lgpd logística e setor de compras

Saiba por que a LGPD é importante e como a área de compras pode ajudar

Desde que a internet se popularizou, alcançando todos os continentes, a ideia de “terra sem lei” no mundo virtual, onde o uso indiscriminado de informações pessoais é permitido, acabou ganhando forças gradativamente. No intuito de conter essa visão distorcida, o governo brasileiro desenvolveu várias normas e leis, entre elas, a LGPD.

Embora abranja também a extração de dados em estabelecimentos físicos, a medida é um grande passo para que os usuários brasileiros consigam navegar na internet com segurança e tranquilidade em relação às suas informações.

Para que você consiga entender e possa se preparar adequadamente para a LGPD, a seguir, traremos um panorama geral sobre essa nova lei federal. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

O que é a LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é uma norma do governo que entrará em vigência a partir de agosto de 2020. A LGPD foi criada para trazer mais organização no uso de dados e maior segurança para clientes de estabelecimentos físicos e usuários da internet.

A partir do momento em que ela estiver em ação, toda empresa brasileira terá que seguir as suas diretrizes em relação à extração, compartilhamento e armazenamento de dados pessoais, por exemplo, dos usuários que navegam em seus sites.

Como se trata de uma Lei federal, a LGPD também afeta empresas estrangeiras que atuam no nosso país, mesmo que essas não tenham um escritório físico no Brasil.

Mas, quais são os dados pessoais que a LGPD trata? Segundo a nova lei, os dados pessoais são todas as informações que ajudam a identificar um indivíduo, não necessariamente números de documentos, por exemplo:

  • qualificação profissional;
  • características pessoais;
  • endereço residencial;
  • endereço de e-mail;
  • gostos pessoais.

Em relação às crianças e adolescente a LGPD é ainda mais enfática, afirmando que as empresas precisam do consentimento dos responsáveis para extrair quaisquer informações. O controlador deve utilizar os seus meios tecnológicos para confirmar o consentimento dos responsáveis.

Por que a LGPD é importante?

Como explicado na introdução, um dos grandes desafios dos governos pelo mundo é acabar com o conceito de “terra de ninguém” que muitos usuários têm em relação à internet. Embora aqui no Brasil já tenham ocorridos outras tentativas, a LGPD é a ação mais específica dentro desse objetivo.

Antes, não importava se você era um grande empresário ou apenas uma criança, os sites poderiam extrair e utilizar os seus dados indiscriminadamente. Não havia sequer uma indicação sobre o que estava acontecendo.

A LGPD traz à tona o seu direito de privacidade. Agora, qualquer marca fica impedida de extrair informações pessoais do usuário sem o seu consentimento, sendo obrigada a trabalhar com transparência total.

Mas a importância da nova lei não se restringe à segurança do usuário. Com mais organização e normas, empresas que estão investimento em estratégias digitais também são beneficiadas. Entre as principais vantagens da LGPD para o mundo profissional estão:

  • padronização de normas, garantido igualdade para todas as empresas;
  • fomentação do desenvolvimento econômico e tecnológico;
  • garantia de segurança jurídica;
  • favorecimento à concorrência.

No Brasil tem diferenças?

Por se tratar de uma lei federal, a LGPD se aplica igualmente em todo território nacional. Como explicado, embora um dos intuitos principais seja trazer maior organização para a internet, a lei abrange quaisquer empresas físicas no Brasil.

Mesmo empresas estrangeiras estão sujeitas à LGPD. Por exemplo, ainda que os dados tenham sido extraídos fora do país, o controlador deve obedecer às normas caso o tratamento das informações seja realizado em território nacional.

Além disso, caso o objetivo da extração seja uma oferta ou negociações dentro do Brasil, a LGPD também pode ser acionada.

Como o seu setor de compras pode ajudar?

Além de ser uma das áreas que mais trabalham com dados externos, o setor de compras também lida diretamente com fornecedores e parceiros que fazem uso de informações de terceiros. Isso aumenta a responsabilidade dos profissionais da área na adequação da empresa à LGPD.

Por exemplo, na hora de fechar com algum parceiro, seja fornecedor ou transportadora logística, o setor de Compras deve se certificar que este segue as normas de confidencialidade exigidas pela nova lei.

Ainda que a sua empresa não tenha participado da extração direta, ela também pode ser punida por fazer o uso. Por isso a avaliação sobre o parceiro é extremamente necessária. Além disso, o seu setor de Compras pode tomar outras ações para ajudar, tais como:

  • garantir que a cada reformulação interna, a LGPD seja sempre considerada;
  • trabalhar em parceria com o setor jurídico, garantindo adequação total;
  • reforçar o treinamento das equipes sobre as novas diretrizes.

Sem dúvida alguma, a LGPD traz uma nova realidade para as empresas em relação à extração e utilização de dados de clientes. Por isso, mais do que nunca, você deve prezar por parcerias com marcas que estão completamente adequadas às normas da LGPD, por exemplo, a RDR Soluções Logística, que oferece segurança, transparência e tranquilidade para os seus usuários e parceiros.

Gostou do artigo? Que tal agora entender mais sobre as vantagens do Outsourcing?

Conheça agora as vantagens e desvantagens do outsourcing

Ao longo dos anos, o mercado vem desenvolvendo ideias que melhorem os resultados das empresas e diminuam os custos de produção ao mesmo tempo. Uma das alternativas mais bem-sucedidas nesse sentido foi o outsourcing.

Adotada cada vez mais por negócios de diferentes setores, a estratégia permite que os gestores otimizem seus serviços principais sem precisar preterir as atividades que são vistas como secundárias — ainda que essenciais. E tudo isso sem onerar as contas.

Quer entender como funciona o outsourcing e quais as vantagens reais dessa estratégia? Continue lendo e confira a nossa postagem completa sobre o assunto. Boa leitura!

O que é o outsourcing?

Em tradução livre, podemos entender o outsourcing como “fonte externa”. Ainda que soe incomum à primeira vista, essa tradução deixa bem clara a essência da estratégia.

O outsourcing é a utilização de uma fonte de trabalho externa para desenvolver atividades que fogem dos temas centrais da empresa. O objetivo é, basicamente, o que foi abordado na introdução: permitir o aperfeiçoamento dos principais serviços sem diminuir a produtividade das atividades secundárias.

É como uma terceirização. Mas, aqui, é algo pontual. No outsourcing você contrata um especialista para realizar o que o seu corpo efetivo não consegue desenvolver com maestria — por mais qualificado que ele seja.

Por exemplo, digamos você é um produtor de alimento — sucos, sobremesas, biscoitos, entre outros. A sua empresa vai muito bem a termos de produção e consegue repassar a mercadoria para uma quantidade limitada de revendedores.

No entanto, há um plano de expansão de vendas para mercados de meio porte. Os lucros serão maiores, mas o trabalho também — praticamente triplicará ambos. No entanto, a sua empresa não conta com veículos suficientes e nem com a expertise para uma logística mais abrangente. É aí que você adota o outsourcing.

Para garantir que todos os novos clientes sejam atendidos, você contrata uma parceira logística para realizar as entregas. Enquanto isso, os gestores internos voltam à atenção para a fabricação — que será maior devido ao novo projeto.

Quais as principais atividades cobertas pelo outsourcing?

No exemplo acima citamos a logística, mas a verdade é que o outsourcing pode ser implementado em uma quantidade quase infinita de atividades. Existem empresas que adotam a estratégia para instalação e manutenção de máquinas de café.

Tudo depende da sua necessidade e do quanto uma fonte externa fará diferença para a estabilidade e para o crescimento da sua empresa. Aqui no Brasil, entre as atividades mais contempladas pelo outsourcing estão:

  • call center (SAC, prospecção de clientes etc.);
  • maquinário de informática;
  • setor de Limpeza;
  • salas de reunião;
  • contabilidade;
  • setor jurídico;
  • logística.

Quais as vantagens do outsourcing?

Entendeu como funciona o outsourcing, mas ainda tem dúvidas sobre os benefícios? Então, confira algumas das vantagens da implementação da estratégia.

Equipe mais bem preparada

Toda empresa escolhe os melhores profissionais para desenvolver os seus principais serviços. Até mesmo naquelas áreas consideradas secundárias, a ideia é reunir colaboradores que realmente entendam do assunto.

O grande dilema acontece quando há necessidade de expansão ou atualização em determinadas atividades. Com isso, há o risco de você não ser bem-sucedido nas novas contratações.

Com o outsourcing não é preciso ficar preso a esse questionamento. Ao invés de se dedicar a esse único ponto, você pode continuar desenvolvendo as atividades centrais e confiar as novas funções a uma equipe certificadamente qualificada.

Inovação e tecnologia

Para que uma empresa ofereça serviços de outsourcing, ela não deve só contar com profissionais qualificados, também precisa abraçar a inovação e a tecnologia a fim de se manter atualizada com as principais ideias do mercado.

Ao optar pelo outsourcing, o seu negócio passa a ter à disposição todo esse poderio tecnológico. Ideias e ferramentas utilizadas para o fortalecimento e crescimento da sua empresa. E quanto mais o contato com esse tipo de inovação, maior o aprendizado — que permeará mesmo após o outsourcing.

Custos reduzidos

Quando falamos sobre redução de custos e aumento de produtividade não foi à toa. O outsourcing é uma das poucas estratégias que alcança esse objetivo mútuo, com maestria.

Voltemos ao exemplo em que você necessita contratar novos profissionais para uma expansão ou melhoria pontual da sua empresa. Não é preciso dizer que os custos para seleção, contratação e seleção são altíssimos. E ainda assim, não há garantias de que a mão de obra corresponda às expectativas.

No outsourcing você exclui todos esses gastos, pois, ao contratar uma empresa especializada, ela fica responsável por todas as obrigações. Você reduz os custos e aumenta as chances de sucesso da nova empreitada.

Quais as desvantagens do outsourcing?

Se implementado corretamente, é muito baixa a probabilidade de o outsourcing não trazer os resultados pretendidos. A estratégia praticamente não oferece desvantagens. Todavia, como nada é perfeito, é preciso ficar atento a uma situação em questão:

Falta de padronização inicial

Por mais que a equipe do outsourcing seja bem preparada, ainda se trata de profissionais que não conhecem o dia a dia da sua empresa. No início, é preciso um pouco de atenção a fim de que garantir que o novo pessoal se familiarize com a rotina local da melhor maneira possível.

Claro, os profissionais do outsourcing chegam com novas ideias e conceitos sobre inovação, mas é preciso se policiar para que o choque de realidade não seja tão grande. Se houver necessidade de mudanças, elas devem acontecer de forma gradativa.

Enfim, com um planejamento bem construído, a estratégia de outsourcing pode transformar a sua empresa e qualificar os serviços de uma forma que não seria possível por meio de outras iniciativas. Faça uma análise interna e verifique quais pontos da sua empresa necessitam de uma especialização externa. Não fique para trás.

dados na-nuvem logística

Dados empresariais na nuvem: É seguro?

Há pouco mais de uma década, se algum profissional sugerisse o armazenamento de dados empresariais na nuvem, provavelmente, receberia olhares de incredulidade ou até mesmo seria motivo de risadas — a ideia de cloud computing era praticamente algo de outro mundo.

Mas a situação ainda não mudou por completo. Por mais que a nossa realidade atual mostre o contrário, a verdade é que a utilização da “nuvem” é algo novo. A prova disso é o fato de que o armazenamento de dados importantes, como um orçamento empresarial, por exemplo, ainda deixa muitos empreendedores com “pé atrás”.

Mas, será que armazenar dados empresariais na nuvem realmente é uma boa ideia? O quão vantajoso é para o seu negócio? Para que você não fique mais com nenhuma dúvida, preparamos este artigo especial sobre o assunto. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

O que é o armazenamento em nuvem?

Para analisar a confiabilidade do armazenamento de dados empresariais na nuvem, primeiro é preciso entender como essa tecnologia funciona.

A nuvem nada mais é que um espaço grande ou ilimitado na internet utilizado para salvar diferentes tipos de documentos digitais. Se o acervo é digital, então pode ser armazenado na nuvem, por exemplo:

  • arquivos de leitura;
  • vídeos;
  • fotos.

Com isso, as empresas não precisam utilizar mais seus próprios equipamentos, como computadores e hardwares, para guardar informações e dados produzidos diariamente.

Tudo fica salvo em servidores que podem estar em qualquer lugar do planeta, sendo esse o principal diferencial da nuvem — não é porque a sua empresa está localizada no Brasil que o servidor da nuvem também estará endereçado no mesmo país. Essa vantagem é uma das grandes razões para que a tecnologia apresente alto índice de confiabilidade.

Por fim, para você que ainda está com dúvidas sobre o funcionamento da nuvem ou acredita se tratar de algo fora do alcance das pequenas empresas e de pessoas comuns, saiba que a utilização da tecnologia já é algo rotineiro para muita gente — ainda que algumas não se deem conta disso.

Vários programas e softwares convencionais utilizam a nuvem como suporte. O Drive e o Gmail, duas famosas soluções da Google, por exemplo, armazenam seus arquivos nesse formato de sistema. Assim como o Icloud, da Apple.

Então, se você utiliza alguns desses aplicativos — ou de muitos outros — saiba que já faz parte do grupo de usuários assíduos da nuvem. E assim também acontece com a maior parte das empresas.

Armazenar dados empresariais na nuvem é realmente seguro?

A nuvem é uma realidade, sendo utilizada nas mais diversas atividades do dia a dia. No entanto, será que esse sistema é realmente seguro para o armazenamento de dados empresariais?

Essa ainda é uma das grandes dúvidas de muitos empreendedores — e não é difícil de entender o motivo. Por anos, as organizações utilizaram seus próprios hardwares e servidores locais para armazenar dados vitais, como:

  • orçamento empresarial;
  • folha de pagamento;
  • despesas;
  • balanços;
  • receitas.

A ideia de mudança completa, salvando essas informações em um servidor externo — que pode se encontrar em qualquer parte do mundo — realmente é capaz de assustar. Mas o fato é que, em termos de segurança, o armazenamento na nuvem traz maior confiabilidade do que qualquer hardware.

Devido à complexidade para se descobrir a localização do sistema, o risco de ataques ou invasões de hackers é muita baixa. O mesmo não se pode dizer quando a sua empresa utiliza servidores locais, ficando vulnerável para ataques internos e externos.

Além da maior proteção contra invasores, um sistema em nuvem também diminui o risco de perda de dados quando há falhas no servidor. Isso porque, caso um servidor não responda, há outros para compensar o trabalho.

Então, seja o seu orçamento empresarial ou mesmo planos estratégicos de crescimento do negócio, no armazenamento em nuvem todos dados estarão sempre seguros.

Quais os outros benefícios do armazenamento dos dados empresariais na nuvem?

Além da segurança já explicada no tópico anterior, o armazenamento em nuvem traz outros benefícios para as empresas. Confira, abaixo, alguns deles.

Redução de custos

Armazenar dados empresariais na nuvem pode reduzir os seus custos de diferentes maneiras. Primeiramente, a sua empresa acaba com a necessidade de uma infraestrutura própria: a quantidade de hardwares, softwares e equipamentos diminui consideravelmente.

Além disso, você fica menos exposto a erros e invasões. Ou seja, retrabalhos, desperdícios ou novas criações deixam de ser uma constante no seu negócio, evitando assim os gastos que são inerentes a essas situações.

Acessibilidade

A acessibilidade aqui é clara, tendo em vista que os dados empresariais podem ser acessados a qualquer hora e de qualquer lugar. Se no passado esse processo ficava restrito a escritórios e centrais da empresa, com essa tecnologia o panorama muda por completo.

A melhor parte é que nem há necessidade de treinamento ou especificações mais detalhadas. Hoje em dia, grande parte da população já acessa a internet facilmente de seus smartphones, tablets etc.

Produtividade

Se há maior acessibilidade, naturalmente há maior produtividade. Com todos os departamentos conseguindo acessar diferentes informações sobre estratégias e planejamentos da empresa, as equipes de trabalho não precisam ficar presas a protocolos ou burocracias.

Até mesmo os profissionais que estão em home-office ou em trabalhos externos podem desenvolver suas funções sem precisar se deslocar até a empresa. Da logística ao departamento financeiro: a produtividade de todos é impulsionada a partir do sistema.

Não é à toa que cada vez mais empresas adotam tecnologias compatíveis com o armazenamento em nuvem. Dados empresarias, como orçamento anual ou estratégias de compra e venda, são muito importantes e devem receber todo cuidado necessário. Mas é essencial contar com a participação de empresas especializadas em TI a fim de garantir o sucesso nessa nova toada tecnológica da sua empresa. Não fique para trás.

Gostou do artigo? Que tal agora entender como o Marketing e os dados podem transformar o seu negócio?

impostos no transporte

Impostos na Logística: Conheça os principais

Os impostos na logística seguem o mesmo padrão da carga tributária no Brasil: apresentam-se em grande quantidade e oriundos de diferentes órgãos. Não à toa, a nossa realidade tributária é considerada uma das mais pesadas do mundo.

De fato, se manter em dia com tantas taxas não é uma tarefa fácil. No entanto, em alguns casos, as empresas acabam onerando seus gastos simplesmente porque desconhecem quais tributos são obrigatórios ou por não se prepararem adequadamente no início de cada ano.

Mas, e você, sabe quais são os impostos na logística existentes no país? Para acabar com qualquer dúvida, a seguir, apresentaremos as principais taxas que incidem ao setor, além de dicas para que a sua empresa não passe dificuldades com a questão tributária. Boa leitura!

Quais os principais impostos na logística?

Como dito, quanto mais conhecimento sobre os impostos na logística, mais fácil será o planejamento da sua empresa para se manter em dia com as obrigatoriedades. Além disso, ao se familiarizar com as taxas do setor, você passa a ter maior controle sobre os seus gastos.

Confira, abaixo, os principais impostos na logística nacional, separados nas esferas municipais, estaduais e federais.

Imposto municipal

ISS – Imposto sobre Serviços

Como o próprio nome aponta, o ISS ou ISSQN (Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza) trata-se de uma taxa que todo prestador de serviço precisa pagar no âmbito municipal, seja empresas ou profissional autônomo — incluindo empreendimentos logísticos.

Não há uma definição sobre os custos, com as alíquotas podendo variar para mais ou para menos de acordo com a base de cálculo do município.

Imposto estadual

ICMS

Já na esfera estadual temos o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal (ICMS).

O ICMS não chega a ser um imposto exclusivo da logística ou da área de transporte, incidindo também em serviços de comunicações e em estabelecimentos que comercializam bebidas e produtos alimentícios.

As alíquotas das taxas também variam de acordo com o Estado. À exceção das operações interestaduais, que devem ter seus impostos fixados respeitando definições vigentes no consórcio entre os Estados.

Imposto Federal

IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados

A esfera Federal é onde se concentra o maior número de impostos na logística e de outros segmentos. O imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) é um dos mais comuns, atingindo um número grande de empresas — produtoras e não produtoras.

A apuração do IPI acontece de 10 em 10 dias e o pagamento deve ser realizado até o último dia útil do mês seguinte — se a produção for de bebidas ou de cigarros, a empresa deve cumprir com sua obrigatoriedade até o terceiro dia útil.

CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido

O CSLL é o imposto que diz respeito ao regime de tributação escolhido pela empresa. Geralmente, uma empresa logística se encaixa no Lucro Real ou Lucro Presumido — ainda existe o Simples Nacional como terceira opção.

A data de arrecadação também muda de acordo com o regime escolhido. Já a base de cálculo é feita considerando os ganhos da empresa.

Além desses tributos, o governo federal apresenta outros impostos que contemplam negócios e empreendedores de variados segmentos, por exemplo:

  • PIS/PASEP – Contribuição para os Programas de Integração e Formação do Patrimônio do Servidor Publico;
  • Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
  • INSS – Contribuição para Previdência Social;
  • IRPJ – Imposto de Renda Pessoas Jurídicas.

Como diminuir os custos com os impostos na logística?

Como você pôde notar, não são poucos os impostos na logística. E, embora a sua empresa precise cumprir rigorosamente as obrigações, é possível trabalhar para diminuir o impacto desses custos. Quer saber como? Confira algumas dicas.

Mantenha-se atualizado com a legislação

Além de apresentar um número alto de impostos na logística, o Brasil é um dos países que mais apresentam alterações na legislação em um curto espaço de tempo.

Por essa razão, é essencial se manter atualizado em relação às leis — nem sempre o que está vigente este mês pode valer para o período seguinte, por exemplo. Caso contrário, você corre o risco de continuar pagando impostos que já nem são mais obrigatórios.

Opte pelo regime tributário correto

Muitos impostos têm o seu valor definido de acordo com o regime tributário escolhido pela empresa. Pode até parecer algo simples, mas a escolha errada nesse ponto é uma das principais causas para dificuldades financeiras em muitas instituições.

Faça uma análise com a ajuda de um especialista da área contábil e opte pelo regime mais adequado ao seu negócio. As opções são três:

  • Lucro Presumido;
  • Simples Nacional;
  • Lucro Real.

Conte com uma parceira para os serviços logísticos

Alguns dos tributos — em especial, os federais — se tornam mais onerosos quando a sua empresa é a geradora principal da atividade. Por exemplo, para os serviços de entrega e coleta de mercadorias você precisa contar com um número maior de funcionários e equipamentos.

Ao optar por esse caminho, o seu negócio automaticamente aumenta os gastos com taxas e impostos, como o PIS e o INSS.

Mas esse custo pode ser amenizado ao contratar uma empresa terceirizada — que fica responsável por fornecer colaboradores e veículos de maneira independente. Assim, você mantém um alto padrão nos serviços da sua empresa e, ao mesmo tempo, minimiza os valores com os tributos.

O fato é que não vale a pena arriscar. O setor logístico em si já exige alto investimento por parte qualquer empresa, não se preparar em relação aos impostos na logística pode trazer à tona uma situação bastante complexa para o seu negócio. Então, analise as dicas apresentadas e mantenha-se atualizado com a legislação brasileira.

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dicas equipe de logística

Entenda a importância da gestão de pessoas na logística

Quando se fala em logística, muitas pessoas logo associam o segmento a grandes equipamentos, veículos de carga, galpões espaçosos etc. Não que estejam erradas. Porém, tão importante quanto esses aparatos, são os profissionais do setor e o tipo de gestão de pessoas que cada empresa desenvolve no seu dia a dia.

Por mais que as máquinas sejam essenciais para a execução das atividades, os bons resultados só acontecem quando as equipes de trabalho se mostram bem preparadas tecnicamente e com os objetivos alinhados aos da empresa — é justamente esse ponto que faz da gestão de pessoas algo fundamental na logística.

Para entender melhor esse fator, neste artigo, abordaremos o conceito de gestão de pessoas, suas vantagens, além de dicas de como desenvolvê-la na sua empresa logística. Continue com a gente e saiba mais. Boa leitura!

O que é a gestão de pessoas na logística?

A gestão de pessoas na logística é a área responsável pelo investimento humano dentro do setor. Tudo relacionado aos profissionais que atuam nos diferentes cargos hierárquicos fica sob a tutela desse departamento, por exemplo:

  • seleções e contratações;
  • gestão de carreiras;
  • treinamentos.

Em geral, a gestão de pessoas é uma área estratégica, pois mesmo não fazendo parte do core-business da empresa, consegue influenciar diretamente no sucesso ou no fracasso dos planejamentos criados e nas tomadas de decisões.

Quais os principais desafios da gestão de pessoas?

Os profissionais que trabalham na logística são os responsáveis por tudo o que acontece em cada etapa da cadeia de suprimentos. Ou seja, se não houver uma boa sintonia entre as motivações dos trabalhadores e os objetivos da empresa, muitos erros podem acontecer.

Mas, quais os principais desafios que a gestão de pessoas precisa superar para manter esse elo intacto? Saiba mais.

Entendimento das necessidades de cada profissional

Diferentemente das máquinas, o ser humano possui sentimentos e motivações. E, por mais tecnologicamente desenvolvida que seja uma empresa, nem sempre ela se mostra capaz de captar as necessidades dos seus profissionais.

Provavelmente, esse seja o grande desafio da gestão de pessoas: entender as carências de cada trabalhador e resolvê-las de acordo com a política da empresa, garantindo que os valores individuais sejam utilizados para o progresso da instituição.

Integração com outras áreas

Como explicado, a gestão de pessoas é um departamento estratégico dentro das empresas. Em outras palavras, para ter sucesso, ela precisa se comunicar corretamente com as outras áreas do negócio.

Uma integração perfeita se faz necessária para que seja desenvolvido um trabalho de alinhamento entre o objetivo de cada área e as necessidades coletivas e individuais dos profissionais. É a gestão de pessoas que deve superar esse desafio, conversando sobre os pontos fortes e fracos de cada colaborador com os outros gestores.

Quais as vantagens?

Se os funcionários estão motivados e dispostos a cumprir as metas empresariais, as chances de sucesso são muito maiores. É dentro desse cenário que a gestão de pessoas proporciona grandes vantagens para qualquer negócio logístico.

Conheça alguns desses benefícios.

Maior motivação das equipes

Um dos objetivos da gestão de pessoas é manter a equipe sempre motivada e disposta. Ou seja, se o trabalho é desenvolvido corretamente, a sua empresa garante times empenhados e com gana para entregar serviços de alto padrão e excelência.

Fortalecimento da cultura empresarial

Outro ponto importante da gestão de pessoas é o fortalecimento da cultura da empresa junto aos funcionários. Com uma estratégia que começa já na seleção de novos profissionais e passa por um acompanhamento diário, o setor consegue integrar os objetivos, os valores e a missão da marca à forma de agir dos colaboradores.

Aumento da produtividade

Se você tem funcionários motivados e alinhados com a cultura da empresa, naturalmente, terá um crescimento produtivo no seu negócio. Além disso, com o aprimoramento dos pontos fracos e o reforço aos pontos fortes, o trabalho das equipes tende a ser mais dinâmico e mais bem executado.

Como desenvolver uma boa gestão de pessoas na sua empresa logística?

Com as vantagens apresentadas no tópico anterior, fica claro que vale a pena investir no bem-estar dos seus funcionários. Focar na gestão de pessoas é garantir que a empresa não entre no modo automático e ignore as necessidades dos seus profissionais.

Aqui, um trabalho próximo faz toda a diferença. Pois, metas, prazos e planejamentos são inerentes a qualquer negócio, mas a boa execução das atividades só acontece dentro de um ambiente em que todo se sintam motivados e preparados a desempenhar suas funções.

Por isso, para desenvolver uma gestão de pessoas de sucesso, é importante ficar atento e trabalhar esses pontos:

  • estudos dos perfis dos profissionais;
  • reforço sobre a cultura do negócio;
  • aplicação de treinamentos;
  • feedbacks constantes;
  • plano de carreira.

Enfim, o erro de muitas empresas do ramo logístico é focar apenas na conquista de resultados e nos lucros obtidos em detrimento de seus times. E como nenhuma instituição atinge o topo sem a participação dos seus trabalhadores, essas marcas acabam ficando pelo caminho. Não caia nessa armadilha. Desenvolva uma gestão de pessoas que garanta o bem-estar dos colaboradores e construa equipes motivadas e direcionadas a alcançar metas individuais e coletivas.

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logística de nicho o que é

Logística de nicho: Saiba como aplicar

O mercado está sendo cada vez mais exigido pelos clientes em relação aos serviços oferecidos. E é justamente para superar expectativas e suprir necessidades específicas que estratégias como a logística de nicho são criadas e desenvolvidas pelas empresas.

Com o intuito de oferecer um serviço mais inteligente e efetivo para os clientes, a logística de nicho preza por processos mais cuidadosos durante toda cadeia de suprimento, sendo um trabalho essencialmente especializado.

Para ajudar você a entender melhor essa estratégia e obter novos resultados, a seguir, explicaremos o que é a logística de nicho, quais os benefícios e como desenvolvê-la na sua empresa. Boa leitura!

O que é a logística de nicho?

Como explicado, existem mercados específicos e clientes com exigências particulares que demandam a aplicação de técnicas e processos especializados durante a execução do serviço logístico.

Quando é necessária a implementação desses conceitos, a empresa passa a trabalhar com a logística de nicho. Ou seja, com cuidados direcionados a atender corretamente as características da carga ou do contratante.

Embora pareça incomum, a verdade é que a logística de nicho é aplicada o tempo todo no mercado. Grandes fabricantes precisam rotineiramente desse tipo de serviço para garantir a máxima qualidade dos seus produtos. Entre os principais exemplos de carga que demandam cuidados especiais, estão:

Como desenvolver a logística de nicho?

Agora que você já sabe o que é a logística de nicho, conheça alguns passos primordiais para implementá-la na sua empresa.

Analise as necessidades de cada mercadoria

Como a logística de nicho é um serviço que atende as especificidades da carga transportada, nada melhor que começar analisando as necessidades dos seus produtos. Por isso, o primeiro passo para implementação deve ser justamente definir quais práticas são necessárias em cada situação.

Você deve analisar cada etapa da cadeia logística e estabelecer o que é preciso adquirir ou melhorar para que o processo atenda a todas as características da sua mercadoria.

Realize as mudanças pontuais

O estudo sobre as características e necessidades logísticas dos seus produtos só terá algum efeito se você estiver disposto a realizar as mudanças pontuais. Com as informações pertinentes em mãos, é preciso iniciar a parte prática da estratégia, melhorando a sua produtividade gradativamente.

Caso contrário, você apenas terá investido tempo e dinheiro em uma pesquisa que perderá valor a cada novo ciclo.

Garanta uma equipe preparada

A logística de nicho só se torna real quando a empresa conta com profissionais diferenciados e preparados para executar os processos no dia a dia. Afinal, são eles que estarão à frente das atividades.

Para isso, o melhor caminho é iniciar a estratégia já na seleção de novos colaboradores, destacando aqueles que apresentam perfis mais compatíveis com o seu planejamento.

Além disso, é preciso investir em treinamento e capacitação para o manuseio de tecnologias, equipamentos, entre outros.

Calcule o ROI de implementação

Por mais benéfica que uma estratégia possa ser, é preciso sempre comparar a realidade financeira da sua empresa com os investimentos necessários para colocá-la em ação.

Como explicado, a logística de nicho demanda grandes mudanças, aplicações financeiras e de mão de obra. Em resumo, não se trata de algo simples e pouco custoso.

Mas isso não significa que você não possa aplicá-la na movimentação dos seus produtos. Ainda o ROI de implantação seja alto, é possível contratar uma transportara terceirizada para desenvolver esse tipo de serviço.

Assim, você garante uma logística de nicho de qualidade e não precisa arcar com todas as intervenções necessárias no seu negócio.

Quais os benefícios da logística de nicho?

Será que a logística de nicho vale a pena mesmo? Quais as vantagens reais para as empresas que aplicam a estratégia? Saiba mais.

Maior efetividade no transporte

A logística de nicho não é conhecida à toa como logística inteligente. Aqui, o gestor precisa estudar as caraterísticas da carga antes de iniciar o processo prático, a fim de garantir o sucesso do serviço.

É esse ponto que torna a logística de nicho tão eficaz. Com maior preparo, você consegue executar e melhorar etapas complexas como carregamento, descarregamento e transporte das mercadorias.

Mais agilidade e menos falhas

Se você está mais bem preparado, tende a cometer um número menor de erros. Nesse sentido, a logística de nicho é um ponto importante para que a sua empresa se torne mais ágil nos serviços executados.

Por se tratar de uma estratégia de excelência, ela exige que os profissionais trabalhem em um novo patamar de qualidade, resultando em atividades mais dinâmicas e eficazes.

Destaque no mercado

Seja por ação própria ou pelo trabalho de uma terceirizada, se a sua marca mantém a qualidade alta mesmo trabalhando com produtos que demandam maior cuidado, ela se torna uma referência no mercado em médio prazo.

Com isso, você ganha vantagem competitiva e credibilidade junto aos clientes – que se sentem mais confiantes e motivados a adquirir os seus produtos.

Não há dúvidas como a logística de nicho pode transformar o seu negócio, tanto internamente quanto externamente. Porém, como indicado, é preciso analisar se o melhor caminho é uma implementação própria ou a contratação de uma parceira especializada. O importante é garantir destaque no mercado e serviços que correspondam às expectativas dos seus clientes.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 ferramentas logísticas que ajudam a otimizar os processos da sua empresa?

o que é logística inbound

Logística Inbound e Outbound: Entenda esses conceitos

Dominar conceitos e práticas sobre a logística Inbound e Outbound é uma forma inteligente de garantir uma cadeia de suprimentos bem trabalhada e que consegue trazer resultados importantes para a sua empresa.

Afinal, muitos gestores cometem o pecado de trabalhar os processos de maneira única, acreditando que assim terão maiores vantagens. Um ledo engano. Nos dias atuais, o conhecimento detalhado sobre as diferentes atividades dentro da logística é o que torna uma marca forte e competitiva.

Para ajudar você a entender melhor esse assunto, a seguir, apresentaremos as definições da logística Inbound e da logística Outbound, além de outros pontos relevantes sobre o assunto. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

O que é a logística Inbound?

A logística Inbound diz respeito às etapas iniciais da cadeia de suprimentos. Ou seja, tudo aquilo que acontece antes de a matéria-prima ou o produto finalizado chegar até a empresa, bem como, as atividades correlacionadas. Exemplos de processos que trabalham dentro da logística Inbound:

  • avaliação e negociação com fornecedores;
  • pesquisa de preço pelo setor de compras;
  • transporte do fornecedor até o galpão;
  • análise e recebimento de insumos;
  • estocagem de materiais.

Em outras palavras, é um planejamento que se preocupa com a aquisição e a locomoção dos itens até chegarem ao armazém da empresa, seja para fabricação ou distribuição para o cliente final — é algo semelhante a uma logística interna.

Qual a importância e a vantagem da logística Inbound?

Como explicado, a logística Inbound lida diretamente com a aquisição e movimentação de matéria-prima e/ou produtos finalizados.

Por cobrir etapas iniciais da cadeia logística, ela ganha grande destaque no que tange o capital financeiro da empresa. Afinal, é a partir dessas ações que o negócio começará a concretizar os outros processos. Uma escolha errada aqui pode dificultar o andamento de outras atividades.

As vantagens de estudar e entender o funcionamento da logística Inbound giram em torno exatamente da estabilidade do negócio. Ao controlar as informações e processos nessas etapas iniciais, você consegue:

O que é a logística Outbound?

Já a logística Outbound trabalha como uma sequência direta da logística Inbound. Basicamente, é a parte que se preocupa em levar o produto criado ou recebido para o cliente final.

O trabalho é tão intenso quanto na logística Inbound, necessitando de ótimos planejamentos para garantir que a mercadoria chegue dentro do prazo aos centros de distribuição, pontos de apoio e consumidores finais. Entre os processos englobados, estão:

  • negociação de vendas dos produtos para comerciantes e parceiros;
  • contratação de empresas de transporte;
  • movimentação e definição de rotas;
  • embalagem e endereçamento;
  • emissão de notas fiscais;
  • rastreamento de cargas;
  • logística reversa.

Apesar de não ser uma exclusividade, o Outbound é onde a empresa se aproxima muito do cliente final. Por esse motivo, a eficácia no planejamento é de suma importância para garantir uma experiência completa e atender as expectativas do usuário.

Qual a importância dos parceiros na logística Inbound e Outbound?

Tanto na logística Inbound quanto na Outbound a contribuição dos parceiros é algo essencial para o sucesso dos planejamentos de uma empresa. É possível afirmar que, sem eles, muitas etapas nem seriam iniciadas.

Na logística Inbound, a relevância dos parceiros se dá por meio dos fornecedores e transportadores. Embora os fornecedores sejam mais presentes aqui — vendendo matéria-prima e produtos finalizados —, as transportadoras também são necessárias para garantir uma aquisição dentro do prazo.

Já no Outbound, a participação de um parceiro especializado em transporte logístico é primordial. É o trabalho dele que definirá se todos os esforços anteriores valeram a pena ou foram em vão. Não só isso, a experiência do cliente está muito ligada ao trabalho do transportador.

De qualquer forma, independentemente do processo dentro da cadeia logística, o relacionamento com essas empresas deve ser sempre saudável e transparente, garantindo que toda jornada aconteça como esperado.

Enfim, entender a diferença entre a logística Inbound e a logística Outbound é imperativo para que a sua empresa não desperdice esforços e nem investimentos em processos que não trarão real valor para o negócio. Somado a isso, é a partir desse conhecimento avançado que você tomará as melhores decisões em relação à contração de fornecedores e transportadoras para a sua empresa.

Gostou do artigo? Que tal entender agora como as novas tecnologias podem impactar o setor de compras da sua empresa?

dicas de negociação na logística

Dicas de Negociação para o Setor Logístico

A habilidade de conduzir corretamente uma negociação é importante para empresas de qualquer setor. Porém, em áreas como logísticas, em que os custos fixos costumam ser altos, esse é um diferencial ainda mais relevante.

Seja em uma negociação com clientes, com fornecedores ou parceiros, a capacidade de gerenciar o diálogo e fechar um acordo interessante para ambas a parte possibilita a conquista de um cenário mais equilibrado para o negócio, além de trazer novas oportunidades.

Mas como conduzir uma negociação no setor logístico e tornar a sua empresa cada vez mais competitiva? Para responder essa pergunta, preparamos este artigo para você com algumas dicas e técnicas de negociação. Continue com a gente e confira!

Conheça bem o seu setor de atuação

Um dos segredos para uma negociação de sucesso é ter o domínio sobre o assunto discutido. Ou seja, se a pauta tratada diz respeito ao setor logístico, então você deve ter pleno conhecimento sobre a área.

Essa é uma dica ainda mais importante hoje em dia. Com a internet e o acesso fácil à informação, até mesmo um cliente pode “conhecer” alguns pontos a fim de apresentar durante a negociação.

Não vale a pena arriscar. É claro que, como profissional da área, você domina questões técnicas e corriqueiras. Mas é necessário ir além e pesquisar fatores como:

  • preços trabalhados pela concorrência;
  • realidade do mercado atual;
  • dificuldades logísticas.

Sem esse preparo é possível que você se perca em algum momento, permitindo que a outra parte se imponha na tratativa. E o pior que pode acontecer em uma reunião é você não ter argumentos para contrapor as informações apresentadas.

Defina os seus objetivos para a negociação

Além de uma preparação prévia sobre o seu setor, é imperativo que você só inicie uma negociação tendo os objetivos estabelecidos. Afinal, definir as suas metas no decorrer da conversa não parece a melhor ideia para qualquer estratégia.

É preciso trabalhar em um plano para ser posto em prática, se preparando melhor para encarar diferentes cenários durante a negociação e ainda sim alcançar os objetivos em cada um deles.

Essa preparação prévia também ajuda no controle do diálogo. Se você tem as metas definidas, dificilmente se equivocará nas escolhas.

Mantenha um diálogo bilateral

Em uma negociação é importante que o diálogo flua da melhor maneira possível. O setor logístico é complexo, por isso um fechamento de acordo pode ser difícil. Sendo assim, quanto mais às duas partes conversarem, melhor para todos.

Além disso, um diálogo bilateral demonstra profissionalismo e respeito por parte da sua empresa. Embora seja importante que você mantenha o controle do diálogo, a outra parte precisa ter a certeza de que suas colocações estão sendo ouvidas.

Um clima mais saudável propicia um fechamento de acordo interessante para todos os envolvidos. Em uma negociação com fornecedor, por exemplo, há maior possibilidade de a sua empresa conseguir preços reduzidos e melhores prazos.

Priorize a realização da negociação

Quanto mais você seguir à risca o planejamento, maiores serão as chances de sucesso. Priorizar a negociação é fundamental. Nunca deixe o encontro para a última hora, pois além de uma demonstração de deselegância, isso certamente atrapalhará a concretização dos objetivos.

O primeiro passo é agendar previamente a data e o horário da reunião. Além disso, certifique-se que a outra parte tenha confirmado o agendamento, evitando desencontros em cima da hora.

Com isso feito, é o momento de se preparar obtendo as informações e dados pertinentes a ser debatidos. Não deixe para fazer isso muito próximo a negociação, pois você corre o risco de não ter tempo hábil para estudar tudo o que for necessário.

Por fim, em qualquer situação a sua pontualidade é essencial. Porém, se a negociação for com um cliente, para acertar os detalhes de uma contratação ou mesmo uma resolução de problema, garanta que nada impeça a realização do encontro no horário agendado.

A verdade é que perder a credibilidade com o consumidor em uma época de redes sociais é como caminhar a passos largos para o insucesso. Não corra esse risco.

Mantenha um alinhamento na negociação

Como dito, a área logística não é simples de se gerenciar. Com grande importância dentro das empresas, o setor tem participação efetiva na lucratividade de um negócio.

Nesse sentido, é sempre interessante prezar por negociações por parceiros que estejam alinhados com a visão da sua empresa. Ainda que seja um cliente, você pode educá-lo por meio de informações e conhecimentos válidos.

No que tange os parceiros, como transportadoras e fornecedores, é importante conhecê-los antes de iniciar uma conversa mais aprofundada. Além de poupar o tempo de ambas as partes, esse trabalho ajudará no fechamento de acordos mais eficazes.

Enfim, essas foram as nossas dicas para obter uma negociação de sucesso no setor logístico. É claro que antes de dar qualquer pontapé inicial, você deve conhecer a realidade da sua empresa e a situação do mercado, garantindo que os acordos respeitem a cultura da sua empresa e tragam em um crescimento real.

Gostou das dicas? Ficou com alguma dúvida? Deixe o seu comentário.

dicas de rastreio de mercadoria

Rastreabilidade de produtos: Entenda os benefícios

Sendo uma exigência legal em muitos setores, a rastreabilidade produtos é, sem dúvida, uma maneira inteligente de assegurar qualidade na gestão produtiva de uma empresa. E em um mercado que preza por dinamismo, é um fator se apresenta também como uma grande diferencial competitivo.

O fato é que toda empresa deseja impulsionar a sua produção e melhorar os seus números financeiros. Porém, quanto maior e mais extensa a cadeia produtiva, mais complexo pode ser o controle. Ações como a rastreabilidade entram como suporte para garantir uma expansão segura.

Ainda não sabe o que é e como funciona a rastreabilidade de produtos? Então, continue lendo e entenda tudo sobre essa prática, além dos seus benefícios. Boa leitura!

Rastreabilidade de produtos

A rastreabilidade é a capacidade que uma empresa tem de, basicamente, conhecer o histórico de um produto. Ou seja, por meio de informações antecipadamente registradas, detalhes como localidade e aplicabilidade são facilmente extraídos.

A partir dessa ação, a empresa consegue, por exemplo, identificar rapidamente a localização exata de uma mercadoria dentro do processo produtivo, bem como, o seu local de origem. Tudo isso apenas decifrando os dados gravados nos números de impressão no próprio item.

Funcionamento da rastreabilidade de produtos

O funcionamento da rastreabilidade se dá com a junção da alta tecnologia com a eficiência profissional. A participação de ferramentas inteligentes, como leitores de códigos de barras e etiquetas RFID, é essencial para a gravação das informações nos produtos.

Quanto melhor o equipamento, mais fácil e eficiente será a gravação e a exploração do histórico contido em cada item. Dependendo do produto, isso pode ser feito até mesmo em segundos.

Porém, a rastreabilidade só funcionará e trará os resultados esperados se todos os profissionais envolvidos em cada etapa da cadeia logística fizerem a sua parte.

Registros sobre o tipo de processo produtivo aplicado em cada fase devem ocorrer obrigatoriamente, assim como dados sobre a localização e a data. Com isso, cria-se um histórico completo sobre o produto, facilitando ações de identificação em eventuais problemas.

Se por acaso algum setor deixar de realizar a sua função, todo o trabalho pode ser comprometido.

Importância da rastreabilidade de produtos para a sua empresa

Como dito, a rastreabilidade de produtos chega a ser uma ação obrigatória para alguns setores industriais, sendo colocada como um fator de segurança.

Porém, acima de questões legais, a ação tem grande relevância em termos de qualidade de execução e gestão empresarial. Com a rastreabilidade, a sua empresa passa a trabalhar de maneira organizada e inteligente.

Em outras palavras, é uma prática que possibilita o seu negócio a ser mais bem sucedido em situações de imprevistos ou de grande movimentação, como o recall de produtos. A identificação e recuperação dos itens acontece de maneira rápida e eficaz, aumentando a transparência da iniciativa e agregando valor a sua marca e a mercadoria em si.

Benefícios da estratégia

Como uma prática baseada em tecnologia e inovação, quando bem desenvolvida, a rastreabilidade de produtos consegue trazer diferentes benefícios para uma empresa. Conheça algumas dessas vantagens.

Otimização de processos

Com a facilidade da leitura de códigos, a rastreabilidade consegue agilizar muitos processos dentro da cadeia de suprimentos. O controle de qualidade, por exemplo, é uma etapa que ganha outra dinâmica dentro desse cenário.

A facilidade para realizar um checklist na ficha técnica do produto é muito maior. Além disso, o inspetor consegue gravar comentários e até fotos pertinentes ao histórico do produto, assegurando maior eficácia a sua função.

Agilidade em casos de não conformidade

Quando um produto não atende a critérios macroambientes, como de normas e legislações, ou apresenta falhas em alguma etapa da cadeia produtiva, é preciso realizar um processo de não conformidade, também conhecido na indústria como recall.

Esse tipo de operação causa grande movimentação por parte da empresa a fim de garantir que a eventualidade seja resolvida com os menores danos possíveis.

Com a rastreabilidade de produtos tudo fica mais dinâmico, pois é possível identificar precisamente em qual fase ocorreu a falha, bem como definir a melhor decisão a ser tomada.

Melhor relacionamento com fornecedores

A rastreabilidade pode ser considerada como um grande elo entre os participantes de uma cadeia logística. Isso inclui, além da sua empresa, parceiros como:

Como a gravação do histórico completo do produto depende da eficiência dos profissionais em cada fase, a rastreabilidade se torna um fator estratégico na melhoria da comunicação entre os agentes participantes.

Por isso é importante que a sua empresa preze por parceiros que trabalhem na mesma sintonia de inovação, facilitando o acompanhamento dos itens e assegurando qualidade durante todo o processo.

A rastreabilidade de produtos é uma ação condizente com a realidade atual, na qual o consumidor valoriza ideias e conceitos de inovação dentro das empresas. Todos os negócios que não seguirem uma linha de adaptação à transformação digital tendem a ser superados em um futuro próximo, correndo riscos de continuidade. Por isso, garanta vantagem competitiva a sua marca e trabalhe com ferramentas tecnológicas e ótimos parceiros logísticos.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 ferramentas logísticas que podem facilitar o seu dia a dia?

Dicas para comprador logístico

Gerente de Compras: 5 Métricas que precisam ser vistas

Para um gerente de compras, o uso de métricas pode fazer total diferença na performance do seu trabalho diário. Com essas ferramentas, ele consegue não só medir os rendimentos do seu setor, como também criar novos planos e estratégias a partir de dados seguros e reais.

Porém, não basta escolher métricas aleatórias e esperar que uma mágica aconteça. O departamento de compras agrega muitas responsabilidades e funciona em alta rotatividade. Por isso, as ferramentas de mensuração escolhidas devem condizer com tal realidade.

Para ajudar você nesse processo, preparamos este post com as 5 métricas que todo gerente de compras precisa implementar na sua rotina de trabalho. Continue com a gente e saiba mais. Boa leitura!

1. Saving

A métrica Saving tem como principal objetivo apontar a eficácia do setor de compras. Com ela, o gestor consegue medir o nível de ganho financeiro que o negócio arrecadou em cada aquisição realizada.

Para calculá-la é preciso pegar o orçamento reservado para as compras e subtrair o que, de fato, foi adquirido pela empresa. Com isso, há um número real sobre o que o setor economizou.

Quanto maior a sobra financeira ao final da medição, maior é a eficácia do gerente de compras em adquirir os itens necessários e ainda gerar lucro para a empresa.

2. Gastos indiretos x diretos

Com a métrica de gastos indiretos e diretos, é possível saber o quanto o negócio está sendo impactado financeiramente com a compra dos produtos.

Como o nome pressupõe, os gastos diretos são aqueles vinculados aos itens, como impostos e valores do fornecedor. Já os indiretos são aqueles que não estão incorporados, mas que aumentam os custos da empresa, por exemplo:

  • manutenção dos veículos;
  • água e energia;
  • pessoal.

Os gastos diretos dificilmente podem ser alterados. Porém, os custos indiretos podem ser flexibilizados pela empresa por meio de iniciativas como conscientização no consumo de energia e terceirização do transporte.

3. Evolução do preço

Com a evolução do preço, o gerente compras pode realizar um comparativo confiável entre os valores praticados pelos produtos em diferentes períodos.

Essa é uma ótima maneira não só para entender melhor o mercado, como também para identificar flutuações bruscas nos valores ao longo do tempo. E não só isso, com a métrica é possível visualizar quais são os períodos de sazonalidade em relação a cada item de maneira individual.

A partir daí, o gerente de compras tem informações seguras para definir quais os momentos mais atraentes para realizar investimentos maiores sem comprometer o orçamento da instituição.

4. Nível das entregas

A métrica de Nível de entregas é utilizada especificamente para medir a eficácia do serviço tanto de fornecedores quanto da logística da empresa. Ou seja, se o seu negócio trabalha com processos de coleta e distribuição próprios, a mensuração também pode ser aplicada.

O trabalho de medição aqui é completo, avaliando fatores que impactam diretamente na qualidade do serviço, por exemplo:

  • atrasos nas entregas;
  • reclamações;
  • devoluções,
  • avarias.

Com isso, o gerente de compras consegue comparar os níveis atuais das taxas de devolução e avarias com outros períodos, tendo respaldo para tomar decisões como troca de fornecedores ou contratação de uma parceira logística.

5. ROI do gerente de compras

O Return on Investment (Retorno sobre investimento, em português) não é uma métrica diretamente do setor de compras. No entanto, devido a sua eficácia e abrangência, ela é utilizada por diversas áreas.

Com o ROI, o gerente de compras sabe exatamente o valor obtido com cada investimento. A métrica apresenta a relação entre o que foi gasto pela empresa e o quanto ela recebeu em troca.

Para calculá-lo, basta aplicar uma fórmula simples:

No setor de compras, o ROI consegue definir se o custo-benefício nas aquisições do setor está sendo atraente para a empresa.

Enfim, essas foram as 5 métricas que todo gerente de compras precisa considerar no seu dia a dia. Por trabalhar em um setor altamente estratégico, ele precisa adotar ferramentas que facilitem ao máximo os serviços e, ao mesmo tempo, aumentem as chances de sucesso de cada iniciativa. Nesse sentido, analise as informações apresentadas e defina as melhores métricas para a sua empresa.

Gostou do artigo? Então que tal continuar se aprofundando no assunto e entender mais sobre a relação entre a tecnologia e o Setor de Compras?