corona virus na logistica

A Importância da Logística na retomada econômica

Se há outra certeza nessa pandemia, além da necessidade do cuidado coletivo, é que após o período mais drástico, o país entrará em uma retomada econômica gradativa. E a logística terá papel essencial nessa nova trajetória.

Sendo um setor que assumiu o protagonismo em várias retomadas ao longo da história, a logística já vem se mostrando fundamental na manutenção da “normalidade” durante a pandemia, garantindo o abastecimento de segmentos importantes como Alimentação e Farmacêutica.

Porém, não há dúvidas que muita coisa vai mudar daqui para frente. E, empresas e transportadoras logísticas terão que se mostrar preparadas para corresponder ao aumento da demanda na retomada econômica.

Mas e você, quer entender melhor sobre esse cenário a fim de garantir a competitividade da sua marca? Então, continue lendo e confira a nossa postagem sobre o assunto. Boa leitura!

Setor logístico não parou na pandemia

Assim como todo o mundo, a logística sofreu impactos negativos por causa do Coronavírus. Logo no início, algumas operações sofreram atrasos, pois precisaram se adaptar à nova realidade.

Mas, diferentemente com alguns setores, como o comércio físico de roupas e eletrodomésticos, a logística não parou suas atividades nem por segundo. Na verdade, aconteceu justamente o contrário.

Por meio, principalmente do modal rodoviário, aqui no Brasil, o setor logístico se mostrou como um dos principais fios condutores para a manutenção da economia e de outras áreas de suma importância, como alimentícia e farmacêutica.

A relevância dos transportadores foi tão alta durante a crise que o governo brasileiro decidiu enquadrar o transporte de carga com atividade essencial – colocando a categoria no mesmo patamar da saúde, alimentação e segurança.

Para garantir que os caminhoneiros não parassem e não sentissem tanto as dificuldades impostas pela pandemia, várias decisões exclusivas foram tomadas visando o dinamismo diário, por exemplo:

  • Extensão para o RNTRC – Registros Nacionais de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) que venceriam entre 1 março e 30 de junho tiveram uma prorrogação para o dia 31 de julho;
  • Suspensão das balanças de pesagem – fim temporário das balanças de pesagem nas estradas federais;
  • Prorrogação para a emissão do CIOT – prorrogada a emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) para 31 de julho;
  • Suspensão dos prazos para a regularização da CNH – habilitações vencidas desde 19 de fevereiro são consideradas válidas até uma nova confirmação do Contran;
  • Abertura de restaurantes em beira de estrada – diferentemente dos estabelecimentos que se encontram dentro das cidades, que ficaram proibidos de funcionar normalmente.

Preservação da saúde de motoristas e assistentes e cuidados com a carga

No entanto, mesmo com algumas movimentações por parte do governo, a verdade é que o Covid-19 continua sendo um vírus sem cura definitiva. Nesse sentido, para garantir a segurança dos motoristas, assistentes, clientes e de todas as pessoas envolvidas em uma operação logística, as empresas tiveram e terão que se adaptar.

Se em um passado recente a preocupação com a saúde dos profissionais era “básica”, com a entrega e fiscalização dos EPIs, por exemplo, a pandemia mostrou que isso precisa mudar.

Para cumprir o seu papel na retomada econômica, a logística deve se transformar em termos de cuidados com a saúde. Daqui para frente, somente as empresas e transportadoras que continuarem investindo em ferramentas e treinamentos para a proteção de seus profissionais conseguirão cumprir seus serviços com excelência.

Após a pandemia do Covid-19, os clientes e o mercado em si destacarão as marcas que se mostrarem atentos às novas exigências sanitárias e de saúde. Isso também vale para as cargas, que já não poderão ser manuseadas da mesma maneira após o Coronavírus.

Novas medidas implementadas permanecerão

A história da humanidade nos mostra que até a pior das crises é capaz de deixar um ensinamento para o futuro. E se há um legado que a pandemia do Coronavírus pode deixar para as empresas é a que, quando se trata de inovação: você não pode deixar para depois.

É verdade que a Transformação Digital já estava sendo trabalhada na maior parte das empresas. Porém, quando o cenário era “normal”, muitas organizações logísticas se davam ao luxo de escolher quando adotar a inovação – ou mesmo se iam fazê-lo.

Com as medidas de restrição durante a pandemia, mesmo a logística ficou bastante dependente de inovações tecnológicas para se manter em funcionamento. Soluções para atendimento, criação de rotas, rastreamento etc.

Essa novas medidas, sem dúvida alguma, permearão pelos períodos futuros. E não apenas saídas tecnológicas, como cadastramento e negociações online, mas também os cuidados reforçados com a saúde dos trabalhadores e as medidas sanitárias em relação às cargas – como já citado anteriormente e fundamentais na retomada econômica.

A demanda vai aumentar na reabertura e impulsionará a retomada econômica

A confiança da participação logística na retomada econômica não é à toa. Muitas especialistas do setor apontam que a tendência é de um aumento de demanda assim que o cenário mais grave for superado – como aponta a Revista O Carreteiro.

Há uma ideia de que não será preciso nem mesmo esperar uma reabertura completa dos mercados. Assim que a doença estiver em declínio na maior parte do país, alguns setores, impulsionados pela logística, conseguirão um crescimento considerável, tais como:

  • Frigorificados;
  • Agronegócio;
  • Alimentício.

Mas eles não são os únicos. Segmentos como comércio eletrônico e de eletrodomésticos, bem como, de combustíveis, conseguirão se recuperar gradativamente.

Enfim, o fato é que a logística leva vantagem em uma futura retomada econômica, pois é um setor que não parou em nenhum momento. Principalmente aqui no Brasil, com o próprio governo classificando os profissionais da área como essenciais. Porém, como vimos, nesse “novo mundo” é essencial contar com parceiros que abraçam a inovação e se preocupam de maneira real com a saúde dos seus colaboradores e a proteção das cargas transportadas. Por isso, fique atento ao novo futuro.

Ficou com alguma dúvida sobre a retomada econômica na logística? Deixe o seu comentário.

amazon no brasil transporte pequenos frotistas

Amazon no Brasil, qual é o impacto para autônomos e pequenos frotistas

Criada em julho de 1994, pelo americano Jeff Bezos, a Amazon passou de um simples e-commerce de livros e revistas para uma das poucas marcas a ultrapassar 1 trilhão de dólares de valor de mercado.

Agora, como referência mundial do setor logístico, a mega corporação está chegando ao Brasil para investir alto no segmento de entregas. E se tratando da Amazon, com certeza isso trará muitas consequências.

Para entender melhor o que está por vir, a seguir, explicaremos as transformações que a Amazon provocou nos Estados Unidos e como ela pode impactar autônomos e pequenos frotistas aqui no Brasil.

Boa leitura!

O que aconteceu nos EUA com a expansão da Amazon?

Como a maioria das grandes empresas de sucesso, a Amazon começou como uma ideia simples e uma quantidade limitada de pessoas envolvidas — neste caso, apenas duas. Jeff Bezos e a sua esposa Mackenzie iniciaram o projeto da Amazon diretamente da sua garagem na cidade de Seattle, nos Estados Unidos.

Com a ideia inicial de vendas de livros online, o casal viu a sua marca atingir rapidamente os 50 estados americanos — como ainda eram os anos 90, o fato de as compras serem realizadas exclusivamente pelo mundo virtual ajudou a empresa a crescer extraordinariamente.

Com o sucesso avassalador, a Amazon logo passou a investir na venda de outros tipos de produtos até se tornar uma Market Place com itens de “A a Z”.

Focando no customer success, a marca logo se tornou referência no mundo logístico com serviços de entrega que alcançavam e até ultrapassavam as expectativas dos clientes.

É claro que isso trouxe consequências para as outras empresas, que viram a Amazon despontar e praticamente monopolizar as vendas online e os serviços de entrega. Os profissionais autônomos e os pequenos frotistas foram os que mais sofrerem com aquela nova realidade.

Além de não terem grandes capitais de giro, esses empreendedores não se preocupavam muito com questões além do cumprimento básico dos seus serviços. Tinha uma entrega ou coleta, eles iam lá e faziam. Simples assim — há pouco mais de 2 décadas, a preocupação com o sucesso do cliente era mínima. O resultado foi o fechamento ou a venda desses pequenos empreendimentos.

A Amazon, basicamente, revolucionou o setor logístico americano, e todos que não conseguiram se adaptar ao novo cenário se tornaram obsoletos.

Amazon está chegando ao Brasil

Sim, a verdade é que a Amazon já está no Brasil em diversas frentes. Vários produtos da empresa, como o serviço de streaming e o site de vendas, já estão em funcionamento no nosso país.

Porém, mesmo oferecendo o Market Place no Brasil, o diferencial logístico da marca ainda não está a nossa disposição. A maior parte das entregas é de responsabilidade de cada vendedor do site, com a Amazon apenas assumindo um papel de intermediário. Mas isso pode mudar em breve.

Segundo o site Bloomberg, a gigante americana está desenvolvendo um projeto para aplicar todo o seu potencial logístico aqui no Brasil. A ideia é utilizar a startup Cargo X para iniciar os serviços com o máximo de alcance possível.

Ainda segundo a fonte da Bloomberg, no primeiro momento, a Amazon focará no transporte de itens de alto valor, por exemplo, eletrônicos. O plano é utilizar até mesmo caminhões blindados para manter o alto nível de qualidade da empresa.

O que pode acontecer com os pequenos empreendedores?

Ainda que a notícia dada pela Bloomberg não se concretize de imediato, não há dúvidas que o grande potencial logístico do nosso país é um forte chamariz para a Amazon. Ou seja, é questão de tempo até que ela ofereça todo o seu potencial competitivo aos clientes brasileiros.

Diante dessa eminente possibilidade, é possível afirmar que, assim como aconteceu nos Estados Unidos, os profissionais que ainda não estiverem adaptados ao novo cenário logístico mundial correm grande risco de prejuízo em suas atividades.

Como em qualquer outro lugar do mundo, autônomos e pequenos frotistas não contam com um capital de giro para manter seus serviços em caso de forte concorrência.  Sem um preparo prévio ou uma mudança completa na execução dos seus serviços, eles tendem a ser os primeiros a serem “engolidos”.

Como se planejar e prevenir sua operação?

Se você não quer correr maiores riscos em um futuro próximo, o melhor caminho é iniciar um novo planejamento a partir de agora. É necessário executar uma análise para identificar os pontos fracos da sua operação e definir quais as melhores medidas a se tomar em cada situação.

Outra ação importante desse planejamento é entender o comportamento e as expectativas dos clientes em relação a sua empresa. O principal aprendizado que a Amazon trouxe para a logística mundial é que o setor deve se preocupar com a satisfação dos usuários antes de quaisquer outros fatores.

Em outras palavras, para se manter forte diante da alta concorrência, a sua operação deve sempre ser voltada para o sucesso do cliente.

Como aproveitar as oportunidades que surgirão com a implementação da metodologia Amazon na logística brasileira?

Com a Amazon chegando com a sua filosofia consolidada, as grandes transportadoras tendem a se mexer para não ficar para trás. Para você, autônomo ou pequeno frotista, é um bom momento para aproveitar as oportunidades que surgirão com as mudanças no mercado.

A melhor dica, sem dúvida alguma, é considerar as possibilidades de associação que algumas transportadoras brasileiras oferecem para profissionais autônomos. Ao aderir a essas parcerias, você passa a contar com um suporte completo para desenvolver os seus serviços com mais segurança e qualidade. As vantagens são inúmeras:

  • credibilidade da marca de uma grande transportadora;
  • recebimento mais rápido dos serviços realizados;
  • aumento mensal dos rendimentos.

Enfim, o sucesso logístico da Amazon só mostra que a evolução dos serviços oferecidos aos clientes é algo essencial. Se não fosse a empresa americana, outra marca estaria sendo a referência nesse momento. Nesse sentido, é fundamental se manter atualizado com as tendências e necessidades dos clientes, bem como, firmar parcerias com empresas que tornem o seu empreendimento ainda mais forte.

Continue navegando no nosso blog e entenda mais sobre a Lei da Balança.

parceria para pequenos frotistas

RDR para pequeno frotista: entenda como podemos melhorar os processos

Gerenciar um grande ou médio negócio logístico já não é uma tarefa simples, mas para um pequeno frotista tudo pode ser ainda mais complicado. Oportunidades escassas e investimentos limitados dificultam, muitas vezes, até mesmo o fechamento de planejamentos mensais.

Sem falar nos fatores macroambientes que tanto preocupam toda a categoria, como estradas precárias e preço elevado dos combustíveis. Por essa razão, é essencial que o pequeno empreendedor busque por parcerias com empresas maiores que ofereçam um cenário de novas oportunidades.

O projeto RDR para pequeno frotista é um ótimo exemplo. Ao participar dessa inovação, você conta com uma série de benefícios que não seriam possíveis por outros caminhos, melhorando consideravelmente a sua rotina de trabalho.

Continue lendo e conheça as principais vantagens de fazer parte do projeto RDR para pequeno frotista. Boa leitura!

Abertura para novos mercados

Ao trabalhar por conta própria, você fica limitado aos mercados mais conhecidos — mantendo-se no seu “porto seguro”. O grande problema é que nem sempre isso é o suficiente para fechar o mês com as contas no azul.

Umas das principais vantagens da associação do pequeno frotista ao projeto da RDR é justamente a expansão para novos mercados. Como uma das principais transportadoras de carga do país, a RDR participa ativamente de diferentes mercados logísticos, trazendo para o seu parceiro um novo leque de oportunidades.

Capilaridade de clientes

Se há mais mercados para trabalhar, logicamente, há um número maior de clientes. A capilaridade é justamente a extensão dos seus números atuais. Aqui, você não ficará mais limitado a sete ou oito clientes.

A preocupação de ter o caminhão parado por dias ou semanas fica para trás. Isso porque a mesma network utilizada pela RDR estará a sua disposição, possibilitando que você tenha um alto fluxo de demanda e aproveite ao máximo o seu equipamento.

Aumento mensal dos rendimentos

Ao se conectar com um número maior de clientes e realizar serviços continuamente, os seus ganhos mensais tendem a aumentar gradativamente — e manter um fluxo de caixa saudável, sem dúvida, é um dos maiores objetivos de todo pequeno frotista.

Não se trata apenas de quantidade, mas principalmente qualidade. Em parceria com a RDR você conta com valores mais satisfatórios, negociações que dificilmente estariam acessíveis para outros pequenos empreendedores.

Em outras palavras, é muito mais que uma parceria aleatória. Trata-se de uma oportunidade única de elevar o seu negócio a um novo patamar.

Recebimento mais rápido dos serviços realizados

Outra grande dificuldade que ronda o pequeno frotista é o recebimento em dia dos pagamentos dos serviços. Um desafio que não só atrapalha planos diários, mas também a concretização de metas maiores.

O fato é que sem uma estabilidade em relação aos recebimentos, é praticamente impossível manter um capital de giro para realizar novos investimentos e cobrir eventuais prejuízos em meses com menor demanda de trabalho.

Essa é mais uma realidade que muda quando você se associa a uma grande transportadora. Como explicado: não é apenas um aumento de quantidade, mas também de qualidade. Serviços de até 90 dias para receber deixam de existir, e você consegue criar um bom capital de giro próprio.

Facilidade na compra de itens essenciais para o pequeno frotista

Além dos custos com o combustível, o pequeno frotista precisa se preocupar diariamente com os gastos de manutenção do caminhão, pagamento de taxas e com o consumo próprio. Em um cenário com poucos serviços e clientes, a situação se torna muito desconfortante.

A boa notícia é que a parceria com a RDR pode ajudar também nesse sentido. Como o pequeno frotista, em geral, realiza as suas compras de maneira individual, dificilmente consegue descontos ou flexibilizações nos pagamentos. Mas para uma grande empresa a situação é diferente.

A RDR tem parcerias com muitos fornecedores de peças e materiais essenciais para o caminhoneiro logístico, possibilitando que a aquisição de novos itens seja feita sob melhores acordos.

Além disso, o pequeno frotista passa a usufruir do abastecimento no centro de distribuição onde o preço do diesel é relativamente menor que nos postos.

Credibilidade da marca RDR

A RDR Soluções Logísticas está no mercado desde 1986, sempre trabalhando com inovação e inteligência e abrindo espaço para mais oportunidades de negócios. Alguns dos parceiros mais conhecidos da empresa são:

  • Carrefour;
  • Unilever;
  • Pepsico.

Toda a credibilidade conquistada pela RDR ao longo dessas 3 décadas se torna um dos grandes benefícios para o pequeno frotista associado. Você será reconhecido e valorizado no mercado como parceiro de uma das maiores transportadoras do Brasil — melhorando o seu know how e facilitando a conquista de trabalhos futuros.

Enfim, é possível afirmar que a parceria com RDR é uma ação altamente benéfica para o pequeno frotista. Claro, o seu profissionalismo ainda será essencial para que os bons resultados aconteçam, mas tanto o ambiente quanto a sua rotina de trabalho praticamente se transformarão a partir desse novo projeto. Não perca uma das melhores oportunidades de alavancar os seus ganhos e a qualidade do seu serviço.

Entre em contato com a RDR e saiba como se tornar um associado.

logistica no agronegocio

Transportes no Agronegócio

Embora a logística e agronegócio sejam dois fatores que praticamente caminham lado a lado, muitos produtores ainda não exploram corretamente todas as possibilidades. Não há dúvidas que os conceitos trabalhados na logística podem oferecer caminhos para que os empresários sejam mais competitivos e fortes no mercado.

Por si só, o agronegócio já envolve diferentes atividades relacionadas à agrícola e pecuária. É uma área que exige conhecimento e preparo por parte dos profissionais. A partir do momento que esse “extenso mundo” utiliza estratégias e ideias da logística, o resultado tende a ser uma melhoria contínua da cadeia de produção e maior qualificação do serviço.

Então, para explicar melhor a relação entre logística e agronegócio, preparamos este artigo com os principais pontos sobre o assunto. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

Qual a relação entre logística e agronegócio?

Como dito na introdução, a logística é algo intrínseco ao agronegócio, tendo em vista todo o planejamento necessário para garantir que as mercadorias saiam da linha de produção e cheguem às prateleiras comerciais da melhor maneira possível.

No entanto, ainda acontece uma utilização rasa da prática logística — não sendo uma regra, claro. Muitos produtores acabam não conseguindo alcançar resultados mais expressivos justamente por ignorarem ideias centrais da logística, tais como:

  • estudos sobre as necessidades das empresas;
  • busca por melhores parceiros no transporte;
  • entendimentos sobre os desafios do setor.

Ao alinhar as tarefas logísticas à rotina de processos do agronegócio, os serviços da sua empresa se mostrarão mais propícios a alcançar melhores números, ao uso de uma quantidade menor de recursos — sejam financeiros ou de mão de obra.

Por fim, sendo desenvolvido em diferentes frentes, o agronegócio requer estratégias variadas da própria logística. É a partir daí que um novo cenário de melhorias começa a surgir.

Quer saber quais os tipos de logísticas trabalhadas? Confira no próximo tópico.

Quais os principais tipos de estratégia logística para o agronegócio?

Para que o elo entre logística e agronegócio resulte em otimização e produtividade, é preciso focar estratégias em que haja um complemento das duas partes. Há dois processos que são fundamentais dentro dessa ideia: Logística de suprimentos e Logística de distribuição.

Logística de suprimentos

Por trabalhar com produtos de origem agrícola e de pecuária, o agronegócio produz uma quantidade grande de mercadorias, por exemplo:

  • frutas e verduras;
  • aves e carnes;
  • laticínios.

Cada um desses itens apresenta características próprias e especificações restritas de produção, armazenamento, venda e distribuição. Se adequar a todas as exigências é uma necessidade irrevogável, demandando um planejamento inteligente por parte das empresas com o objetivo de garantir uma execução próxima à perfeição.

É para certificar que tudo ocorra da melhor maneira que entra em ação a Logística de suprimentos. Aqui, logística e agronegócio andam lado a lado para superar os desafios e realizar uma gestão de insumos organizada.

O objetivo é garantir maior produtividade e diminuir os custos em etapas essenciais como aquisição de matéria-prima, comercialização, armazenamento etc.

Logística de distribuição

Já a Logística de distribuição é focada na parte de transporte do agronegócio. O transporte nesse setor vai muito além das mercadorias: máquinas e ferramentas pesadas precisam ser deslocadas frequentemente para que a produção aconteça.

Além das especificidades citadas sobre o transporte das mercadorias, o produtor no agronegócio se preocupa com a legislação e normas sobre o limite de peso na movimentação das cargas, e isso inclui os grandes equipamentos.

No Brasil, a Lei nº 11.442 é a que indica o limite do volume a ser transportado por cada tipo de veículo — o não cumprimento pode trazer punições graves.

A Logística de distribuição é a estratégia que trabalha esses pequenos, mas essenciais detalhes sobre o transporte no agronegócio. Além da questão do peso, é nesse planejamento que se estuda e define outros pontos:

  • condições ideais para armazenamento dentro e fora do veículo;
  • tipos de veículos adequados para o transporte;
  • definição sobre terceirização do transporte.

A análise sobre os veículos de transporte é um dos fatores primordiais nesse estágio. Diferentemente da logística desenvolvida em outros setores, em que a diversidade de caminhões não precisa ser tão grande, o agronegócio exige uma alta variedade:

  • bi-trem para transporte de cana de açúcar;
  • caminhão caçamba para grãos e derivados;
  • veículos com baús climatizados.

Diante desses pontos de alta relevância, e complexidade, a logística e agronegócio precisam se aproximar cada vez no dia a dia das empresas do ramo. É importante também contar com o trabalho e a expertise de transportadoras que oferecem serviços que estejam a altura da diversidade do setor. Afinal, os processos do agronegócio são bastante dinâmicos, e você deve ter todo tipo de solução à sua disposição.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 razões para contar com uma empresa especialista para o transporte de alimentos?

Preço do diesel: o custo do combustível no preço do frete

A volatilidade no preço do diesel tem sido algo constante nos dias atuais. Um cenário nada satisfatório para quem trabalha no setor logístico e utiliza caminhões diariamente para cumprir com suas entregas e outros serviços.

Não só isso. Essa inconsistência no preço dos combustíveis é ruim até mesmo para os clientes, pois o valor do frete acaba sendo influenciado nessa situação. Ou seja, do caminhoneiro ao usuário final, todos são afetados e acabam pagando mais caros.

Mas, qual é a relação de fato entre o preço do diesel e a tabela de frete? O que os caminhoneiros podem fazer para amenizar eventuais prejuízos? Quer entender mais sobre esse assunto? Continue lendo e confira este artigo especial que preparamos para você.

Boa leitura!

Por quais motivos as mudanças no preço do diesel nas refinarias não impactam tanto na bomba de combustível?

No Brasil, ainda não há entendimento completo sobre a relação entre os preços praticados nas refinarias e aqueles que chegam até os postos de combustíveis. Muitas pessoas ainda não entendem por que as reduções anunciadas pelas produtoras não chegam ao público final.

Um questionamento até fácil de entender, tendo em vista que no meio dessa constante mudança no preço do diesel e de outros combustíveis há diversas notas soltas sobre reduções nos valores praticados pelas refinarias.

O primeiro ponto que se deve entender é que, antes de chegar aos postos, o combustível ainda é repassado para uma distribuidora. Sendo que essa precisa pagar impostos, como o ICMS, antes de revender o produto.

Por sua vez, os postos também arcam com taxas específicas, o que acaba onerando a sua operação. Além disso, esse é um setor que tem livre arbítrio para repassar ou não quaisquer descontos adquiridos pelas refinarias ou distribuidoras.

Por fim, as diminuições anunciadas pelas refinarias, muitas vezes, giram em torno de 1% a 2%. Ao percorrer todo o caminho já citado, eles acabam se tornando irrelevantes para o consumidor final — que, na hora de abastecer, sente pouca ou nenhuma diferença no custo do diesel, por exemplo.

Qual o impacto do aumento no custo do diesel no preço do frete?

Atualmente, está em vigor no Brasil a LEI Nº 13.703. Entre outras coisas, ela regulariza os valores mínimos praticados no preço do frete rodoviário no país.

A Lei prevê que toda vez que o preço do diesel variar acima de 10% é preciso reavaliar o piso praticado e criar uma nova tabela de frete — isso deve ser feito se há uma oscilação tanto para mais quanto para menos.

A Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) é a responsável por publicar a nova tabela com os preços vigentes.

Com isso, o custo do diesel sempre terá um impacto direto no preço do frete. Enquanto não houver uma estabilidade nesse sentido, dificilmente será possível prever o valor praticado em médio ou longo prazo.

Mas, há como economizar e melhorar a produtividade mesmo em cenários adversos. Saiba mais no próximo tópico.

Como economizar quando os preços estão em alta e como otimizar o custo quando os preços estão em baixa?

Mesmo com o preço do diesel excedendo o orçamento de empresas e caminhoneiros, a verdade é que os processos não podem parar. É preciso buscar formas de economizar e otimizar a produtividade independentemente do valor do combustível. Quer algumas dicas? Confira.

Não exceda o volume de carga

Todo veículo tem um volume de carga a ser respeitado durante o transporte. O não cumprimento desse limite pode acarretar não só em multa para o responsável pelo caminhão, como também causar acidentes durante a viagem.

Além dessas situações, o excesso de carga aumenta diretamente o consumo de combustível. Quanto mais peso você carrega, mais força o motor do veículo precisa fazer para dar conta do volume.

Já quando se respeita esse limite, você consegue executar a operação sem precisar gastar mais que o necessário.

Mantenha a revisão em dia

Trabalhar com um veículo em mau funcionamento é a receita para o insucesso de qualquer profissional. Todos os sistemas e peças do seu caminhão precisam se apresentar em bom estado, correspondendo corretamente durante cada operação.

Para garantir essa excelência é preciso manter a revisão em dia. Uma manutenção atualizada não só impede o gasto desnecessário de combustível como também ajuda na produtividade. Seguindo o cronograma de revisão, dificilmente você precisará parar o caminhão por muito tempo e nem gastará com peças emergenciais.

Trabalhe com a logística reversa

A logística reversa é comumente utilizada para garantir que as empresas recolham seus resíduos e embalagens utilizadas corretamente — respeitando a Lei dos Resíduos.

No entanto, um dos pilares da logística reversa baseia-se na utilização completa dos caminhões. Em outras palavras, é uma estratégia que aponta a necessidade de os veículos estarem sempre carregados, tanto na saída como no retorno a sua base.

Com isso, os motoristas aproveitam ao máximo o diesel colocado em cada caminhão e garantem um aumento de produtividade nos seus serviços.

Além das dicas apresentadas anteriormente, o caminhoneiro autônomo pode economizar no combustível se associando a uma transportadora de grande porte. Ao fazer isso, ele usufrui do abastecimento no centro de distribuição onde o preço do diesel é relativamente menor que nos postos. O mais importante é sempre se manter ativo e não perder as oportunidades que surgem no mercado.

Gostou das informações apresentadas? Que tal agora entender como criar um planejamento logístico de sucesso para este ano?

balança nas rodovias

Lei da Balança: cuidados para evitar multa

Além de se preocupar com a boa produtividade da sua equipe e com a entrega de serviços que estejam à altura das expectativas dos clientes, um bom gestor logístico deve se atentar a fatores que podem impactar financeiramente a sua empresa. Um desses detalhes diz respeito à Lei da Balança.

A verdade é que a utilização de uma frota própria, com motoristas e a manutenção dos veículos custeados pela empresa, já é uma escolha naturalmente onerosa. Quando há a negligência em situações rotineiras, como controle do volume de carga permitido nos caminhões, os gastos podem ser ainda maiores e os resultados bem desagradáveis.

Para evitar um cenário tão negativo nesse sentido, o primeiro passo a se tomar é entender como funciona a Lei da Balança. Pensando nisso, criamos este artigo para explicar em detalhes a Lei da Balança e quais medidas você pode considerar para evitar as multas. Continue com a gente e confira!

O que é a Lei da Balança?

A chamada Lei da Balança faz referência às Resoluções 210 e 211 do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), uma norma que aponta qual o limite de peso para caminhões e veículos de carga circularem nas rodovias brasileiras.

O principal objetivo da Lei Balança é garantir que nenhum veículo rode com seu bom funcionamento ameaçado em razão do volume da carga — oferecendo riscos para pedestres e outros motoristas.

Aqui no Brasil, diferentes órgãos fiscalizadores podem aplicar a multa referente à Lei da Balança — tudo vai depender, basicamente, da concessão da estrada.

Por exemplo, nas rodovias geridas pelo governo federal e que contam com pedágios, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) são os responsáveis pela vistoria.

Porém, quando não há pedágio, ainda que sejam estradas federais, apenas a PRF é autorizada a fazer a medição.

Já nas rodovias estaduais, a responsabilidade fica por conta da Polícia Rodoviária Estadual e do Departamento de Estradas e Rodagem (DER). Por sua vez, a Secretaria de Transportes Local é quem toma à frente dentro dos municípios.

Confira alguns limites de peso total permitidos nos veículos de carga;

  • caminhão simples: 31,5 toneladas;
  • caminhão + reboque: 43 toneladas;
  • caminhão trucado + reboque: 50 toneladas.

Mas, engana-se quem pensa que o motorista ou a empresa responsável podem ser multados apenas se o veículo ultrapassar o volume total permitido. A mesma Lei também verifica o peso de cada eixo. Entenda mais no próximo tópico.

É preciso se atentar ao peso por eixo?

Como dito, a Lei da Balança também considera o limite de peso de cada eixo para aplicar ou não uma multa. Em geral, há três tipos de eixos destinados aos veículos de carga:

  • Eixos simples;
  • Eixos duplos;
  • Eixos triplos.

Cada caminhão tem a indicação do fabricante ou do Estado sobre o limite de peso suportado em cada eixo. Por isso, total vez que é constatado o sobrepeso em um dos eixos, o órgão fiscalizador aplica a multa.

Quando há uma disparidade na distribuição da carga, com um eixo concentrando muito mais peso que o outro, alguns sistemas do veículo podem não funcionar corretamente, por exemplo, a frenagem.

Não só isso, um eixo sobrecarregado causa um desgaste irregular nas rodas, correndo o risco de um dos pneus estourar em razão da má divisão.

Quais os cuidados para evitar a multa?

Além de ficar atento as indicações do peso por eixo no veículo, há outros cuidados que você pode tomar a fim de evitar multas vindouras da Lei da Balança.

O mais importante deles é nunca descrever na nota fiscal um valor diferente do que foi constatado na balança. Além de resultar na aplicação da multa, esse tipo de atitude pode ser considerada fraude e trazer dores de cabeça ainda maiores.

Na Lei da Balança, toda vez que o caminhão é flagrado com um peso superior ao apresentado na nota fiscal, a multa vai diretamente para o embarcador — no caso, a sua empresa — deixando o motorista isento da punição.

Os valores das multas variam de acordo com a gravidade da situação. Quanto maior o peso ultrapassado, maior também tende a ser a infração.

Por isso, o melhor cuidado que você pode tomar para evitar esse tipo de multa é seguir a risca os limites estabelecidos. Afinal, como em qualquer outra norma, só é punido na Lei da Balança quem a infringe.

Por fim, é fundamental comentar que há uma tolerância na Lei da Balança. Por causa das variações que podem acontecer durante a pesagem, os órgãos fiscalizadores consideram certos limites antes de aplicar as multas. Em relação aos eixos, por exemplo, a tolerância é de 10%. Já com o peso bruto total, esse número cai para 5%. De qualquer forma, siga sempre as regras e considere a terceirização de frota, permitindo que uma empresa capacitada realize seus serviços de coleta e entrega.

Que tal conferir agora quais fatores influenciam no valor de um frete?

Transporte de produtos higiene limpeza

Higiene e Limpeza: Confira 5 dicas para o transporte

Como algumas outras mercadorias, que se encaixam em uma categoria especial, os produtos de higiene e limpeza demandam um cuidado diferenciado durante uma operação de transporte. Muitas vezes são pequenos detalhes, mas que fazem toda a diferença na conservação e na qualidade de cada item.

Por esse motivo, antes de iniciar o processo, é preciso garantir que todas as precauções foram tomadas e os equipamentos e ferramentas disponíveis estejam à altura das necessidades do transporte dos produtos.

Nesse sentido, para evitar que você perca dinheiro ou exponha as suas mercadorias a riscos desnecessários, neste artigo, destacaremos 5 ótimas dicas de como transportar produtos de higiene e limpeza com segurança. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

1. Atente-se ao calor interno do baú

Uma das grandes vantagens dos produtos de higiene e limpeza é que não se trata de itens de curta validade — ao contrário das mercadorias perecíveis, aqui o fornecedor ou transportador não precisa se preocupar com essa questão.

Por outro lado, esses são produtos extremamente sensíveis às condições climáticas. Um calor acima do esperado, por exemplo, pode fazer com que muitas mercadorias apresentem reações químicas e não sirvam mais para o seu propósito final.

Então, para evitar contratempos, é importante verificar a temperatura dentro do baú de transporte. Você deve se certificar que o calor interno estará sempre dentro do limite durante toda a viagem.

2. Evite baús abertos ou com furos

Se a preocupação com o calor é constante, os cuidados com o frio e a chuva não devem ficar atrás. Na verdade, se tratando de produtos de higiene e limpeza, o contato com a água é ainda mais prejudicial. Alguns itens podem praticamente dissolver se a água entrar no baú, entre eles:

  • sabão em barra;
  • papel higiênico;
  • sabão em pó;
  • detergente;
  • sabonete.

Por isso, ainda que seja óbvio, é importante frisar: jamais utilize baús abertos para o transporte de produtos de higiene e limpeza. Além disso, é imperativo verificar se não há nenhum tipo de furo ou avaria na carroceria que possibilite a entrada de água da chuva.

3. Tome cuidado com o empilhamento dos produtos

Por causa da diversidade de itens, as mercadorias de higiene e limpeza não apresentam uma definição única quanto ao empilhamento. Alguns produtos, como shampoo e desodorantes, correm o risco de estourar durante o trajeto e não podem ser empilhados.

Já outros, como os sabonetes, podem ser empilhados sem grandes dificuldades. O ideal nesse caso é se atentar às indicações apresentadas pelo fabricante.

Todavia, se o volume maior for de produtos com esse tipo de restrição, a melhor alternativa é investir em um baú maior, com extensão suficiente para que todos os itens fiquem alocados com segurança e sem riscos de avarias.

4. Invista em embalagens adequadas

Como explicado, as condições climáticas influenciam diretamente na qualidade desses produtos. E por mais que você se planeje, uma operação de transporte sempre estará sujeita a imprevistos. Ou seja, é preciso se precaver.

Por isso, não economize nas embalagens. É claro que a maior parte dos produtos conta com embalagens próprias advindas dos fabricantes. Porém, o seu investimento deve ser direcionado em relação ao transporte, com proteção extra durante operações como carregamento, trajeto e distribuição.

Seja plástico-bolha, papelão ou caixotes: utilize embalagens que vedem de fato os produtos e  garantam a integridade mesmo em situações que não estejam programadas.

5. Conte com uma especialista no transporte de higiene e limpeza

Embora todas as dicas apresentadas possam ser aplicadas por sua empresa, não há como negar que é preciso um bom investimento de tempo, capital e pessoal para que tudo saia dentro do esperado. Dependendo da sua disponibilidade e necessidade, o ROI pode não ser compensador.

Uma ótima saída para garantir um serviço de alta qualidade a custos moderados é contar com uma parceira especialista no transporte de produtos de higiene e limpeza. Uma empresa que colocará todas essas dicas em prática e fará a sua entrega dentro do prazo combinado.

Com a transportadora tomando conta da operação, você poderá focar em outros pontos importantes da sua empresa, como na compra e venda de novos produtos e na construção de uma melhor experiência para o cliente.

Enfim, ainda que exija cuidados especiais, o transporte de produtos de higiene e limpeza pode ser realizado de maneira eficiente e trazer os resultados esperados por sua empresa. Além disso, você pode sempre contar com o trabalho de uma transportadora especialista, acompanhando o trajeto da mercadoria e mantendo o seu cliente atualizado. Não corra riscos.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e confira o real impacto que uma mercadoria perdida causa na sua marca?

machine learning na logística

Machine Learning na Logística: Tudo o que você precisa saber

Ainda que pareça algo de outro mundo à primeira vista, a verdade é que a maior parte das pessoas tem contato direto com o conceito prático do machine learning rotineiramente. Afinal, quem não ouve músicas ou assiste filmes por streaming hoje em dia?

Isso mesmo, aquela música ou série indicada nos serviços pagos é uma ação realizada por uma inteligência artificial. Graças à tecnologia do machine learning, o sistema consegue interpretar suas preferências só analisando dados extraídos. É realmente algo revolucionário.

Mas e na logística, esse tipo de tecnologia é capaz de otimizar a rotina de trabalho de uma empresa? Para responder esse questionamento, preparamos este artigo sobre o conceito do machine learning e como a ferramenta pode ser aplicada no setor. Confira!

Boa leitura!

O que é o machine learning?

A tradução do machine learning é o pontapé ideal para entendermos sobre o que se trata essa tecnologia. O “Aprendizagem da máquina” é uma área da ciência da computação focada no aperfeiçoamento dos sistemas, possibilitando que realizem tarefas e tomem decisões baseadas em uma análise de dados.

A ideia principal por trás do projeto é desenvolver programas, computadores e softwares capazes de interpretar e até mesmo pensar como os seres humanos, resultando em uma interação mais homogênea e dentro da nossa realidade.

É por isso que, como dito na introdução, a explicação sobre o machine learning soa meia futurística e até fictícia. No entanto, tudo é real e constantemente utilizado por boa parte da população global.

Mas é importante que não se confunda o machine learning com a inteligência artificial. Para ficar mais claro, basicamente, o primeiro é como se fosse uma das etapas do segundo. O machine learning é a parte que estimula a tomada de decisão do sistema utilizando a coleta de dados.

Por que o machine learning é importante para a sua empresa?

A grande vantagem do “Aprendizagem da máquina” é que se trata de uma tecnologia evolutiva e não algo estático ou fechado. O termo “aprendizagem” não é colocado à toa. Com a capacidade de assimilar respostas e conhecimento a cada nova leitura de dados, a tecnologia pode ajudar uma empresa em diferentes frentes.

Por exemplo, a introdução da ferramenta no setor de Atendimento foi a grande responsável pela criação da Interação inteligente, com clientes tendo suas dúvidas respondidas e recebendo dicas diretamente do sistema das empresas.

Seja no setor logístico, no ramo do varejo ou qualquer outra área, a sua empresa só tem a ganhar com a implementação da tecnologia. Com a repetição de tarefas, a máquina passa a compreender o processo de execução e realiza as mesmas atividades de maneira equivalente.

Como o machine learning pode melhorar a sua rotina logística?

Você já sabe que o machine learning é uma tecnologia real e aplicada em diversos segmentos – inclusive na logística. Mas, quais processos, de fato, a ferramenta é capaz de otimizar em uma empresa do setor? Entenda mais.

Contratação de fornecedores e transportadoras

Com um software que utiliza o machine learning para a sincronização de dados, o sistema da sua empresa começa a traçar o perfil ideal dos fornecedores e transportadoras. Com base nas suas últimas escolhas e um estudo sobre o que é oferecido no mercado, o seu gestor ganha uma base sólida para tomar a escolha certa.

Isso é interessante, pois torna o processo de contratação e fechamento de parceira bem menos desgastante. Além disso, você aumenta as chances de um relacionamento longo e transparente com as outras empresas.

Tomada de decisões em relação à cadeia de suprimentos

Não só o processo de escolha de parceiras é contemplado com o machine learning na logística. Na prática, tudo que envolve a cadeia de suprimentos do seu negócio é elevado a um novo patamar.

Nesse cenário, você evita tomar qualquer direcionamento importante apenas com base em “achismo” ou intuição – desde a compra da matéria-prima até o processo de distribuição de mercadorias.

Um ótimo exemplo de benefício possível é a maior eficiência da sua empresa ante as sazonalidades. Com a tecnologia trabalhando a seu favor, você constrói um planejamento com previsibilidade, evitando os efeitos negativos nos períodos que exigem maior ou menor volume de produtos.

Relacionamento com o cliente

Logicamente, os bons resultados permitidos pela implementação do machine learning refletem diretamente no relacionamento da sua empresa com o cliente.

O primeiro fato diz respeito à previsibilidade mencionada. Com estoques mais seguros, você garante que os clientes sempre tenham à disposição produtos e serviços que mais necessitam, possibilitando uma experiência de compra completa.

Além disso, os algoritmos podem indicar as melhores ações a serem tomadas em termos de atendimento e pós-venda, a fim de manter o cliente sempre próximo e satisfeito com a sua marca.

Enfim, não há dúvidas que o machine learning é uma tecnologia que transforma todos os setores na qual ela é inserida. A experiência dos usuários de streaming, por exemplo, tende a ser sempre melhor por causa da ferramenta. E assim também pode ser com a sua empresa dentro da logística. Por isso, utilize a tecnologia com inteligência e alie-se a parceiras que trabalham com o mesmo conceito de inovação.

Ficou com alguma dúvida sobre o machine learning? Deixe o seu comentário.

mercadoria perdida dicas

Mercadoria Perdida: qual é o real impacto para o cliente e para a sua marca?

Imprevistos podem acontecer a qualquer hora e em qualquer lugar. E dentro de operações logísticas não é diferente. No entanto, não há como negar que uma mercadoria perdida ou uma entrega em atraso podem fazer a sua empresa perder credibilidade com o seu cliente.

Por mais que o comprador saiba que contratempos existem, a verdade é que ele deseja receber o seu produto dentro do prazo combinado. Então, cabe a você trabalhar para garantir que os imprevistos impactem o mínimo possível a experiência do cliente.

Mas, quais os impactos reais de uma mercadoria perdida? E como reduzir essa negativa? Continue lendo e entenda mais sobre esses questionamentos. Boa leitura!

Quais impactos uma situação de mercadoria perdida pode trazer para a sua marca?

Uma experiência de compra só pode ser considerada completa quando o cliente passa por todas as etapas com sucesso — isso inclui a entrega da mercadoria e o pós-venda. Caso algum estágio não corresponda à expectativa, o serviço oferecido não se torna completo.

Quando qualquer contratempo acontece, como uma mercadoria perdida, por exemplo, a empresa acaba sofrendo consequências negativas. Quer saber quais? Confira alguns logo abaixo.

Perda de credibilidade

A primeira e óbvia consequência é a perda de credibilidade junto ao seu cliente. Como explicado, por mais que o comprador saiba sobre a possibilidade de imprevistos, uma mercadoria perdida é algo extremamente frustrante.

Ainda que não abandone a sua marca de vez, ele tende a se mostrar mais receoso em fazer novos negócios dentro de um curto espaço de tempo.

Reclamações formais

No Brasil, o Código de Proteção e Defesa do Consumidor respalda o comprador a acionar formalmente a empresa fornecedora de um produto ou serviço.

Ou seja, caso o cliente se sinta lesado em razão da mercadoria perdida, a sua empresa corre o risco de sofrer ações judiciais. E, independentemente do resultado, a sua marca sai arranhada quando esse tipo de situação acontece.

Diminuição de lucros

Se você perde a confiança do seu cliente e espaço no mercado, consequentemente, passa a vender menos. Em pouco tempo, os seus lucros caem e a sua empresa corre o risco de entrar em estado de alerta financeiro — uma “bola de neve iniciada” com uma mercadoria perdida.

Como ter um bom controle de cargas e garantir uma experiência completa para o cliente?

As consequências para uma mercadoria perdida são ruins para o cliente e para a sua empresa. Isso é um fato. Nesse sentido, a melhor forma de evitar um cenário negativo para o seu negócio é garantir um bom controle da sua carga e diminuir as chances de perdas e atrasos.

Conheça algumas dicas para ser bem-sucedido nesse objetivo.

Invista em tecnologia especializada

Se o risco de imprevistos é inerente a qualquer negócio, cabe a você trabalhar em alternativas que diminuam as probabilidades de isso acontecer. Uma ótima opção é o investimento em tecnologia especializada.

Com ferramentas modernas e pontuais, você garante acompanhamento da carga em várias etapas da cadeia de suprimentos, por exemplo:

As chances de perda de mercadoria diminuem consideravelmente. E caso isso aconteça, é possível agir com muito mais agilidade e eficiência, evitando prejuízos que impactem diretamente o seu cliente.

Utilize as embalagens adequadas para o transporte

Pode parecer algo óbvio, mas muitos imprevistos acontecem porque as empresas não se preocupam com a embalagem dos produtos para o envio.

Ainda que a embalagem não influencie diretamente para a perda da mercadoria, ela tem relação direta com avarias e danos indesejáveis nos produtos. No fim das contas, uma mercadoria perdida ou avariada é a mesma coisa para o cliente — ambas são frustrantes.

Por isso essa escolha deve ser feito sem negligência. Não vale a pena economizar. Invista em embalagens com qualidade e que sejam adequadas para acomodar corretamente os produtos, garantindo a integridade durante todo o trajeto de distribuição.

Trabalhe com parceiros eficientes

Para o cliente, o importante é que o produto chegue intacto e dentro do prazo. Sempre que isso não acontece, é a sua empresa que perde a credibilidade e o respaldo — não importa se o erro foi cometido por uma parceira terceirizada. Em outras palavras, para o consumidor, a marca que vende o produto é a mesma que entrega.

Então, se a transportadora é uma “extensão” da sua empresa, você deve se certificar que o padrão de qualidade seja o mesmo em todos os níveis. Para isso, forme parcerias com transportadoras com conhecimento de mercado e que apresentem um bom histórico de competência.

Uma transportadora com know-how no setor de entregas pode ser o ponto de mudança para o seu negócio, trazendo um novo desempenho e oferecendo ótimos diferenciais para o seu cliente, como rastreamento de carga e atualização de roteiro.

Enfim, a verdade é que não há nada mais desgastante para um cliente do que comprar um produto e não receber. Uma mercadoria perdida ou avariada é tudo o que ele não espera de uma empresa. Diante disso, cabe a sua marca investir em tecnologia e em parcerias eficientes para garantir uma experiência completa ao consumidor. Analise as dicas apresentadas e não perca espaço no mercado.

Gostou do artigo? Que tal agora entender mais como o pós-venda pode ajudar na retenção de clientes da sua empresa?

impostos no transporte

Impostos na Logística: Conheça os principais

Os impostos na logística seguem o mesmo padrão da carga tributária no Brasil: apresentam-se em grande quantidade e oriundos de diferentes órgãos. Não à toa, a nossa realidade tributária é considerada uma das mais pesadas do mundo.

De fato, se manter em dia com tantas taxas não é uma tarefa fácil. No entanto, em alguns casos, as empresas acabam onerando seus gastos simplesmente porque desconhecem quais tributos são obrigatórios ou por não se prepararem adequadamente no início de cada ano.

Mas, e você, sabe quais são os impostos na logística existentes no país? Para acabar com qualquer dúvida, a seguir, apresentaremos as principais taxas que incidem ao setor, além de dicas para que a sua empresa não passe dificuldades com a questão tributária. Boa leitura!

Quais os principais impostos na logística?

Como dito, quanto mais conhecimento sobre os impostos na logística, mais fácil será o planejamento da sua empresa para se manter em dia com as obrigatoriedades. Além disso, ao se familiarizar com as taxas do setor, você passa a ter maior controle sobre os seus gastos.

Confira, abaixo, os principais impostos na logística nacional, separados nas esferas municipais, estaduais e federais.

Imposto municipal

ISS – Imposto sobre Serviços

Como o próprio nome aponta, o ISS ou ISSQN (Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza) trata-se de uma taxa que todo prestador de serviço precisa pagar no âmbito municipal, seja empresas ou profissional autônomo — incluindo empreendimentos logísticos.

Não há uma definição sobre os custos, com as alíquotas podendo variar para mais ou para menos de acordo com a base de cálculo do município.

Imposto estadual

ICMS

Já na esfera estadual temos o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal (ICMS).

O ICMS não chega a ser um imposto exclusivo da logística ou da área de transporte, incidindo também em serviços de comunicações e em estabelecimentos que comercializam bebidas e produtos alimentícios.

As alíquotas das taxas também variam de acordo com o Estado. À exceção das operações interestaduais, que devem ter seus impostos fixados respeitando definições vigentes no consórcio entre os Estados.

Imposto Federal

IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados

A esfera Federal é onde se concentra o maior número de impostos na logística e de outros segmentos. O imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) é um dos mais comuns, atingindo um número grande de empresas — produtoras e não produtoras.

A apuração do IPI acontece de 10 em 10 dias e o pagamento deve ser realizado até o último dia útil do mês seguinte — se a produção for de bebidas ou de cigarros, a empresa deve cumprir com sua obrigatoriedade até o terceiro dia útil.

CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido

O CSLL é o imposto que diz respeito ao regime de tributação escolhido pela empresa. Geralmente, uma empresa logística se encaixa no Lucro Real ou Lucro Presumido — ainda existe o Simples Nacional como terceira opção.

A data de arrecadação também muda de acordo com o regime escolhido. Já a base de cálculo é feita considerando os ganhos da empresa.

Além desses tributos, o governo federal apresenta outros impostos que contemplam negócios e empreendedores de variados segmentos, por exemplo:

  • PIS/PASEP – Contribuição para os Programas de Integração e Formação do Patrimônio do Servidor Publico;
  • Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
  • INSS – Contribuição para Previdência Social;
  • IRPJ – Imposto de Renda Pessoas Jurídicas.

Como diminuir os custos com os impostos na logística?

Como você pôde notar, não são poucos os impostos na logística. E, embora a sua empresa precise cumprir rigorosamente as obrigações, é possível trabalhar para diminuir o impacto desses custos. Quer saber como? Confira algumas dicas.

Mantenha-se atualizado com a legislação

Além de apresentar um número alto de impostos na logística, o Brasil é um dos países que mais apresentam alterações na legislação em um curto espaço de tempo.

Por essa razão, é essencial se manter atualizado em relação às leis — nem sempre o que está vigente este mês pode valer para o período seguinte, por exemplo. Caso contrário, você corre o risco de continuar pagando impostos que já nem são mais obrigatórios.

Opte pelo regime tributário correto

Muitos impostos têm o seu valor definido de acordo com o regime tributário escolhido pela empresa. Pode até parecer algo simples, mas a escolha errada nesse ponto é uma das principais causas para dificuldades financeiras em muitas instituições.

Faça uma análise com a ajuda de um especialista da área contábil e opte pelo regime mais adequado ao seu negócio. As opções são três:

  • Lucro Presumido;
  • Simples Nacional;
  • Lucro Real.

Conte com uma parceira para os serviços logísticos

Alguns dos tributos — em especial, os federais — se tornam mais onerosos quando a sua empresa é a geradora principal da atividade. Por exemplo, para os serviços de entrega e coleta de mercadorias você precisa contar com um número maior de funcionários e equipamentos.

Ao optar por esse caminho, o seu negócio automaticamente aumenta os gastos com taxas e impostos, como o PIS e o INSS.

Mas esse custo pode ser amenizado ao contratar uma empresa terceirizada — que fica responsável por fornecer colaboradores e veículos de maneira independente. Assim, você mantém um alto padrão nos serviços da sua empresa e, ao mesmo tempo, minimiza os valores com os tributos.

O fato é que não vale a pena arriscar. O setor logístico em si já exige alto investimento por parte qualquer empresa, não se preparar em relação aos impostos na logística pode trazer à tona uma situação bastante complexa para o seu negócio. Então, analise as dicas apresentadas e mantenha-se atualizado com a legislação brasileira.

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