Tecnologia x Setor de Compras: Entenda a transformação

A transformação digital é uma realidade em diferentes áreas do mundo corporativo, e o setor de Compras não é uma exceção. Por mais que alguns gestores acreditem que antigos modelos de trabalho ainda funcionem, o fato é que a adoção tecnológica é o caminho natural.

Esse novo cenário abriu um leque de oportunidades para as empresas. Hoje, por exemplo, é possível levar inovação e melhorias para produtos e serviços de maneira prática e sem precisar desembolsar quantias financeiras fora da realidade.

Quer entender melhor o paralelo entre a tecnologia e o setor de compras, e conhecer algumas soluções já utilizadas por grandes empresas? Continue lendo e confira o nosso artigo completo.

Boa leitura!

Entendendo a transformação tecnológica no setor de compras

Por mais “saudosista” que você seja, é impossível não reconhecer que tanto o mercado quanto a sociedade como um todo mudaram em razão do crescimento tecnológico. Relacionamentos, decisões e estilos de vida: tudo foi impactado com a transformação digital.

No mundo corporativo, uma boa forma de apontar esse cenário é a implementação do conceito 4.0 – que faz referência direta à Indústria 4.0 – em diferentes segmentos. No setor de compras, por exemplo, temos o Compras 4.0. Na logística, temos a Logística 4.0.

Com isso, ferramentas tecnológicas que eram tidas como diferenciais, passaram a ser fatores corriqueiros e essenciais para a execução de tarefas e processos.

No departamento de Compras, essa transformação se deu pela necessidade do setor em atender a nova demanda criada justamente pela expansão tecnológica na sociedade. Se antes papéis, canetas, blocos de anotações e telefonemas eram suficientes para manter um bom padrão de trabalho, hoje a situação mudou por completo.

Além do fator “corresponder à demanda de clientes”, a adoção enfática da tecnologia no setor de compras possibilitou a conquista de benefícios que não eram possíveis com o uso de ferramentas obsoletas, por exemplo:

  • vantagem competitiva;
  • redução de custos;
  • gestão unificada.

Exemplos de tecnologias utilizadas no setor de compras

Embora essa revolução no setor de compras ainda esteja no início, hoje, grandes empresas já utilizam com sucesso diferentes ferramentas em suas rotinas de trabalho.

Conheça alguns exemplos de tecnologias adotadas no departamento de compras.

E-commerces B2B

O e-commerce em si é dos maiores responsáveis pelo aumento da demanda no setor logístico. A possibilidade de comprar produtos de diversos tipos e tamanho no conforto de casa transformou consumidores ocasionais em clientes assíduos.

Mas as plataformas digitais foram além e, atualmente, já não são exclusividades do comércio B2C (negociação direta com o consumidor final). Setores de compras das instituições estão se beneficiando com o modelo B2B (empresa para empresa).

Com isso, os gestores conseguem negociar diretamente com fabricantes sem precisa passar necessariamente por um vendedor – um profissional a mais na negociação tende a resultar em aumento de preços.

Big Data

O Big Data é uma das ferramentas que melhor representa essa nova era do setor de compras. Basicamente, trata-se de um software capaz de armazenar uma quantidade enorme de informações.

Graças a essa capacidade, a ferramenta permite que as empresas resolvam dificuldades que não era possível com um banco de dados tradicional. Os especialistas definem o funcionamento do Big Data baseado nos três “Vs”:

  • Volume (acumula dados na marca dos terabytes ou petabytes);
  • Variedade (dados diversificados em origem e formato);
  • Velocidade (processados e analisados rapidamente).

O setor de Compras precisa gerar dados diariamente para manter o seu fluxo de trabalho em constante otimização. Com as possibilidades do Big Data, por exemplo, as empresas conseguem comparar históricos de compras e realizar melhores negociações. Além disso, a solução é capaz de:

  • identificar oportunidades segmentando os fornecedores;
  • facilitar a análise de informações em tempo real;
  • aumentar o foco em questões centrais;
  • ajudar na tomada de decisões.

Softwares ERP

O ERP (Enterprise Resource Planning) é mais um exemplo de ferramenta que revolucionou o mundo corporativo. O software de gestão é a maior referência quando se fala de organização e integração de processos e setores no dia a dia de uma empresa.

A melhor parte é que, em geral, apesar de abrangente, o ERP pode ser desenvolvido especificamente para um setor, por exemplo, o de compras.

Um bom exemplo do trabalho de um ERP na área de Compras é a possibilidade de verificar o status dos pagamentos de pedidos, prazo de entrega de mercadoria e relatório financeiros de maneira rápida e centralizada.

Enfim, não há dúvidas que o trabalho do setor de compras é essencial para o aumento de lucros de uma empresa. E o fortalecimento tecnológico possibilitou que velhos hábitos fossem extintos e uma rotina de alta performance tomasse conta  de vez do segmento. Não há como voltar atrás, é preciso abraçar a nova realidade e entregar serviços que sejam capazes de atender a nova demanda do mercado.

Para entender mais sobre o conceito 4.0, confira o nosso artigo especial sobre a Logística 4.0.

Blockchain na Logística: Entenda essa realidade

Basicamente, o Blockchain na logística é o uso da tecnologia, que foi essencial para o sucesso das moedas virtuais, no dia a dia de uma empresa do setor. Afinal, como a maioria das ferramentas tecnológicas de alto padrão, o Blockchain se mostrou eficiente para diferentes áreas.

Na logística, especificamente, a tecnologia está sendo essencial para o fortalecimento da segurança das informações, bem como para o aumento da qualidade operacional. Com o objetivo de obter vantagem competitiva, muitas marcas já abraçaram de vez a solução.

Quer entender melhor a tecnologia Blockchain e como ela pode ser vantajosa para a sua empresa logística? Então, continue lendo confira este artigo completo sobre o assunto.

Boa leitura!

O que é o Blockchain?

Como mencionado na introdução, o blockchain é uma tecnologia que esteve, por muito tempo, ligado ao Bitcoin (moeda virtual).

Trata-se de um livro de registro público e virtual que guarda todo tipo de informação. O grande detalhe é que o Blockchain é uma tecnologia de registro imutável, ou seja, é impossível mudar o dado adicionado – por isso a solução é considerada uma das mais seguranças do mundo em relação ao armazenamento de informações.

Uma vez inseridos e validados, os dados são submetidos a uma sequência de criptografias impossíveis de serem quebradas. O processo de validação do Bitcoin é tão complexo que, ao se mostrado como um desenho, assemelha-se a blocos de correntes – por isso a ferramenta recebe esse nome.

Como funciona o Blockchain na logística?

Apesar de ter nascido como uma ferramenta de apoio no setor financeiro, o Blockchain já foi utilizado por diversos segmentos. Por ser um serviço de domínio público, ele permite transações sem a necessidade de regulamentações, e isso é bastante vantajoso.

Graças à possibilidade de gravação de dados por computadores privados e compartilhados, a tecnologia se mostrou de grande valor para o setor logístico, permitindo mais agilidade e segurança nas operações.

Vamos a um exemplo do funcionamento do Blockchain na logística.

Imagine uma operação de entrega em que a coleta da mercadoria seja feita na região Sul e a entrega na região Centro-Oeste. Além disso, para qualificar o serviço e diminuir os gastos, o embarcador contrata uma transportadora especializada. Nesse ponto, já teríamos três agentes diferentes: o embarcador, a transportadora e o recebedor.

Para que a operação inicie, muitas informações precisam ser repassadas e acordadas, por exemplo:

  • características da carga;
  • tipo de transporte;
  • valor de taxas.

É necessário que cada participante esteja ciente das informações e de suas responsabilidades individuais, principalmente para situações de problemas ou imprevistos – como roubo ou avaria de mercadorias.

Para evitar impasses e assegurar tranquilidade, todos os dados são validados no sistema do Blockchain. Assim, independentemente do que aconteça, as informações originais estarão gravadas no livro virtual.

Além de tornar tudo mais prático e seguro em uma operação logística, a ferramenta diminui a burocracia da operação, deixando os processos mais dinâmicos.

Quais os benefícios do Blockchain?

Agora que você já sabe o que é o Blockchain e como ele pode ser aplicado na logística, confira outros benefícios possibilitados pela implementação da ferramenta.

Agilidade nos processos

Com o Blockchain a burocracia diminui consideravelmente. Ao implementar a ferramenta, todos os participantes da operação não precisam utilizar diferentes canais de comunicação para verificar alguma informação importante, basta acessar um único sistema.

Isso é essencial para agilizar processos internos e externos, tendo em vista que todos os dados inseridos são seguros e válidos.

Redução de custos

Já sabemos que a ferramenta é como um livro de registros imutável. Com isso, não há como reescrever o já foi combinado e validado entre as partes, sendo necessário gerar novas informações a partir daquele ponto.

Essa alta segurança possibilita que muitas validações em bancos e cartórios sejam desnecessárias, agilizando não só os processos como também tornando menos custosos. É uma ótima maneira de conter os gastos sem diminuir a segurança dos acordos.

Maior transparência nas operações

Com todas as características do Blockchain citadas até o momento, fica fácil entender como a sua implantação traz maior transparência para as operações logísticas.

Os prazos, os valores e outras informações válidas são centralizadas em uma única ferramenta, permitindo que todos tenham acesso ao mesmo tempo. Isso é importante até mesmo para que o cliente se mantenha atualizado sobre quaisquer imprevistos durante as operações.

Quais os principais impactos para as empresas?

Em um cenário onde conceitos como a Logística 4.0 estão sendo aplicados, o uso do Blockchain não chega a ser uma surpresa.

Porém, o impacto da utilização da tecnologia vai além da questão da segurança de dados. Hoje, muitas empresas já aplicam a ferramenta com o intuito de otimizar seus processos e qualificar os serviços oferecidos aos clientes.

Com a contenção de custos sendo uma necessidade da logística atual, as novas tecnologias são capazes de atingir esse objetivo sem comprometer o nível de execução operacional.

Os benefícios que uma ferramenta como um Blockchain pode proporcionar são abrangentes. Para toda empresa que deseja garantir vantagem competitiva pelos próximos anos no mercado, a implementação dessas tecnologias é um passo que precisa ser considerado. Então, não fique para trás e garanta maior qualidade no dia a dia da sua logística.

Para entender ainda mais sobre a transformação digital no setor, que tal conferir o nosso artigo sobre a evolução da logística?

RDR Soluções Logísticas: A transportadora certa para a sua empresa

Com mais de 33 anos de experiência no mercado, a RDR Soluções Logísticas vem se mantendo forte no mercado por meio de um trabalho diferenciado e de alta qualidade. A empresa prima por uma gestão inovadora para entregar serviços compatíveis com as necessidades de seus clientes.

Com a internet e a globalização, muitos negócios surgiram e expandiram o mercado logístico. Porém, só as marcas que contam com equipes preparadas e know-how sobre o setor conseguem atender clientes de todos os portes e diferentes demandas.

Nesse novo cenário, o embarcador precisa escolher uma transportadora que colete e entregue suas mercadorias com eficiência, prazo e custo-benefício. Quer contar com uma marca com essas características no dia a dia do seu negócio? Conheça a RDR Soluções Logísticas. Boa leitura!

Quem é a RDR Soluções Logísticas?

Nascida em 1986, na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, a RDR Soluções Logísticas é a concretização do sonho de dois irmãos paulistas. Como toda história de sucesso, o início da caminhada foi difícil, com muito trabalho e aprendizado.

Mas os gestores da RDR sempre primaram pela transparência e qualidade nos serviços da empresa, abrindo espaço para cada vez mais oportunidades de negócios. No início, eles contavam apenas com um pequeno depósito em Ribeirão Preto, mas, hoje, além de uma sede altamente estruturada, a empresa possui duas grandes filiais, em Pouso Alegre/MG e Goiatuba/GO.

Com foco na satisfação dos clientes e no desenvolvimento de serviços personalizados, a RDR Soluções Logísticas fechou parcerias de sucesso e cresceu como uma das transportadoras referências na sua região. Mesmo com a expansão, a empresa sempre manteve os seus valores originais:

  • comprometimento;
  • transparência;
  • credibilidade;
  • criatividade;
  • qualidade;
  • respeito;
  • união.

Acesse e confira a trajetória completa da RDR Soluções Logísticas.

Quais os diferenciais da empresa?

Como dito, nenhuma transportadora se mantém forte no mercado entregando serviços básicos e obsoletos. A RDR trabalha com inovação e inteligência para se adaptar às novas demandas, entregando uma experiência completa para os seus clientes.

Conheça alguns diferenciais que fazem da RDR Soluções Logísticas a empresa certa para você.

Experiência no setor

Operações como coleta e distribuição de mercadorias podem ser complexas para quem tem pouco conhecimento no setor. Um dos principais diferenciais da RDR Soluções Logísticas é a expertise em todos os serviços da cadeia logística, afinal são mais de 3 décadas de destaque no mercado.

Processos com alta tecnologia

Como explicado, a gestão RDR sempre teve a inovação como uma de suas prioridades. Tanto a adoção de ferramentas quanto a automatização de processos são questões fundamentais no dia a dia da empresa.

É um conceito aplicado em todos os estágios logísticos, garantindo eficiência nos serviços prestados, controle de custos e otimização da produtividade.

Frota de veículos diferenciada

Uma transportadora não pode oferecer um serviço de excelência sem uma equipe preparada e equipamentos de primeira linha, incluindo os veículos de carga. A RDR é uma das poucas transportadoras do mercado que trabalham com uma frota grande e diferenciada:

  • 100 cavalos-mecânico;
  • 115 Carretas;
  • 4 Trucks.

Com essa diversidade, ela se torna capaz de atender inúmeros tipos de clientes com eficiência, qualidade e prazo.

Modalidade Fracionada

A modalidade fracionada é uma das mais utilizadas pelos embarcadores atualmente. Com ela, todo o espaço do veículo de transporte é aproveitado com cargas de diferentes remetentes, dividindo os custos da operação entre todos os participantes.

Além de oferecer esse tipo de processo, a RDR entrega as mercadorias em todos os destinatários, ainda que não sejam pontos próximos uns dos outros – muitas empresas têm dificuldade em realizar esse tipo de serviço em razão da distância dos pontos distribuição.

Quem são os clientes RDR?

Os clientes são o reflexo da capacidade de uma empresa. Quando grandes marcas utilizam uma transportadora por anos, significa que os serviços prestados são de alta performance e dentro ou acima das expectativas. Conheça alguns dos parceiros da RDR Soluções Logísticas:

  • Carrefour;
  • Unilever;
  • Pepsico;
  • Danone;
  • Castelo;
  • Cepera;
  • Nestlé;
  • Cargill;
  • Fugini;;
  • Parati;
  • Ekma;
  • Italac;
  • Ypê.

Além de tudo isso, a RDR Soluções Logísticas adota uma política de aperfeiçoamento profissional constante, mantendo suas equipes atualizadas sobre as principais inovações, tendências e obrigatoriedades do setor. Agora é a sua vez, embarcador. Escolha a melhor transportadora e garanta alta qualidade na execução dos seus serviços.

Acesse e faça uma cotação agora mesmo pelo site da RDR Soluções Logísticas.

Embarcador: Saiba o que analisar ao escolher uma transportadora

Garantir os melhores serviços a custos realistas é o objetivo de todo embarcador. Pois, ao ser bem-sucedido, ele consegue garantir o escoamento da produção e a entrega dos pedidos dos clientes dentro dos prazos definidos.

Mas como utilizar recursos próprios encarece bastante o orçamento, o melhor caminho é contar com transportadoras capacitadas e de alta eficiência produtiva. No entanto, o que um embarcador deve analisar antes de escolher uma transportadora?

Para facilitar o seu trabalho, criamos este artigo com dicas sobre o assunto. Continue lendo e saiba o que deve ser analisado dentro de um planejamento para a escolha de um parceiro de transporte. Boa leitura!

 

Análise de necessidades da empresa

As primeiras informações que você deve levantar, enquanto embarcador, são sobre as necessidades do seu negócio. Uma análise detalhando qual tipo de perfil deve ter a transportadora para atender as demandas da sua empresa. É possível colocar diferentes fatores, por exemplo:

  • expertise da transportadora no setor;
  • capacidade de transporte;
  • prazos de entrega;
  • valores.

Esse levantamento é importante para que você consiga realizar uma triagem. Se o parceiro não corresponde as suas expectativas iniciais, então não há razão para manter uma negociação.

Afinal, o transportador tem papel fundamental no relacionamento com o seu cliente. Se ele não se encaixa no perfil que o seu público-alvo espera, essa imagem acaba refletindo no seu negócio.

 

Experiência e histórico da empresa

Com uma segmentação realizada, o passo seguinte é conhecer melhor a empresa postulante. A operação em que a carga passa do embarcador para o transportador pode ser bastante complexa, por isso é imperativo que a transportadora tenha conhecimento no assunto.

O melhor caminho é pesquisar sobre o histórico da empresa e o que o mercado fala sobre a sua atuação. Há vários pontos que você pode analisar, mas alguns dados não podem ficar de fora, tais como:

  • qualificações e especialidades da empresa;
  • nível de satisfação de clientes anteriores;
  • tempo de atuação.

 

Eficiência no atendimento ao cliente e parceiro

Um ponto essencial que muito embarcador negligencia na hora de avaliar uma transportadora é o nível de atendimento da parceira. Embora a execução do serviço seja importante, um atendimento defeituoso também pode trazer grandes prejuízos.

A transportadora é o agente que faz a entrega para o seu cliente final. Caso haja algum imprevisto durante a operação, pode ser que o usuário entre em contato não com a sua empresa, mas com a transportadora.

Se o atendimento oferecido for aquém do esperado, a sua empresa corre o risco de perder um ou mais clientes. É um ponto que não pode ser ignorado, sendo necessário avaliar:

  • canais de comunicação disponíveis;
  • tempo de atendimento;
  • facilidades de contato.

Claro, também analise o nível de execução dos serviços, bem como cumprimento de prazos e qualidade das ferramentas.

 

Informações sobre a frota e equipe de trabalho

Uma transportadora não pode oferecer um serviço de excelência sem uma equipe preparada e equipamentos de primeira linha, incluindo os veículos de carga.

Como embarcador, você deve solicitar informações pertinentes sobre a frota a fim de constatar a eficiência dos veículos em relação às necessidades do seu negócio. Verifique fatores como:

Não obstante, se informe sobre a capacidade técnica da equipe de trabalho. Pesquise se a empresa adota uma política de aperfeiçoamento profissional constante, mantendo as equipes atualizadas sobre as principais inovações, tendências e obrigatoriedades do setor.

 

Adoção de tecnologia

A aplicação de tecnologia sempre foi uma realidade dentro do setor logístico. Tanto a adoção de ferramentas quanto a automatização de processos são ações fundamentais para que as empresas consigam atender corretamente as necessidades dos clientes.

Por isso, não deixe de analisar se a transportadora adota soluções tecnológicas em seus processos. E essa análise deve considerar todos os estágios da cadeia logística, afinal, como vimos, o trabalho da transportadora pode ter grande impacto no relacionamento com o seu cliente.

Além disso, empresas que abraçam a tecnologia tendem a reduzir seus índices de erros, controlar os custos e otimizar a produtividade. Isso é excelente não só em termos de execução de serviços, mas também na negociação de preços.

 

Transparência nas informações com o embarcador

Para que as partes tenham sucesso, a relação entre embarcador e transportadora deve ser sempre transparente. É preciso que haja uma troca de informações direta e constante sobre todos os detalhes da operação.

Você deve verificar se a transportadora trabalha com compartilhamento de informações, permitindo que o embarcador consiga acompanhar o trajeto da mercadoria. A ação também é interessante para que a sua empresa mantenha o cliente informado, atualizando o status da entrega.

É fato que contratar serviços de outra empresa não é tarefa simples. Só é preciso uma decisão errada para comprometer o planejamento e o faturamento de um ano inteiro. Porém, ao seguir as dicas apresentadas, você forma uma base sólida para fazer a melhor escolha, garantindo eficiência nas entregas e qualidade em todo o serviço.

Pós-venda: Como reter clientes na sua empresa

O pós-venda tem um nome autoexplicativo, sendo, basicamente, a etapa seguinte após a realização da compra. Porém, ainda que o conceito pareça simples, a prática exige planejamento e inteligência por parte das empresas a fim de reter os compradores.

Em geral existem dois tipos de pós-venda: ativo e receptivo. O ativo é quando a empresa entra em contato com o cliente para dar suporte referente ao produto ou serviço adquirido. Já no receptivo são oferecidos canais para que o usuário tire dúvidas, realize compras etc.

Hoje, o pós-venda é uma ferramenta essencial para a fidelização dos clientes, reforçando o conceito de experiência completa. Ficou interessado? Continue lendo e conheça ótimas dicas para aplicar com sucesso a estratégia na sua empresa. Boa leitura!

 

Trabalhe de forma transparente

Para que o pós-venda resulte em fidelidade é preciso que a empresa aja com transparência com os seus clientes. Fazer promessas inviáveis é um tipo de estratégia que pode até funcionar inicialmente, mas que resultará em grandes prejuízos em médio prazo.

Seja transparente com o seu público, não estipule prazos impraticáveis ou confirme descontos nos valores que não se concretizarão. Muito mais que um serviço de qualidade, o cliente deseja a verdade.

Como dito, o pós-venda é a peça final para tornar completa a experiência do usuário com a sua empresa. Ao cometer erros crassos justamente nessa fase, você corre o risco de jogar fora todo esforço investido nas etapas anteriores.

 

Garanta um atendimento diferenciado focando o customer success

O “Customer Sucess” (Sucesso do cliente, em português) é um conceito cada vez mais praticado em empresas de todo mundo, independentemente do setor de atuação.

Trata-se de uma estratégia em que a instituição direciona esforços e investimentos para monitorar o cliente durante toda a sua jornada de compra, mensurando o desempenho dos serviços oferecidos. Logicamente, o pós-venda está incluído nessa jornada.

Aplicar o Customer Sucess é uma forma de garantir um atendimento diferenciado para o seu comprador e entregar uma interação personalizada na etapa de pós-venda.

Com isso, você não só diminui a taxa de reclamações e cancelamentos, como também é capaz de identificar novas oportunidades de melhoria na experiência do usuário.

 

Mantenha o nível de qualidade no pós-venda

O pós-venda é a continuidade de uma grande jornada que começa com as ações de atração de novos clientes. Por isso, para trazer os resultados esperados, ele precisa manter o alto nível de qualidade das outras iniciativas da empresa.

Nesse sentido, é necessário um trabalho de análise para certificar que todos os canais de comunicação e outros serviços que façam parte da estratégia estejam funcionando corretamente e disponíveis para os clientes.

O gestor precisa estar ciente de quaisquer problemas a fim de propor soluções rápidas e definitivas. O pós-venda se baseia em um relacionamento direto com o usuário, quando essa interação se mostra deficiente, o conceito basicamente não funciona.

 

Realize pesquisas de satisfação

Por mais que crie bons planejamentos e implemente soluções inovadoras, uma empresa só consegue ter a certeza da sua eficiência ao medir a real satisfação do cliente. Afinal, ele é a razão de todo e qualquer investimento.

Por isso a aplicação de uma pesquisa de satisfação é vital para o sucesso do pós-venda. A empresa precisa ouvir o cliente para conhecer fatores como:

  • expectativas quanto ao serviço de pós-venda;
  • principais dúvidas e reclamações;
  • sugestões de serviços.

Um dos métodos simples, mas de grande eficiência é o Net Promoter Score (NPS). Com ele é possível saber qual o nível de satisfação dos usuários através de perguntas diretas. Funciona assim: você define uma escala de 0 a 10 e apresenta para os clientes questionamentos como:

  • Qual o seu nível de satisfação com o nosso serviço?
  • Quais as chances de você indicar a nossa empresa?
  • Que nota você daria para o nosso atendimento?

Por fim, para uma mensuração correta, é necessário dividir os clientes em três grupos: detratores (notas de 0 a 4), passivos (notas de 5 a 8) e divulgadores (notas de 9 a 10).

Com esse feedback é possível extrair informações valiosas e úteis. A partir daí deve-se trabalhar para criar ações que atendam as necessidades dos clientes, solidificando a relação entre as duas partes.

As ações de pós-venda não são práticas onerosas para as empresas, mas, se realizadas corretamente, podem trazer grandes resultados. Uma etapa de pós-venda bem planejada mantém os clientes fidelizados e ainda facilita a atração de novos. Hoje, com inúmeras mídias de comunicação, é imperativo trabalhar o relacionamento com o cliente além dos serviços básicos.

Gostou das dicas? Que tal agora conhecer 5 ferramentas para otimização de processos e melhorar ainda mais o seu pós-venda?

O que é picking?

O picking é uma estratégia que visa nivelar a qualidade operacional das empresas do setor logístico. Afinal, não adianta oferecer produtos diferenciados e com preços acessíveis, se você não é capaz de cumprir os prazos esperados pelos clientes.

Todo empreendedor deseja que a sua empresa tenha um alto número de pedidos. Porém, quanto maior o volume, maior a responsabilidade nas etapas de separação e entrega. É nesse ponto que o picking faz toda diferença.

Para que você entenda o conceito e a importância do picking na logística, criamos este artigo com as principais informações sobre o assunto. Continue com a gente e confira. Boa leitura!

 

Entenda o picking

Basicamente, o picking é o processo em que acontece a localização, separação e a coleta de itens dentro de um depósito ou armazém após a finalização de uma venda. Ou seja, assim que o pedido do cliente é realizado, o produto é coletado por meio do picking.

Embora, à primeira vista, pareça uma operação simples, o picking é uma estratégia muito importante no aperfeiçoamento do serviço de uma empresa, sendo capaz de otimizar etapas que fazem toda diferença na experiência do cliente.

Afinal, assim que o usuário realiza a sua compra, o desejo dele é receber o produto o mais rápido possível. O pickcing é justamente a ação que torna essa dinamização possível.

Outra estratégia que melhora essa parte da jornada logística é o packing – que se concentra na embalagem e acomodação do produto para o transporte de entrega.

 

Quais são os tipos de picking?

Ainda que o objetivo final seja o mesmo, o picking pode ser realizado de diferentes formas. Conheça os quatro tipos da modalidade.

Picking discreto

O picking discreto acontece quando somente um profissional inicia e finaliza todo o processo de separação de mercadorias. É uma modalidade indicada para micro empresas ou estabelecimentos com um giro baixo de produtos.

As chances de erros são mínimas, porém, a otimização de tempo, que é uma das principais características da estratégia, é muito pouca.

Picking por lote

No picking por lote os colaboradores esperam acumular um número considerável de produtos para realizar a separação de vez. Com isso, vários trabalhos são realizados de maneira ordenada.

É uma estratégia interessante em termos de praticidade, mas que demanda uma maior organização a fim de evitar um acúmulo exagerado de pedidos.

Picking por zona

Essa é a modalidade que exige maior trabalho por parte da empresa. Primeiramente, o galpão é dividido em áreas, com diferentes categorias de produtos sendo acomodadas nessas áreas.

A seguir, todo produto que chega ao armazém é direcionado para sua correspondente zona, facilitando a execução do picking após a finalização dos pedidos.

Picking por onda

O picking por onda é semelhante ao ‘discreto’, com um colaborador ficando responsável por toda operação. A diferença é que, aqui, tudo acontece por meio de agendamento prévio, com o cronograma sendo baseado nas necessidades de cumprimento dos prazos.

 

 

Como implementar a estratégia corretamente na sua empresa?

Para implementar as diferentes modalidades de picking e extrair os benefícios corretos da estratégia, é preciso seguir alguns passos.

Organize o seu estoque

Manter um estoque organizado é parte vital para a execução da operação, pois grande parte do processo acontece nesse espaço. Por isso, você deve trabalhar para garantir um estoque:

  • com poucas distrações;
  • com boa sinalização;
  • limpo.

Monitore a entrada de mercadoria no estoque

Um bom controle de entrada de produtos é o que resultará em um mapeamento perfeito do estoque da sua empresa. Assegure que todas as mercadorias sejam vistoriadas por meio do código de barras antes de entrarem no estoque, mantendo uma atualização correta no sistema.

Destaque os produtos de alto giro

Para facilitar o seu processo é interessante que os produtos mais vendidos sejam colocados em locais mais acessíveis e com grande visibilidade, como, por exemplo, as entradas e saídas do estoque.

Aposte em tecnologia

Ferramentas tecnológicas sempre foram importantes no desenvolvimento logístico. Com softwares de controle, por exemplo, o gestor consegue monitorar toda entrada e saída de produtos, bem como localizar com maior facilidade as mercadorias no estoque.

Além de diminuir o número de falha humana, a automatização possibilita que a empresa evite gastos com retrabalhos ou desperdícios.

Supervisione a operação constantemente

Não é porque uma operação está, aparentemente, funcionando como o esperado que o monitoramento contínuo não deva acontecer.

Para garantir bons resultados no picking, o gestor precisa supervisionar  todas as etapas, verificando possíveis gargalos ou mesmo analisando possibilidades de maior aperfeiçoamento.

 

Quais as vantagens da implementação do picking?

Quando você tem um nivelamento na qualidade de todas as etapas logísticas, consegue extrair altos números positivos para a empresa. Uma atividade organizada reflete em benefícios em diferentes esferas, por exemplo:

  • otimização da rotina de trabalho dos funcionários;
  • maior credibilidade da empresa no mercado;
  • melhora na experiência do cliente.

A verdade é que não adianta oferecer bons produtos se a empresa se mostra deficiente na entrega de produtos. Para o consumidor, receber a mercadoria dentro do prazo é tão ou mais importante quanto ao preço do produto em si. Por isso, implemente o picking na sua empresa ou conte sempre com parceiras que trabalham dentro dessa estratégia de otimização.

Organização do estoque logístico

Basicamente, a organização do estoque logístico significa garantir o bom fluxo dos itens necessários para o funcionamento do seu negócio, seja de matéria-prima, produtos não finalizados ou mercadorias finais.

Quando uma empresa consegue ser bem-sucedida nessa etapa ela garante disposição total dos produtos, melhora a performance das equipes e aumenta seus lucros ao final de cada ciclo.

Quer organizar o seu estoque logístico e otimizar a sua operação? Então continue lendo e conheça algumas dicas de como obter bons resultados nesse processo. Boa leitura!

 

Crie um bom planejamento para o estoque logístico

Sem um bom planejamento dificilmente uma estratégia empresarial tem sucesso, com a organização do estoque logístico não é diferente.

Com uma preparação prévia a empresa se torna capaz, por exemplo, de identificar e separar corretamente os três tipos de estoque: matéria-prima, produtos não acabados e produtos acabados.

Ao se planejar, o gestor não só garante o armazenamento correto de cada mercadoria como também diminui as chances de desperdícios, avarias, escassez, obsoletismo, entre outros. Mas, para isso, é preciso entender em detalhes cada tipo de estoque.

Matéria-prima

No estoque de matéria-prima se encontram os itens utilizados para a produção das mercadorias da sua empresa. Geralmente, demanda mais cuidado e precisa ser em locais especiais.

Produtos Não Acabados

Aqui, são armazenados produtos ainda não finalizados, ou seja, que não são matérias-primas, mas ainda não estão prontos para serem comercializados como itens finais. O estoque costuma ser menor, mas a preocupação com os locais de armazenagem continua alta.

Produtos Acabados

Como o nome pressupõe, trata-se dos itens finalizados e prontos para serem negociados para os clientes. Esse estoque costuma ser o de maior quantidade, a fim de evitar rupturas nas vendas, por isso demanda um espaço maior para armazenagem.

Uma ótima dica aqui é organizar os produtos em alturas acessíveis e sempre próximos das áreas de embalagem e distribuição, otimizando o fluxo logístico.

 

Invista na integração de setores

Uma atitude comum de muitos gestores é limitar a questão do estoque aos setores de armazenamento, recebimento e distribuição. Isso é um grande erro e foge totalmente do conceito de aperfeiçoamento produtivo. Organizar o estoque logístico demanda conhecimentos e práticas que envolvem diferentes setores do negócio.

Existem áreas da empresa que são impactadas diretamente com o giro do estoque. Se a armazenagem dos produtos está com problemas, esses setores com certeza sofrerão impactos negativos.

O departamento comercial, o de produção e o financeiro, por exemplo, são três áreas que têm interesses direto no giro do estoque, com cada uma buscando melhorias em algum ponto.

Para evitar que haja prejuízo para algum setor, é interessante que a empresa trabalhe com a integração de áreas. As equipes dos diferentes departamentos devem ter acesso simultâneo aos dados do estoque, evitando conflitos nas decisões.

Assim, garante-se que os três tipos de estoque logístico se mantenham devidamente abastecidos e organizados, prontos para atender as necessidades de todos os setores.

 

 

Adote a tecnologia para controlar o seu estoque

Um planejamento sólido é a base para o desenvolvimento de um bom trabalho. Porém, é fato que manter um controle rigoroso do estoque não é uma tarefa simples. Se a sua empresa contar com um fluxo grande de produtos, o cenário é ainda mais complicado.

Para tornar a situação favorável, é importante adotar ferramentas tecnológicas que facilitem o trabalho e otimizem os resultados na organização de estoque.

Hoje é possível encontrar softwares de gestão que abranjam o gerenciamento de diferentes áreas. Com esse tipo de tecnologia é possível, por exemplo:

  • compartilhar informações, melhorando a integração de setores;
  • controlar os números de entrada e saída de produtos;
  • acompanhar relatórios com dados do estoque.

Tenha uma equipe bem treinada

Independentemente de ótimas ferramentas e estratégias diferenciadas, os bons resultados só acontecerão se a empresa contar com uma equipe bem treinada e preparada para atender as demandas – a organização do estoque logístico não pode ser feita por apenas uma pessoa.

O gestor precisa garantir que as equipes de trabalho estejam atualizadas com o uso das ferramentas tecnológicas e com o conhecimento sobre o fluxo logístico da empresa.

Além disso, deve-se entender o nível de satisfação e engajamento dos colaboradores com os objetivos da empresa. Afinal, nenhum trabalho de qualidade pode ser desenvolvido com funcionários desmotivados.

 

Conte com bons parceiros

Como explicado, a organização e o controle do estoque logístico não é algo que pode ser feito individualmente. Além da participação de diferentes setores, a empresa precisa contar com a colaboração de bons parceiros.

Fornecedores e transportadoras são peças-chave na manutenção do seu estoque. Sem eles, você não consegue, por exemplo:

  • entregar produtos para o cliente final;
  • manter o estoque atualizado;
  • receber a matéria-prima.

O grande segredo aqui é manter uma verdadeira relação de parceria. A ideia de que essas empresas são descartáveis não deve existir. Você deve se certificar sobre o bom histórico das marcas no mercado e trabalhar para que os bons resultados aconteçam para todos.

A empresa que aprimora a organização do seu estoque logístico evita ser pega de surpresa e consegue manter ótimos números em relação ao trabalho desenvolvido. Afinal, é essencial permanecer sempre um passo a frente das necessidades do seu cliente e do mercado. Então, analise as dicas apresentadas e sempre conte com os parceiros certos na sua jornada.

O que é Just in Time

Surgida no Japão, mais precisamente na fábrica da Toyota Motor Company em 1950, a metodologia Just in Time visa otimizar os processos de uma empresa, resultando em serviços de maior qualidade e efetividade.

Pode ser um clichê, mas é fato que os clientes estão cada vez mais exigentes. A internet o acesso fácil à informação transformaram a maneira que eles avaliam o desempenho de uma marca.

Métodos como o Just in Time são alternativas para que as empresas atendam esses novos níveis de expectativa sem comprometer seus capitais financeiros.

Por isso, para que você entenda e aplique o Just in Time corretamente na sua empresa, preparamos este artigo com os pontos mais importantes sobre o assunto. Continue com a gente e confira!

O que é Just in Time?

De forma livre, Just in Time pode ser traduzido como “Na hora exata” ou “Bem na hora”. E através da tradução é possível entender exatamente o seu conceito: uma estratégia que direciona a organização a trabalhar a partir de demandas exatas e não especulativas, acelerando a capacidade produtiva e diminuindo o estoque.

Na prática, o Just in Time adota o sistema de “produção puxada”, em que o uso de materiais e mão de obra só acontece quando realmente é necessário. Logicamente, esse modelo de trabalho influencia diretamente na diminuição de desperdícios.

A grande diferença do Just in Time para outras metodologias é que, aqui, não são aceitos certos níveis de adversidades, tais como:

  • refugos de materiais;
  • quebra de máquinas;
  • atraso de processos.

Ao trabalhar com a alta precisão, a empresa é capaz de se prevenir dessas situações e, caso aconteçam, há uma noção exata das causas e um trabalho imediato de solução. Esse modelo de gestão resulta em maior eficácia produtiva, redução de custos, maior qualidade no desenvolvimento dos serviços, entre outros.

Quais as vantagens da implementação do Just in Time?

Como vimos, o Just in Time é uma estratégia de aprimoramento. Ao adotá-la, a empresa consegue não só melhorar o setor produtivo, mas também a parte administrativa – e isso traz inúmeros benefícios para o negócio. Entenda em detalhes algumas dessas vantagens.

Maior dinamismo produtivo

Como explicado, ao aplicar o Just in Time, a empresa passa a trabalhar com demandas precisas, evitando desperdícios e aumentando o foco das equipes. Com isso, o ciclo produtivo se torna mais dinâmico.

O intervalo entre um processo e outro é um dos principais motivos para as lentidões nas rotinas de trabalho. No Just in Time, tudo acontece em um espaço muito mais curto de tempo, melhorando a eficiência geral.

Aumento da qualidade das atividades

Para aplicar o Just in Time corretamente, a empresa precisa identificar e resolver suas dificuldades – afinal, ela não pode correr o risco de trabalhar com a “produção puxada” em um cenário negativo.

Essa filosofia impacta diretamente na qualidade das atividades desenvolvidas no dia a dia. O fluxo processual aumenta e a taxa de retrabalhos diminui.

Aumento da confiança na marca

Se você tem processos mais dinâmicos e de maior qualidade, a confiança na marca também cresce no mercado. Naturalmente, os serviços da empresa se tornam mais efetivos, resultando em uma melhor experiência para o cliente e no aumento de credibilidade da empresa.

Como implementar o Just in Time?

O primeiro ponto é entender que o Just in Time é um modelo de gestão e não um conceito específico de departamento. Ou seja, para implementá-lo é preciso envolver todos os setores e equipes da empresa. Sem um envolvimento geral, a estratégia dificilmente será bem-sucedida.

Veja alguns fatores que devem ser trabalhados para a implantação do Just in Time na sua empresa.

Simplificação dos processos

Se os processos da sua empresa costumam ser burocráticos ou lentos além do normal, essa é a primeira mudança a ser feita. É preciso repensar o seu modelo produtivo para que ele responda a todos os pedidos de maneira eficaz.

Formação de equipe diferenciada

Sem uma equipe capacitada não adianta realizar investimentos ou modificar o modus operandi, isso é um fato. Por isso, você deve aprimorar as habilidades dos profissionais da empresa considerando sempre o modelo de gestão Just in Time.

Parcerias com empresas capacitadas

Imagine aplicar uma mudança geral no seu negócio, investir em treinamento especializado e, na hora de realizar as entregas ou distribuições, o negócio não é bem-sucedido por causa das empresas parceiras.

Para evitar esse tipo de cenário, certifique-se que as empresas parceiras, como fornecedores e transportadoras, trabalhem em alta qualidade e eficiência. A mesma expertise aplicada na sua marca deve estar visível nas outras organizações.

Além desses passos, todo o planejamento precisa ser feito com base em demandas concretas. Nada de “achismos” ou intuições. O Just in Time contempla a exatidão do trabalho. Claro, a implementação completa requer tempo e investimentos, tanto em termos técnicos quanto de infraestrutura. Mas com parceiros diferenciados e um direcionamento correto, a sua empresa conseguirá extrair os melhores resultados dessa metodologia.

Como ser uma grande liderança no processo logístico

Uma liderança logística inteligente é algo cada vez mais necessário nas empresas do setor. Com o surgimento de novos conceitos, como a logística 4.0, e o crescimento astronômico da geração de informações, profissionais capacitados passaram a ser o grande diferencial para o sucesso de muitas organizações.

Porém, um bom gestor não é só aquele que cria grandes planejamentos ou apresenta experiência de mercado. Práticas de gestão de pessoas e conhecimentos sobre novas tecnologias se tornaram fatores essenciais atualmente.

Para ajudar você a ser um líder de destaque no mercado logístico do século XXI, preparamos este artigo com as principais características que todo profissional no cargo de liderança deve apresentar. Continue com a gente e saiba mais!

Aperfeiçoamento contínuo

Com certeza você já ouviu a expressão “conhecimento nunca é demais”. Esse é um conceito que todos devem adotar, principalmente uma pessoa que está na posição de liderança logística.

Hoje, com a inovação sendo uma constante no mercado e o surgimento da logística 4.0, a capacitação é fundamental. É claro que, para chegar ao cargo de gestor, o profissional precisa passar por várias etapas, bem como obter diferentes conhecimentos, tanto acadêmicos quanto práticos. Porém, essa nova realidade exige mais.

É necessário uma visão global sobre o setor e uma capacitação específica sobre novas tecnologias, métodos de produção, gestão de pessoas, entre outros.

É a filosofia de melhoria contínua, com o profissional se capacitando para atender as demandas do mercado e da sua empresa em geral. Isso pode ser feito em várias frentes, por exemplo:

  • pós-graduações;
  • cursos online;
  • workshops.

O gestor mais capacitado tende a ser um líder melhor, trazendo não só experiência prática, como também conhecimentos diversos que agregam real valor no trabalho diário da sua equipe.

Inteligência na aplicação de treinamentos

Todo conhecimento deve ser repassado e não guardado. Uma boa liderança deve ter em mente essa filosofia, garantindo que seus liderados também obtenham a capacitação ideal para desenvolver seus serviços com maior qualidade.

Atualmente, muitas empresas têm se preocupado com o investimento de maquinário, espaço físico suficiente, veículos de qualidade e equipamentos de movimentação, mas se esquecem de oferecer o devido preparo para os profissionais que são essenciais na execução dos processos.

Assim como tecnologias de ponta, os colaboradores devem agregar valor à empresa, melhorando o desempenho e trazendo bons resultados. Porém, isso só é possível quando há um investimento correto por parte da gestão. Afinal, não tem como cobrar de quem tem pouco a oferecer.

Por si só, sessões de treinamentos são ótimas ferramentas de aperfeiçoamento. Além disso, elas são importantes na questão motivacional, pois os funcionários se sentem mais valorizados em relação à empresa.

Mas a grande diferença de um líder comum para uma liderança qualificada está na aplicação desse sistema. Gestores em geral acreditam que a simples aplicação de treinamentos em geral é o suficiente para que todos os funcionários se desenvolvam por igual – demonstrando uma ideia equivocada sobre a situação.

Assim como qualquer outro investimento, as sessões de treinamento devem ser planejadas a fim de trazer melhores resultados para o negócio. Por isso, é preciso um trabalho de análise, identificando as fraquezas e habilidades de cada colaborador ou equipe.

Com isso, o gestor consegue aprimorar o desempenho de seus liderados corretamente, reforçando os pontos fortes e agregando conhecimento necessário em cada um. Em geral, profissionais bem treinados melhoram consideravelmente sua performance na execução das tarefas.

Liderança em gestão de pessoas

Ainda que seja uma ideia clichê, muitos profissionais acabam esquecendo ao chegarem no cargo de liderança: o bom gestor é muito mais que um chefe, ele é um líder para todos.

Como mencionado, o conhecimento em tecnologias e processos é essencial para o desenvolvimento da cadeia logística, no entanto, sem uma expertise em gestão de pessoas dificilmente é possível alcançar os resultados desejados.

Em outras palavras, como gestor, você deve entender que liderança é muito mais que uma questão hierárquica. O sucesso aqui está ligado a diversos aspectos, tais como:

  • responsabilidade;
  • profissionalismo;
  • paciência;
  • empatia.

Liderar uma equipe de logística pode ser uma tarefa bastante complexa, por isso as habilidades pessoais são necessárias para manter o grupo sempre motivado e engajado com os objetivos da organização.

Trabalhar com um feedback inteligente e bilateral

Uma comunicação bem executada é o segredo de sucesso das grandes corporações. Mas não se trata apenas de canais e tecnologias implementadas corretamente, mas também de uma comunicação direta entre a gerência e colaboradores.

Quando você é a pessoa que delega tarefas e explica planejamentos, precisa ser capaz de repassar feedbacks claros e pontuais. Essa é uma estratégia importante, que faz toda diferença no clima organizacional e na produtividade das equipes.

Para utilizar o recurso da melhor maneira, é preciso realizar um monitoramento contínuo do trabalho e dos resultados obtidos. Com informações concretas em mãos, você tem os dados necessários para realizar reuniões com os liderados e colocar as ponderações necessárias.

Porém, o grande diferencial de um grande líder é a inteligência em implementar o feedback bilateral. Normalmente, os gestores entendem que a prática do feedback precisa ser unilateral, ou seja, com a comunicação partindo apenas de um lado. Isso é um erro.

Assim como o líder deve abordar seus comandados para passar a sua visão sobre atividades, planejamentos e resultados, ele precisa abrir espaço para que os colaboradores consigam expressar suas opiniões sobre as mesmas situações.

Um ambiente democrático e respeitoso tende a ser muito mais produtivo e saudável do que um local no qual a visão hierárquica impera de maneira intransigente. No final, todos conseguem se desenvolver e alcançar suas metas.

Enfim, muito mais que simplesmente acompanhar a rotina de trabalho do setor, uma liderança logística precisa ser um diferencial no dia a dia de sua equipe. Comandar a cadeia logística ou de Supply Chain exige um preparo contínuo e grande inteligência emocional.

Analise as informações apresentadas e certifique-se de desenvolver todas as características necessárias de um bom líder. Além disso, prime por parcerias de empresas que trabalham dentro desse mesmo conceito de aperfeiçoamento.

4PL – Tendência no mercado de logística

Como um setor que, historicamente, sempre foi oneroso para as empresas, a logística cria e adota constantemente novas tendências a fim de garantir a excelência na execução dos serviços com o menor gasto possível. O 4PL é mais um dos conceitos desenvolvidos com esse objetivo.

Hoje, a gestão da cadeia de suprimentos já é uma ideia implementada e bem trabalhada por muitas empresas, principalmente as líderes de mercado. Porém, nem todo empresário entende ou conhece os benefícios dessa especialidade,insistindo assim na execução de estratégias obsoletas e pouco produtivas.

Para que você não fique para trás em relação as tendências mais importante do setor logístico, a seguir, apresentaremos os pontos mais relevantes sobre o 4PL. Continue com a gente e saiba mais!

O que é o 4PL?

O 4PL é uma sigla para a expressão em inglês “Fourth-Party Logistics”. Em tradução livre, podemos entendê-la como “Quarta parte da Logística”. O conceito ‘PL’ não e algo novo na logística, já existem o 1PL, o 2PL e o 3PL. Na prática, cada numeração representa um sujeito do grupo, dessa forma:

  • 1PL = Fornecedor;
  • 2PL = Comprador;
  • 3PL = Operador Logístico.

Antes, a metodologia se limitava aos três primeiros, com os planejamentos desenvolvidos dentro desse grupo. O 4PL surgiu justamente para representar o gestor da Supply Chain (Cadeia de suprimentos).

Na prática, adicionou-se mais um aos geradores do serviço, um responsável pela integração total das áreas e recursos envolvidos na operação. As funções do gestor da cadeia de suprimentos são muito mais abrangentes, como por exemplo:

  • monitorar todos os processos da operação;
  • manter todos os envolvidos informados;
  • garantir a execução sem custos extras.

Qual a relevância do 4PL para sua empresa?

Como vimos, o 4PL é um conceito evolutivo. Ou seja, um aperfeiçoamento de algo que já existe no setor logístico. Por si só, já é algo que a sua empresa deva avaliar para não ficar para trás perante os concorrentes. Porém, a importância do 4PL vai além.

Embora muitas empresas entendam o trabalho de um operador logístico, muitas ainda encaram a implementação do gestor de supply chain como algo novo ou pouco necessário. É justamente nesse ponto que o novo conceito se torna tão relevante.

Os serviços de gerenciamento da cadeia de suprimentos são uma tendência real no mercado, com as marcas líderes adotando e obtendo resultados positivos acima da média.

Quando a sua empresa abraça o 4PL ela é “forçada” a se modernizar e a trabalhar em excelência assim como as grandes líderes do setor. É um cenário extremamente vantajoso, pois a sua organização passa a contar com um profissional (ou parceiro) que oferece soluções integradas visando uma otimização dos serviços.

Ou seja, com um gerenciador da cadeia de suprimentos, a aproximação entre o trabalho da empresa e as expectativas dos clientes se torna muito menor.

Afinal, o mercado atual exige a realização de serviços qualificados dentro, ou antes, dos prazos estabelecidos. Com a alta concorrência estando em voga, os participantes do setor logístico precisam trabalhar em grupo para garantir os melhores serviços sem a necessidade de onerar os caixas financeiros das empresas.

Qual a diferenças entre o 3PL e o 4PL?

Neste ponto, você já entendeu que o 4PL é uma tendência em crescimento no mundo logístico. Porém, muitas empresas não conhecem ou se mostram receosas com a metodologia pelo simplesmente motivo de não entenderem a diferença entre o 3PL e o 4PL.

Como sabemos, o 3PL representa o operador logístico dentro de um determinado serviço. Essa parte é responsável por inúmeras tarefas, entre elas:

  • agenciamento alfandegário;
  • transporte de produtos;
  • armazenamento.

Essa diversificação acaba levando muitos empreendedores a acreditar que o representante do 3PL é o mesmo da quarta parte do grupo. Mas isso é um grande erro.

Ainda que cubra uma área extensa no planejamento, o operador logístico desempenha tarefas mais específicas, atividades voltadas para a movimentação e armazenagem das mercadorias. E embora ele também trabalhe de maneira integrada, isso se limita ao seu campo de responsabilidade.

Com um gestor da cadeia de suprimentos a abrangência é muito maior. Não existe uma limitação em sua atuação, sendo sua responsabilidade garantir que todas as etapas do processo aconteçam conforme o planejamento inicial, e que a conclusão se dê no menor tempo e custos possíveis.

São funções do 4PL também o estudo e a implantação de novas tecnologias a fim de garantir total integração entre os participantes. Com isso, ele acaba melhorando diretamente o trabalho do 1PL, do 2PL e do 3PL.

Para isso, ele deve manter uma comunicação sem ruídos com cada integrante, por exemplo, articulando as melhores soluções com o operador logístico e estudando sobre as expectativas dos clientes para com os serviços da empresa.

Em suma: o 4PL é o integrador maior entre todos os grupos de uma operação logística, aquele que vai além das tarefas específicas do 3PL, unificando os recursos disponíveis, bem como implementando tecnologias.

Quais as características de um provedor 4PL?

Agora que você já sabe o conceito e a importância do 4PL, conheça as qualidades que o gestor de um supply chain deve ter para assumir essa responsabilidade. Acompanhe e veja o que avaliar na hora de contratar um 4PL:

  • suporte financeiro para assumir suas responsabilidades;
  • estrutura para gerenciar a sua cadeia de suprimentos;
  • equipamentos de qualidade (veículos, galpões etc);
  • boa comunicação com todos os envolvidos;
  • métodos de otimização da supply chain;
  • boa comunicação com os clientes;
  • expertise no setor.

Enfim, não há dúvidas o quanto é essencial o conhecimento sobre o 4PL  para toda empresa que deseja se manter forte no mercado e se adequar as suas contínuas mudanças. Na era digital, acompanhar as tendências faz toda diferença. Afinal, muito em breve, é possível que surja um 5PL – com as soluções tecnológicas sendo uma parte fixa nos processos. Por isso, conte sempre com parceiros que trabalhem com a inovação e excelência em seus serviços.