corona virus na logistica

A Importância da Logística na retomada econômica

Se há outra certeza nessa pandemia, além da necessidade do cuidado coletivo, é que após o período mais drástico, o país entrará em uma retomada econômica gradativa. E a logística terá papel essencial nessa nova trajetória.

Sendo um setor que assumiu o protagonismo em várias retomadas ao longo da história, a logística já vem se mostrando fundamental na manutenção da “normalidade” durante a pandemia, garantindo o abastecimento de segmentos importantes como Alimentação e Farmacêutica.

Porém, não há dúvidas que muita coisa vai mudar daqui para frente. E, empresas e transportadoras logísticas terão que se mostrar preparadas para corresponder ao aumento da demanda na retomada econômica.

Mas e você, quer entender melhor sobre esse cenário a fim de garantir a competitividade da sua marca? Então, continue lendo e confira a nossa postagem sobre o assunto. Boa leitura!

Setor logístico não parou na pandemia

Assim como todo o mundo, a logística sofreu impactos negativos por causa do Coronavírus. Logo no início, algumas operações sofreram atrasos, pois precisaram se adaptar à nova realidade.

Mas, diferentemente com alguns setores, como o comércio físico de roupas e eletrodomésticos, a logística não parou suas atividades nem por segundo. Na verdade, aconteceu justamente o contrário.

Por meio, principalmente do modal rodoviário, aqui no Brasil, o setor logístico se mostrou como um dos principais fios condutores para a manutenção da economia e de outras áreas de suma importância, como alimentícia e farmacêutica.

A relevância dos transportadores foi tão alta durante a crise que o governo brasileiro decidiu enquadrar o transporte de carga com atividade essencial – colocando a categoria no mesmo patamar da saúde, alimentação e segurança.

Para garantir que os caminhoneiros não parassem e não sentissem tanto as dificuldades impostas pela pandemia, várias decisões exclusivas foram tomadas visando o dinamismo diário, por exemplo:

  • Extensão para o RNTRC – Registros Nacionais de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) que venceriam entre 1 março e 30 de junho tiveram uma prorrogação para o dia 31 de julho;
  • Suspensão das balanças de pesagem – fim temporário das balanças de pesagem nas estradas federais;
  • Prorrogação para a emissão do CIOT – prorrogada a emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) para 31 de julho;
  • Suspensão dos prazos para a regularização da CNH – habilitações vencidas desde 19 de fevereiro são consideradas válidas até uma nova confirmação do Contran;
  • Abertura de restaurantes em beira de estrada – diferentemente dos estabelecimentos que se encontram dentro das cidades, que ficaram proibidos de funcionar normalmente.

Preservação da saúde de motoristas e assistentes e cuidados com a carga

No entanto, mesmo com algumas movimentações por parte do governo, a verdade é que o Covid-19 continua sendo um vírus sem cura definitiva. Nesse sentido, para garantir a segurança dos motoristas, assistentes, clientes e de todas as pessoas envolvidas em uma operação logística, as empresas tiveram e terão que se adaptar.

Se em um passado recente a preocupação com a saúde dos profissionais era “básica”, com a entrega e fiscalização dos EPIs, por exemplo, a pandemia mostrou que isso precisa mudar.

Para cumprir o seu papel na retomada econômica, a logística deve se transformar em termos de cuidados com a saúde. Daqui para frente, somente as empresas e transportadoras que continuarem investindo em ferramentas e treinamentos para a proteção de seus profissionais conseguirão cumprir seus serviços com excelência.

Após a pandemia do Covid-19, os clientes e o mercado em si destacarão as marcas que se mostrarem atentos às novas exigências sanitárias e de saúde. Isso também vale para as cargas, que já não poderão ser manuseadas da mesma maneira após o Coronavírus.

Novas medidas implementadas permanecerão

A história da humanidade nos mostra que até a pior das crises é capaz de deixar um ensinamento para o futuro. E se há um legado que a pandemia do Coronavírus pode deixar para as empresas é a que, quando se trata de inovação: você não pode deixar para depois.

É verdade que a Transformação Digital já estava sendo trabalhada na maior parte das empresas. Porém, quando o cenário era “normal”, muitas organizações logísticas se davam ao luxo de escolher quando adotar a inovação – ou mesmo se iam fazê-lo.

Com as medidas de restrição durante a pandemia, mesmo a logística ficou bastante dependente de inovações tecnológicas para se manter em funcionamento. Soluções para atendimento, criação de rotas, rastreamento etc.

Essa novas medidas, sem dúvida alguma, permearão pelos períodos futuros. E não apenas saídas tecnológicas, como cadastramento e negociações online, mas também os cuidados reforçados com a saúde dos trabalhadores e as medidas sanitárias em relação às cargas – como já citado anteriormente e fundamentais na retomada econômica.

A demanda vai aumentar na reabertura e impulsionará a retomada econômica

A confiança da participação logística na retomada econômica não é à toa. Muitas especialistas do setor apontam que a tendência é de um aumento de demanda assim que o cenário mais grave for superado – como aponta a Revista O Carreteiro.

Há uma ideia de que não será preciso nem mesmo esperar uma reabertura completa dos mercados. Assim que a doença estiver em declínio na maior parte do país, alguns setores, impulsionados pela logística, conseguirão um crescimento considerável, tais como:

  • Frigorificados;
  • Agronegócio;
  • Alimentício.

Mas eles não são os únicos. Segmentos como comércio eletrônico e de eletrodomésticos, bem como, de combustíveis, conseguirão se recuperar gradativamente.

Enfim, o fato é que a logística leva vantagem em uma futura retomada econômica, pois é um setor que não parou em nenhum momento. Principalmente aqui no Brasil, com o próprio governo classificando os profissionais da área como essenciais. Porém, como vimos, nesse “novo mundo” é essencial contar com parceiros que abraçam a inovação e se preocupam de maneira real com a saúde dos seus colaboradores e a proteção das cargas transportadas. Por isso, fique atento ao novo futuro.

Ficou com alguma dúvida sobre a retomada econômica na logística? Deixe o seu comentário.

logística crise do corona virus

Soluções Logísticas em tempos de Covid-19

O Coronavírus afetou o mundo como nunca antes na história, e a maior parte dos setores viu o seu volume de operações diminuir consideravelmente em um tempo muito curto. Para evitar ainda mais prejuízos, as empresas tiveram que se adaptar e desenvolver soluções logísticas que superassem as barreiras impostas pelo Covid-19.

Em razão de a pandemia ter começado na China, um dos maiores parceiros internacionais de muitos países, a logística mundial foi uma das primeiras a sofrer com entraves e suspensão de serviços.

As empresas que entenderam a gravidade da situação previamente e/ou já trabalhavam dentro um sistema de inovação normalmente, saíram na frente e começaram a se adaptar para a nova realidade com mais facilidade.

Mas, quais foram as soluções logísticas tomadas pelas empresas? Como elas estão se adaptando em tempos de Covid-19? Quer entender melhor? Continue lendo e saiba tudo nesta postagem.

Boa leitura!

Alta demanda do e-commerce e as medidas de adaptação logística

Diferente de outros problemas macroambientes relacionados à saúde que surgiram no mundo nos últimos tempos, o Coronavírus não se limitou a uma região ou continente. O novo vírus se tornou uma pandemia e impactou, em proporções diferentes, todas as nações do globo. O Covid-19 se mostrou tão potente que foi capaz de paralisar eventos e operações:

  • Jogos olímpicos;
  • transportes;
  • serviços.

Além disso, em razão do distanciamento social determinado pelos órgãos de saúde, a maior parte dos estabelecimentos tiveram que fechar e a pessoas precisaram iniciar uma quarentena em seus domicílios.

Foi neste cenário, com as lojas físicas fechadas e a recomendação de distanciamento vigorando na maior parte do mundo, que as vendas online dispararam de maneira excepcional. Aqui no Brasil, por exemplo, as vendas remotas crescerem mais de 40% entre os meses de março e abril – segundo a Revista Exame.

O crescimento do e-commerce, automaticamente, impulsionou os serviços logísticos dentro do país. Mas, para atender a alta demanda e ainda respeitar as recomendações sanitárias, as empresas tiveram que se adaptar. Confira alguns exemplos de medidas para essa adaptação.

Embalagens para maior proteção

Como o Coronavírus age em qualquer superfície, a preocupação com a contaminação por meio de objetos aumentou bastante. Para evitar a propagação durante a execução dos serviços, as empresas passaram a investir mais nas embalagens de proteção.

Ao invés da embalagem simples ou convencional, os itens começaram a receber outras camadas a fim de evitar que os colaboradores ou outras pessoas tenham contato direto com a mercadoria até que ela chegue ao cliente.

EPI’s para os motoristas e funcionários

A segurança dos profissionais dentro e fora das empresas também precisou ser reforçada no período de pandemia. Como ainda não há uma vacina contra o vírus, a melhor ação continua sendo evitar a interação social e o contato direto com superfícies.

Por isso, EPIs como máscaras, luvas e até roupas de proteção foram inclusas à cartilha dos motoristas e de outros funcionários. Sem falar no álcool em gel para higienizar as mãos, bem como, as cabines dos veículos.

Quais são as soluções logísticas utilizadas durante a pandemia?

Além das medidas de adaptação para manter os serviços durante a pandemia, várias empresas ao redor do mundo tiveram que criar soluções logísticas para realizar entregas pontuais.

Como em alguns lugares as empresas só poderiam funcionar após rigorosas inspeções e em outros até mesmo o trânsito de veículos ficara proibido, foi preciso inteligência, investimento e criatividade em novas soluções logísticas. Entenda mais.

Dupla checagem higiênica nos produtos e veículos

Uma das soluções logísticas implementadas nesse novo cenário diz respeito à qualidade do serviço, com a dupla checagem higiênica nos itens e nos veículos. Como o risco de contágio é real, as empresas precisaram mostrar que estão fazendo a sua parte.

Dessa forma, antes de saírem para suas viagens, os veículos são vistoriados mais de uma vez, garantindo que todos estão seguindo à risca os protocolos de vigilância sanitária.

Robôs e drones fazendo delivery

Logicamente, a tecnologia também foi utilizada para a criação de soluções logísticas durante o período de pandemia. Nos Estados Unidos, por exemplo, empresas do setor logístico estão utilizando drones para entregar remédios na casa de clientes idosos – que se enquadram nos grupos de risco.

Também há empresas utilizando robôs móveis para realizar delivery de fast food, garantindo a entrega até mesmo em locais com o chamado lockdown – proibição total da circulação de pessoas.

Importância da escolha da transportadora certa

É claro que ninguém estava devidamente preparado para essa pandemia, porém, como dito, as empresas que começaram a agir previamente conseguiram se adaptar rapidamente. Não só isso, as marcas que já trabalhavam com uma gestão inovadora com certeza tiveram menos dificuldades em manter os serviços em alta qualidade nessa nova realidade.

Por isso, mais do que nunca, a escolha pela transportadora certa passou a fazer toda a diferença para o seu negócio. Como apresentado na postagem, várias soluções logísticas precisaram e precisarão ser tomadas para garantir a segurança de funcionários, clientes e produtos. Ao contar com um parceiro que não trabalhe dentro desse padrão, você só está aumentando os riscos para o seu negócio.

Repense a sua cadeia logística e não tenha prejuízo com a escolha de transportadora errada. Planeje em longo prazo: ter que economizar não é justificativa para abdicar da qualidade.

Neste momento tão complexo, a RDR agradece aos seus clientes, embarcadores e parceiros que continuaram acreditando no trabalho da empresa e se mantiveram lado a lado em uma parceria vitoriosa e que continuará a render bons frutos para todos por muitos anos.

dicas de planejamento logístico

Planejamento Logístico 2020: Dicas para um ano de sucesso

O ano de 2020 pode ser um marco para a sua empresa, com grandes parcerias, novos clientes e melhores serviços. Um novo ciclo é a oportunidade perfeita para você colocar em ação todo aprendizado extraído no ano anterior. Mas, para começar realmente bem, é preciso criar um planejamento logístico seguro.

Afinal, você deve ter em mente que as mesmas oportunidades que o mercado oferecerá para a sua empresa, serão ofertadas para os concorrentes. Quem estiver mais bem preparado tende a sair na frente.

Para ajudar você a se destacar, neste artigo, abordaremos a importância do planejamento logístico para um ano novo, além de dicas com os principais fatores na construção de um ideal para a sua empresa. Continue com a gente e saiba mais. Boa leitura!

Por que criar um planejamento logístico a cada novo ano?

O primeiro ponto é que o mercado é um fenômeno mutável, estando sempre em movimento e expansão. O que funciona em um ano pode não refletir da mesma forma no período seguinte. E quando acontecem mudanças bruscas, o cenário pode inverter em meses ou até dias.

Além disso, a logística em si é um setor complexo, que necessita de constante estudo e análise por parte das empresas. Gerenciar toda a cadeia de suprimentos, garantindo que as etapas funcionem de maneira alinhada não é tarefa fácil.

Por isso a criação de um planejamento logístico se faz extremamente necessário a cada novo ano. É partir desse estudo e da definição de ideias que a sua empresa consegue:

  • alinhar os recursos disponíveis, sejam financeiros, humanos ou tecnológicos;
  • estabelecer objetivos e metas;
  • avaliar os resultados;
  • ajustar variáveis.

Considerando as duas realidades distintas que temos atualmente, falta de investimentos em razão das crises econômicas e aumento do consumo em razão da popularização da internet, um planejamento logístico para 2020 é ainda mais fundamental.

Com ele, a sua empresa conseguirá se preparar para eventuais dificuldades macroambientes, ao mesmo tempo em que se fortalece na logística e transporte de cargas, se mostrando competitiva ao entregar serviços de alta qualidade para os clientes da era digital.

O que não pode faltar no seu planejamento logístico?

Agora, confira as nossas dicas sobre o que não pode faltar na criação de um planejamento logístico seguro e bem-sucedido.

Planejamento financeiro

Não é segredo para ninguém que a logística é um setor altamente custoso. Tendo isso em vista, deixar a gestão financeira de fora do planejamento logístico pode comprometer a estabilidade da sua empresa em algum momento. Alguns pontos importantes do negócio são supervisionados a partir desse estudo, por exemplo:

  • previsão de receita e de custos;
  • controle de vendas;
  • fluxo de caixa.

É com o planejamento financeiro que você consegue também extrair dados reais para medir o ROI da empresa e a Demonstração de Resultados no Exercício (DRE).

Planejamento para aperfeiçoamento das equipes

A participação das equipes de trabalho também é outro fator essencial dentro da logística empresarial. E isso inclui todas as áreas, desde as equipes administrativas até as operacionais.

No seu planejamento logístico é preciso tomar decisões não só sobre a rotina de trabalho de cada grupo, como também sobre as formas ideais para aperfeiçoamento das habilidades de cada profissional.

Não se trata apenas de investir em treinamentos aleatórios, mas sim de analisar o perfil a fim de identificar os pontos que precisam ser melhorados. Fazendo isso, você evita desperdício de capital e garante equipes de trabalho com alta capacidade.

Planejamento de metas e KPIs

O planejamento logístico é o momento em que você decide quais mudanças e intervenções serão realizadas na empresa nos próximos períodos. Mas, embora todas as alterações sejam feitas visando à otimização, nem todas trarão os resultados esperados.

É justamente o uso dos KPIs que permite a análise de quais ideias estão funcionando e quais não estão surtindo efeito. Afinal, os indicadores de performance são ferramentas exclusivas para a medição de planejamentos ou processos de uma empresa.

Ou seja, ao estabelecer as suas metas, você também precisa definir quais KPIs serão utilizados na mensuração das iniciativas. Cada empresa pode utilizar a ferramenta que melhor se adéqua ao seu perfil, porém, na logística, os KPIs mais comuns são:

  • Tempo entre o pedido e a entrega das mercadorias;
  • Tempo de espera para resolução de problemas;
  • Percentual de entregas com avarias;
  • Retorno Sobre o Investimento;
  • Custo operacional total.

Por fim, para se preparar adequadamente a cada novo ano, no seu planejamento logístico deve constar o tipo de estratégia que será utilizada em relação às parcerias empresariais. Em um mercado tão nivelado, contar com bons fornecedores e ótimas transportadoras é essencial para entregar serviços de maior qualidade e conquistar a fidelidade dos clientes. Então, analise as dicas apresentadas e garanta um ciclo de sucesso em 2020.

dicas de rastreio de mercadoria

Rastreabilidade de produtos: Entenda os benefícios

Sendo uma exigência legal em muitos setores, a rastreabilidade produtos é, sem dúvida, uma maneira inteligente de assegurar qualidade na gestão produtiva de uma empresa. E em um mercado que preza por dinamismo, é um fator se apresenta também como uma grande diferencial competitivo.

O fato é que toda empresa deseja impulsionar a sua produção e melhorar os seus números financeiros. Porém, quanto maior e mais extensa a cadeia produtiva, mais complexo pode ser o controle. Ações como a rastreabilidade entram como suporte para garantir uma expansão segura.

Ainda não sabe o que é e como funciona a rastreabilidade de produtos? Então, continue lendo e entenda tudo sobre essa prática, além dos seus benefícios. Boa leitura!

Rastreabilidade de produtos

A rastreabilidade é a capacidade que uma empresa tem de, basicamente, conhecer o histórico de um produto. Ou seja, por meio de informações antecipadamente registradas, detalhes como localidade e aplicabilidade são facilmente extraídos.

A partir dessa ação, a empresa consegue, por exemplo, identificar rapidamente a localização exata de uma mercadoria dentro do processo produtivo, bem como, o seu local de origem. Tudo isso apenas decifrando os dados gravados nos números de impressão no próprio item.

Funcionamento da rastreabilidade de produtos

O funcionamento da rastreabilidade se dá com a junção da alta tecnologia com a eficiência profissional. A participação de ferramentas inteligentes, como leitores de códigos de barras e etiquetas RFID, é essencial para a gravação das informações nos produtos.

Quanto melhor o equipamento, mais fácil e eficiente será a gravação e a exploração do histórico contido em cada item. Dependendo do produto, isso pode ser feito até mesmo em segundos.

Porém, a rastreabilidade só funcionará e trará os resultados esperados se todos os profissionais envolvidos em cada etapa da cadeia logística fizerem a sua parte.

Registros sobre o tipo de processo produtivo aplicado em cada fase devem ocorrer obrigatoriamente, assim como dados sobre a localização e a data. Com isso, cria-se um histórico completo sobre o produto, facilitando ações de identificação em eventuais problemas.

Se por acaso algum setor deixar de realizar a sua função, todo o trabalho pode ser comprometido.

Importância da rastreabilidade de produtos para a sua empresa

Como dito, a rastreabilidade de produtos chega a ser uma ação obrigatória para alguns setores industriais, sendo colocada como um fator de segurança.

Porém, acima de questões legais, a ação tem grande relevância em termos de qualidade de execução e gestão empresarial. Com a rastreabilidade, a sua empresa passa a trabalhar de maneira organizada e inteligente.

Em outras palavras, é uma prática que possibilita o seu negócio a ser mais bem sucedido em situações de imprevistos ou de grande movimentação, como o recall de produtos. A identificação e recuperação dos itens acontece de maneira rápida e eficaz, aumentando a transparência da iniciativa e agregando valor a sua marca e a mercadoria em si.

Benefícios da estratégia

Como uma prática baseada em tecnologia e inovação, quando bem desenvolvida, a rastreabilidade de produtos consegue trazer diferentes benefícios para uma empresa. Conheça algumas dessas vantagens.

Otimização de processos

Com a facilidade da leitura de códigos, a rastreabilidade consegue agilizar muitos processos dentro da cadeia de suprimentos. O controle de qualidade, por exemplo, é uma etapa que ganha outra dinâmica dentro desse cenário.

A facilidade para realizar um checklist na ficha técnica do produto é muito maior. Além disso, o inspetor consegue gravar comentários e até fotos pertinentes ao histórico do produto, assegurando maior eficácia a sua função.

Agilidade em casos de não conformidade

Quando um produto não atende a critérios macroambientes, como de normas e legislações, ou apresenta falhas em alguma etapa da cadeia produtiva, é preciso realizar um processo de não conformidade, também conhecido na indústria como recall.

Esse tipo de operação causa grande movimentação por parte da empresa a fim de garantir que a eventualidade seja resolvida com os menores danos possíveis.

Com a rastreabilidade de produtos tudo fica mais dinâmico, pois é possível identificar precisamente em qual fase ocorreu a falha, bem como definir a melhor decisão a ser tomada.

Melhor relacionamento com fornecedores

A rastreabilidade pode ser considerada como um grande elo entre os participantes de uma cadeia logística. Isso inclui, além da sua empresa, parceiros como:

Como a gravação do histórico completo do produto depende da eficiência dos profissionais em cada fase, a rastreabilidade se torna um fator estratégico na melhoria da comunicação entre os agentes participantes.

Por isso é importante que a sua empresa preze por parceiros que trabalhem na mesma sintonia de inovação, facilitando o acompanhamento dos itens e assegurando qualidade durante todo o processo.

A rastreabilidade de produtos é uma ação condizente com a realidade atual, na qual o consumidor valoriza ideias e conceitos de inovação dentro das empresas. Todos os negócios que não seguirem uma linha de adaptação à transformação digital tendem a ser superados em um futuro próximo, correndo riscos de continuidade. Por isso, garanta vantagem competitiva a sua marca e trabalhe com ferramentas tecnológicas e ótimos parceiros logísticos.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 ferramentas logísticas que podem facilitar o seu dia a dia?

gestão pipeline na logística

Gestão Pipeline: Melhore os seus processos de venda

Podemos dizer que uma gestão Pipeline representa um papel vital na saúde financeira de uma empresa logística. Afinal, com clientes mais preparados e concorrentes mais numerosos, monitorar a jornada comercial do negócio é uma ação que pode fazer grande diferença nos resultados finais de cada mês.

Por isso, para ajudar você que está com dificuldades de impulsionar as vendas da sua área logística ou mesmo deseja melhorar o relacionamento com os seus usuários, a seguir, mostraremos o conceito e a importância da Gestão Pipeline, além de dicas de como implementá-la no seu empreendimento. Continue lendo e confira.

Boa leitura!

O que é gestão Pipeline?

Em tradução livre, Pipeline pode ser entendido como tubulação ou duto. Ainda que de maneira indireta, essa descrição é uma ótima maneira de entendermos o que é uma gestão Pipeline.

No mundo corporativo, Pipeline é a representação das etapas de vendas abertas em uma empresa. A gestão é justamente o acompanhamento detalhado dessas etapas. É um conceito utilizado em negócios de diferentes segmentos, inclusive o logístico.

Em outras palavras, é como um grande mapa de monitoramento em que é possível visualizar diferentes fases das oportunidades de negociações, por exemplo:

  • negociações que acabaram de ser abertas;
  • aquelas que estão em andamento;
  • fase de fechamento.

Para empresas logísticas que desejam aumentar o seu número de contratos, a gestão Pipeline é uma ferramenta mais que necessária, oferecendo uma visão completa sobre a sua área comercial.

Como aplicar a Gestão Pipeline no setor logístico?

Como explicado, o Pipeline é uma metodologia aplicável em diferentes segmentos, sempre respeitando as particularidades de cada área. Mas, como implementá-lo corretamente no setor logístico?

Continue lendo e conheça algumas ótimas dicas.

Acompanhe a jornada do cliente

Como em qualquer área, o cliente logístico também pode sentir dificuldades para fechar a contratação de um serviço. E com o mercado apresentando diversas marcas, as chances de ele migrar para um concorrente são altas.

Por isso é essencial realizar um acompanhamento de toda jornada, garantindo que a finalização da compra aconteça de maneira simples e natural.

Revise e atualize processos

A transformação do mercado é algo que sempre aconteceu ao longo da história. Porém, hoje, graças à revolução tecnológica, isso ocorre de maneira muito mais rápida e dinâmica. Ou seja, um processo bem-sucedido hoje pode não apresentar os mesmos resultados amanhã.

Uma boa gestão Pipeline demanda revisão contínua e atualizações pontuais. Mesmo em setores mais “conservadores” em termos de marketing como a logística, as tendências devem ser analisadas e consideradas.

Trabalhe com informações mais claras e diretas

Uma das dificuldades mais comuns de clientes do setor logístico é entender todas as informações sobre os serviços oferecidos por uma empresa. Isso acontece, pois, muitas vezes, o estilo de comunicação desenvolvida não é pensada para além dos profissionais da área.

Isso é um grande erro, pois muitos clientes são iniciantes no setor e ainda não conseguem captar termos mais técnicos ou específicos – graças à internet e ao e-commerce, muitas pessoas estão buscando serviços logísticos pela primeira vez.

Trabalhar uma comunicação mais simples e direta é essencial para garantir uma melhor jornada para todo tipo de usuário, garantindo que o fechamento das negociações aconteça com a máxima tranquilidade.

Monitore as métricas

O que não é mensurado não pode ser melhorado. Por isso, em uma gestão Pipeline, a aplicação de métricas é uma ação básica. Em geral, há várias métricas que podem ser aplicadas na parte comercial de um negócio, por exemplo:

  • Tempo de atendimento ao cliente;
  • Número de negociações abertas;
  • Negociações fechadas.

Esse monitoramento também é importante para respaldar quaisquer mudanças na jornada do cliente – essencial, como já explicado primeiro tópico. Porém, é interessante um estudo prévio para definir as métricas que mais se adéquam ao perfil do negócio.

Implemente soluções tecnológicas

A tecnologia hoje é a maior aliada das empresas que desejam melhorar o relacionamento com os seus clientes. Por isso, em uma gestão Pipeline, a implementação de ferramentas como CRMs e softwares de integração é importantíssimo.

Com essas ferramentas é possível não só monitorar os usuários, identificando suas dificuldades e expectativas, como também melhorar o trabalho em equipe, internamente e externamente – com parceiros de transporte e de fornecimento, por exemplo.

A aplicação de uma gestão Pipeline não pode ser considerada algo superficial hoje em dia. Gerenciar as etapas que determinam o fechamento de serviços logísticos é de suma importância para a saúde financeira e até mesmo para a continuidade do negócio. Então, analise as informações apresentadas e garanta uma previsão segura dos melhores resultados para a sua empresa.

Gostou de saber como funciona uma Gestão Pipeline? Então que tal agora entender como o Marketing e os dados podem transformar o seu negócio?

Real time na logística

Real Time na Logística: Saiba como aplicar

Você sabe o quanto a sua empresa logística está faturando neste momento? A sua empresa tomou algum prejuízo financeiro recentemente? Para a maioria dos gestores essas perguntas não são tão simples de responder. Mas tudo muda para aqueles que utilizam o Real Time.

A prática de acompanhar os dados da contabilidade em tempo real não é algo muito difundido entre as empresas brasileiras. Ainda que o valor estratégico da ideia seja alto, muitos empreendedores ainda trabalham com processos ultrapassados.

Uma boa gestão envolve planejamento, organização e controle. E o Real Time pode ajudar o seu negócio a conquistar esses diferenciais. Quer saber do que se trata e quais os benefícios da estratégia? Continue lendo e confira os principais pontos sobre o assunto. Boa leitura!

O que é o Real Time?

O Real Time é um conceito utilizado em diferentes setores e com significados próprios em cada situação. Por exemplo, no marketing, a modalidade é aplicada para que uma empresa utilize os acontecimentos diários para se comunicar com o seu público, gerando interação instantânea.

Quando entramos na logística, o Real Time adotado se baseia nos conceitos de contabilidade. Aqui, há um trabalho para o monitoramento e utilização dos dados financeiros em tempo real. Acompanhar o fluxo financeiro a fim de tomar decisões importantes faz parte de um planejamento estratégico.

Qual a importância da utilização do Real time?

O mercado evoluiu. Hoje, a rotatividade de informações é muito maior do que algumas décadas atrás. No passado, a contabilidade de uma empresa, normalmente, utilizava dados atrasados para gerar relatórios que demonstravam a situação financeira do negócio.

Como o acesso tecnológico era limitado para a maioria e a globalização estava em fase inicial, isso era, de certa maneira, aceitável. Porém, hoje, com a crescente demanda do mercado e o aumento da competitividade, uma empresa não pode se dar ao luxo de trabalhar com números obsoletos.

O Real time é importante justamente por diminuir o intervalo entre o acontecimento dos fatos e as ações dos gestores. As análises específicas permitem uma unificação do trabalho de diferentes equipes.

Com a logística sendo um dos setores mais impactados com a transformação digital, uma gestão financeira em tempo real se faz mais que necessária para o sucesso das atividades diárias.

Você, por exemplo, consegue responder se perdeu ou ganhou mais dinheiro esta semana? Ou quanto tempo demora para conferir os números do faturamento da sua logística?

Ao implementar o Real Time na sua empresa você se torna capaz de responder todos esses questionamentos. Isso traz um cenário mais favorável ao negócio, afinal, trabalhar com informações reais facilita bastante à tomada de decisões e a construção de estratégias.

Quais as vantagens da prática?

Além de melhorar o fluxo de informações e trazer maior segurança para a tomada de decisões do gestor, o Real time oferece outros benefícios para a sua empresa. Confira logo abaixo.

Melhora a gestão do negócio de maneira geral

Uma análise de dados de maneira rápida e inteligente permite que o gestor tenha amplo controle sobre o negócio. Tendo em vista que o trabalho da contabilidade impacta toda a empresa, otimizar os processos do setor resulta em melhorias coletivas.

Com o trabalho mais analítico, as ações são desenvolvidas com mais segurança, melhorando a rotina de departamentos importantes dentro de uma cadeia logística, por exemplo:

Aumenta a competitividade da empresa

Sendo mais eficiente nos planejamentos e execuções, a sua marca se torna mais forte no mercado, conseguindo competir em igualdade com outras marcas. Ao atingir um novo patamar, outras ações tendem a ser mais bem sucedidas, por exemplo: atração, retenção e fidelização de clientes.

Transforma a comunicação da empresa

Ao implementar um sistema de gestão para melhorar a performance do Real Time, você consegue otimizar a comunicação operacional da empresa. Com isso, a tão necessária integração de setores acontece de fato e todas as equipes passam a compartilhar as mesmas informações e dados.

Hoje não há mais espaço para processos obsoletos e defasados. Toda empresa que deseja se destacar no setor logístico precisa adotar metodologias como o Real Time, que permite um aumento de produtividade nos mais variados processos. O mercado está em plena mudança, e monitorar constantemente os dados da contabilidade significa preparar o seu negócio para as necessidades atuais.

Gostou do artigo? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe a sua opinião nos comentários.

O que é picking?

O picking é uma estratégia que visa nivelar a qualidade operacional das empresas do setor logístico. Afinal, não adianta oferecer produtos diferenciados e com preços acessíveis, se você não é capaz de cumprir os prazos esperados pelos clientes.

Todo empreendedor deseja que a sua empresa tenha um alto número de pedidos. Porém, quanto maior o volume, maior a responsabilidade nas etapas de separação e entrega. É nesse ponto que o picking faz toda diferença.

Para que você entenda o conceito e a importância do picking na logística, criamos este artigo com as principais informações sobre o assunto. Continue com a gente e confira. Boa leitura!

 

Entenda o picking

Basicamente, o picking é o processo em que acontece a localização, separação e a coleta de itens dentro de um depósito ou armazém após a finalização de uma venda. Ou seja, assim que o pedido do cliente é realizado, o produto é coletado por meio do picking.

Embora, à primeira vista, pareça uma operação simples, o picking é uma estratégia muito importante no aperfeiçoamento do serviço de uma empresa, sendo capaz de otimizar etapas que fazem toda diferença na experiência do cliente.

Afinal, assim que o usuário realiza a sua compra, o desejo dele é receber o produto o mais rápido possível. O pickcing é justamente a ação que torna essa dinamização possível.

Outra estratégia que melhora essa parte da jornada logística é o packing – que se concentra na embalagem e acomodação do produto para o transporte de entrega.

 

Quais são os tipos de picking?

Ainda que o objetivo final seja o mesmo, o picking pode ser realizado de diferentes formas. Conheça os quatro tipos da modalidade.

Picking discreto

O picking discreto acontece quando somente um profissional inicia e finaliza todo o processo de separação de mercadorias. É uma modalidade indicada para micro empresas ou estabelecimentos com um giro baixo de produtos.

As chances de erros são mínimas, porém, a otimização de tempo, que é uma das principais características da estratégia, é muito pouca.

Picking por lote

No picking por lote os colaboradores esperam acumular um número considerável de produtos para realizar a separação de vez. Com isso, vários trabalhos são realizados de maneira ordenada.

É uma estratégia interessante em termos de praticidade, mas que demanda uma maior organização a fim de evitar um acúmulo exagerado de pedidos.

Picking por zona

Essa é a modalidade que exige maior trabalho por parte da empresa. Primeiramente, o galpão é dividido em áreas, com diferentes categorias de produtos sendo acomodadas nessas áreas.

A seguir, todo produto que chega ao armazém é direcionado para sua correspondente zona, facilitando a execução do picking após a finalização dos pedidos.

Picking por onda

O picking por onda é semelhante ao ‘discreto’, com um colaborador ficando responsável por toda operação. A diferença é que, aqui, tudo acontece por meio de agendamento prévio, com o cronograma sendo baseado nas necessidades de cumprimento dos prazos.

 

 

Como implementar a estratégia corretamente na sua empresa?

Para implementar as diferentes modalidades de picking e extrair os benefícios corretos da estratégia, é preciso seguir alguns passos.

Organize o seu estoque

Manter um estoque organizado é parte vital para a execução da operação, pois grande parte do processo acontece nesse espaço. Por isso, você deve trabalhar para garantir um estoque:

  • com poucas distrações;
  • com boa sinalização;
  • limpo.

Monitore a entrada de mercadoria no estoque

Um bom controle de entrada de produtos é o que resultará em um mapeamento perfeito do estoque da sua empresa. Assegure que todas as mercadorias sejam vistoriadas por meio do código de barras antes de entrarem no estoque, mantendo uma atualização correta no sistema.

Destaque os produtos de alto giro

Para facilitar o seu processo é interessante que os produtos mais vendidos sejam colocados em locais mais acessíveis e com grande visibilidade, como, por exemplo, as entradas e saídas do estoque.

Aposte em tecnologia

Ferramentas tecnológicas sempre foram importantes no desenvolvimento logístico. Com softwares de controle, por exemplo, o gestor consegue monitorar toda entrada e saída de produtos, bem como localizar com maior facilidade as mercadorias no estoque.

Além de diminuir o número de falha humana, a automatização possibilita que a empresa evite gastos com retrabalhos ou desperdícios.

Supervisione a operação constantemente

Não é porque uma operação está, aparentemente, funcionando como o esperado que o monitoramento contínuo não deva acontecer.

Para garantir bons resultados no picking, o gestor precisa supervisionar  todas as etapas, verificando possíveis gargalos ou mesmo analisando possibilidades de maior aperfeiçoamento.

 

Quais as vantagens da implementação do picking?

Quando você tem um nivelamento na qualidade de todas as etapas logísticas, consegue extrair altos números positivos para a empresa. Uma atividade organizada reflete em benefícios em diferentes esferas, por exemplo:

  • otimização da rotina de trabalho dos funcionários;
  • maior credibilidade da empresa no mercado;
  • melhora na experiência do cliente.

A verdade é que não adianta oferecer bons produtos se a empresa se mostra deficiente na entrega de produtos. Para o consumidor, receber a mercadoria dentro do prazo é tão ou mais importante quanto ao preço do produto em si. Por isso, implemente o picking na sua empresa ou conte sempre com parceiras que trabalham dentro dessa estratégia de otimização.

Organização do estoque logístico

Basicamente, a organização do estoque logístico significa garantir o bom fluxo dos itens necessários para o funcionamento do seu negócio, seja de matéria-prima, produtos não finalizados ou mercadorias finais.

Quando uma empresa consegue ser bem-sucedida nessa etapa ela garante disposição total dos produtos, melhora a performance das equipes e aumenta seus lucros ao final de cada ciclo.

Quer organizar o seu estoque logístico e otimizar a sua operação? Então continue lendo e conheça algumas dicas de como obter bons resultados nesse processo. Boa leitura!

 

Crie um bom planejamento para o estoque logístico

Sem um bom planejamento dificilmente uma estratégia empresarial tem sucesso, com a organização do estoque logístico não é diferente.

Com uma preparação prévia a empresa se torna capaz, por exemplo, de identificar e separar corretamente os três tipos de estoque: matéria-prima, produtos não acabados e produtos acabados.

Ao se planejar, o gestor não só garante o armazenamento correto de cada mercadoria como também diminui as chances de desperdícios, avarias, escassez, obsoletismo, entre outros. Mas, para isso, é preciso entender em detalhes cada tipo de estoque.

Matéria-prima

No estoque de matéria-prima se encontram os itens utilizados para a produção das mercadorias da sua empresa. Geralmente, demanda mais cuidado e precisa ser em locais especiais.

Produtos Não Acabados

Aqui, são armazenados produtos ainda não finalizados, ou seja, que não são matérias-primas, mas ainda não estão prontos para serem comercializados como itens finais. O estoque costuma ser menor, mas a preocupação com os locais de armazenagem continua alta.

Produtos Acabados

Como o nome pressupõe, trata-se dos itens finalizados e prontos para serem negociados para os clientes. Esse estoque costuma ser o de maior quantidade, a fim de evitar rupturas nas vendas, por isso demanda um espaço maior para armazenagem.

Uma ótima dica aqui é organizar os produtos em alturas acessíveis e sempre próximos das áreas de embalagem e distribuição, otimizando o fluxo logístico.

 

Invista na integração de setores

Uma atitude comum de muitos gestores é limitar a questão do estoque aos setores de armazenamento, recebimento e distribuição. Isso é um grande erro e foge totalmente do conceito de aperfeiçoamento produtivo. Organizar o estoque logístico demanda conhecimentos e práticas que envolvem diferentes setores do negócio.

Existem áreas da empresa que são impactadas diretamente com o giro do estoque. Se a armazenagem dos produtos está com problemas, esses setores com certeza sofrerão impactos negativos.

O departamento comercial, o de produção e o financeiro, por exemplo, são três áreas que têm interesses direto no giro do estoque, com cada uma buscando melhorias em algum ponto.

Para evitar que haja prejuízo para algum setor, é interessante que a empresa trabalhe com a integração de áreas. As equipes dos diferentes departamentos devem ter acesso simultâneo aos dados do estoque, evitando conflitos nas decisões.

Assim, garante-se que os três tipos de estoque logístico se mantenham devidamente abastecidos e organizados, prontos para atender as necessidades de todos os setores.

 

 

Adote a tecnologia para controlar o seu estoque

Um planejamento sólido é a base para o desenvolvimento de um bom trabalho. Porém, é fato que manter um controle rigoroso do estoque não é uma tarefa simples. Se a sua empresa contar com um fluxo grande de produtos, o cenário é ainda mais complicado.

Para tornar a situação favorável, é importante adotar ferramentas tecnológicas que facilitem o trabalho e otimizem os resultados na organização de estoque.

Hoje é possível encontrar softwares de gestão que abranjam o gerenciamento de diferentes áreas. Com esse tipo de tecnologia é possível, por exemplo:

  • compartilhar informações, melhorando a integração de setores;
  • controlar os números de entrada e saída de produtos;
  • acompanhar relatórios com dados do estoque.

Tenha uma equipe bem treinada

Independentemente de ótimas ferramentas e estratégias diferenciadas, os bons resultados só acontecerão se a empresa contar com uma equipe bem treinada e preparada para atender as demandas – a organização do estoque logístico não pode ser feita por apenas uma pessoa.

O gestor precisa garantir que as equipes de trabalho estejam atualizadas com o uso das ferramentas tecnológicas e com o conhecimento sobre o fluxo logístico da empresa.

Além disso, deve-se entender o nível de satisfação e engajamento dos colaboradores com os objetivos da empresa. Afinal, nenhum trabalho de qualidade pode ser desenvolvido com funcionários desmotivados.

 

Conte com bons parceiros

Como explicado, a organização e o controle do estoque logístico não é algo que pode ser feito individualmente. Além da participação de diferentes setores, a empresa precisa contar com a colaboração de bons parceiros.

Fornecedores e transportadoras são peças-chave na manutenção do seu estoque. Sem eles, você não consegue, por exemplo:

  • entregar produtos para o cliente final;
  • manter o estoque atualizado;
  • receber a matéria-prima.

O grande segredo aqui é manter uma verdadeira relação de parceria. A ideia de que essas empresas são descartáveis não deve existir. Você deve se certificar sobre o bom histórico das marcas no mercado e trabalhar para que os bons resultados aconteçam para todos.

A empresa que aprimora a organização do seu estoque logístico evita ser pega de surpresa e consegue manter ótimos números em relação ao trabalho desenvolvido. Afinal, é essencial permanecer sempre um passo a frente das necessidades do seu cliente e do mercado. Então, analise as dicas apresentadas e sempre conte com os parceiros certos na sua jornada.

Logística Lean: entenda e conheça as principais vantagens

Aplicada pela primeira vez na década de 70, pela montadora Toyota, a logística Lean é uma estratégia que visa à redução de custos e otimização de processos com base em planejamentos mais diretos.

O fato é que a logística sempre foi um setor custoso para as empresas. Desenvolver e aplicar conceitos que melhorassem o fluxo produtivo e controlassem os gastos financeiros sempre foi o objetivo de muitos gestores e proprietários ao longo da história. A metodologia Lean é uma das respostas para essa busca.

Para entender melhor, continue lendo e confira o nosso guia sobre a logística Lean: conceito, pilares, vantagens e formas de implementação. Boa leitura!

 

O que é a Logística Lean?

Lean pode ser traduzida como magra ou enxuta, e essa tradução é uma ótima maneira para entendermos realmente o que é a logística Lean. A metodologia busca a redução de custos de uma empresa com a eliminação de atividades que não agregam valor real para o negócio, enxugando de fato os processos.

Ou seja, a estratégia funciona a partir de estudos para a identificação de processos ineficientes, que apenas oneram a rotina de trabalho e o caixa financeiro da empresa. Essa análise é aplicada em diferentes etapas da cadeia logística, entre elas:

  • armazenamento;
  • distribuição;
  • transporte;
  • produção.

Em suma: a Logística Lean objetiva operações estáveis e que sigam o mais próximo possível do ritmo de demanda ideal. Com isso, não é necessário produzir, comprar, armazenar ou transportar nada além do necessário, resultando na redução de custos e dinamização das entregas.

 

Quais os pilares da logística Lean?

Para trazer à tona o cenário proposto, de forma organizada e eficiente, a logística Lean se concentra em 3 pilares principais. São eles:

  1. Otimização de processos.
  2. Estoque reduzido.
  3. Sincronização.

1. Otimização de processos

Para praticar uma logística mais enxuta é necessário que tanto os processos internos quanto os externos sejam aprimorados. Esse trabalho requer uma análise detalhada a fim de encontrar gargalos e dificuldades em pontos específicos.

Assim, a empresa consegue eliminar atividades que sejam desnecessárias e maximizar aquelas que trazem real valor, considerando sempre a realidade do negócio.

2. Estoque reduzido

O estoque é um investimento da empresa em produtos e mercadorias. Se ele está parado, significa baixo giro no capital financeiro. Além disso, ao manter um estoque alto, corre-se o risco de prejuízos com itens obsoletos e seguidas avarias.

A otimização de processos deve alcançar o gerenciamento de estoque, permitindo que se trabalhe com quantidades suficientes para atender os clientes sem correr riscos inerentes a um ambiente abarrotado. O resultado é aumento de eficiência e controle de custos.

3. Sincronização

Os dois pilares anteriores são desenvolvidos com maior facilidade e qualidade quando a empresa aplica simultaneidade nos processos. Ou seja, assegura que departamentos, equipes e marcas parceiras (fornecedores e transportadoras) trabalhem em sintonia.

Para isso, é necessário uma integração na Supply Chain (cadeia de suprimentos), com compartilhamento de informações e canais de comunicação eficientes.

 

Como implementar a logística Lean na sua empresa?

Para que a estrutura apresentada no tópico anterior funcione, é importantes seguir alguns passos e realizar mudanças pontuais na empresa. Saiba mais.

Trabalhe a cultura organizacional

A logística Lean é uma estratégia que mexe com toda estrutura da empresa. E mudar alguns conceitos e práticas não é uma tarefa simples.

Por isso, um passo essencial dentro da implementação da metodologia é trabalhar a cultura organizacional. Todos os colaboradores devem ser impactados de vez com a nova filosofia, se envolvendo cada vez mais com o novo projeto.

A mudança cultural também é importante para que os novos profissionais já iniciem a caminhada na empresa dentro da estratégia Lean.

Conte com as parceiras certas

O comprometimento de fornecedores e transportadoras também é algo primordial para a construção de um novo cenário. Afinal, sem a participação deles é quase impossível trabalhar com uma logística enxuta.

Como a empresa trabalhará com níveis mínimos no estoque, a fim de diminuir desperdícios e avarias, será necessário contar com fornecedores capacitados na reposição das mercadorias.

Da mesma forma as transportadoras, que devem trabalhar no mesmo sistema para garantir a coleta e a entrega de produtos dentro dos prazos acordados.

Utilize o método Kanban

O Kanban é um método que ajuda na otimização produtiva de uma maneira simples e inteligente. A prática é conhecida como sistema de gestão visual e também foi utilizada pela montadora Toyota na implantação da logística Lean.

Como é baseado em referências visuais, no método Kanban são criadas mensagens em cartões ou mesmo ferramentas eletrônicas descrevendo as tarefas que precisam ser feitas.

Assim, todas as equipes se mantêm atentas sobre os processos a serem realizados e aqueles que já foram finalizados, garantindo máxima eficiência e sem a utilização de recursos além do necessário.

 

Quais os benefícios da estratégia?

Ao implementar corretamente a logística Lean na rotina de trabalho, a sua empresa aumenta as chances de extrair ótimos benefícios, tais como:

Aumento da produtividade

Com processos sincronizados, equipes internas e empresas parceiras trabalhando em sintonia, o ganho produtivo é algo natural. Na logística Lean, todos entendem e conseguem executar com maestria suas funções.

Otimização no controle de estoque

Como vimos, o controle de estoque é um dos pilares da metodologia Lean. Ao ser bem-sucedida na implementação da estratégia, a sua empresa garante estoque no tamanho certo, atendendo as demandas dos clientes e evitando gastos desnecessários.

Redução de custos

Logicamente, se você elimina ou diminui bastante a taxa de desperdícios, produtos obsoletos e de tarefas irrelevantes, o caixa financeiro se torna mais saudável, e o seu negócio mais propício ao aumento de lucros em médio prazo.

Enfim, a logística lean pode trazer diversos benefícios para a empresa. Não só em termos financeiros, mas também em credibilidade, pois passará a atender com mais qualidade e agilidade os clientes. Todavia, para que ela possa realmente ser desenvolvida, é preciso o envolvimento de todos os colaboradores da empresa, bem como das marcas parceiras.

5 dicas de segurança logística para a sua empresa

Trabalhar em planejamentos e alternativas para reforçar a segurança logística é essencial para qualquer empresa. Afinal, acidentes de trabalhos nunca são fatores positivos – e podem até mesmo causar a paralisação das atividades.

O gestor precisa identificar os diferentes riscos do fluxo logístico e desenvolver formas de eliminá-los ou, pelo menos, amenizar as consequências. Quanto mais seguro o ambiente, melhor a produtividade dos colaboradores.

Para ajudar você nessa empreitada, preparamos este artigo com 5 ótimas dicas de como reforçar a segurança logística na empresa. Continue com a gente e boa leitura!

1. Estabeleça protocolos de segurança logística

O primeiro passo para aumentar a segurança logística é criar protocolos padrões para todos os envolvidos na área, incluindo funcionários, fornecedores, empresas terceirizadas, entre outros. Com procedimentos pré-definidos, diminuem consideravelmente as chances de acidentes e outras adversidades.

Devem existir protocolos direcionados para vários setores, como recebimento, armazenamento, distribuição etc. Por exemplo: os veículos que chegam à empresa devem andar no limite de 20 km/h, só encostarem à prancha para descarregar quando solicitados e os baús precisam estar sempre lacrados.

Ao criar procedimentos rigorosos, a sua empresa não só aumenta a segurança do local como também educa funcionários e parceiros, que passam a ver as medidas protetivas como ações naturais do dia a dia.

Para otimizar os resultados, mantenha os protocolos sempre visíveis em locais estratégicos, por exemplo:

  • portão de entrada;
  • área de cargas;
  • refeitórios.

2. Reforce a importância do uso dos EPIs

O uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é uma obrigatoriedade legal. Toda empresa deve fornecer e orientar os seus funcionários a utilizá-los, do contrário, corre-se o risco de severas punições. Entre os principais EPIs do setor logístico, estão:

  • botas com biqueira de aço;
  • protetores auriculares;
  • capacetes;
  • óculos;
  • luvas.

Porém, é fundamental que o trabalho de conscientização vá além das questões legais. Uma organização que se preocupa com seus profissionais e deseja garantir máxima segurança logística precisa reforçar a mensagem sobre a importância dos EPIs. A obrigatoriedade do uso deve ser algo inegociável.

Lembra-se dos protocolos de segurança? A mensagem também precisa fazer parte dos procedimentos. Afinal, é comum alguns funcionários reclamarem do incômodo de alguns equipamentos. Um trabalho ostensivo é uma ótima estratégia para reverter esse tipo de visão.

Não obstante, vale a pena realizar investimentos em palestras com especialistas da área de segurança do trabalho a fim de explicar os riscos da não utilização dos EPIs.

3. Adquira equipamentos de fornecedores confiáveis

Os equipamentos utilizados na logística da sua empresa também podem ser um risco para a segurança dos colaboradores. Toda instituição deve se certificar sobre a procedência e a qualidade das ferramentas adquiridas.

Por mais que os protocolos de segurança sejam seguidos, um equipamento de má qualidade ou sem o certificado do Inmetro pode ser o fator inicial de um grande incidente. Para evitar algo negativo, é necessário analisar o histórico dos fornecedores dos equipamentos, tanto em questão da durabilidade e qualidade quanto de segurança das peças.

Além da procedência do maquinário, o gestor precisar ficar atento à questão da manutenção. Na indústria, há três tipos principais de manutenção:

  • preventiva;
  • corretiva;
  • preditiva.

Empilhadeiras, paleteiras e os próprios veículos necessitam de manutenções constantes. O ideal é considerar as instruções do fabricante para definir qual tipo de intervenção é a mais recomendada para cada equipamento.

4. Priorize rotas mais seguras para os veículos

O planejamento de segurança logística deve incluir também os processos externos, como, por exemplo, as rotas de viagens dos veículos. Um trabalho analítico, com um estudo sobre as vias mais perigosas, é essencial para a segurança da mercadoria e dos motoristas.

O Brasil atualmente é um dos países líderes em roubo de cargas. Os números crescem a cada ano e, infelizmente, não há uma perspectiva de grande melhora em curto período. Com esse cenário posto, as empresas precisam tomar suas próprias providências.

Além das questões de segurança pública, a má condição das estradas é outro fator de preocupação para os gestores. Apesar de o modal rodoviário ser o principal do país, a malha viária nacional ainda é bastante precária.

As duas situações são de macroambientes e não dependem do trabalho das empresas para serem revertidas. Por isso, é importante investir em tecnologias e estudos analíticos para escolher as melhores rotas e acompanhar os veículos durante todo o trajeto.

5. Conte com parceiras que trabalham com ótimos padrões de segurança

Não adianta investir em equipamentos de qualidade ou criar bons planejamentos para a sua organização se as empresas parceiras não seguirem padrões de segurança parecidos. Afinal, uma simples manobra equivocada de um caminhão terceirizado pode causar um grande estrago dentro do seu armazém ou galpão.

Na hora de fechar parcerias, analise sempre o custo-benefício. Pesquise sobre a experiência e certificações da empresa no quesito segurança do trabalho.

Enfim, medidas de segurança logística são sempre importantes para qualquer empresa. Por mais que algumas ações sejam fatores obrigatórios, é essencial que a própria instituição desenvolva seus planejamentos logísticos e crie medidas para reforçar a segurança geral, como adquirir equipamentos e tecnologias inteligentes e contar com a participação de empresas de alto padrão.