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Logística em datas comemorativas: Como se preparar?

No mercado brasileiro há momentos durante o ano em que as vendas crescem de forma expressiva, demandando um trabalho mais intenso dos setores responsáveis pela aquisição e reposição das mercadorias. Essa é a logística em datas comemorativas, um período especial que se fortalece a cada ano.

A parte boa da logística em datas comemorativas é que, se bem executada, a sua empresa tende a aproveitar bem o crescimento e faturar alto em pouco tempo. Por outro lado, se houver um mau planejamento, a tendência é de prejuízo e de perda de espaço no mercado.

Mas então, como se preparar? Como garantir um bom trabalho da logística em datas comemorativas? Para saber mais, continue lendo e confira a nossa postagem completa sobre o assunto.

Boa leitura!

Quais são as principais datas comemorativas para o mercado brasileiro?

O primeiro ponto para não errar na logística em datas comemorativas é estar ciente de todos os dias do ano em que o mercado “bomba”. No Brasil há uma peculiaridade, pois há uma quantidade grande de datas que são verdadeiros chamarizes comerciais, e algumas nem são feriados.

Ainda existem aquelas comemorações locais, que são interessantes para nichos específicos, mas que valem a pena serem acompanhados.

No contexto nacional, as datas comemorativas que mais impactam o mercado brasileiro são:

  • 16/02 – Carnaval
  • 15/03 – Dia do consumidor
  • 04/04 – Páscoa
  • 09/05 – Dia das mães
  • 12/06 – Dia dos namorados
  • 08/08 – Dia dos pais
  • 15/09 – Dia do cliente
  • 12/10 – Dia das crianças
  • 26/11 – Black friday
  • 25/12 – Natal

Dessas, é importante se atentar as mais rentáveis para quase todos os nichos: Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados, Black Friday e Natal.

Como preparar a sua logística em datas comemorativas?

Agora que você já conhece os principais dias do calendário para o mercado brasileiro, o próximo passo é preparar, de fato, a sua logística para as datas comemorativas. Confira a nossas dicas.

Atente-se ao controle de estoque

A primeira ação, logicamente, é garantir o estoque adequado para o aumento da demanda. Uma boa dica aqui é realizar um controle de estoque eficiente bem antes das datas comemorativas, pois dessa forma fica mais fácil realizar possíveis mudanças.

Analise as datas dos produtos atuais, avaliando se todas estarão aptas no período mais exigido. Além disso, monitore as quantidades e os lotes que já foram adquiridos.

Por fim, faça um levantamento sobre os produtos de alto e baixo giro. Esse estudo será extremamente importante para que o setor de compras seja bem-sucedido na aquisição dos novos itens e para evitar encalhes justamente no período sazonal.

Mantenha o cliente informado sobre prazos

Um dos erros mais comuns de muitos gestores quando se fala na logística em datas comemorativas é focar apenas na aquisição de produtos e se esquecer na comunicação com os clientes.

Tenha em mente que nesses períodos a maior parte dos clientes deseja receber seus itens em curto tempo, assim como nas trocas e devoluções. Porém, por mais eficiente que seja a sua logística, sabemos que demanda é muita alta, tornando-se quase impossível atender os prazos de maneira igual.

Para evitar maiores transtornos, é fundamental manter uma comunicação clara e direta com os consumidores sobre os prazos. É preciso informar que devido às datas comemorativas, os prazos de entrega podem sofrer alterações, assim como nas trocas e devoluções.

Para otimizar o trabalho, utilize um FAQ (Perguntas Frequentemente Respondidas) para que os clientes tirem suas dúvidas com mais facilidade.

Conte com uma transportadora especialista

Por mais que o seu trabalho interno seja feito com maestria e a comunicação com cliente aconteça de forma correta, o sucesso da sua logística em datas comemorativas pode ficar comprometido se não houver a participação de uma transportadora eficiente.

Afinal, são nesses períodos que a sua empresa mais adquire grandes volumes de produtos ou de matéria-prima. E se eles não chegam a tempo ou chegam com avarias, todos os objetivos para aquelas datas correm o risco de não serem alcançados.

Nesse sentido, é essencial escolher uma transportadora capacitada e com know how no mercado para atender a sua logística em datas comemorativas. Com a parceira certa, você passa a ter tranquilidade para focar em outros pontos como atendimento, pós-venda e fidelização.

Em resumo, para uma logística em datas comemorativas de sucesso você deve estar atento sempre à próxima data do calendário. Além disso, é preciso buscar por um parceiro especialista de forma antecipada, garantindo que as entregas e coletas não sejam um problema no momento de maior demanda.

Acesse e inicie a parceria com uma das transportadoras referências do mercado brasileiro.

terceirização logística para e-commerces

E-Commerce: 5 problemas gerados por escolher a transportadora errada

Buscar formas de aperfeiçoar a logística e oferecer um serviço de maior qualidade para os clientes é o objetivo de qualquer empreendedor de e-commerce. Porém, algumas vezes, mesmo ótimos planejamentos podem não trazer o resultado esperado por causa de uma única decisão: a escolha errada da transportadora.

Para um comércio eletrônico, a entrega da mercadoria é um dos fatores mais importantes para o sucesso ou o fracasso do negócio. Com isso, a escolha da transportadora deixa de ser só mais uma etapa protocolar e se torna um ponto fundamental. Se você acerta, tudo fica mais fácil.

Mas, quando você não faz o “dever de casa” corretamente e se baseia apenas no preço do serviço: quais problemas o seu e-commerce pode ter que enfrentar? Continue lendo e conheça 5 agora mesmo.

Boa leitura!

1. Descumprimento dos prazos

O primeiro e o mais óbvio problema que você terá que enfrentar ao se equivocar na escolha da transportadora é o descumprimento dos prazos. Afinal, com uma parceira ineficaz na principal função de um transportador, a tendência é que os prazos de entrega passem a ser descumpridos corriqueiramente.

Logicamente, esse problema resultará em situações bastante adversas para o seu negócio, com a mais impactante, pelos menos no primeiro momento, sendo a perda da credibilidade. Basicamente, os clientes do seu e-commerce perderão a confiança em qualquer informação repassada em relação à entrega.

2. Produtos avariados

Se o atraso na entrega já é um grande problema para o cliente, imagine ter que receber a mercadoria avariada. Uma experiência frustrante que, infelizmente, se torna bem possível quando você repassa a obrigação para uma transportadora sem nenhum tipo de expertise.

O fato é que, mesmo que o produto saia do seu e-commerce com embalagem própria, é dever da transportadora realizar mais um processo de embalagem antes de colocá-lo para entrega.

Só uma parceira com profissionais capacitados consegue definir qual tipo de material é o mais recomendado diante das características de cada mercadoria, por exemplo:

  • Plástico bolha;
  • Plástico filme;
  • Papelão.

Além disso, é dever da transportadora realizar o empilhamento correto da mercadoria dentro dos veículos e fazer a movimentação com todos os cuidados que cada produto demanda.

3. Erro de mercadorias

Outro erro crasso envolvendo os produtos do seu e-commerce que uma transportadora ineficiente pode cometer é a entrega trocada. Por exemplo, em vez de receber o tênis comprado, o usuário recebe uma camisa xadrez.

Este é mais um caso em que o seu comércio virtual pode ser prejudicado mesmo seguindo todos os protocolos. Afinal, é papel sim da empresa conferir o endereço e a mercadoria antes da viagem, porém ainda há grandes chances de a transportadora se confundir na hora da entrega e repassar o produto incorreto.

Claro que este é mais um problema que afeta diretamente o cliente e contribui para que ele tenha uma péssima experiência com a sua empresa.

4. Falta de comunicação entre a frota e a central

Há muito tempo foi superada a ideia de que o colaborador na estrada trabalha de forma isolada. Hoje já há um perfeito entendimento de que um transporte perfeito é desenvolvido de forma integrada e com muita comunicação.

Ou seja, uma transportadora especialista não pode oferecer os seus serviços sem a garantia de comunicação contínua. Tanto o seu e-commerce, como dono do produto, quanto o cliente, como o destinatário, precisam estar cientes todo o tempo do andamento do processo.

Quando a falta de comunicação acontece, todas as partes interessadas “ficam no escuro” e acabam sendo pegas de surpresa em caso de imprevisto. Você não pode correr esse tipo de risco.

5. Perda de clientes do e-commerce

O último problema da nossa lista que você pode enfrentar ao escolher a transportadora errada para o seu e-commerce é justamente a consequência de todos os outros obstáculos. É uma questão de simples: se você compromete os prazos, troca ou avaria os produtos e não se comunica durante a viagem, a tendência é que os clientes simplesmente desistam do seu e-commerce.

Na verdade, em tempos de redes sociais, o seu problema pode ir além. A partir de uma experiência ruim, o cliente pode criticar a sua empresa em perfis de redes sociais com milhares ou milhões de seguidores.

Dessa forma, você não só terá que solucionar as falhas do transporte do e-commerce como também terá que reverter a imagem negativa do seu negócio.

Enfim, esses foram os 5 problemas que você provavelmente terá que encarar ao escolher a transportadora errada para o seu e-commerce. Para não cair em armadilhas, é preciso definir ótimos critérios na hora da escolha e não se limitar à questão do preço.

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Frota parada: Como reduzir ociosidade logística

Em tempos de baixa temporada, um dos principais desafios de muitos gestores é reduzir ociosidade logística. Uma tarefa nada fácil, mas extremamente necessária, pois uma frota parada pode representar um prejuízo que não estava no orçamento inicial.

Porém, se em “períodos normais” a ociosidade já se mostra um desafio, durante uma pandemia a situação pode ser ainda mais grave. Com as restrições impostas pelo problema sanitário, o risco de os veículos ficarem inoperantes por longo período só aumenta.

Mas então, o que fazer para reduzir a ociosidade logística? E como evitar maiores prejuízos independentemente de problemas externos? Para ajudar você a solucionar essas questões, preparamos este post com dicas de como reduzir ociosidade logística na sua empresa. Confira.

Boa leitura!

Analise as causas da ociosidade logística

Claro, você já sabe que a ociosidade está representada pela sua frota de veículos parada. Porém, é importante investigar quais as principais razões para isso, ou pelo menos os motivos que tornam a ociosidade tão impactante para seu negócio.

Por exemplo, a ociosidade pode estar acontecendo não por uma questão de mercado, mas sim por falta de uma correta manutenção nos veículos. Ao não fazer as intervenções no momento correto, a sua empresa assumiu o risco de ter mais veículos parados do que em funcionamento.

Outra razão pode ser o fato de os veículos não atenderem mais as necessidades dos seus produtos. A sua produção agora demanda tecnologias e ferramentas que não estão inclusas nos caminhões, resultando em uma frota travada.

De qualquer forma, ao descobrir a principal causa do problema, você pode tomar medidas para reduzir ociosidade logística de forma inteligente.

Avalie a demanda do mercado atual

Como dito na introdução, em “tempos normais” é comum que o mercado apresente certa ociosidade nas vendas. Porém, quando uma pandemia atinge o mundo, esse período pode ser ainda maior e mais complicado.

Então, para que você supere esse período sem maiores sustos, é importante ficar atento às demandas do mercado. Não adianta, por exemplo, fabricar ou adquirir para revender um produto que está em baixa no momento. A certeza de paralisação da frota é alta.

Trabalhe com avaliações semestrais ou trimestrais, identificando quais dos seus itens valem a pena manter em alta a produção e quais devem passar por uma redução.

Reavalie seus prazos de entrega

Com ociosidade ou não, o fato é que a entrega das suas mercadorias não podem parar. Mas, para evitar que os veículos saiam ou voltem quase vazios, uma boa alternativa é aumentar os seus prazos de entrega.

Você não precisa fazer grandes mudanças que causem impacto negativo no relacionamento com o cliente, podendo até mesmo tratar alguns casos de forma individual. Mas, é interessante adequar os prazos com a realidade atual do seu negócio.

Fazendo estudos e alterações pontuais, é possível manter as suas entregas e aproveitar ao máximo o uso de cada veículo.

Adote a tecnologia como aliada

Como vimos ao longo do texto, o problema de ociosidade na logística acontece ou é agravado, muitas vezes, pela falta de comunicação eficiente entre alguns setores. Pode ser, por exemplo, a falta de comunicação entre a equipe responsável pela manutenção dos veículos com as demais equipes logísticas.

Ou mesmo a falta ou a ineficácia de comunicação entre o Departamento de Vendas e a equipe de produção na hora de relatar sobre a queda nas vendas de determinados produtos para o próximo ciclo. Tudo isso resulta na paralisação dos seus veículos de entrega.

Uma boa saída é adotar ferramentas que não só melhorem a comunicação, mas também permitam compartilhamentos instantâneos de dados, bem como, o monitoramento da frota.

Com esse controle mais moderno, você evita ser pego de surpresa e aumenta as chances de sucesso na hora de reduzir ociosidade logística.

Opte pela terceirização para reduzir ociosidade logística

Todas as dicas apresentadas são importantes e, certamente, ajudará você a reduzir ociosidade logística. Mas, ao optar pela terceirização e não por frota própria, você passa a ter menor preocupação em relação à ociosidade da frota.

Isso porque a maior parte dos pontos abordados se torna responsabilidade da transportadora terceirizada. É o fim das dores de cabeça para a sua empresa, por exemplo, com manutenção, investimento em ferramentas para os veículos, contratação de mão de obra, combustível etc.

Ou seja, a terceirização é a maneira mais inteligente de reduzir ociosidade logística. E isso sem colocar em risco a qualidade do serviço. Na verdade, com as coletas e entregas sendo feitas por uma transportadora profissional a tendência é de crescimento produtivo.

Enfim, reduzir ociosidade logística deve sempre ser um ponto de alerta para qualquer empresa. Porém, com as medidas corretas, ela não precisa ser o seu maior foco. Deixe que uma transportadora parceira se preocupe com a frota de veículo e concentre-se em aperfeiçoar os resultados do seu negócio durante o ano todo.

Gostou das dicas? Entre em contato com a RDR Soluções Logísticas e saiba como uma das principais transportadoras do país pode ajudar a sua empresa.

riscos logísticos

Gestão de Riscos na Logística: 5 dicas para evitar prejuízos

Além dos custos operacionais, todo gestor precisa se preocupar com os riscos na logística antes de fechar entregas e coletas de mercadoria. Afinal, qualquer processo está sujeito a imprevistos, mas é dever do gestor garantir que a sua operação fique o menos exposta possível.

Para ser bem-sucedido neste ponto é preciso definir uma gestão de riscos na logística, ou seja, identificar os pontos de maior complexidade e trabalhar nas soluções. Dessa forma, a sua empresa diminuiu a probabilidade de imprevistos e assegura a qualidade do serviço.

Para ajudar, preparamos este artigo com 5 dicas de como criar uma ótima gestão de riscos na logística. Continue lendo e confira.

Boa leitura!

 

Quais os principais riscos na logística?

Como explicado na introdução, uma boa gestão de riscos na logística começa com a identificação dos obstáculos para em seguida definir as melhores soluções.

Então, vejamos os principais riscos na logística atual.

Roubo de cargas

O roubo de cargas tanto nas estradas quanto dentro das grandes cidades, sem dúvida, é um dos principais riscos na logística enfrentados por empresas e profissionais atualmente. A situação em algumas capitais é tão crítica, que algumas empresas logísticas simplesmente suspendem as entregas por um tempo.

É claro que a insegurança em si é um problema macroambiente, mas com as ferramentas é possível trazer maior proteção para a logística.

Situação das estradas brasileiras

Lado a lado com a insegurança estão as más condições das estradas brasileiras no ranking dos principais riscos logísticos. Porém, diferentemente dos furtos e roubos, que cresceram bastante nos últimos anos, o panorama das estradas já é um problema antigo na vida de quem precisa transportar cargas pelo Brasil.

Com a atual crise que se abateu no país e no mundo, as perspectivas de melhora não são muito altas – pelo menos em médio prazo.

Frota adequada às necessidades de transporte

Para quem olha de fora, basta um caminhão para fazer o transporte de cargas. Porém, um profissional logístico sabe que não é assim que funciona. Cada produto tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas antes da movimentação em si.

Conseguir montar e manter uma frota que atenda a todos os critérios é um grande desafio do ponto de vista financeiro. Com uma logística própria, a sua empresa fica responsável, por exemplo, pela aquisição dos veículos, contratação de pessoal e manutenção periódica.

Ao mesmo tempo, transportar mercadorias sem as devidas condições é um grande risco para o seu negócio. Além das próprias particularidades dos produtos, o transporte logístico deve atender à legislação, que pode ser bastante exigente em relação a alguns produtos alimentícios e refrigerados.

 

5 passos para uma gestão de riscos na logística

Depois de identificar os principais riscos na logística da sua empresa, o próximo passo é começar a montagem da gestão, construindo estratégias para evitá-los ou minimizá-los. Confira.

1. Classifique os riscos

O primeiro passo dentro da gestão é analisar os riscos separadamente, ou seja, classificar em que grau cada um deles impacta diretamente o trabalho da sua logística. Dessa forma, será mais fácil trabalhar cada solução.

Essa classificação pode ser feita da maneira que desejar, por exemplo: escala de 0 a 10, 0 a 5 etc. Também é possível fazer a classificação de acordo com o impacto por setor ou pela facilidade de resolução do problema.

2. Detalhe as falhas dos processos

Após a classificação, você deve entrar em uma parte mais técnica da gestão e detalhar as falhas de cada processo. É com o detalhamento dos chamados “gargalos”’ que você facilitará a vida da equipe de trabalho na hora de resolver os problemas diários.

Tente trabalhar com o máximo de processo possível, passando pela administração, armazenamento, compras, transporte, entre outros.

3. Conte com a tecnologia

Se estamos falando de falhas que afligem a logística atual, nada melhor do que utilizar ferramentas modernas para fazer a gestão. Neste caso, a tecnologia auxilia desde a criação do planejamento até a resolução dos problemas na prática.

Por exemplo, para análise e obtenção de dados, um ERP ajuda bastante. O software age como um sistema de gestão, cobrindo diferentes processos e compartilhando inúmeras informações de maneira simultânea.

Já na parte prática, a tecnologia é representada por meio de soluções de rastreamento de cargas, que facilita a comunicação e traz maior segurança para os caminhões, e de equipamentos para a movimentação das mercadorias dentro dos galpões.

4. Reavalie parceiros e fornecedores

Como vimos, alguns dos riscos na logística atual dizem respeito à movimentação das cargas em si. Nesse sentido, a sua gestão de riscos deve avaliar fatores que impactam diretamente nessa etapa operacional, como, por exemplo, a participação de parceiros e fornecedores.

É preciso analisar, por exemplo, se as transportadoras parceiras estão oferecendo estrutura suficiente para atender a demanda ou se a sua empresa ainda precisa arcar com custos extras. Da mesma forma os fornecedores, que não devem trabalhar abaixo do padrão de qualidade estabelecido pelas por sua empresa.

5. Mantenha a medição de resultados

Para entender se a sua gestão de riscos está sendo bem-sucedida, você deve manter uma avaliação contínua dos resultados. Uma verificação que pode acontecer de forma, mensal, trimestral ou semestral.

Mantendo essa mensuração, você não só conseguirá avaliar os resultados como também identificará possíveis novos pontos de falha – podendo assim alterar alguns detalhes da gestão.

Logicamente, é quase impossível eliminar todos os riscos na logística de forma completa. Operações do setor envolvem muitos profissionais e etapas, resultando em uma probabilidade de imprevistos muito alta. Porém, com uma boa gestão de riscos você consegue evitar as falhas mais graves e minimizar os efeitos dos demais erros.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e saiba como trabalhar a sua gestão financeira em diferentes etapas logísticas.

sistema erp na área logística

Sistema ERP: Entenda a necessidade de implementar esse sistema

Há alguns anos, a rotina da maior parte das empresas era com planilhas, blocos de notas e pilhas de documentos guardados em diferentes lugares. Uma realidade que certamente atrapalhava a produtividade das equipes. Mas, a evolução tecnológica chegou e hoje temos o sistema ERP para ajudar.

Basicamente, o sistema ERP revolucionou o mundo corporativo. Uma solução que permitiu trocar toda aquela “desorganização” por uma ferramenta segura e inteligente. E os benefícios não se resumiram à melhor organização dos processos, as vantagens da tecnologia vão muito além – inclusive para a logística.

Para mostrar o quanto um sistema ERP pode otimizar o trabalho da sua empresa, preparamos este artigo abordando alguns dos pontos mais importantes sobre o assunto.

Boa leitura!

O que é um sistema ERP?

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning, um sistema de gestão inteligente que integra diferentes processos e setores de uma mesma empresa. A partir dessa única ferramenta, é possível compartilhar informações sobre áreas como:

  • Recursos Humanos;
  • Contabilidade;
  • Financeiro;
  • Compras;
  • Logística;
  • Vendas;
  • Fiscal.

Isso acontece, pois um ERP funciona com diferentes módulos, em que cada um corresponde a um setor ou processo específico. E mesmo funcionando de forma independente uns dos outros, os módulos podem “conversar” entre si e compartilhar dados.

Um sistema ERP completo é composto por 3 camadas:

  • Interface: parte do sistema visível aos usuários;
  • Processamento: corresponde aos comandos realizados pelo usuário;
  • Armazenamento: parte em que os dados são guardados com segurança.

Quais são os benefícios da utilização de um sistema ERP?

Como dito na introdução, um sistema ERP é capaz de trazer muito mais vantagens além da organização de processos. Confira abaixo alguns dos principais benefícios.

Facilita a tomada de decisão

Com um sistema ERP dentro da sua empresa você acaba de vez com as decisões tomadas a partir de “intuições” ou “achismos”. A ferramenta é capaz de munir os gestores com dados em tempo real, trazendo informações seguras e completas.

Isso torna a tomada de decisão muito mais simples, sem risco de duplicidade, conflito ou ruídos de comunicação. Até mesmo eventuais mudanças de cursos são mais fáceis de tomar com as informações fornecidas pelo ERP.

Torna as rotinas mais fluidas

Por permitir o compartilhamento instantâneo de informações, o sistema ERP deixa a comunicação interna muito mais fluida. Ainda que cada setor se atente ao seu módulo individual, os dados de outros departamentos ficam disponíveis para consulta.

Dessa forma, não há mais necessidade de se interromper rotinas para uma comunicação específica – por exemplo, o Setor de compras com o setor Financeiro. Bastam alguns cliques para que dúvidas sejam tiradas ou decisões sejam tomadas.

Reduz os custos

Sim, para implementar um ERP na sua empresa você precisa realizar um investimento inicial. Mas, analisando os benefícios citados, fica claro que se trata de uma implantação de ótimo custo-benefício.

O primeiro ponto, já dito na introdução, é que você dispensa a compra de outras ferramentas aleatórias para manter o controle de processos. Além disso, o sistema ERP acaba com ruídos de comunicação, diminuindo as chances de falhas humanas, retrabalhos e desperdícios.

Com o tempo, todos esses gastos deixam de pesar no seu caixa financeiro e os setores só tendem a crescer em produtividade.

Como o sistema ERP otimiza os processos de transporte da empresa?

Ainda hoje, há quem acredite que sistemas ERPs são voltados apenas para setores focados no administrativo, não sendo indicados para áreas como a Logística. Um ledo engano!

Como você pôde notar, trata-se de uma tecnologia que age em diferentes áreas de uma empresa, seja mais administrativa ou operacional. A logística não fica fora desse cenário, tendo etapas como o transporte sendo otimizadas.

Basicamente, a comunicação direta que o ERP permite entre os setores traz maior respaldo para decisões da logística. Por exemplo, o gestor logístico pode analisar os processos do setor financeiro e avaliar qual a melhor decisão a se tomar em relação ao transporte da empresa.

Se o fluxo financeiro atual não comporta mais uma frota própria, o gestor logístico já pode trabalhar em uma terceirização do serviço, diminuindo o peso em cima do financeiro da empresa. E esse é apenas um exemplo, a partir de dados seguros, a logística tende é muito mais efetiva no dia a dia.

Enfim, sem dúvida, o sistema ERP é o tipo de estratégia que só traz benefícios para a sua empresa. A implementação da ferramenta representa uma otimização que dificilmente será alcançada de outra forma. Por isso, da Logística ao Financeiro, invista em um ERP completo e aumente a performance das suas equipes.

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gestão financeira na logística

Gestão Financeira: Do embarcador ao prestador logístico

A cadeia logística é formada por etapas que apresentam seus próprios desafios e custos para os fornecedores envolvidos. Nesse sentido, a gestão financeira é certamente um elemento que pode definir o sucesso ou o fracasso de uma operação.

A verdade é que mesmo a logística sendo reconhecidamente um setor custoso, não são todos os players envolvidos dentro de uma operação que se preocupam com a saúde financeira de suas respectivas empresas. Isso é um grande erro, pois basta que um dos prestadores de serviço apresente instabilidade financeira para que todo o processo seja colocado em risco.

Pensando nisso, criamos este artigo para detalhar a importância de uma gestão financeira eficiente dentro da logística. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

Por que o embarcador deve se preocupar com a sua gestão financeira?

É cada vez mais comum o uso de Operados Logísticos por empresas que querem aprimorar suas operações de envio de mercadoria. A adoção dos OLs ou embarcadores, profissionais responsáveis por garantir que a carga chegue ao destino pretendido de maneira intacta, traz maior profissionalização para o processo e ajuda no controle de custos.

Porém, para que esses prestadores de serviços atinjam os resultados esperados pelas empresas, eles precisam contar com uma saúde financeira estabilizada que sustente todas as  demandas de uma operação.

Ou seja, eles devem ter seus números financeiros em mãos no momento da contratação, demonstrando plenas condições de arcar com todos os serviços logísticos. Assim, há a certeza de que existe aporte financeiro para pontos importantes da logística, por exemplo:

  • contratação da transportadora;
  • contratação de seguros;
  • embalagens extras.

Por que a gestão financeira da transportadora deve ser um fator primordial na negociação?

Entre as funções do embarcador, uma das mais importantes é a contratação de uma transportadora para a entrega da mercadoria até o local desejado pelo dono da carga. E, além de fatores como histórico e reputação, um ponto que deve ser considerado nessa contratação é a gestão financeira da transportadora.

Isso porque, uma transportadora pode não ser capaz de fazer as entregas se não tiver uma boa saúde financeira e créditos no mercado.

Acontece que dentro da logística é normal que o transportador só receba pelo frete realizado após 15, 30 ou até 90 dias. Dessa forma, ao fechar um contrato de entrega, a empresa precisa contar com recursos próprios para realizá-la.

É dever do embarcador verificar se a transportadora apresenta esse tipo de condição. Uma gestão financeira que atenda as necessidades da operação antes de receber os devidos pagamentos.

Outros fatores importantes que não podem passar despercebidos pelo embarcador são: capacidade de frota e de pessoal e tecnologia. Vamos entendê-las.

Capacidade de frota e de pessoal

Uma boa transportadora deve atender às demandas da operação oferecendo uma estrutura adequada. Afinal, as mercadorias podem apresentar características diferentes umas das outras, necessitando de veículos específicos e de profissionais com conhecimento técnico.

O embarcador deve se atentar a esse detalhe, fazendo a avaliação antes da assinatura de qualquer contrato. A certeza de uma boa estrutura por parte da transportadora é um indício de serviços com agilidade e eficiência.

Tecnologia em dia

Outro ponto que não pode deixar de ser avaliado é o nível de tecnologia que a transportadora oferece em seus serviços. Com grandes inovações disponíveis para a maior parte das pessoas atualmente, o mínimo que se espera é que a transportadora siga essa tendência tecnológica.

Para a movimentação de cargas, as ferramentas rastreadoras são fundamentais. A transportadora precisa contar com rastreadores em todos os seus veículos, facilitando a comunicação entre empresa, clientes e embarcador.

Também é importante o uso de softwares de controle, como sistemas de gestão, facilitando o acompanhamento das atividades, bem como, o compartilhamento de informações relevantes sobre a operação.

Enfim, a análise da gestão financeira de todos os envolvidos na cadeia logística é fundamental para o sucesso de qualquer operação. Sem isso, o risco de travamento em algum estágio é muito grande.

É por isso que transportadoras de alto padrão como a RDR têm a gestão financeira como uma de suas prioridades. É a partir da estabilidade financeira que serviços como coleta e distribuição são realizados com qualidade e atendendo a todas as necessidades dos clientes.

Na hora de fechar contratos para a sua mercadoria, prime por transportadoras como a RDR, com boa saúde financeira e grande conhecimento de mercado.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e conheça agora alguns dos principais desperdícios logísticos que impactam nos lucros da sua empresa.

Endomarketing na logística

Endomarketing: Implemente para conquistar grandes resultados

Também chamado de marketing interno, o endomarketing é o trabalho realizado pelo RH juntamente com outros setores da empresa. Um conjunto de ações que tem como objetivo fazer com que os próprios funcionários tenham uma visão completa sobre o local onde trabalham.

É um conceito desenvolvido por gestores que entenderam a necessidade de os colaboradores também receberem um tratamento especial em relação à marca, iniciando um trabalho que geralmente é mais voltado para os clientes.

Continue lendo, entenda a importância de desenvolver o endomarketing na sua empresa e conheça alguns exemplos de iniciativas já desenvolvidas pela RDR Soluções Logísticas dentro desse conceito.

Boa leitura!

 

Por que implementar o endomarketing na sua empresa?

A opinião do cliente pode influenciar bastante o fluxo de vendas de uma empresa. Por exemplo, se o comprador do produto ou serviço tiver uma boa experiência e recomendar a sua marca, a tendência é de crescimento. Mas, se a experiência for ruim e a empresa sofrer críticas abertamente, há riscos de quedas em futuras negociações.

Porém, os clientes internos, também conhecidos como funcionários, também têm grande poder de influência – e em tempos de tanta concorrência no mercado, esse poder só aumenta.

Pense comigo: quando um grande comprador entra em contato, ele espera saber dos benefícios dos produtos da sua empresa. E quem faz isso, geralmente, é um funcionário da equipe de vendas.

Se, por falta de conhecimento ou foco, ele não realiza bem essa negociação, a chance de a sua empresa perder uma ótima venda é muito grande. Em outras palavras, se o seu colaborador não for capaz de influenciar positivamente o usuário interessado, os seus números de vendas não sairão do zero.

É nesse ponto que o endomarketing se torna tão importante. Primeiramente, porque ninguém é capaz de informar sobre o que não sabe, não é mesmo? Com um bom trabalho de endomarketing, a sua equipe se mostrará mais bem preparada em termos de conhecimento em relação aos produtos e serviços da empresa.

Além disso, o endomarketing serve para engajar os colaboradores – assim como a sua empresa faz com os clientes.

No endomarketing você não apenas prepara os colaboradores para suas funções, também garante que eles estejam motivados para exercê-las diariamente. Afinal, mais do que vender, eles precisam acreditar naquilo que estão vendendo. Eles precisam acreditar no negócio.

Até porque, nenhuma empresa chega ao topo só por causa de um bom produto ou serviço de qualidade. Como disse o próprio Walt Disney, um dos maiores empresários da história: “É possível planejar um mundo dos sonhos, mas são as pessoas que o transformam em realidade”.

 

Quais são as ações de endomarketing da RDR Soluções logísticas?

Depois de entender a importância do endomarketing, você pode começar a se perguntar: “Como implantar essa filosofia na minha empresa”?

O primeiro ponto que você deve garantir é o conhecimento sobre a sua própria equipe de trabalho. É precisa analisar o corpo efetivo da sua empresa a fim de identificar carências do dia a dia, por exemplo:

  • Falta de conhecimento sobre os produtos e serviços;
  • Falta de foco na realização das atividades;
  • Pouco engajamento.

A partir dessa análise você terá informação para começar o projeto de ações. Considerando o perfil de cada equipe e a estrutura da sua empresa, se iniciará o desenvolvimento de ideias para reverter os pontos fracos.

Para facilitar o seu trabalho, trouxemos algumas das medidas práticas de endomarketing que a RDR implementa no dia a dia. São exemplos reais de uma empresa se preocupa bastante com esse tipo de ação e vem cada vez mais colocando como prioridade.

Uma das ações de maior sucesso e que ajudam no compartilhamento da informação é o jornal online: no qual são enviadas aos colaboradores via e-mail e Whatsapp, as últimas novidades sobre o blog, os aniversariantes do mês, feriados, novidades da empresa, entre outros.

O mais interessante é que o nome do jornal foi escolhido pelos próprios colaboradores, que o batizaram como “News RDR”. Assim, além de manter a equipe informada, a empresa consegue trazer os funcionários para uma rotina mais participativa.

Além disso, há um espaço aberto para que os colaboradores externem suas opiniões sobre melhorias, rotina dos times, metas e objetivos. Uma comunicação direta e transparente para que todos se sintam parte da empresa de maneira única.

Enfim, a partir do endomarkerting você é capaz de trazer uma nova realidade para sua empresa, em que a cultura e os valores são fortalecidos pelos próprios funcionários de forma natural. A estratégia é uma ótima maneira de fortalecer o relacionamento entre equipe e empresa, melhorando o ambiente e trazendo bons resultados para todos.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e conheça agora 5 dicas para a sua evolução como gestor logístico.

Desperdícios logísticos que impactam na margem de lucro

Mesmo a logística sendo essencialmente um setor estratégico, em razão da alta exigência diária, muitos gestores acabam deixando passar desperdícios logísticos que impactam consideravelmente os lucros de suas empresas no final do mês.

Ainda que pareçam “corriqueiros”, esses fatores podem ser o fiel da balança entre o cumprimento de meta e o insucesso de um ciclo inteiro. Em longo prazo, essa repetição acaba trazendo consequências drásticas para o negócio.

Mas, você sabe quais são desperdícios logísticos mais comuns? Como evitá-los? Para entender melhor, confira a nossa postagem completa sobre o assunto.

Boa leitura!

Por que se atentar aos desperdícios logísticos?

O primeiro ponto que nenhum gestor jamais deve esquecer é que a logística é um setor custoso. Para que toda a operação funcione dentro de um padrão de qualidade é preciso mão de obra e grande aporte financeiro.

Ou seja, por si só, a logística é uma atividade que requer economia por parte do gestor e sua equipe de trabalho.

Fora esses gastos fixos, que abrange equipamentos, veículos, manutenção, combustível e pessoal, há outra questão inerente à logística que demanda máxima atenção de um gestor: o macroambiente.

Diferentemente de outras áreas mais restritas, a logística é fortemente afetada por fatores macroambientes. A começar pela escolha do modal: com pouco incentivo do governo em outros modais, as empresas acabam concentrando suas operações no transporte rodoviário.

O problema é que mesmo o modal rodoviário sofre com a precariedade de investimentos. O número de rodovias pavimentadas é muito baixo, e isso traz prejuízos com manutenção e custos elevados com combustível. Fora isso, a insegurança nas estradas cresce a cada ano.

Como essas são questões macroambientes, a sua empresa não tem poder de resolução, só tendo que se adaptar.

Então, uma boa maneira de diminuir o impacto negativo é identificando e solucionando desperdícios logísticos comuns durante as operações.

Quais os principais desperdícios logísticos?

Cada empresa tem o seu próprio modus operandi, por isso as falhas podem variar. Mas, há aqueles desperdícios logísticos que são comuns ao setor. Confira os principais.

Perda de tempo durante a coleta, carga e descarga

A logística é um dos setores onde o ditado “tempo é dinheiro” faz muito sentido. Um veículo ou equipamento parado por muito tempo pode, por exemplo, trazer um grande prejuízo no final da operação.

Mas, por incrível que pareça, um dos desperdícios logísticos mais comuns é justamente essa perda de tempo na hora de coletar, carregar ou descarregar produtos. Uma dificuldade bastante incômoda aos caminhoneiros.

Essa discussão é tão grande que o governo teve que criar uma norma para amenizar a situação. Segundo a Lei13.103/15, se um caminhão passar mais de 5 horas aguardando para carregar ou descarregar, o caminhoneiro ou a transportadora deve ser indenizado no valor de R$ 1,60 por tonelada/hora da capacidade total do veículo.

Mas, você pode diminuir o risco de perda de tempo criando um planejamento prévio de coleta e entrega. Faça agendamentos e sempre confirme a disponibilidade para a chegada do veículo na empresa de destino.

Atraso nas viagens

Outro prejuízo comum advindo de desperdícios logísticos é o atraso nas viagens dos veículos. Quando os caminhões demoram a chegar, há risco não só de morosidade operacional como também de cancelamento por parte dos clientes.

Claro que existe toda questão macroambiente de má infraestrutura das estradas, bem como, na insegurança diária, no entanto, muitas empresas acabam caindo no lugar comum e se esquecem de otimizar essa etapa da operação.

Para fechar essa “torneira” é importante criar rotas que facilitem a viagem do motorista. Com a obtenção de informações úteis, tanto por sites confiáveis quanto por histórico de viagens anteriores, você consegue montar um roteiro no qual o veículo não fique tão vulnerável à insegurança e consiga trafegar sem se expor a tantos problemas de infraestrutura.

Desempenho dos motoristas

Por mais que a sua empresa conte com veículos modernos e acima dos padrões de qualidade, os motoristas ainda são as principais peças na hora de transportar as mercadorias. Mas, muitos gestores ignoram isso e investem baixo na formação dos seus condutores. Assim, eles só aumentam seus desperdícios logísticos.

Além da questão financeira, pois todo profissional se sente bem quando é valorizado, é necessário trabalhar a evolução técnica dos motoristas. Quando não há essa preocupação, a empresa acaba tendo maiores gastos com:

  • consumo extras de combustível;
  • riscos jurídicos e de acidentes;
  • desgaste acelerado do ativo;
  • manutenções em excesso.

Sendo assim, garanta uma equipe bem preparada de motoristas. Comece já pela seleção de contratação e invista constantemente em cursos de aperfeiçoamentos.

Operação própria

Todos os desperdícios logísticos citados até o momento só aumentam os altos custos “naturais” do setor. Mas também há algo comum entre eles: os impactos negativos são maiores quando você trabalha com operação própria.

Compra de caminhões, contratação de motoristas, preocupação com coleta e entrega: todos esses fatores passam a ser preocupação de outra empresa quando você opta pela terceirização da sua logística.

Já falamos aqui que a logística é o setor estratégico. E não há nada mais estratégico do que repassar as etapas mais complexas e onerosas para uma especialista, deixando a sua empresa apenas como avaliadora do serviço. Além de uma iniciativa segura, a terceirização representa ótimo custo-benefício.

Enfim, secar ou diminuir a torneira dos desperdícios logísticos é papel central do gestor. Como principal líder da área, ele tem obrigação de garantir a produtividade operacional ao menor custo possível. Nesse sentido, analise as dicas apresentadas e implemente maneiras eficientes de melhorar os resultados da sua empresa.

Não saia agora. Continue no nosso blog e conheça 5 dicas para a sua evolução como gestor logístico.

dicas de logística 2021

Gestor Logístico: 5 dicas para a sua evolução profissional

O setor logístico normalmente já exige uma rotina intensa para qualquer profissional. Porém, para se tornar um gestor logístico acima de média é preciso superar os desafios corriqueiros e ainda buscar aperfeiçoamentos no dia a dia.

Ainda mais agora, com tantas transformações e novas necessidades, um bom gestor logístico não pode se limitar a dar ordens e fechar acordos aleatórios, a exigência do mercado é muito maior.

Mas, não se preocupe, neste artigo apresentaremos 5 dicas de como aumentar a sua evolução profissional e se tornar um gestor logístico cada vez melhor.

Boa leitura!

 

1. Atualize-se em conhecimento e ideias

Se você é um gestor logístico significa que alcançou um cargo importante dentro do setor, ao mesmo tempo, isso também representa responsabilidade extra em termos técnico. O gestor não é um simples colaborador, ele é uma liderança.

Por essa razão, você deve ir além dos conhecimentos básicos ou ultrapassados, precisa dominar conceitos atuais e que estejam alinhados com as novas necessidades dos clientes e do mercado.

Por isso, se aperfeiçoe através de novos cursos e ideias. Hoje em dia nem é preciso frequentar salas de aula para isso, além do EAD, você tem a opção dos cursos on-line em plataformas de especialização, como o da Sebrae.

2) Seja um gestor logístico parceiro de outros departamentos

É claro que a logística tem suas próprias obrigações e metas, mas você deve ter em mente que todas as áreas contemplam uma mesma empresa. Por esse motivo, jamais lidere o seu setor de forma isolada.

Agir de maneira paralela, além de não ser muito inteligente, também é insustentável, tendo em vista que a logística depende de setores importantes como o Financeiro, Compras, Vendas, entre outros.

Outro ponto é o que o trabalho individual vai contra ao conceito de integralização, muito exigido hoje nas maiores empresas do mundo. Ou seja, o “egoísmo profissional” não pode ser uma característica de um gestor logístico moderno.

Seja parceiro dos demais setores. Mantenha uma comunicação direta e transparente, garantindo que a logística seja beneficiada e beneficie o fluxo de trabalho das outras equipes.

3) Prepare-se uma logística mais dinâmica e menos centralizada

Em 2020 o mundo todo sofreu com as consequências da pandemia do Coronavírus. Agora, 2021 é visto como o ano da recuperação, bem como, o da mudança. Sim, porque após a pandemia, as empresas precisam considerar novas ideias dentro de suas rotinas.

O primeiro ponto é a dinamicidade. Os processos logísticos precisam acontecer com mais agilidade a fim de garantir que os planejamentos sejam cumpridos dentro dos prazos e não corram riscos de prejuízos em eventuais contratempos macroambientes.

Além disso, é preciso superar a limitação presencial. Se teve algo que a pandemia mostrou para o mundo corporativo é a possibilidade real do trabalho à distância. Essa descentralização deve ser uma ideia presente na nova logística, com gestores e outros profissionais podendo trabalhar longe das empresas.

4) Conte com a tecnologia no dia a dia

Falou em modernização ou aperfeiçoamento, é lógico que a tecnologia precisa estar envolvida – na verdade, muitas exigências do mercado atual acontecem em razão da evolução tecnológica. Ser gestor logístico é estar alinhado com essas inovações.

Mas é preciso entender que implementação tecnológica não é o mesmo que investimento aleatório. Não adianta, por exemplo, contar com um sistema de gestão que pouco agrega ao trabalho logístico e acreditar que a sua empresa está de acordo com a era digital.

Primeiramente, a transformação deve partir da gestão, se mantendo atualizada e abraçando as tendências do mercado. Somado a isso, você tem que analisar quais tecnologias são condizentes ao perfil da empresa, garantindo que elas realmente transformem a rotina diária.

O último passo é acompanhar a evolução da sua equipe em relação às novas ferramentas, avaliando o período de adaptação e medindo os resultados através de KPIs.

5. Conte com parceiros alinhados à filosofia da sua empresa

A verdade é que em pleno 2021 ainda há gestores que priorizam preços em detrimento à qualidade na hora de fechar parcerias. Esse é um grande erro, pois com parceiros pouco efetivos a sua logística jamais corresponderá às necessidades atuais dos clientes.

Preze por transportadoras e fornecedores que estejam alinhados à filosofia da sua empresa. Pense no investimento de tempo e dinheiro que você fez para se aperfeiçoar, melhorar a sua equipe e transformar a empresa tecnologicamente. Sem um parceiro que não trabalhe dentro da mesma ideia de evolução, todo esse investimento pode não ser suficiente.

Nesse sentido, além do preço e do histórico de serviço, na hora de fechar novos contratos, analise a gestão da outra empresa. Verifique quais ferramentas são utilizadas no dia a dia e qual é o nível de qualidade exigido para as equipes de trabalho.

Enfim, ser um gestor logístico não é uma tarefa simples. Isso é um fato. Porém, com aperfeiçoamentos e atualizações, a tendência é que o trabalho fique menos complexo e muito mais efetivo. Então, analise as dicas apresentadas e melhore a sua rotina de trabalho gradativamente.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e confira agora algumas tendências para o setor logístico.

antecipação de recebíveis

Antecipação de recebíveis e fluxo de caixa

Com um 2020 tão complicado, o maior desafio dos empresários é iniciar 2021 com um fluxo de caixa seguro e que atenda as necessidades do negócio. Realizar mudanças internas e traçar novas estratégicas, como uma terceirização logística, são medidas que podem amenizar os custos, mas para uma estabilidade financeira imediata uma boa saída é a antecipação de recebíveis.

Sendo uma opção bastante utilizada por empresas nos Estados Unidos e Europa, a antecipação de recebíveis tem se tornado uma opção recorrente aqui no Brasil. Por ser uma alternativa mais viável e menos onerosa que os empréstimos bancários, muitos empresários estão utilizando a modalidade justamente para equilibrar as contas nos momentos mais difíceis.

Mas e você, sabe como funciona a antecipação de recebíveis e quais as vantagens de utilizar essa estratégia para o fluxo de caixa da sua empresa? Confira o nosso artigo e entenda mais sobre o assunto.

Boa leitura!

 

O que é a antecipação de recebíveis?

O conceito de antecipação de recebíveis é autoexplicativo. Os “recebíveis”, neste caso, são os valores que uma empresa tem referente aos pagamentos realizados por seus consumidores através de:

  • cartão de crédito;
  • cartão de débito;
  • boletos.

Esses valores ficam em posse dos bancos, fintechs ou operadoras e, normalmente, só são repassados dentro de um prazo de 30 a 60 dias – dependendo do contrato inicial. Ao solicitar a “antecipação”, a empresa recebe-os no mesmo dia ou o mais breve possível.

A estratégia é uma ótima saída para negócios que precisam equilibrar o fluxo de caixa, mas que não podem abrir mão das vendas a prazo. Para empresas que têm um grande volume de vendas on-line, por exemplo, a antecipação de recebíveis se torna ótima grande opção.

Mas é claro que assim como qualquer saída financeira, ela não deve ser algo usual. Toda vez que você solicita a antecipação é incidida uma taxa sobre o valor – pré-determinada pela instituição financeira.

Por exemplo, em geral, você já paga mensalmente pelo serviço de crédito, mas não tem descontos ao receber os valores no prazo correto. Mas, ao solicitar o adiantamento, é descontada uma taxa de 1, 2 ou até 3% em cima dos seus ganhos.

Portanto, para que a estratégia seja relevante para o seu fluxo de caixa, é interessante utilizá-la apenas em casos emergenciais ou de forma bem planejada.

Ainda assim, como dito na introdução, essa é uma saída mais interessante do que empréstimos bancários. Afinal, você está recebendo antecipadamente um valor que já é da sua empresa.

 

Como a antecipação de recebíveis pode ser importante para o seu fluxo de caixa?

Entendendo que a antecipação de recebíveis não deve ser utilizada de forma aleatória, em épocas mais complicadas ela pode sim ser importante para o equilíbrio do seu fluxo de caixa.

Digamos que a sua empresa precise iniciar o ano com dinheiro para colocar algumas estratégias importantes em funcionamento. Nesse caso, antecipar valores se torna uma iniciativa inteligente.

Além do controle direto do dinheiro d, a estratégia pode trazer algumas outras vantagens. Entenda.

Diminui o risco de endividamento

Durante o ano nem tudo ocorre como esperado para uma empresa, isso é normal. Muitas vezes, você tem uma queda considerável de receita de um mês para o outro. E caso a maior parte das vendas tenha sido feita a prazo, o fluxo de caixa sofrerá nesse intervalo.

Para não correr riscos com os fornecedores e outros custos fixos, você opta pela antecipação dos valores. Assim, mantém o fluxo de caixa equilibrado e não se endivida com as contas mensais.

Não enfrenta burocracias

Você deve saber bem o quanto um processo de empréstimo bancário pode ser demorado. Com uma burocracia enorme, diversos documentos solicitados e comprovações, por vezes sem sentido, sendo exigidas. No fim, a sua empresa ainda corre o risco de ter o crédito negado.

Na antecipação de recebíveis você não passa por nada disso. Como dissemos, é apenas a solicitação de um valor que já é da sua empresa, só sendo preciso pagar uma taxa adicional no processo.

Se a ideia é contornar problemas do fluxo de caixa o mais rápido possível, a antecipação de crédito entra como solução ideal.

Facilita investimentos pontuais e realização de estratégias

Digamos que ao traçar o planejamento para o ano seguinte você define, por exemplo, que a terceirização logística é uma estratégia essencial para a sua empresa no próximo ciclo. Mas, sem dinheiro no caixa, você se vê obrigado a adiar a implementação.

A antecipação ajuda a sua empresa a manter o planejamento desde o início. Além de facilitar a contratação de uma nova parceira, os valores adiantados podem ser úteis para realizar melhorias pontuais em infraestrutura e maquinários.

Enfim, você não precisa sofrer com um fluxo de caixa desequilibrado ou adiar melhorias quando há recebíveis para receber. Se usada corretamente, a estratégia pode trazer a tranquilidade que a sua empresa precisa para iniciar um novo ano de negócios.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e saiba agora por onde começar o seu planejamento logístico.