no clima organizacional e na produtividade das equipes.

Para utilizar o recurso da melhor maneira, é preciso realizar um monitoramento contínuo do trabalho e dos resultados obtidos. Com informações concretas em mãos, você tem os dados necessários para realizar reuniões com os liderados e colocar as ponderações necessárias.

Porém, o grande diferencial de um grande líder é a inteligência em implementar o feedback bilateral. Normalmente, os gestores entendem que a prática do feedback precisa ser unilateral, ou seja, com a comunicação partindo apenas de um lado. Isso é um erro.

Assim como o líder deve abordar seus comandados para passar a sua visão sobre atividades, planejamentos e resultados, ele precisa abrir espaço para que os colaboradores consigam expressar suas opiniões sobre as mesmas situações.

Um ambiente democrático e respeitoso tende a ser muito mais produtivo e saudável do que um local no qual a visão hierárquica impera de maneira intransigente. No final, todos conseguem se desenvolver e alcançar suas metas.

Enfim, muito mais que simplesmente acompanhar a rotina de trabalho do setor, uma liderança logística precisa ser um diferencial no dia a dia de sua equipe. Comandar a cadeia logística ou de Supply Chain exige um preparo contínuo e grande inteligência emocional.

Analise as informações apresentadas e certifique-se de desenvolver todas as características necessárias de um bom líder. Além disso, prime por parcerias de empresas que trabalham dentro desse mesmo conceito de aperfeiçoamento.

5 Ferramentas logísticas para ajudar a otimizar processos

O gerenciamento logístico deve ser feito de maneira cuidadosa e inteligente, a fim de garantir o máximo desempenho das equipes ao menor custo financeiro. Hoje, a grande vantagem é que as empresas podem contar com várias ferramentas logísticas para alcançar esse resultado.

Ao implementar soluções tecnológicas, o gestor não apenas facilita o trabalho dos colaboradores como também diminui as chances de erros contínuos. Em longo prazo, esse cenário impacta nos custos e na qualidade dos serviços da empresa.

Continue com a gente e conheça em detalhes algumas ótimas ferramentas logísticas que podem transformar a rotina do seu negócio. Boa leitura!

1. WMS

WMS é a sigla para Warehouse Management System (Sistema de Administração de Armazém, em português). Como o nome pressupõe, trata-se de um software que otimiza as atividades internas de um armazém. O WMS funciona com base em um banco de dados, alimentado pela própria empresa.

Na prática, a ferramenta utiliza as informações adicionadas a seu registro para manter a organização dos processos, garantindo que todas as movimentações do galpão aconteçam conforme o planejamento.

No entanto, o software apresenta melhores resultados quando aliado a outras ferramentas, como aparelhos com sensores, código de barras, entre outros. Entre as suas principais funções, estão:

  • análise sobre as necessidades do armazém;
  • controle de pedidos recebidos;
  • gestão de inventário.

Por sua vez, a empresa obtém inúmeras vantagens com a implementação, por exemplo:

  • redução do tempo na realização dos processos;
  • maior organização do armazém;
  • menor desperdício de recursos.

2. TMS

O Transportation Management System (Sistema de Administração de Transporte) é uma tecnologia inteligente voltada para o gerenciamento e controle de transporte de uma empresa.

Entre as ferramentas logísticas, o TMS é uma das mais eficazes para o agendamento e rastreamento de entregas. O software consegue, por exemplo, compartilhar informações sobre a distribuição do produto com fornecedores e clientes, melhorando a integração entre as partes envolvidas na operação.

Além disso, o TMS é capaz de:

  • emitir eletronicamente relatórios de controle (romaneio);
  • criar simulação de fretes e rotas ideais;
  • agendar entregas;

Em longo prazo, as vantagens da ferramenta são:

  • melhor controle nas informações de manutenção de frota;
  • diminuição de custos nos processos de transporte;
  • agilidade na distribuição de cargas.

3. ERP

Diferentemente das outras duas ferramentas logísticas citadas, o Enterprise Resource Planning (Planejamento de Recursos Empresariais) é um software muito mais abrangente. O ERP é uma tecnologia capaz de gerenciar e controlar todos os recursos de uma organização.

Basicamente, trata-se de uma ferramenta de otimização geral, com capacidade de acompanhamento das atividades de diferentes setores, desde a parte administrativa até as operações logísticas – resultando em processos muito mais homogêneos. Entre as várias funcionalidades, ele apresenta:

  • controle de produção de fluxo de caixa;
  • identificação de gargalos nos processos;
  • emissão de notas fiscais eletrônicas;
  • acompanhamento de estoque;
  • controle de custos.

Outra grande vantagem do ERP é a facilidade de integração que a solução permite com outras ferramentas logísticas, por exemplo, os módulos de WMS e TMS.

4. SRM

O Supplier Relationship Management (Gestão de Relacionamento com Fornecedores) é uma ferramenta semelhante ao CRM. Porém, enquanto a segunda trabalha para melhorar o relacionamento direto com o cliente, o SRM tem o objetivo de facilitar a relação entre empresa e fornecedores.

Entre as ferramentas logísticas, ela é uma ótima opção para uma estratégia de otimização do controle de estoque e fornecimento de suprimentos da organização.

Na prática, o software funciona como um apoio na integração de informações sobre a cadeia de suprimentos. Ou seja, um canal de armazenamento de dados que se torna um ponto em comum na comunicação entre fornecedores e a gestão administrativa.

Com isso, a empresa consegue aperfeiçoar os processos de fornecimento e aquisição de bens, resultando na melhoria de outras atividades, tais como:

  • armazenamento de mercadorias;
  • realização de inventários;
  • compras.

Mas como dito inicialmente, o SRM é uma das ferramentas logísticas com o intuito de facilitar o relacionamento entre empresa e fornecedores. E isso pode ser feito de diferentes maneiras, continue lendo e entenda.

Categorização das áreas de compras

Com o SRM, o gestor consegue dividir os fornecedores de acordo com a área dos produtos. Ou seja, exercendo o controle de maneira categorizada.

Essa estratégia permite um trabalho mais próximo junto aos fornecedores, além de oferecer uma maior facilidade na obtenção de dados, por exemplo:

  • custos mensais e anuais;
  • eficiência nas operações;
  • qualidade dos materiais.

Definição de critérios para escolha de fornecedores

Um relacionamento tende a dar certo quando se inicia de maneira correta. Para isso, é importante definir bons critérios na escolha dos fornecedores.

O software pode ajudar como um comparativo de informações. Ao utilizar dados dos históricos, o gestor consegue descobrir pontos úteis para a relação com seus fornecedores, tais como:

  • qualidade das mercadorias;
  • cumprimento de contrato;
  • tipo de atendimento.

Gestão da performance dos fornecedores

Assim como é possível definir critérios, o software é uma ótima ferramenta para avaliação desses pontos. Com a função de gerenciar as atividades dos fornecedores, o SRM permite que o gestor acompanhe de maneira próxima a performance dos parceiros.

Isso é interessante, pois facilita a identificação das fraquezas e virtudes de cada fornecedor, aumentando as chances de sucessos dentro de cada planejamento.

5. Software de gestão de estoque

O controle de estoque é, sem dúvida, uma das principais atividades do setor logístico. O sucesso desse trabalho impacta diretamente outros departamentos, como compras, vendas, distribuição etc.

É visando o aperfeiçoamento da atividade que os software de gestão de estoque estão entre as ferramentas logísticas mais requisitadas no mercado atual. E isso não é à toa, as soluções realizam um gerenciamento a partir da integração de informações, impulsionando o trabalho das equipes. Entre os principais benefícios do software, estão:

  • facilidade no rastreamento de produtos ativos no estoque;
  • diminuição da taxa de mercadorias obsoletas;
  • mais eficiência nas operações de estoque;
  • maior produtividade da área de vendas;
  • armazenamento centralizado.

Independentemente das ferramentas logísticas implementadas, o fato é que, hoje, para que a sua empresa se mantenha forte e competitiva no mercado, é necessário o suporte tecnológico em diferentes atividades. Mas não só isso, é importante também contar com parceiras que ofereçam serviços diferenciados e abracem a inovação em suas rotinas. Então, analise as informações apresentadas e garanta sempre a excelência para os seus funcionários e clientes.

Transporte de alimentos: 5 razões para contar com uma empresa especialista

Diferentemente do que acontece com algumas cargas não perecíveis, o transporte de alimentos precisa de cuidados especiais para que toda a operação logística apresente os resultados esperados pelo fabricante e pelo comprador.

No entanto, essas diferenças não se resumem às validades das mercadorias ou a sensibilidade de alguns produtos. Licenças e documentos obrigatórios devem ser apresentados a fim de regularizar a movimentação da carga.

Nesse sentido, contar com uma transportadora especialista passa a ser uma estratégia primordial para toda empresa que visa otimizar esse processo sem onerar seu caixa financeiro.

Para mostrar o quanto esse método pode ser um diferencial competitivo, neste artigo, apresentaremos 5 motivos pelos quais você deve contar com uma transportadora especialista no transporte de alimentos da sua empresa. Continue com a gente e saiba mais!

1. Maior expertise no assunto

Todo tipo de carga tem as suas peculiaridades que devem ser consideradas na hora do processo de movimentação. E com o transporte de alimentos não é diferente. Contar com profissionais que possuam expertise no assunto é uma maneira de garantir que todos esses procedimentos serão seguidos corretamente.

Para a empresa fabricante isso é um fator essencial, pois com o know how apresentado pela transportadora, os produtos passam por toda cadeia logística seguindo o mesmo padrão de qualidade, desde o recebimento, armazenamento até a distribuição ao comprador. Em longo prazo, isso é importante para crescer o respaldo do produtor junto ao mercado.

2. Mais segurança no transporte de alimentos

A segurança da carga é outro ponto fundamental para o fabricante. Afinal, o intuito é que as mercadorias sempre cheguem intactas ao local de destino. E, nesse quesito, a participação de uma transportadora passa a ser interessante por diferentes fatores.

O primeiro ponto a se mencionar é a questão da violência propriamente dita. A taxa de roubo de cargas cresceu consideravelmente em várias cidades do Brasil. A cada ataque desse tipo, a empresa corre o risco de contrair um grande prejuízo financeiro.

A participação de uma especialista em transporte de alimentos pode ajudar a minimizar essa situação. Primeiramente, as transportadoras mais gabaritadas do setor trabalham com o rastreamento de veículos, permitindo que a carga seja acompanhada a distância 24 horas por dia. Assim, caso um imprevisto aconteça, a empresa pode agir rapidamente para evitar maiores danos.

Além disso, uma transportadora experiente conta com profissionais de alto conhecimento em seu quadro efetivo. E isso faz toda a diferença, pois são traçadas rotas mais seguras para a movimentação da carga, resultando também em maior dinamização do processo.

Outro ponto em relação à segurança é o cuidado com a mercadoria de maneira geral. Como dito na introdução do artigo, as cargas de alimentos demandam cuidados apropriados.

Com o planejamento correto, a organização da carga é realizada com o devido preparo, obedecendo ao empilhamento máximo de cada tipo de mercadoria. Assim, o risco de avarias as embalagens é muito menor —  basta um pequeno amasso para que produtos enlatados tornem-se impróprios para consumo, por exemplo.

3. Utilização de veículos adequados

Um operador especialista apresenta uma estrutura adequada para a realização do transporte de alimentos. E dentre as diversas ferramentas e equipamentos que são necessárias, está a frota de veículos.

Contar com veículos apropriados é essencial para que a operação aconteça de maneira rápida, segura e satisfatória. Na prática, cada tipo de mercadoria passa a ser alocada no equipamento que melhor favoreça suas caraterísticas.

Entre os veículos mais utilizados no transporte de alimentos estão:

  • caminhão truck (veículo mais longo de três eixos, que pode transportar até 12 toneladas de produtos);
  • caminhão toco (mais curto que o truck e com apenas dois eixos, consegue carregar até 8 toneladas de carga);
  • carreta (pode transportar até 30 toneladas de carga seca).

Em relação à carreta, ela pode ser baú ou sider: o baú é mais resistente, mas tem apenas saída na parte traseira. Já o sider oferece uma resistência, mas pode apresentar descarga pelas laterais do veículo.

Porém, esses são apenas alguns dos diversos equipamentos existentes para o transporte de carga. Utilizar o modelo de veículo propício é fundamental para evitar problemas com excesso de peso, que podem resultar em grandes prejuízos para todos os envolvidos.

4. Cumprimento de questões burocráticas

Entre as diversas particularidades que envolvem o transporte de alimentos, uma das mais relevantes é a burocracia de documentos. Em outras palavras, para que a movimentação de mercadorias aconteça sem nenhum tipo de problema, a carga deve sempre estar acompanhada das autorizações obrigatórias.

Não obstante, a conservação das etiquetas dos produtos também precisa ser observada. Elas são os informativos de cada produto e devem estar em ótimas condições, seguindo os critérios rigorosos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Se tratando das etiquetas, elas precisam estar:

  • sem manchas;
  • sem rasuras;
  • legíveis.

Qualquer descumprimento dessas normas pode acarretar na apreensão da mercadoria e até mesmo em multa para o fabricante.

Uma transportadora com experiência na área obtém os conhecimentos certos sobre todas essas determinações. Agindo como uma parceira da empresa, o operador logístico verifica se todos os documentos estão corretos e aponta possíveis faltas ou falhas nos trâmites legais.

Além de tudo isso, contar com uma marca especialista é uma forma de garantir que os processos ocorram dentro das normas, pois as transportadoras também precisam de autorização legal para desenvolver esse tipo de serviço.

5. Redução de custos

Como vimos ao longo do texto, o processo de transporte de alimentos oferece grandes riscos para as empresas. É fundamental considerar não só as características dos produtos transportados, mas também seguir as regras vigentes.

Todavia, mesmo com todos esses cuidados, a empresa ainda precisa se preocupar com a questão de segurança da carga, da adequação dos veículos, contratação de pessoal etc. Em outras palavras, o transporte de alimentos é uma operação que pode ser bastante custosa.

Ao contratar uma marca especializada, a sua empresa diminui a maior parte dessas solicitudes, reduzindo os custos e ainda qualificando o serviço.

Questões burocráticas, manutenção da frota e criação de rotas: todos esses e outros fatores passam a ser de responsabilidade da transportadora, amenizando os gastos da sua empresa e permitindo que a sua equipe se concentre em outras tarefas.

Portanto, contar com uma especialista para o transporte de alimentos da sua empresa é a maneira mais inteligente de garantir uma operação com planejamento adequado e uma execução em excelência. Afinal, para que o seu produto chegue em perfeitas condições ao comprador, os processos de recebimento, armazenamento e entrega precisam seguir um padrão de qualidade definido. Então, analise as informações apresentadas e trabalhe sempre com as melhores transportadoras do mercado.