Planejamento Logístico 2020: Dicas para um ano de sucesso

O ano de 2020 pode ser um marco para a sua empresa, com grandes parcerias, novos clientes e melhores serviços. Um novo ciclo é a oportunidade perfeita para você colocar em ação todo aprendizado extraído no ano anterior. Mas, para começar realmente bem, é preciso criar um planejamento logístico seguro.

Afinal, você deve ter em mente que as mesmas oportunidades que o mercado oferecerá para a sua empresa, serão ofertadas para os concorrentes. Quem estiver mais bem preparado tende a sair na frente.

Para ajudar você a se destacar, neste artigo, abordaremos a importância do planejamento logístico para um ano novo, além de dicas com os principais fatores na construção de um ideal para a sua empresa. Continue com a gente e saiba mais. Boa leitura!

Por que criar um planejamento logístico a cada novo ano?

O primeiro ponto é que o mercado é um fenômeno mutável, estando sempre em movimento e expansão. O que funciona em um ano pode não refletir da mesma forma no período seguinte. E quando acontecem mudanças bruscas, o cenário pode inverter em meses ou até dias.

Além disso, a logística em si é um setor complexo, que necessita de constante estudo e análise por parte das empresas. Gerenciar toda a cadeia de suprimentos, garantindo que as etapas funcionem de maneira alinhada não é tarefa fácil.

Por isso a criação de um planejamento logístico se faz extremamente necessário a cada novo ano. É partir desse estudo e da definição de ideias que a sua empresa consegue:

  • alinhar os recursos disponíveis, sejam financeiros, humanos ou tecnológicos;
  • estabelecer objetivos e metas;
  • avaliar os resultados;
  • ajustar variáveis.

Considerando as duas realidades distintas que temos atualmente, falta de investimentos em razão das crises econômicas e aumento do consumo em razão da popularização da internet, um planejamento logístico para 2020 é ainda mais fundamental.

Com ele, a sua empresa conseguirá se preparar para eventuais dificuldades macroambientes, ao mesmo tempo em que se fortalece na logística e transporte de cargas, se mostrando competitiva ao entregar serviços de alta qualidade para os clientes da era digital.

O que não pode faltar no seu planejamento logístico?

Agora, confira as nossas dicas sobre o que não pode faltar na criação de um planejamento logístico seguro e bem-sucedido.

Planejamento financeiro

Não é segredo para ninguém que a logística é um setor altamente custoso. Tendo isso em vista, deixar a gestão financeira de fora do planejamento logístico pode comprometer a estabilidade da sua empresa em algum momento. Alguns pontos importantes do negócio são supervisionados a partir desse estudo, por exemplo:

  • previsão de receita e de custos;
  • controle de vendas;
  • fluxo de caixa.

É com o planejamento financeiro que você consegue também extrair dados reais para medir o ROI da empresa e a Demonstração de Resultados no Exercício (DRE).

Planejamento para aperfeiçoamento das equipes

A participação das equipes de trabalho também é outro fator essencial dentro da logística empresarial. E isso inclui todas as áreas, desde as equipes administrativas até as operacionais.

No seu planejamento logístico é preciso tomar decisões não só sobre a rotina de trabalho de cada grupo, como também sobre as formas ideais para aperfeiçoamento das habilidades de cada profissional.

Não se trata apenas de investir em treinamentos aleatórios, mas sim de analisar o perfil a fim de identificar os pontos que precisam ser melhorados. Fazendo isso, você evita desperdício de capital e garante equipes de trabalho com alta capacidade.

Planejamento de metas e KPIs

O planejamento logístico é o momento em que você decide quais mudanças e intervenções serão realizadas na empresa nos próximos períodos. Mas, embora todas as alterações sejam feitas visando à otimização, nem todas trarão os resultados esperados.

É justamente o uso dos KPIs que permite a análise de quais ideias estão funcionando e quais não estão surtindo efeito. Afinal, os indicadores de performance são ferramentas exclusivas para a medição de planejamentos ou processos de uma empresa.

Ou seja, ao estabelecer as suas metas, você também precisa definir quais KPIs serão utilizados na mensuração das iniciativas. Cada empresa pode utilizar a ferramenta que melhor se adéqua ao seu perfil, porém, na logística, os KPIs mais comuns são:

  • Tempo entre o pedido e a entrega das mercadorias;
  • Tempo de espera para resolução de problemas;
  • Percentual de entregas com avarias;
  • Retorno Sobre o Investimento;
  • Custo operacional total.

Por fim, para se preparar adequadamente a cada novo ano, no seu planejamento logístico deve constar o tipo de estratégia que será utilizada em relação às parcerias empresariais. Em um mercado tão nivelado, contar com bons fornecedores e ótimas transportadoras é essencial para entregar serviços de maior qualidade e conquistar a fidelidade dos clientes. Então, analise as dicas apresentadas e garanta um ciclo de sucesso em 2020.

Logística de nicho: Saiba como aplicar

O mercado está sendo cada vez mais exigido pelos clientes em relação aos serviços oferecidos. E é justamente para superar expectativas e suprir necessidades específicas que estratégias como a logística de nicho são criadas e desenvolvidas pelas empresas.

Com o intuito de oferecer um serviço mais inteligente e efetivo para os clientes, a logística de nicho preza por processos mais cuidadosos durante toda cadeia de suprimento, sendo um trabalho essencialmente especializado.

Para ajudar você a entender melhor essa estratégia e obter novos resultados, a seguir, explicaremos o que é a logística de nicho, quais os benefícios e como desenvolvê-la na sua empresa. Boa leitura!

O que é a logística de nicho?

Como explicado, existem mercados específicos e clientes com exigências particulares que demandam a aplicação de técnicas e processos especializados durante a execução do serviço logístico.

Quando é necessária a implementação desses conceitos, a empresa passa a trabalhar com a logística de nicho. Ou seja, com cuidados direcionados a atender corretamente as características da carga ou do contratante.

Embora pareça incomum, a verdade é que a logística de nicho é aplicada o tempo todo no mercado. Grandes fabricantes precisam rotineiramente desse tipo de serviço para garantir a máxima qualidade dos seus produtos. Entre os principais exemplos de carga que demandam cuidados especiais, estão:

Como desenvolver a logística de nicho?

Agora que você já sabe o que é a logística de nicho, conheça alguns passos primordiais para implementá-la na sua empresa.

Analise as necessidades de cada mercadoria

Como a logística de nicho é um serviço que atende as especificidades da carga transportada, nada melhor que começar analisando as necessidades dos seus produtos. Por isso, o primeiro passo para implementação deve ser justamente definir quais práticas são necessárias em cada situação.

Você deve analisar cada etapa da cadeia logística e estabelecer o que é preciso adquirir ou melhorar para que o processo atenda a todas as características da sua mercadoria.

Realize as mudanças pontuais

O estudo sobre as características e necessidades logísticas dos seus produtos só terá algum efeito se você estiver disposto a realizar as mudanças pontuais. Com as informações pertinentes em mãos, é preciso iniciar a parte prática da estratégia, melhorando a sua produtividade gradativamente.

Caso contrário, você apenas terá investido tempo e dinheiro em uma pesquisa que perderá valor a cada novo ciclo.

Garanta uma equipe preparada

A logística de nicho só se torna real quando a empresa conta com profissionais diferenciados e preparados para executar os processos no dia a dia. Afinal, são eles que estarão à frente das atividades.

Para isso, o melhor caminho é iniciar a estratégia já na seleção de novos colaboradores, destacando aqueles que apresentam perfis mais compatíveis com o seu planejamento.

Além disso, é preciso investir em treinamento e capacitação para o manuseio de tecnologias, equipamentos, entre outros.

Calcule o ROI de implementação

Por mais benéfica que uma estratégia possa ser, é preciso sempre comparar a realidade financeira da sua empresa com os investimentos necessários para colocá-la em ação.

Como explicado, a logística de nicho demanda grandes mudanças, aplicações financeiras e de mão de obra. Em resumo, não se trata de algo simples e pouco custoso.

Mas isso não significa que você não possa aplicá-la na movimentação dos seus produtos. Ainda o ROI de implantação seja alto, é possível contratar uma transportara terceirizada para desenvolver esse tipo de serviço.

Assim, você garante uma logística de nicho de qualidade e não precisa arcar com todas as intervenções necessárias no seu negócio.

Quais os benefícios da logística de nicho?

Será que a logística de nicho vale a pena mesmo? Quais as vantagens reais para as empresas que aplicam a estratégia? Saiba mais.

Maior efetividade no transporte

A logística de nicho não é conhecida à toa como logística inteligente. Aqui, o gestor precisa estudar as caraterísticas da carga antes de iniciar o processo prático, a fim de garantir o sucesso do serviço.

É esse ponto que torna a logística de nicho tão eficaz. Com maior preparo, você consegue executar e melhorar etapas complexas como carregamento, descarregamento e transporte das mercadorias.

Mais agilidade e menos falhas

Se você está mais bem preparado, tende a cometer um número menor de erros. Nesse sentido, a logística de nicho é um ponto importante para que a sua empresa se torne mais ágil nos serviços executados.

Por se tratar de uma estratégia de excelência, ela exige que os profissionais trabalhem em um novo patamar de qualidade, resultando em atividades mais dinâmicas e eficazes.

Destaque no mercado

Seja por ação própria ou pelo trabalho de uma terceirizada, se a sua marca mantém a qualidade alta mesmo trabalhando com produtos que demandam maior cuidado, ela se torna uma referência no mercado em médio prazo.

Com isso, você ganha vantagem competitiva e credibilidade junto aos clientes – que se sentem mais confiantes e motivados a adquirir os seus produtos.

Não há dúvidas como a logística de nicho pode transformar o seu negócio, tanto internamente quanto externamente. Porém, como indicado, é preciso analisar se o melhor caminho é uma implementação própria ou a contratação de uma parceira especializada. O importante é garantir destaque no mercado e serviços que correspondam às expectativas dos seus clientes.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 ferramentas logísticas que ajudam a otimizar os processos da sua empresa?

Armazenagem: Saiba qual escolher para sua empresa

A armazenagem não só é uma das atividades mais complexas, como também é uma das mais importantes da logística. Um trabalho bem-sucedido aqui ajuda a garantir bons retornos financeiros, assim como uma atividade mal desenvolvida pode trazer grandes prejuízos.

Para evitar surpresas e garantir que tudo ocorra como planejado, é essencial trabalhar de acordo com as necessidades e especificidades da sua empresa e dos produtos adquiridos. Ou seja, é você decidir pelo tipo correto de armazenagem.

Não conhece todos os modelos de armazenagem ou está em dúvidas sobre qual é o ideal para a sua empresa? Não se preocupe, neste artigo explicaremos cada um deles e daremos dicas sobre o que avaliar na hora da escolha. Continue com a gente e saiba mais!

Os principais modelos de armazenagem

Para que a armazenagem traga os resultados esperados, não basta escolher um local aleatório e colocar a mercadoria. O espaço para alocação deve oferecer facilidade para a realização de todas as atividades inerentes ao armazenamento, por exemplo:

Mas como cada empresa tem suas próprias necessidades, a armazenagem é classificada em modelos. Escolhendo o tipo correto, você tem à disposição os benefícios exatos que o seu negócio precisa, principalmente na questão financeira.

Enfim, conheça os 3 principais modelos de armazenagem e como cada um funciona.

Armazenagem própria

Na Armazenagem própria a empresa se preocupa com toda a gestão da atividade. Ou seja, ela que escolhe e gerencia o armazém, bem como toda logística que acontece dentro dele. Os colaboradores que trabalham no galpão também são de responsabilidade da empresa.

Entre as principais vantagens desse modelo estão à flexibilidade para mudanças e a padronização dos serviços. Por ser a gestora principal, a empresa pode realizar intervenções pontuais no galpão e implementar o seu padrão na execução das atividades.

Por outro lado, é o tipo mais custoso. Tendo em vista que tudo é gerenciado por um único agente, os gastos ficam concentrados. Além disso, a empresa ainda tem que investir em treinamentos e equipamentos para que os processos se desenvolvam com qualidade.

Armazenagem terceirizada

A Armazenagem terceirizada é praticamente o oposto do primeiro modelo. Aqui, todo o gerenciamento do espaço é realizado por uma parceira, desde a contratação de funcionários até a aquisição de equipamentos.

Atualmente, esse é o tipo mais escolhido. Com o intuito de diminuir os gastos, principalmente, com mão de obra, as empresas repassam a responsabilidade de gestão para negócios especialistas.

Ainda que você não possa imprimir, de fato, o seu padrão de trabalho, na Armazenagem terceirizada o serviço é desenvolvido por uma empresa com experiência no assunto. Ou seja, a alta eficiência ainda será um fator central.

Armazenagem contratada

Se os dois primeiros modelos podem ser vistos como polarizados, a Armazenagem contratada é o meio-termo. Aqui, a empresa ainda entra com a mão de obra para executar as atividades, mas a manutenção do galpão é de responsabilidade de um terceiro — geralmente do dono do espaço.

A Armazenagem contratada não é tão vantajosa em termos de custos, porém, se a sua empresa deseja focar no core-business e evitar preocupações com questões secundárias, como limpeza, manutenção e segurança do espaço, ela passa a ser uma boa opção.

O que avaliar na hora da escolha

Agora que você já conhece os modelos de armazenagem, saiba o que considerar na hora de escolher o melhor para a sua empresa.

Necessidade de espaço

Dependendo do tipo de mercadoria movimentada por sua empresa, nem sempre o espaço disponível é o ideal para o seu negócio. Ainda que você conte com um armazém próprio, ele pode não atender a sua demanda.

Por isso, analise o layout de armazenagem que você precisa para adequar as suas mercadorias — mezanino, rack, flow rack etc. Essa é a melhor forma para não correr risco de avarias e desperdícios durante a execução das atividades.

Gastos financeiros

Como explicado, cada modelo de armazenagem demanda diferentes custos. Se a sua empresa dispõe de um alto valor financeiro, a Armazenagem própria é uma ótima escolha, pois permite maior liberdade e padronização no dia a dia.

No entanto, é interessante analisar a situação em médio e longo prazo. Avalie se no caso de mudanças bruscas do mercado, você conseguirá manter o alto padrão de qualidade dentro desse modelo.

Expertise da mão de obra

O preparo dos colaboradores é primordial para que a atividade logística aconteça da forma correta. Nesse sentido, contar com uma parceira especializada pode ser o melhor caminho para que o trabalho seja implementado com mais eficiência.

No entanto, se você tem plena confiança na capacidade da sua equipe e não quer se preocupar com outros fatores, a Armazenagem contratada tende a ser a escolha natural.

Enfim, você já sabe o quanto o trabalho de armazenamento impacta na cadeia logística. Por essa razão, escolher o modelo ideal de armazenagem pode ser o diferencial de sucesso para o seu negócio, garantindo que você obtenha o retorno esperado em cada investimento feito na aquisição de mercadorias. Então, analise as informações apresentadas e tome a melhor decisão para a sua empresa.

Gostou do artigo? Que tal agora conferir algumas dicas de como organizar o seu estoque logístico?

Dicas de Negociação para o Setor Logístico

A habilidade de conduzir corretamente uma negociação é importante para empresas de qualquer setor. Porém, em áreas como logísticas, em que os custos fixos costumam ser altos, esse é um diferencial ainda mais relevante.

Seja em uma negociação com clientes, com fornecedores ou parceiros, a capacidade de gerenciar o diálogo e fechar um acordo interessante para ambas a parte possibilita a conquista de um cenário mais equilibrado para o negócio, além de trazer novas oportunidades.

Mas como conduzir uma negociação no setor logístico e tornar a sua empresa cada vez mais competitiva? Para responder essa pergunta, preparamos este artigo para você com algumas dicas e técnicas de negociação. Continue com a gente e confira!

Conheça bem o seu setor de atuação

Um dos segredos para uma negociação de sucesso é ter o domínio sobre o assunto discutido. Ou seja, se a pauta tratada diz respeito ao setor logístico, então você deve ter pleno conhecimento sobre a área.

Essa é uma dica ainda mais importante hoje em dia. Com a internet e o acesso fácil à informação, até mesmo um cliente pode “conhecer” alguns pontos a fim de apresentar durante a negociação.

Não vale a pena arriscar. É claro que, como profissional da área, você domina questões técnicas e corriqueiras. Mas é necessário ir além e pesquisar fatores como:

  • preços trabalhados pela concorrência;
  • realidade do mercado atual;
  • dificuldades logísticas.

Sem esse preparo é possível que você se perca em algum momento, permitindo que a outra parte se imponha na tratativa. E o pior que pode acontecer em uma reunião é você não ter argumentos para contrapor as informações apresentadas.

Defina os seus objetivos para a negociação

Além de uma preparação prévia sobre o seu setor, é imperativo que você só inicie uma negociação tendo os objetivos estabelecidos. Afinal, definir as suas metas no decorrer da conversa não parece a melhor ideia para qualquer estratégia.

É preciso trabalhar em um plano para ser posto em prática, se preparando melhor para encarar diferentes cenários durante a negociação e ainda sim alcançar os objetivos em cada um deles.

Essa preparação prévia também ajuda no controle do diálogo. Se você tem as metas definidas, dificilmente se equivocará nas escolhas.

Mantenha um diálogo bilateral

Em uma negociação é importante que o diálogo flua da melhor maneira possível. O setor logístico é complexo, por isso um fechamento de acordo pode ser difícil. Sendo assim, quanto mais às duas partes conversarem, melhor para todos.

Além disso, um diálogo bilateral demonstra profissionalismo e respeito por parte da sua empresa. Embora seja importante que você mantenha o controle do diálogo, a outra parte precisa ter a certeza de que suas colocações estão sendo ouvidas.

Um clima mais saudável propicia um fechamento de acordo interessante para todos os envolvidos. Em uma negociação com fornecedor, por exemplo, há maior possibilidade de a sua empresa conseguir preços reduzidos e melhores prazos.

Priorize a realização da negociação

Quanto mais você seguir à risca o planejamento, maiores serão as chances de sucesso. Priorizar a negociação é fundamental. Nunca deixe o encontro para a última hora, pois além de uma demonstração de deselegância, isso certamente atrapalhará a concretização dos objetivos.

O primeiro passo é agendar previamente a data e o horário da reunião. Além disso, certifique-se que a outra parte tenha confirmado o agendamento, evitando desencontros em cima da hora.

Com isso feito, é o momento de se preparar obtendo as informações e dados pertinentes a ser debatidos. Não deixe para fazer isso muito próximo a negociação, pois você corre o risco de não ter tempo hábil para estudar tudo o que for necessário.

Por fim, em qualquer situação a sua pontualidade é essencial. Porém, se a negociação for com um cliente, para acertar os detalhes de uma contratação ou mesmo uma resolução de problema, garanta que nada impeça a realização do encontro no horário agendado.

A verdade é que perder a credibilidade com o consumidor em uma época de redes sociais é como caminhar a passos largos para o insucesso. Não corra esse risco.

Mantenha um alinhamento na negociação

Como dito, a área logística não é simples de se gerenciar. Com grande importância dentro das empresas, o setor tem participação efetiva na lucratividade de um negócio.

Nesse sentido, é sempre interessante prezar por negociações por parceiros que estejam alinhados com a visão da sua empresa. Ainda que seja um cliente, você pode educá-lo por meio de informações e conhecimentos válidos.

No que tange os parceiros, como transportadoras e fornecedores, é importante conhecê-los antes de iniciar uma conversa mais aprofundada. Além de poupar o tempo de ambas as partes, esse trabalho ajudará no fechamento de acordos mais eficazes.

Enfim, essas foram as nossas dicas para obter uma negociação de sucesso no setor logístico. É claro que antes de dar qualquer pontapé inicial, você deve conhecer a realidade da sua empresa e a situação do mercado, garantindo que os acordos respeitem a cultura da sua empresa e tragam em um crescimento real.

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Almoxarifado: 5 dicas de organização

Um almoxarifado parado, com mercadorias vencidas ou avariadas, é tudo que o seu negócio não precisa. É por isso que cada vez mais o conceito de inovação no setor de compras e logística em geral deve ser abraçado e praticado no dia a dia.

A verdade é que os produtos encontrados no almoxarifado representam uma parte do investimento da sua empresa. Quando você não consegue administrá-lo corretamente, basicamente está jogando dinheiro fora. É uma questão lógica, mas muitos gestores ainda não conseguem fazê-lo sem contratempos.

Por isso, se você está com dificuldades em trabalhar o estoque da sua empresa de maneira otimizada, continue com a gente e confira 5 dicas de organização para o almoxarifado.

Boa leitura!

1. Defina um esquema para organização das mercadorias

Um almoxarifado pode ser bastante diversificado em termos de produtos. Então, para garantir o máximo aproveitamento, é fundamental definir um esquema prévio de organização. Ou seja, a forma como os colaboradores irão armazenar e movimentar as mercadorias.

Por exemplo, os produtos perecíveis de data curta. Nesse caso, o PEPS (Primeiro que entra, Primeiro que sai) é um bom esquema de organização a ser aplicado. Com isso, você garante que nenhum item seja perdido em razão da validade.

Outro método interessante é a armazenagem por categoria similar. É uma prática que facilita tanto a identificação visual dos produtos quanto a padronização dos mesmos.

2. Realize novas compras considerando o histórico de movimentação de mercadorias

A inovação no setor de compras não deve ser apenas em termos tecnológicos, mas também na forma de gestão e execução dos processos. Sem um trabalho inteligente da área, a organização do almoxarifado se torna bem mais difícil.

Para evitar contratempos e desperdícios, os compradores devem sempre considerar o histórico de cada produto, pois o grande erro de muitos gestores é permitir que novas aquisições sejam realizadas baseadas apenas nos números do último volume.

Isso é um equívoco, pois fatores externos podem contribuir para que um produto tenha um fluxo maior de forma momentânea, por exemplo:

  • flutuação de mercado;
  • sazonalidade;
  • promoções.

Esses e outros eventos podem trazer uma realidade ilusória, incentivando o setor de compras a adquirir um volume desnecessário. A consequência passa a ser um almoxarifado abarrotado e com grandes riscos de perda de produtos.

3. Trabalhe com inventário no seu almoxarifado

Na parte de compras e logística, o inventário é um recurso utilizado para manter o controle correto sobre os produtos no estoque da empresa. Com ele, é possível organizar e trazer números reais em relação aos itens armazenados.

Sem o inventário, a inovação no setor de compras e recebimento pode não acontecer de maneira correta, pois podem surgir números irreais, como estoques flutuantes, que atrapalham as tomadas de decisões.

Também é essencial contar com profissionais treinados e capacitados para desenvolver as ações de inventário. Caso a sua empresa encontre dificuldades, é possível contratar especialistas para a realização do processo – uma contagem errada pode prejudicar bastante o desempenho do seu negócio.

4. Conte com bons fornecedores e transportadores

Na logística, nenhuma empresa consegue desenvolver um trabalho diferenciado de maneira solitária. Fornecedores e transportadoras devem fazer parte do dia a dia e serem considerados durante a criação de planejamentos e estratégias.

Mas para garantir a máxima qualidade, é importante escolher parceiros que também abracem o conceito de inovação no setor de compras e na logística como um todo. Relacionamentos com empresas que investem em gestões mais atualizadas tendem a ser mais fáceis e produtivos.

O controle de almoxarifado só tem a ganhar, com produtos sempre no nível desejado e entregas realizadas dentro do prazo esperado.

5. Adote a inovação no setor de compras e armazenamento

Falando em inovação, é preciso garantir que, de fato, a sua empresa coloque o conceito em prática rotineiramente. Contar com ferramentas inteligentes e trabalhar um modelo organizacional dentro da realidade atual do mercado são fatores fundamentais para o sucesso da sua marca.

Em termos tecnológicos, os softwares de gestão são as melhores opções para uma integração completa entre o setor de compras, de armazenamento e o de distribuição. Com informações centralizadas, há maior dinamização na definição e execução dos processos, facilitando o trabalho das equipes de todos os setores.

Mas isso não é o bastante. A gestão deve entender que a adaptação à transformação digital não se resume a implementações de ferramentas aleatórias, mas também no trabalho diário de capacitação de pessoal, estudo de mercado, análise interna, entre outros.

Um controle completo e otimizado do almoxarifado é um dos benefícios diretos da inovação no setor de compras e outros departamentos da sua empresa. A partir dessas dicas, você será capaz de resolver problemas como falta ou abarrotamento de estoque, perdas por validade e avarias, e falhas no recebimento e entrega de produtos.

Gostou das dicas apresentadas? Deixe a sua opinião nos comentários para acrescentar mais informações sobre o assunto ou tirar alguma dúvida.

Precificação e Tecnologia: a relação e os impactos no seu negócio

Por muito tempo, o preço de produtos e serviços era definido por gestores e empresários apenas considerando os custos de produção e a margem de lucro. Porém, hoje, há um entendimento de que o controle de precificação deve ir além dos fatores básicos.

Não há mais como ignorar o cenário de alta tecnologia que vivemos atualmente. Com ferramentas, aplicativos e softwares ditando e/ou ajudando a ditar o nosso cotidiano, alguns conceitos do mundo corporativo já se mostram ultrapassados.

A precificação e a tecnologia andam lado a lado atualmente. E como um dos setores mais impactados pela revolução 4.0, a logística deve abraçar o quanto antes as novas ideias. Para melhor entendimento, preparamos este artigo discorrendo mais sobre esse assunto.

Boa leitura!

A precificação na Era 4.0

No passado, independentemente do setor, a precificação de uma empresa era definida considerando fatores tradicionais como custo de aquisição de matérias-primas, produção e margem de lucro. Qualquer estudo além desses pontos era raso e raro.

Mas a transformação digital trouxe uma nova visão sobre o assunto. Hoje, ignorar o fato de que os clientes têm acesso a informações privilegiadas e estão mais conscientes sobre os produtos e serviços que consomem é uma cartilha para o insucesso.

Atualmente qualquer cliente consegue comparar facilmente os preços e entender quais marcas estão trabalhando dentro de uma realidade aceitável. Não há mais razão para seguir apenas o argumento de “oferta e procura”. O poder de decisão do cliente é muito maior.

As empresas logísticas precisam entender e se adaptar a essa nova realidade. Se antes a precificação não era um ponto de preocupação dentro do setor, a revolução 4.0 chegou para mudar isso.

O preço de uma operação logística precisa ser um fator competitivo, fazendo parte de uma grande estratégia que objetiva criar uma experiência personalizada e otimizada para os clientes.

O preço dinâmico

O preço dinâmico não é um conceito novo, mas é um modelo completamente aplicável à realidade atual do mercado logístico.

Desenvolvida nos anos 80 pela American Airlines, a metodologia vai além dos fatores padrões para definir a precificação de serviços. Com o preço dinâmico, a empresa analisa pontos externos que influenciam diretamente na lucratividade do negócio, por exemplo:

  • mudanças de comportamento do cliente;
  • preferências do consumidor;
  • experiência diferenciada.

Com a tecnologia sendo um suporte contínuo ao cliente, esse conceito é uma ótima alternativa para que uma empresa se mantenha altamente competitiva, mas ainda respeitando fatores como lucratividade, gastos internos, materiais, entre outros.

Como aplicar uma precificação moderna e competitiva na sua empresa?

Se a tecnologia transformou a forma como os clientes analisam os preços de serviços das empresas do mercado, ela também pode ser a solução para que os gestores trabalhem uma precificação mais moderna em seus negócios. Mas ela não é o único fator. Confira algumas dicas.

Análise massiva de dados

A tecnologia já oferece diversas ferramentas para a captura e análise de dados. Com isso, as empresas conseguem estudar as preferências, tendências do mercado, concorrência e outros fatores que impactam em uma precificação moderna.

Com a análise massiva de dados é possível, dentro da sua realidade, impulsionar a rentabilidade e a competitividade do negócio, tornando cada serviço logístico único e altamente diferenciado para os clientes.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial é outra arma utilizada para melhorar vários processos de um negócio, inclusive a precificação.

A IA de uma Machine Learning é um ótimo exemplo. Com ela, uma empresa consegue analisar, por exemplo, quais os seus serviços logísticos mais requisitados dentro de um determinado período e quais precisam de mudanças e melhorias pontuais.

Isso permite que a alteração de preços seja realizada com maior efetividade, considerando as variáveis padrões e os fatores mais abrangentes.

Parceiros inovadores

Diferentemente de outros setores, a logística já trabalha com pontos que vão além do convencional. Aqui, é preciso considerar questões como frete, tipos de veículos, condições de estradas etc.

Por isso, não basta apenas desenvolver uma gestão inovadora dentro da empresa, é preciso contar com parceiros que abracem e apliquem os conceitos da transformação digital em seus empreendimentos.

Fornecedores e transportadoras devem estar na mesma sintonia que a empresa contratante, do contrário, a definição de preços mais modernos pode não trazer os bons resultados esperados.

Não há dúvidas que a tecnologia conseguiu mudar muitos conceitos e práticas enraizadas na cultura corporativa. Por isso, o novo modelo de precificação precisa ser considerado e seguido por toda empresa deseja se manter forte e expandir os negócios em um futuro próximo. Mas, não se esqueça: contar com uma transportadora que já desenvolve uma gestão inovadora é imperativo para garantir um trabalho diferenciado e que esteja à altura das expectativas do seu cliente.

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Marketing e Dados: Entenda como eles podem transformar o seu negócio

Com certeza você já ouviu a frase: “A informação tem poder!” É um conceito antigo que aponta para a importância da extração e do estudo de informações. Porém, hoje, com a transformação digital, a relevância dos dados foi elevada ao máximo. E o marketing das empresas precisa estar consciente disso.

A cada dia é gerado um volume incontável de dados na internet, muitos deles de usuários a procura de serviços e produtos específicos. Essa nova realidade trouxe para o marketing empresarial uma responsabilidade ainda maior em conectar as necessidades dos clientes com os objetivos das instituições.

Quer entender melhor a relação entre marketing e dados? Continue lendo o nosso artigo e conheça os pontos mais importantes sobre o assunto.

Boa leitura!

 

Qual a importância da coleta de dados para as empresas?

Como explicado, a extração de informações sempre foi uma prática do mercado. Porém, a internet e a transformação digital elevaram muito o nível de importância desse tipo de atividade.

O acesso massivo à internet transformou o perfil do cliente do século XXI. Hoje, muitos usuários buscam mais por atendimentos, produtos e serviços personalizados do que propriamente preços abaixo da média.

É exatamente a descoberta dessas novas necessidades que torna a coleta de dados uma tarefa tão importante. A partir de um trabalho analítico, as empresas conseguem identificar as carências no mercado e desenvolver produtos e serviços que estejam dentro das expectativas.

Porém, ao mesmo tempo em que há uma abundância de dados, também há um crescimento de marcas. Ou seja, cada minuto que o seu empreendimento deixa de captar e analisar informações, ele abre possibilidades para a concorrência sair na frente na preferência dos clientes.

Qual é o papel do marketing?

Como um setor que lida diretamente com a reação do público, o marketing das empresas tem um papel de protagonista na era digital. Além de identificar as necessidades do público, ele precisa trabalhar em soluções reais para esses fatores.

A análise de dados torna esse processo mais plausível e dentro de uma taxa menor de erros. Todavia, mesmo em empresas que já adotam a transformação digital em suas gestões, é necessária uma organização no trabalho de coleta por parte do departamento de marketing.

A própria quantidade de dados gerados, por vezes, pode ser uma armadilha. Sem definições claras sobre as metas e objetivos, corre-se o risco de atrasos e criação de estratégias pouca efetivas.

Muito mais do que extrair informações, deve-se definir a forma correta da utilização. Em outras palavras, antes de iniciar a coleta e análise dos dados, o marketing precisa ter respostas para perguntas como:

  • Qual é o meu público alvo?
  • O objetivo é atração ou retenção?
  • Qual etapa do funil vamos trabalhar?

Assim, é possível filtrar as informações válidas, descartando ou direcionando aquelas que não se encaixam dentro da estratégia. Ou seja, como protagonista, o marketing deve não ser só eficaz na extração e utilização de dados, mas também um exemplo para os outros setores de uma empresa.

Como implementar uma cultura de coleta de dados?

Para que a coleta seja desenvolvida com maior eficiência, é interessante que a empresa trabalhe com uma cultura direcionada a essa atividade. Mas, como implementar uma cultura de dados? Confira.

Engaje os colaboradores

Sem a participação dos funcionários nenhuma estratégia empresarial consegue surtir o efeito esperado. É fundamental que os líderes de equipe condicionem seus liderados a fornecer dados importantes para os projetos da empresa.

Um trabalho diário de incentivo à autonomia dos profissionais, bem como o desenvolvimento de uma comunicação próxima são importantes para alcançar o engajamento necessário.

Crie uma estratégia clara e simples

Para facilitar o dia a dia dos membros das equipes é interessante definir estratégias claras e de simples entendimento. Estabeleça regras e nomes para que a coleta de dados aconteça de forma organizada e natural.

Conte com as ferramentas certas

Toda tecnologia gera dados, mas nem toda consegue coletar ou armazenar essas informações. Por isso, é imperativo contar com ferramentas que façam a extração, o armazenamento e compartilhamento das informações para o marketing.

Enfim, a análise de dados é algo intrínseco ao marketing das empresas. Porém, hoje, com uma geração de informações cada vez maior, o departamento desempenha um papel diferenciado não só para conectar clientes e empresas, mas também impulsionar a performance de outras áreas, como o setor de compras, atendimento e logística.

Para entender mais sobre a transformação digital na logística, confira o nosso artigo sobre a Logística 4.0.

Real Time na Logística: Saiba como aplicar

Você sabe o quanto a sua empresa logística está faturando neste momento? A sua empresa tomou algum prejuízo financeiro recentemente? Para a maioria dos gestores essas perguntas não são tão simples de responder. Mas tudo muda para aqueles que utilizam o Real Time.

A prática de acompanhar os dados da contabilidade em tempo real não é algo muito difundido entre as empresas brasileiras. Ainda que o valor estratégico da ideia seja alto, muitos empreendedores ainda trabalham com processos ultrapassados.

Uma boa gestão envolve planejamento, organização e controle. E o Real Time pode ajudar o seu negócio a conquistar esses diferenciais. Quer saber do que se trata e quais os benefícios da estratégia? Continue lendo e confira os principais pontos sobre o assunto. Boa leitura!

O que é o Real Time?

O Real Time é um conceito utilizado em diferentes setores e com significados próprios em cada situação. Por exemplo, no marketing, a modalidade é aplicada para que uma empresa utilize os acontecimentos diários para se comunicar com o seu público, gerando interação instantânea.

Quando entramos na logística, o Real Time adotado se baseia nos conceitos de contabilidade. Aqui, há um trabalho para o monitoramento e utilização dos dados financeiros em tempo real. Acompanhar o fluxo financeiro a fim de tomar decisões importantes faz parte de um planejamento estratégico.

Qual a importância da utilização do Real time?

O mercado evoluiu. Hoje, a rotatividade de informações é muito maior do que algumas décadas atrás. No passado, a contabilidade de uma empresa, normalmente, utilizava dados atrasados para gerar relatórios que demonstravam a situação financeira do negócio.

Como o acesso tecnológico era limitado para a maioria e a globalização estava em fase inicial, isso era, de certa maneira, aceitável. Porém, hoje, com a crescente demanda do mercado e o aumento da competitividade, uma empresa não pode se dar ao luxo de trabalhar com números obsoletos.

O Real time é importante justamente por diminuir o intervalo entre o acontecimento dos fatos e as ações dos gestores. As análises específicas permitem uma unificação do trabalho de diferentes equipes.

Com a logística sendo um dos setores mais impactados com a transformação digital, uma gestão financeira em tempo real se faz mais que necessária para o sucesso das atividades diárias.

Você, por exemplo, consegue responder se perdeu ou ganhou mais dinheiro esta semana? Ou quanto tempo demora para conferir os números do faturamento da sua logística?

Ao implementar o Real Time na sua empresa você se torna capaz de responder todos esses questionamentos. Isso traz um cenário mais favorável ao negócio, afinal, trabalhar com informações reais facilita bastante à tomada de decisões e a construção de estratégias.

Quais as vantagens da prática?

Além de melhorar o fluxo de informações e trazer maior segurança para a tomada de decisões do gestor, o Real time oferece outros benefícios para a sua empresa. Confira logo abaixo.

Melhora a gestão do negócio de maneira geral

Uma análise de dados de maneira rápida e inteligente permite que o gestor tenha amplo controle sobre o negócio. Tendo em vista que o trabalho da contabilidade impacta toda a empresa, otimizar os processos do setor resulta em melhorias coletivas.

Com o trabalho mais analítico, as ações são desenvolvidas com mais segurança, melhorando a rotina de departamentos importantes dentro de uma cadeia logística, por exemplo:

Aumenta a competitividade da empresa

Sendo mais eficiente nos planejamentos e execuções, a sua marca se torna mais forte no mercado, conseguindo competir em igualdade com outras marcas. Ao atingir um novo patamar, outras ações tendem a ser mais bem sucedidas, por exemplo: atração, retenção e fidelização de clientes.

Transforma a comunicação da empresa

Ao implementar um sistema de gestão para melhorar a performance do Real Time, você consegue otimizar a comunicação operacional da empresa. Com isso, a tão necessária integração de setores acontece de fato e todas as equipes passam a compartilhar as mesmas informações e dados.

Hoje não há mais espaço para processos obsoletos e defasados. Toda empresa que deseja se destacar no setor logístico precisa adotar metodologias como o Real Time, que permite um aumento de produtividade nos mais variados processos. O mercado está em plena mudança, e monitorar constantemente os dados da contabilidade significa preparar o seu negócio para as necessidades atuais.

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Embarcador: Saiba o que analisar ao escolher uma transportadora

Garantir os melhores serviços a custos realistas é o objetivo de todo embarcador. Pois, ao ser bem-sucedido, ele consegue garantir o escoamento da produção e a entrega dos pedidos dos clientes dentro dos prazos definidos.

Mas como utilizar recursos próprios encarece bastante o orçamento, o melhor caminho é contar com transportadoras capacitadas e de alta eficiência produtiva. No entanto, o que um embarcador deve analisar antes de escolher uma transportadora?

Para facilitar o seu trabalho, criamos este artigo com dicas sobre o assunto. Continue lendo e saiba o que deve ser analisado dentro de um planejamento para a escolha de um parceiro de transporte. Boa leitura!

 

Análise de necessidades da empresa

As primeiras informações que você deve levantar, enquanto embarcador, são sobre as necessidades do seu negócio. Uma análise detalhando qual tipo de perfil deve ter a transportadora para atender as demandas da sua empresa. É possível colocar diferentes fatores, por exemplo:

  • expertise da transportadora no setor;
  • capacidade de transporte;
  • prazos de entrega;
  • valores.

Esse levantamento é importante para que você consiga realizar uma triagem. Se o parceiro não corresponde as suas expectativas iniciais, então não há razão para manter uma negociação.

Afinal, o transportador tem papel fundamental no relacionamento com o seu cliente. Se ele não se encaixa no perfil que o seu público-alvo espera, essa imagem acaba refletindo no seu negócio.

 

Experiência e histórico da empresa

Com uma segmentação realizada, o passo seguinte é conhecer melhor a empresa postulante. A operação em que a carga passa do embarcador para o transportador pode ser bastante complexa, por isso é imperativo que a transportadora tenha conhecimento no assunto.

O melhor caminho é pesquisar sobre o histórico da empresa e o que o mercado fala sobre a sua atuação. Há vários pontos que você pode analisar, mas alguns dados não podem ficar de fora, tais como:

  • qualificações e especialidades da empresa;
  • nível de satisfação de clientes anteriores;
  • tempo de atuação.

 

Eficiência no atendimento ao cliente e parceiro

Um ponto essencial que muito embarcador negligencia na hora de avaliar uma transportadora é o nível de atendimento da parceira. Embora a execução do serviço seja importante, um atendimento defeituoso também pode trazer grandes prejuízos.

A transportadora é o agente que faz a entrega para o seu cliente final. Caso haja algum imprevisto durante a operação, pode ser que o usuário entre em contato não com a sua empresa, mas com a transportadora.

Se o atendimento oferecido for aquém do esperado, a sua empresa corre o risco de perder um ou mais clientes. É um ponto que não pode ser ignorado, sendo necessário avaliar:

  • canais de comunicação disponíveis;
  • tempo de atendimento;
  • facilidades de contato.

Claro, também analise o nível de execução dos serviços, bem como cumprimento de prazos e qualidade das ferramentas.

 

Informações sobre a frota e equipe de trabalho

Uma transportadora não pode oferecer um serviço de excelência sem uma equipe preparada e equipamentos de primeira linha, incluindo os veículos de carga.

Como embarcador, você deve solicitar informações pertinentes sobre a frota a fim de constatar a eficiência dos veículos em relação às necessidades do seu negócio. Verifique fatores como:

Não obstante, se informe sobre a capacidade técnica da equipe de trabalho. Pesquise se a empresa adota uma política de aperfeiçoamento profissional constante, mantendo as equipes atualizadas sobre as principais inovações, tendências e obrigatoriedades do setor.

 

Adoção de tecnologia

A aplicação de tecnologia sempre foi uma realidade dentro do setor logístico. Tanto a adoção de ferramentas quanto a automatização de processos são ações fundamentais para que as empresas consigam atender corretamente as necessidades dos clientes.

Por isso, não deixe de analisar se a transportadora adota soluções tecnológicas em seus processos. E essa análise deve considerar todos os estágios da cadeia logística, afinal, como vimos, o trabalho da transportadora pode ter grande impacto no relacionamento com o seu cliente.

Além disso, empresas que abraçam a tecnologia tendem a reduzir seus índices de erros, controlar os custos e otimizar a produtividade. Isso é excelente não só em termos de execução de serviços, mas também na negociação de preços.

 

Transparência nas informações com o embarcador

Para que as partes tenham sucesso, a relação entre embarcador e transportadora deve ser sempre transparente. É preciso que haja uma troca de informações direta e constante sobre todos os detalhes da operação.

Você deve verificar se a transportadora trabalha com compartilhamento de informações, permitindo que o embarcador consiga acompanhar o trajeto da mercadoria. A ação também é interessante para que a sua empresa mantenha o cliente informado, atualizando o status da entrega.

É fato que contratar serviços de outra empresa não é tarefa simples. Só é preciso uma decisão errada para comprometer o planejamento e o faturamento de um ano inteiro. Porém, ao seguir as dicas apresentadas, você forma uma base sólida para fazer a melhor escolha, garantindo eficiência nas entregas e qualidade em todo o serviço.

Organização do estoque logístico

Basicamente, a organização do estoque logístico significa garantir o bom fluxo dos itens necessários para o funcionamento do seu negócio, seja de matéria-prima, produtos não finalizados ou mercadorias finais.

Quando uma empresa consegue ser bem-sucedida nessa etapa ela garante disposição total dos produtos, melhora a performance das equipes e aumenta seus lucros ao final de cada ciclo.

Quer organizar o seu estoque logístico e otimizar a sua operação? Então continue lendo e conheça algumas dicas de como obter bons resultados nesse processo. Boa leitura!

 

Crie um bom planejamento para o estoque logístico

Sem um bom planejamento dificilmente uma estratégia empresarial tem sucesso, com a organização do estoque logístico não é diferente.

Com uma preparação prévia a empresa se torna capaz, por exemplo, de identificar e separar corretamente os três tipos de estoque: matéria-prima, produtos não acabados e produtos acabados.

Ao se planejar, o gestor não só garante o armazenamento correto de cada mercadoria como também diminui as chances de desperdícios, avarias, escassez, obsoletismo, entre outros. Mas, para isso, é preciso entender em detalhes cada tipo de estoque.

Matéria-prima

No estoque de matéria-prima se encontram os itens utilizados para a produção das mercadorias da sua empresa. Geralmente, demanda mais cuidado e precisa ser em locais especiais.

Produtos Não Acabados

Aqui, são armazenados produtos ainda não finalizados, ou seja, que não são matérias-primas, mas ainda não estão prontos para serem comercializados como itens finais. O estoque costuma ser menor, mas a preocupação com os locais de armazenagem continua alta.

Produtos Acabados

Como o nome pressupõe, trata-se dos itens finalizados e prontos para serem negociados para os clientes. Esse estoque costuma ser o de maior quantidade, a fim de evitar rupturas nas vendas, por isso demanda um espaço maior para armazenagem.

Uma ótima dica aqui é organizar os produtos em alturas acessíveis e sempre próximos das áreas de embalagem e distribuição, otimizando o fluxo logístico.

 

Invista na integração de setores

Uma atitude comum de muitos gestores é limitar a questão do estoque aos setores de armazenamento, recebimento e distribuição. Isso é um grande erro e foge totalmente do conceito de aperfeiçoamento produtivo. Organizar o estoque logístico demanda conhecimentos e práticas que envolvem diferentes setores do negócio.

Existem áreas da empresa que são impactadas diretamente com o giro do estoque. Se a armazenagem dos produtos está com problemas, esses setores com certeza sofrerão impactos negativos.

O departamento comercial, o de produção e o financeiro, por exemplo, são três áreas que têm interesses direto no giro do estoque, com cada uma buscando melhorias em algum ponto.

Para evitar que haja prejuízo para algum setor, é interessante que a empresa trabalhe com a integração de áreas. As equipes dos diferentes departamentos devem ter acesso simultâneo aos dados do estoque, evitando conflitos nas decisões.

Assim, garante-se que os três tipos de estoque logístico se mantenham devidamente abastecidos e organizados, prontos para atender as necessidades de todos os setores.

 

 

Adote a tecnologia para controlar o seu estoque

Um planejamento sólido é a base para o desenvolvimento de um bom trabalho. Porém, é fato que manter um controle rigoroso do estoque não é uma tarefa simples. Se a sua empresa contar com um fluxo grande de produtos, o cenário é ainda mais complicado.

Para tornar a situação favorável, é importante adotar ferramentas tecnológicas que facilitem o trabalho e otimizem os resultados na organização de estoque.

Hoje é possível encontrar softwares de gestão que abranjam o gerenciamento de diferentes áreas. Com esse tipo de tecnologia é possível, por exemplo:

  • compartilhar informações, melhorando a integração de setores;
  • controlar os números de entrada e saída de produtos;
  • acompanhar relatórios com dados do estoque.

Tenha uma equipe bem treinada

Independentemente de ótimas ferramentas e estratégias diferenciadas, os bons resultados só acontecerão se a empresa contar com uma equipe bem treinada e preparada para atender as demandas – a organização do estoque logístico não pode ser feita por apenas uma pessoa.

O gestor precisa garantir que as equipes de trabalho estejam atualizadas com o uso das ferramentas tecnológicas e com o conhecimento sobre o fluxo logístico da empresa.

Além disso, deve-se entender o nível de satisfação e engajamento dos colaboradores com os objetivos da empresa. Afinal, nenhum trabalho de qualidade pode ser desenvolvido com funcionários desmotivados.

 

Conte com bons parceiros

Como explicado, a organização e o controle do estoque logístico não é algo que pode ser feito individualmente. Além da participação de diferentes setores, a empresa precisa contar com a colaboração de bons parceiros.

Fornecedores e transportadoras são peças-chave na manutenção do seu estoque. Sem eles, você não consegue, por exemplo:

  • entregar produtos para o cliente final;
  • manter o estoque atualizado;
  • receber a matéria-prima.

O grande segredo aqui é manter uma verdadeira relação de parceria. A ideia de que essas empresas são descartáveis não deve existir. Você deve se certificar sobre o bom histórico das marcas no mercado e trabalhar para que os bons resultados aconteçam para todos.

A empresa que aprimora a organização do seu estoque logístico evita ser pega de surpresa e consegue manter ótimos números em relação ao trabalho desenvolvido. Afinal, é essencial permanecer sempre um passo a frente das necessidades do seu cliente e do mercado. Então, analise as dicas apresentadas e sempre conte com os parceiros certos na sua jornada.