diferença entra supply chain e logistica

Supply Chain e Logística: Conheça as diferenças

Embora em outros países haja um entendimento correto sobre os conceitos e as aplicações desses processos, aqui no Brasil ainda há certa confusão quando se fala de logística e supply chain, com alguns profissionais misturando os dois conceitos.

Para alguns, isso pode até parecer apenas um detalhe. Mas, a verdade é que, ao não entender corretamente os conceitos, você pode tomar decisões equivocadas e comprometer a eficiência e os resultados de uma operação. Sem falar nos custos que tais erros podem acarretar.

Mas então, quais os conceitos de logística e de supply chain? E quais as diferenças entre eles? Para acabar com qualquer dúvida, confira o nosso artigo completo sobre o assunto.

Boa leitura!

Qual o conceito de supply chain?

Supply Chain (ou Cadeia de Suprimentos, em tradução livre) é focada no ciclo de vida completo de uma mercadoria, desde a aquisição de matéria-prima, passando pela produção, até a distribuição final ao consumidor.

Na sua operação, o supply chain engloba diversos players, por exemplo:

  • consumidores;
  • distribuidores;
  • fornecedores;
  • fabricantes;
  • varejistas.

O principal objetivo da cadeia de suprimentos é garantir que o ciclo produtivo aconteça de maneira eficiente e ao menor custo possível, interligando processos, agentes e planos.

Qual o conceito de logística?

A logística, por sua vez, é o processo de planejamento e execução de movimentação de uma mercadoria, garantindo o deslocamento do ponto de origem até o ponto de entrega com máxima eficiência e dentro dos prazos estabelecidos.

Na logística, etapas como armazenamento e transporte são essenciais e detalhadamente estudadas a fim de assegurar o sucesso operacional e atender os critérios estabelecidos pelo cliente.

Como envolve muitos processos práticos, que demandam equipamentos e grande mão de obra, é comum que muitas empresas varejistas e fabricantes optem pela terceirização da logística, deixando o processo para transportadoras que se especializam na prestação do serviço.

Quais as diferenças entre logística e supply chain?

A definição dos conceitos é uma forma inicial para entender a diferença entre as modalidades de negócio, mas é necessário se aprofundar um pouco mais para acabar de vez com as dúvidas.

De maneira direta, as diferenças entre logística e supply chain se concentram em dois pontos: Execução e Relacionamento. Vamos entender.

Estudo x Execução

Como explicado, a cadeia de suprimentos abrange a supervisão de toda vida produtiva de uma mercadoria. Esse trabalho exige um esforço muito mais teórico, focado em estudo e extração de informações a fim de criar planejamentos que assegurem o nivelamento de toda a cadeia. É preciso que o gestor apresente uma visão holística.

Por sua vez, a logística é muito mais prática. O trabalho é focado na execução do planejamento criado, garantindo que a movimentação da mercadoria aconteça como o esperado.

No entanto, isso não significa que a parte logística aja de maneira aleatória, sem nenhum tipo de estudo ou plano. Muito pelo contrário. O cerne da logística é justamente um planejamento prévio e uma prática bem sucedida.

Relacionamento intraempresarial x Relacionamento interempresarial

Outro ponto de diferença que fica claro quando estudamos os dois conceitos é o tipo de relacionamento demandado por cada metodologia.

A cadeia de suprimentos envolve inúmeros players externos dentro da sua supervisão, exigindo um relacionamento inter empresarial, ou seja, com outras empresas. Assim, em um curto espaço de tempo o gestor de supply chain precisa se relacionar com muitas outras instituições.

Com a logística a abrangência não é tão grande. O gestor logístico trabalha mais com a integração de equipes internas, tanto do seu próprio setor quanto de outros departamentos como Financeiro e Compras. Assim, o relacionamento é muito mais intraempresarial (dentro da empresa).

Mas, é sempre importante deixar claro que há também relacionamentos com players externos, como distribuidores e fornecedores.

Como as duas modalidades se integram?

Existem sim diferenças entre logística e supply chain, mas a verdade é que as duas se integram o tempo todo. O trabalho de uma impacta diretamente no planejamento da outra, em uma relação complementar.

Por exemplo, a cadeia de suprimentos planeja etapas que são executadas diretamente pela logística, como o armazenamento e o transporte. E mesmo quando a logística é terceirizada, a supervisão do supply chain facilita o sincronismo operacional.

Enfim, com processos de distribuição e gerenciamento de equipes bem realizados pela logística e o controle de ciclo desenvolvido pela supply chain, a tendência é que a sua empresa alcance resultados cada vez mais positivos e entregue serviços que atendam por completo as expectativas dos clientes.

Entendeu agora a diferença entre logística e supply chain? Continue no nosso blog e confira agora a importância da integração para o setor de compras da sua empresa.

logística de alimentos

Indústria de Alimentos: Descubra os riscos e oportunidades do setor

Mesmo com recentes crises e dificuldades na economia mundial, a indústria de alimentos vem mostrando bons números e ficando à frente de muitos segmentos. Um cenário positivo, que traz diversas oportunidades de negócio para empresas do setor.

No entanto, por produzir e movimentar produtos perecíveis, a indústria também precisa encarar constantes desafios diários, principalmente no que diz respeitos à adequação das exigências dos órgãos fiscalizadores e a conservação da qualidade das mercadorias durante o transporte e o armazenamento.

Mas, quais são as oportunidades? E como superar esses e outros desafios que afligem muitos gestores da indústria de alimentos? A seguir, abordaremos esses assuntos em detalhe. Confira.

Boa leitura!

 

Oportunidades da indústria de alimentos

Por ser considerado um setor essencial, a indústria de alimentos se mantém sempre em funcionamento. Mesmo durante a maior crise recente da história da humanidade, a pandemia do Coronavírus, o setor alimentício se manteve ativo todo o tempo.

Essa essencialidade possibilita que a indústria cresça independentemente de outros cenários, trazendo ótimas oportunidades para as empresas atuantes. Vamos entender algumas delas.

Alto consumo nos mercados internos e externos

O mercado interno é o maior consumidor da indústria de alimentos, ficando com cerca de 80% da produção. Ou seja, ao mirar uma expansão interna, a sua empresa tem grandes chances de ser bem-sucedida.

Porém, as oportunidades no mercado externo não são escassas, muito pelo contrário, o nosso país é segundo maior exportador de alimentos em todo o mundo. Aqui, parcerias com o mercado chinês sempre devem ser considerada, pois é o maior importador de alimentos brasileiros.

Estabilidade do mercado

Como dito na introdução, a indústria de alimentos há tempos não sofre com crises de faturamento. No total, o rendimento do setor representa cerca de 10% do PIB nacional, com arrecadamento que supera os R$ 500 bilhões.

Essa estabilidade é importante para trazer maior confiança para sócios e futuros investidores do seu negócio.

Crescimento de vendas

Com um consumo interno abundante e estabilidade no mercado, a consequência lógica é de crescimento de vendas nos produtos alimentícios, com a indústria conseguindo isso nos últimos 2 anos. E com os próximos anos sendo considerados de recuperação econômica, a tendência é que os números sejam ainda mais abundantes.

 

Principais desafios da indústria de alimentos

Mesmo com muitos pontos a favor, assim como qualquer outra área, a indústria de alimentos também conta com suas dificuldades. Questões de transporte, armazenamento e adequação às normas estão entre os principais desafios. Vamos entender melhor.

Atendimento às normas dos órgãos fiscalizadores

O primeiro desafio, sem dúvida, das empresas atuantes na indústria de alimentos é se adequar às normas exigidas por lei. Se tratando de alimentos, a legislação brasileira é bastante exigente, e ainda apresenta a questão das exigências locais.

Basicamente, uma mesma empresa pode ser obrigada a se adequar a normas federais, estaduais e municipais, que, em alguns casos, nem sempre conversam entre em si.

Para resolver essa dificuldade, o primeiro ponto é conhecer todas as normas locais onde a sua empresa atua. Além disso, por mais que sejam rígidas, é imprescindível uma adequação completa. Quanto mais conhecimento e respeito sobre as leis, menor a dor de cabeça para o seu negócio.

Transporte adequado para cada mercadoria

Por mais que seja tratada como um único setor, a verdade é que a indústria de alimentos engloba uma quantidade quase infinita de produtos. E é justamente essa diversidade que resulta em alguns desafios no momento do transporte.

Mesmo produtos de linhas parecidas, por exemplo, cargas secas, apresentam características distintas, e demandam cuidados específicos na hora do transporte. Sem uma gestão correta nesse sentido, é grande a chance de avarias ou de perda da qualidade de alguns itens.

Aqui, a saída mais adequada é fechar parcerias com transportadoras especializadas na movimentação de cargas. Não tem segredo: uma empresa especialista conta com conhecimento, equipamentos e pessoal para realizar o transporte sem trazer riscos para os seus produtos.

Além disso, ao terceirizar o transporte você não precisa focar em fatores que trazem muita preocupação para qualquer gestor logístico, tais como:

  • Contratação de motoristas e ajudantes;
  • Aquisição dos veículos;
  • Manutenção da frota;

Armazenamento que respeite as características dos produtos

Assim como o transporte, o armazenamento também exige cuidados especiais quando se fala em produtos perecíveis. As condições de ambiente aqui devem ser consideradas ao máximo, uma vez que os alimentos podem passar determinados períodos armazenados.

Para resolver isso, além de espaços adequados, o armazenamento deve ser feito seguindo conceitos para facilitar a saída dos produtos mais antigos, como o FIFO, diminuindo o risco de perdas por prazo de validade.

Enfim, embora os desafios sejam grandes, com inovação, qualidade e parceiros especializados é possível superá-los a cada dia. Além disso, como explicado ao longo do texto, as oportunidades no setor alimentício são inúmeras, com uma boa gestão, a sua empresa pode se fortalecer e ganhar vantagem competitiva frente à concorrência.

Gostou do artigo? Quer qualificar o trabalho da sua empresa? A RDR atende a grandes indústrias de alimentos pelo Brasil, sendo uma das maiores especialistas no transporte de produtos alimentícios em território nacional.

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Recebimento de Mercadorias: Como melhorar esse processo?

O recebimento de mercadorias é uma das etapas mais importantes dentro da logística, presente em qualquer operação, independentemente do tamanho da empresa. O seu bom desenvolvimento é essencial para o dinamismo da outras etapas.

Porém, embora esteja sempre presente nas operações logísticas, o recebimento de mercadorias também é um dos estágios com alto índice de falhas por parte dos agentes envolvidos, e isso acaba trazendo prejuízos sentidos até mesmo pelos clientes finais.

Mas, como melhorar esse processo? Como diminuir os erros do seu recebimento de mercadorias? Para saber mais, continue lendo e confira as nossas dicas.

Boa leitura!

 

O que envolve o recebimento de mercadorias?

Quando se fala em recebimento de mercadorias, muitos associam apenas à tarefa de descarregar os caminhões. Mas, a verdade é que o processo engloba muito mais, e saber sobre esses aspectos é o primeiro passo para uma otimização.

Vamos entender mais sobre tudo o que envolve o antes e o depois do recebimento.

Planejamento

Um bom planejamento é o que coordena toda a operação a fim de garantir a realização das etapas, entre elas o recebimento de mercadorias. É aqui, por exemplo, que o departamento de Compras e o de Armazenamento entram em sintonia para garantir um trabalho em excelência.

Gestão das docas de carga

A gestão das docas é outro fator que influencia diretamente no recebimento de mercadorias, tendo em vista que se trata do local onde a etapa acontece na prática. Sem uma correta supervisão diária é praticamente impossível que o estágio seja otimizado.

Por exemplo, uma doca desorganizada é o que contribui diretamente para o entrave dos caminhões dentro do espaço. E essa perda de tempo na hora de descarregar é justamente o maior gargalo de muitas empresas nesse sentido.

Checklist e armazenagem da mercadoria

O recebimento só pode ser eficiente se as mercadorias entregues correspondem à lista de produtos adquiridos pela empresa. E aí que a parte de checklist e armazenagem entram como fatores importantes do processo.

O checklist precisa acontecer já na nota fiscal, confirmando as informações apresentadas. Já a armazenagem deve ser organizada previamente, a fim de assegurar espaço e boas condições para os produtos recebidos.

Rastreabilidade e localização da mercadoria

Após armazenadas, as mercadorias novas devem ser facilmente encontradas para evitar avarias ou perdas por validade. Por isso um trabalho de rastreabilidade precisa ser definido no planejamento, seja por etiquetagem ou pelo uso de softwares específicos.

 

Como melhorar o recebimento de mercadorias da sua empresa?

Como explicado, o descarregamento dos caminhões é só mais uma etapa do grande processo do recebimento de mercadorias. Dessa forma, para otimizá-lo, é preciso trabalhar alguns pontos diferentes. Confira algumas dicas.

Certifique-se sobre o agendamento de entrega

Já vimos que um planejamento prévio é necessário para que toda a operação logística aconteça da maneira que se espera. Mas, para otimizar o recebimento de mercadorias é preciso também se certificar sobre o agendamento do processo.

Com esse trabalho de antecipação você não só assegura que o recebimento aconteça, como também garante que a doca esteja de acordo com as características da carga a ser entregue – o que inclui estrutura e pessoal.

 3) Integre os setores da empresa

Para que qualquer processo seja bem-sucedido é preciso que haja uma homogeneização dentro da empresa, uma atuação harmônica das equipes diferentes setores. Se tratando do recebimento de mercadorias, é fundamental uma integração, pelo menos, de áreas como:

  • Armazenagem;
  • Compras;
  • Vendas.

Com o alinhamento dos setores, o recebimento passa a acontecer de maneira mais dinâmica, resultando em etapas posteriores, como abastecimento e venda, muito mais eficientes. É o efeito dominó positivo, com o consumidor final sendo contemplado por um serviço de maior qualidade.

 

Conte com bons parceiros de transporte

Não adianta um bom planejamento e uma gestão alinhada de setores se o seu transportador não cumpri com o combinado. Com um transporte ineficiente, sem, por exemplo, o zelo pelo cumprimento de prazos, a tendência é que o recebimento de mercadorias aconteça de maneira desorganizada.

Por isso, busque por parceiros que sigam uma gestão inovadora e preocupada com a otimização dos processos. Quanto maior a eficiência da transportadora, menor é o risco de entraves durante essa etapa.

Enfim, essas foram as nossas dicas para você melhorar o recebimento de mercadorias da sua empresa. Certifique-se de trabalhar da mesma forma os estágios anteriores e posteriores ao recebimento, garantindo um aperfeiçoamento completo da operação. Analise as informações apresentadas e comece a otimizar os processos do seu negócio hoje mesmo.

Achou o artigo interessante? Continue no nosso blog e conheça agora alguns desperdícios logísticos que impactam no lucro da sua empresa.

Desperdícios logísticos que impactam na margem de lucro

Mesmo a logística sendo essencialmente um setor estratégico, em razão da alta exigência diária, muitos gestores acabam deixando passar desperdícios logísticos que impactam consideravelmente os lucros de suas empresas no final do mês.

Ainda que pareçam “corriqueiros”, esses fatores podem ser o fiel da balança entre o cumprimento de meta e o insucesso de um ciclo inteiro. Em longo prazo, essa repetição acaba trazendo consequências drásticas para o negócio.

Mas, você sabe quais são desperdícios logísticos mais comuns? Como evitá-los? Para entender melhor, confira a nossa postagem completa sobre o assunto.

Boa leitura!

Por que se atentar aos desperdícios logísticos?

O primeiro ponto que nenhum gestor jamais deve esquecer é que a logística é um setor custoso. Para que toda a operação funcione dentro de um padrão de qualidade é preciso mão de obra e grande aporte financeiro.

Ou seja, por si só, a logística é uma atividade que requer economia por parte do gestor e sua equipe de trabalho.

Fora esses gastos fixos, que abrange equipamentos, veículos, manutenção, combustível e pessoal, há outra questão inerente à logística que demanda máxima atenção de um gestor: o macroambiente.

Diferentemente de outras áreas mais restritas, a logística é fortemente afetada por fatores macroambientes. A começar pela escolha do modal: com pouco incentivo do governo em outros modais, as empresas acabam concentrando suas operações no transporte rodoviário.

O problema é que mesmo o modal rodoviário sofre com a precariedade de investimentos. O número de rodovias pavimentadas é muito baixo, e isso traz prejuízos com manutenção e custos elevados com combustível. Fora isso, a insegurança nas estradas cresce a cada ano.

Como essas são questões macroambientes, a sua empresa não tem poder de resolução, só tendo que se adaptar.

Então, uma boa maneira de diminuir o impacto negativo é identificando e solucionando desperdícios logísticos comuns durante as operações.

Quais os principais desperdícios logísticos?

Cada empresa tem o seu próprio modus operandi, por isso as falhas podem variar. Mas, há aqueles desperdícios logísticos que são comuns ao setor. Confira os principais.

Perda de tempo durante a coleta, carga e descarga

A logística é um dos setores onde o ditado “tempo é dinheiro” faz muito sentido. Um veículo ou equipamento parado por muito tempo pode, por exemplo, trazer um grande prejuízo no final da operação.

Mas, por incrível que pareça, um dos desperdícios logísticos mais comuns é justamente essa perda de tempo na hora de coletar, carregar ou descarregar produtos. Uma dificuldade bastante incômoda aos caminhoneiros.

Essa discussão é tão grande que o governo teve que criar uma norma para amenizar a situação. Segundo a Lei13.103/15, se um caminhão passar mais de 5 horas aguardando para carregar ou descarregar, o caminhoneiro ou a transportadora deve ser indenizado no valor de R$ 1,60 por tonelada/hora da capacidade total do veículo.

Mas, você pode diminuir o risco de perda de tempo criando um planejamento prévio de coleta e entrega. Faça agendamentos e sempre confirme a disponibilidade para a chegada do veículo na empresa de destino.

Atraso nas viagens

Outro prejuízo comum advindo de desperdícios logísticos é o atraso nas viagens dos veículos. Quando os caminhões demoram a chegar, há risco não só de morosidade operacional como também de cancelamento por parte dos clientes.

Claro que existe toda questão macroambiente de má infraestrutura das estradas, bem como, na insegurança diária, no entanto, muitas empresas acabam caindo no lugar comum e se esquecem de otimizar essa etapa da operação.

Para fechar essa “torneira” é importante criar rotas que facilitem a viagem do motorista. Com a obtenção de informações úteis, tanto por sites confiáveis quanto por histórico de viagens anteriores, você consegue montar um roteiro no qual o veículo não fique tão vulnerável à insegurança e consiga trafegar sem se expor a tantos problemas de infraestrutura.

Desempenho dos motoristas

Por mais que a sua empresa conte com veículos modernos e acima dos padrões de qualidade, os motoristas ainda são as principais peças na hora de transportar as mercadorias. Mas, muitos gestores ignoram isso e investem baixo na formação dos seus condutores. Assim, eles só aumentam seus desperdícios logísticos.

Além da questão financeira, pois todo profissional se sente bem quando é valorizado, é necessário trabalhar a evolução técnica dos motoristas. Quando não há essa preocupação, a empresa acaba tendo maiores gastos com:

  • consumo extras de combustível;
  • riscos jurídicos e de acidentes;
  • desgaste acelerado do ativo;
  • manutenções em excesso.

Sendo assim, garanta uma equipe bem preparada de motoristas. Comece já pela seleção de contratação e invista constantemente em cursos de aperfeiçoamentos.

Operação própria

Todos os desperdícios logísticos citados até o momento só aumentam os altos custos “naturais” do setor. Mas também há algo comum entre eles: os impactos negativos são maiores quando você trabalha com operação própria.

Compra de caminhões, contratação de motoristas, preocupação com coleta e entrega: todos esses fatores passam a ser preocupação de outra empresa quando você opta pela terceirização da sua logística.

Já falamos aqui que a logística é o setor estratégico. E não há nada mais estratégico do que repassar as etapas mais complexas e onerosas para uma especialista, deixando a sua empresa apenas como avaliadora do serviço. Além de uma iniciativa segura, a terceirização representa ótimo custo-benefício.

Enfim, secar ou diminuir a torneira dos desperdícios logísticos é papel central do gestor. Como principal líder da área, ele tem obrigação de garantir a produtividade operacional ao menor custo possível. Nesse sentido, analise as dicas apresentadas e implemente maneiras eficientes de melhorar os resultados da sua empresa.

Não saia agora. Continue no nosso blog e conheça 5 dicas para a sua evolução como gestor logístico.

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Gestor Logístico: 5 dicas para a sua evolução profissional

O setor logístico normalmente já exige uma rotina intensa para qualquer profissional. Porém, para se tornar um gestor logístico acima de média é preciso superar os desafios corriqueiros e ainda buscar aperfeiçoamentos no dia a dia.

Ainda mais agora, com tantas transformações e novas necessidades, um bom gestor logístico não pode se limitar a dar ordens e fechar acordos aleatórios, a exigência do mercado é muito maior.

Mas, não se preocupe, neste artigo apresentaremos 5 dicas de como aumentar a sua evolução profissional e se tornar um gestor logístico cada vez melhor.

Boa leitura!

 

1. Atualize-se em conhecimento e ideias

Se você é um gestor logístico significa que alcançou um cargo importante dentro do setor, ao mesmo tempo, isso também representa responsabilidade extra em termos técnico. O gestor não é um simples colaborador, ele é uma liderança.

Por essa razão, você deve ir além dos conhecimentos básicos ou ultrapassados, precisa dominar conceitos atuais e que estejam alinhados com as novas necessidades dos clientes e do mercado.

Por isso, se aperfeiçoe através de novos cursos e ideias. Hoje em dia nem é preciso frequentar salas de aula para isso, além do EAD, você tem a opção dos cursos on-line em plataformas de especialização, como o da Sebrae.

2) Seja um gestor logístico parceiro de outros departamentos

É claro que a logística tem suas próprias obrigações e metas, mas você deve ter em mente que todas as áreas contemplam uma mesma empresa. Por esse motivo, jamais lidere o seu setor de forma isolada.

Agir de maneira paralela, além de não ser muito inteligente, também é insustentável, tendo em vista que a logística depende de setores importantes como o Financeiro, Compras, Vendas, entre outros.

Outro ponto é o que o trabalho individual vai contra ao conceito de integralização, muito exigido hoje nas maiores empresas do mundo. Ou seja, o “egoísmo profissional” não pode ser uma característica de um gestor logístico moderno.

Seja parceiro dos demais setores. Mantenha uma comunicação direta e transparente, garantindo que a logística seja beneficiada e beneficie o fluxo de trabalho das outras equipes.

3) Prepare-se uma logística mais dinâmica e menos centralizada

Em 2020 o mundo todo sofreu com as consequências da pandemia do Coronavírus. Agora, 2021 é visto como o ano da recuperação, bem como, o da mudança. Sim, porque após a pandemia, as empresas precisam considerar novas ideias dentro de suas rotinas.

O primeiro ponto é a dinamicidade. Os processos logísticos precisam acontecer com mais agilidade a fim de garantir que os planejamentos sejam cumpridos dentro dos prazos e não corram riscos de prejuízos em eventuais contratempos macroambientes.

Além disso, é preciso superar a limitação presencial. Se teve algo que a pandemia mostrou para o mundo corporativo é a possibilidade real do trabalho à distância. Essa descentralização deve ser uma ideia presente na nova logística, com gestores e outros profissionais podendo trabalhar longe das empresas.

4) Conte com a tecnologia no dia a dia

Falou em modernização ou aperfeiçoamento, é lógico que a tecnologia precisa estar envolvida – na verdade, muitas exigências do mercado atual acontecem em razão da evolução tecnológica. Ser gestor logístico é estar alinhado com essas inovações.

Mas é preciso entender que implementação tecnológica não é o mesmo que investimento aleatório. Não adianta, por exemplo, contar com um sistema de gestão que pouco agrega ao trabalho logístico e acreditar que a sua empresa está de acordo com a era digital.

Primeiramente, a transformação deve partir da gestão, se mantendo atualizada e abraçando as tendências do mercado. Somado a isso, você tem que analisar quais tecnologias são condizentes ao perfil da empresa, garantindo que elas realmente transformem a rotina diária.

O último passo é acompanhar a evolução da sua equipe em relação às novas ferramentas, avaliando o período de adaptação e medindo os resultados através de KPIs.

5. Conte com parceiros alinhados à filosofia da sua empresa

A verdade é que em pleno 2021 ainda há gestores que priorizam preços em detrimento à qualidade na hora de fechar parcerias. Esse é um grande erro, pois com parceiros pouco efetivos a sua logística jamais corresponderá às necessidades atuais dos clientes.

Preze por transportadoras e fornecedores que estejam alinhados à filosofia da sua empresa. Pense no investimento de tempo e dinheiro que você fez para se aperfeiçoar, melhorar a sua equipe e transformar a empresa tecnologicamente. Sem um parceiro que não trabalhe dentro da mesma ideia de evolução, todo esse investimento pode não ser suficiente.

Nesse sentido, além do preço e do histórico de serviço, na hora de fechar novos contratos, analise a gestão da outra empresa. Verifique quais ferramentas são utilizadas no dia a dia e qual é o nível de qualidade exigido para as equipes de trabalho.

Enfim, ser um gestor logístico não é uma tarefa simples. Isso é um fato. Porém, com aperfeiçoamentos e atualizações, a tendência é que o trabalho fique menos complexo e muito mais efetivo. Então, analise as dicas apresentadas e melhore a sua rotina de trabalho gradativamente.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e confira agora algumas tendências para o setor logístico.

dicas de planejamento logístico

Planejamento Logístico 2021: Por onde começar?

Embora 2020 tenha sido um ano complicado, no mundo corporativo ele serviu para mostrar o quanto um trabalho prévio é essencial para qualquer negócio. Empresas que estavam mais preparadas tecnologicamente e estrategicamente conseguiram sobressair às demais. Por isso, para 2021, mais do que nunca, um bom planejamento logístico tende a fazer muita diferença.

O fato é que diante das incertezas que ainda pairam no ar, como possíveis novas restrições, a logística da sua empresa precisa ser mais estratégica. Não basta seguir o “básico” no próximo ano, é preciso estabelecer uma logística mais prática, mais alinhada às expectativas dos usuários.

Quer saber como fazer isso e por onde começar o seu planejamento logístico 2021? Então, continue lendo e confira as nossas dicas.

Boa leitura!

Por que um ótimo planejamento logístico é fundamental para 2021? O que mudou?

Até o momento do lançamento deste post, o Brasil e o mundo está vivendo um “novo normal”, uma rotina onde há limitações para pessoas frequentarem o mesmo lugar, onde a utilização de álcool em gel deve ser constante, entre outras coisas.

Pode ser que esse “novo normal” acabe no primeiro dia de 2021, mas ele também pode perdurar por anos ou décadas. De fato, não há como saber.

A única certeza é que, independentemente do cenário, o mercado não deixará de ser competitivo. E o ano de 2020 serviu de “teste” para que muitas empresas criassem novas estratégias e diferenciais para suas marcas.

Por exemplo, para se alinhar às necessidades do público diante de tantas restrições, a Amazon e a Walmart desenvolveram técnicas para realizar entregas ainda mais rápidas e baratas – chegando a gerar uma “pequena guerra” entre as duas empresas nos Estados Unidos.

É claro que para megacorporações é fácil criar saídas diante das dificuldades, mas o nível de acerto delas também está ligado à criação de planejamentos completos e inteligentes.

Mesmo com uma empresa mais modesta, em comparação à Amazon, você pode fazer muito mais em 2021. O planejamento logístico é justamente o que lhe dará suporte para reduzir os custos operacionais e, gradativamente, melhorar a velocidade de entrega dos produtos.

Por onde começar o seu planejamento logístico para 2021?

Outra certeza que podemos ter neste momento é que o planejamento logístico de 2021 não pode ser o mesmo de 2020. Até o ano passado, mesmo com algumas crises econômicas e políticas, as mudanças não eram tão substanciais. Você sempre sabia que era necessário aperfeiçoar a equipe de trabalho e melhorar o atendimento ao cliente.

Claro, esses fatores ainda são importantes. Mas o mundo mudou muito em pouco tempo. A “guerra” entre Walmart e Amazon não foi à toa. Os planejamentos logísticos em 2021 devem priorizar a agilidade e a qualidade dos serviços logísticos.

Mas, por onde começar? Confira as nossas dicas.

Armazenagem e estoque

Como explicado, o planejamento logístico para 2021 precisa ser muito mais estratégico. Diante disso, a armazenagem de produto deve ser trabalhada a fim de facilitar ao máximo o processo logístico.

É preciso fazer perguntas como: vale a pena manter um estoque alto em 2021 ou um estoque rotativo está mais alinhado à realidade atual? Como eu posso diminuir o desperdício de mercadorias durante o armazenamento?

Outro item a ser adicionado ao planejamento logístico em relação ao estoque é um posicionamento que possibilite uma saída mais rápida dos produtos, favorecendo o dinamismo das próximas etapas. Aproveite o ano de mudanças para fazer esse tipo de alteração.

Parceiros de transporte

Se a agilidade será um fator essencial no próximo ano, então a definição dos seus parceiros de transporte deve ser prioridade no planejamento logístico de 2021.

Você deve começar avaliando o trabalho dos transportadores em 2020. Analisar o resultado de medidores de desempenho como cumprimento de prazo, avaria de mercadoria, disponibilidade de equipamentos etc.

A partir daí é preciso entender quais se encaixam no “novo normal” logístico, onde as exigências de agilidade e qualidade nas entregas serão muito maiores.

Por fim, alinhe os contratos com aqueles que permanecerão ou busque parceiros que demonstrem capacidade para superar as novas expectativas.

Tecnologia

Uma entrega mais rápida não se faz apenas com caminhões novos e uma armazenagem inteligente, não é mesmo? Você precisa de ferramentas tecnológicas que facilitem o processo, economizem tempo de operação e reduzam os custos – afinal, mesmo não sendo citado diretamente, o controle de custos é um fator inerente a qualquer planejamento logístico.

Esse é mais um ponto que você, como gestor, deve adicionar na hora de escolher novos parceiros logísticos. É importante que as transportadoras sejam adeptas à inovação e tecnologia, possibilitando, por exemplo, que a sua empresa consiga acompanhar o trajeto de entrega e repassar as informações para os clientes.

É claro que a tecnologia também deve estar presente na sua própria empresa. O planejamento logístico precisa ser pensado para um ambiente mais capacitado tecnologicamente, com sistemas de gestão e máquinas que otimizem a rotina operacional.

Enfim, não se deixe enganar pelo cenário de 2020. Enquanto você fica parado diante das incertezas, a concorrência já cria e define um planejamento logístico mais alinhado com as necessidades dos clientes. Então, analise as nossas dicas e garanta um 2021 mais forte e competitivo para a sua marca.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e entenda mais sobre outra tendência para o próximo ano: a logística verde.

tecnologia na logistica

Inteligência Artificial, otimiza tempo e reduz acidentes

Uma das grandes preocupações de fabricantes, fornecedores e atacadistas que precisam enviar suas mercadorias para diferentes partes do país é a segurança nas estradas. Entre acidentes e má condições das pistas, o risco de prejuízo é muito grande. A boa notícia é que a utilização da inteligência artificial está trazendo novas esperanças para o setor.

É uma tendência que vem ganhando mais força a cada ano dentro da logística, pois facilita na criação de rotas e no acompanhamento de viagem dos motoristas. Como resultado as empresas melhoram os seus serviços e diminuem os riscos nas estradas.

Quer entender por que a otimização das rotas de entrega deve ser uma a preocupação constante para qualquer empresa, e ainda saber como a inteligência artificial está sendo utilizada pelo setor logístico? Então, continue lendo e confira o nosso artigo completo sobre o assunto.

Boa leitura!

 

Por que se preocupar com a otimização de rotas e fatores que impactam a viagem dos caminhões?

O transporte de cargas é uma das etapas mais importantes para o sucesso de uma operação logística. Afinal, não adianta realizar boas produções ou um estoque adequado de mercadorias se a entrega não acontecer de maneira correta ou dentro do tempo pré-determinado.

No fim da operação, a sua empresa só terá lucro real se o seu produto chegar sem danos ou avarias ao cliente, seja ele um revendedor ou consumidor final. Mas, não basta ser cuidadoso, o transporte precisa ser ágil para que os prazos sejam cumpridos.

No entanto, bons resultados não surgem através de mágica. Para que tudo aconteça como o esperado, você precisa se preocupar com fatores como:

  • tempo de espera para carregamentos e descargas;
  • pontos de apoio mais seguros;
  • otimização de rotas.

É a partir de um planejamento visando à melhoria desses processos que a sua empresa garante um trabalho mais coeso e com menos riscos.

Em uma viagem de entrega o veículo fica sujeito a fatores macroambientes como violência, mudança climática e condições da estrada. Você pode não ter domínio sobre esses pontos, mas pode se antecipar à maioria.

É possível criar rotas que sejam menos propensos à violência e que apresentem menor incidência de chuvas, alagamentos, incêndios etc. bem como, trabalhar para que, pelo menos, as coletas aconteçam de maneira mais dinâmica.

Assim, você consegue diminuir os gastos com manutenção e combustível, minimizando os custos gerais da operação.

Por fim, esse trabalho de inteligência feito por sua empresa garante o sucesso do cliente, possibilitando o repasse de dados de localização e dando a tranquilidade sobre o cumprimento de prazos.

 

Como a inteligência artificial pode ajudar na otimização de rotas e na redução de acidentes?

Mesmo você entendendo a importância da otimização de rotas, não há como negar que superar os desafios diários das estradas brasileiras não é tarefa simples – ainda mais quando questões políticas interferem na segurança diária.

Porém, não há tempo para reclamações, você precisa garantir que as suas mercadorias cheguem aos seus clientes dentro do prazo. É aí que a inteligência artificial surge como forte aliada das empresas.

Mas, diferentemente do que muitos podem pensar, não estamos falando de carros autônomos ou tecnologias que ainda estão fora do alcance da maioria dos gestores.

A inteligência artificial aqui se dá por meio do Advanced Driver Assistance Systems (Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista, em português), que trabalha junto a aplicativos capazes de monitorar todas as atividades envolvendo a movimentação de um veículo de transporte, tais como:

  • comportamento do motorista;
  • condições da estrada;
  • tipo de direção.

Com a participação da inteligência artificial, todas essas situações são gravadas e enviadas, através da nuvem, para os gestores logísticos dentro da empresa. Os dados são coletados, estudados e utilizados para criação de planejamentos e tomadas de decisões mais efetivas.

Assim, a sua empresa define rotas mais seguras para o motorista e para a carga, diminui o risco de acidentes e, principalmente, garante que as entregas cheguem dentro do prazo aos clientes.

Mas é lógico que a inteligência artificial em questão só faz diferença para empresas que repassam suas mercadorias para transportadoras que abraçam a inovação. Não adianta estar ciente sobre os benefícios que a tecnologia traz para o seu negócio, se na hora de terceirizar a entrega você conta com parceiras despreparadas. Pense que além da qualificação do serviço, você também está fazendo a sua parte para tornar as estradas brasileiras mais seguras para todos. Faça o melhor por seus clientes.

A RDR é uma das transportadoras referências do país e abraça a inovação desde a sua origem. Acesse e conheça os nossos serviços.

Black Friday, o impacto na logística

Mesmo diante de algumas crises, sejam políticas ou sanitárias, a Black Friday vem se mantendo como uma das datas mais fortes para o varejo no país. A cada ano só aumenta o número de consumidores que esperam justamente o mês de novembro para realizarem suas compras.

Se no início a Black Friday era tratada com pouco esmero por muitas empresas, que queriam vender, mas com pouco planejamento, agora há uma certeza sobre a importância da preparação prévia. A mudança de pensamento fica claro quando observarmos a relevância que a logística tomou para muitos gestores em relação à Black Friday.

É justamente sobre esse impacto que falaremos no post de hoje. Continue lendo e saiba ainda como preparar a logística da sua empresa para a tão importante Black Friday.

Boa leitura!

Qual o impacto da Black Friday na logística?

Quando chegou ao Brasil, há quase 1 década, a Black Friday acontecia apenas em uma única data do mesmo de novembro – assim como acontece nos Estados Unidos. Porém, com o tempo, a estratégia deu tão certo em território nacional que deixou de ser promoção de único dia para se tornar um evento de mês inteiro.

Claro, ainda existe a “Black Friday”, que em 2020 acontece no dia 27 de novembro, mas a data se tornou muito mais abrangente. E isso se deve muito ao faturamento que aumenta a cada ano. Em 2019, por exemplo, o varejo faturou mais de 3 bilhões com a Black Friday.

Graças a essa abrangência, os empresários começaram a entender que a data tinha que ser tratada de forma mais acurada, com planejamentos prévios e melhores execuções. E uma das áreas mais impactadas nessa mudança de pensamento foi justamente a logística, e a razão disso é bem simples.

A verdade é que ao mesmo tempo em que aumentava a participação dos consumidores durante a Black Friday, também crescia o número de reclamações em relação ao estoque, a entrega e a troca de produtos – atividades relacionadas à logística.

Ou seja, não adiantava apenas esperar o mês de novembro e deixar a mágica acontecer. Era preciso melhorar a logística e garantir uma experiência completa para o consumidor. E assim aconteceu. Com estratégias mudando desde grandes marcas até pequenos empreendedores.

O Mercado Livre é um ótimo exemplo. A empresa que por muitos anos no Brasil direcionava mais recursos para a divulgação e promoção da Black Friday passou a concentrar investimentos no setor logístico.

Para a Black Friday de 2021, por exemplo, a gigante do e-commerce planeja investir cerca de 4 bilhões de reais no país, com a logística sendo favorecida com a maior parte desse montante.

Como melhorar a logística para a Black Friday?

Agora você já sabe que a logística é essencial para que os bons resultados esperados para a Black Friday aconteçam. Mas é aí que podem surgir alguns questionamentos: como fazer? Como melhorar a logística da sua empresa para uma data tão importante?

Conheça algumas estratégias adotadas por empresas de diferentes portes no mercado.

Garanta um estoque adequado

Para vender muito é preciso contar com uma quantidade alta de produtos. Afinal, não adianta esperar aumento nas vendas se a sua empresa não tem produto disponível no estoque. Além de frustrar os clientes, você pode ter grandes problemas com reclamações e cancelamentos de compras.

Então, garanta um estoque adequado, um volume que seja capaz de suprir a alta demanda da Black Friday. Para isso, algumas medidas pontuais precisam ser tomadas, por exemplo:

  • realizar inventários prévios do seu estoque;
  • mobilizar o departamento de compras;
  • negociar com os fornecedores.

Capacite a equipe de atendimento

Já faz tempo que a ideia de um trabalho isolado por parte setor logístico foi superada. Hoje há um entendimento de que um serviço em alta excelência só é possível quando a logística trabalha em sintonia com outras áreas, como, por exemplo, o Atendimento.

O Atendimento é sim uma das etapas importantes da logística, pois é a partir dessa interação que o cliente começa a tirar dúvidas e entender como a logística da empresa funciona, evitando ruídos de comunicação futuros.

Ao treinar a equipe de Atendimento você a torna capaz de iniciar a jornada, educar o cliente e pôr fim em lendas urbanas relacionadas à logística da Black Friday, tais como:

  • entregas relâmpagos;
  • trocas instantâneas;
  • estoque infinito.

Conte com uma transportadora terceirizada

Realizar uma operação própria de transporte de mercadoria, por si só, já é um grande desafio no Brasil. Estradas mal pavimentadas, insegurança, custos com veículos, entre outros: as dificuldades são enormes. E isso em tempos normais. Na Black Friday tudo é potencializado.

Por isso não adianta arriscar, para uma logística completa e condizente com a demanda da data é preciso terceirizar. Com a participação de uma transportadora você delega várias etapas fundamentais do processo para quem é especialista no assunto.

Dessa forma, além de garantir um serviço de qualidade na parte logística, você consegue diminuir custos com pessoal e veículos, bem como, focar em fatores essenciais como negociação e vendas.

Enfim, se preparar para eventos de grande comoção no varejo como o Natal e a Black Friday nunca foi tão importante. Se o comportamento do consumidor já estava em processo de mudança antes da crise sanitária, a pandemia acelerou de vez essa transformação. Agora, não há dúvidas que somente as marcas capazes de atender as expectativas dos clientes se manterão fortes dentro do mercado. Você não pode ficar para trás.

Continue no nosso blog e conheça agora algumas ótimas soluções para a logística em tempos de Covid-19.

o que é big data e como usar na logística

Logística com Big Data

Embora a logística seja conhecida como um setor que abraça a tecnologia, essa exploração sempre foi mais focada na parte operacional, com a utilização de grandes máquinas na produção. As partes estratégias, gerenciais e administrativas, normalmente, ficavam aquém do potencial. Porém, isso está mudando, com muitas empresas já adotando ferramentas como o Big Data.

Em um mundo cada vez mais digital, com os clientes se comunicando e fechando negócios pela internet, as empresas perceberam que poderiam utilizar os dados gerados em cada operação para crescimento próprio. Mas, para isso, era preciso uma solução que suportasse a imensa quantidade de informações diárias. A partir dessa ideia, nasceu o Big Data.

Mas, você sabe o que é o Big Data ou como a logística da sua empresa pode ser beneficiada com a adoção dessa ferramenta? Para ajudar você a entender mais sobre o assunto, preparamos este artigo explicando o funcionamento do Big Data na logística.

Boa leitura!

 

O que é o Big Data?

Em tradução livre podemos considerar Big Data como “Grande dado”, um conceito que ajuda a entender a ferramenta com mais facilidade. A palavra “Big” não é à toa, pois se trata de uma tecnologia capaz de armazenar uma quantidade imensurável de informações.

Como explicado na introdução, o Big Data foi criado exatamente para que as empresas pudessem armazenar os dados gerados em todos os seus processos, sejam externos ou internos. Não importa qual tipo de informação, se é digital, a ferramenta consegue armazenar.

Uma ótima maneira de entender o funcionamento do Big Data é analisando os serviços de streaming de séries e filmes. Graças à grande contenção de dados possibilitada pela ferramenta, as plataformas conseguem estudar o comportamento dos usuários e oferecer opções de entretenimento condizentes com cada perfil.

Claro, é um setor completamente diferente da logística, mas a eficiência do Big Data é a mesma em qualquer segmento.

 

Como o Big Data funciona na logística?

Por incrível que pareça, falar em Big Data na logística ainda pode causar espanto em alguns gestores hoje em dia. Afinal, muitos entendem o aperfeiçoamento tecnológico apenas como fator operacional, desperdiçando oportunidades de otimização na parte estratégica.

Assim como a maior parte dos setores atualmente, a logística gera uma infinidade de dados diariamente, e isso pode ser utilizado a favor da sua empresa. Saiba como.

Otimização de rotas

Um dos gargalos mais comuns na logística acontece justamente na movimentação externa de mercadorias feita pelos veículos, seja para os armazéns ou para a entrega aos clientes. Muitas vezes, os motoristas são pegos de surpresa por obras nas estradas, violência ou outros contratempos.

Essa dificuldade pode ser significantemente melhorada com o uso do Big Data. Ao explorar o banco de dados da empresa, contendo históricos de viagens e outras informações extraídas de fontes confiáveis, o gestor consegue traçar rotas melhores e facilitar o deslocamento dos veículos.

Além de trazer economia, com combustível e manutenção, e mais segurança para o motorista, a estratégia também otimiza a “última milha”, justamente o processo final de entrega ao seu cliente.

Melhoria da jornada do comprador

A logística tem um papel fundamental na experiência do cliente, desde a separação do produto adquirido até a entrega final. Assim, ao utilizar o Big Data, o setor consegue melhorar muito a jornada do seu comprador.

Por exemplo, com a análise de dados, é possível entender o comportamento do cliente e indicar soluções condizentes com o seu perfil, tais como:

Além disso, o histórico conta com informações que podem facilitar a compra seguinte, como uma mudança de endereço ou um novo ponto de referência. A tendência é de aperfeiçoamento na experiência do cliente a cada nova negociação. Tendo como resultado aumento na fidelização do usuário e, logicamente, crescimento no capital da sua empresa.

Facilidade na precificação do frete

Com o Big Data, mesmo locais com baixo fluxo de entrega têm o seu histórico gravado no banco de dados. Esse pequeno detalhe faz muita diferença para o fechamento de novas negociações e precificação de fretes, pois mesmo diante de uma rota não cotidiana, o gestor consegue puxar informações e analisar os preços praticados em operações semelhantes.

Ou seja, você deixa de trabalhar com achismos e incertezas e passa a tomar decisões de maneira analítica. Transmitindo mais transparência, bem como, maior confiabilidade para clientes e parceiros.

Enfim, as oportunidades de aproveitamento do Big Data na logística são inúmeras. Porém, é sempre importante lembrar que a logística é uma grande cadeia interligada e precisa da participação de outros players, como transportadoras e fornecedores, para completa eficiência. Por essa razão, é essencial contar com parceiros que também primam por uma gestão inovadora e utilizam ferramentas inteligentes como o Big Data.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e entenda como o Machine Learning pode ser aplicado na logística.

corona virus na logistica

A Importância da Logística na retomada econômica

Se há outra certeza nessa pandemia, além da necessidade do cuidado coletivo, é que após o período mais drástico, o país entrará em uma retomada econômica gradativa. E a logística terá papel essencial nessa nova trajetória.

Sendo um setor que assumiu o protagonismo em várias retomadas ao longo da história, a logística já vem se mostrando fundamental na manutenção da “normalidade” durante a pandemia, garantindo o abastecimento de segmentos importantes como Alimentação e Farmacêutica.

Porém, não há dúvidas que muita coisa vai mudar daqui para frente. E, empresas e transportadoras logísticas terão que se mostrar preparadas para corresponder ao aumento da demanda na retomada econômica.

Mas e você, quer entender melhor sobre esse cenário a fim de garantir a competitividade da sua marca? Então, continue lendo e confira a nossa postagem sobre o assunto. Boa leitura!

Setor logístico não parou na pandemia

Assim como todo o mundo, a logística sofreu impactos negativos por causa do Coronavírus. Logo no início, algumas operações sofreram atrasos, pois precisaram se adaptar à nova realidade.

Mas, diferentemente com alguns setores, como o comércio físico de roupas e eletrodomésticos, a logística não parou suas atividades nem por segundo. Na verdade, aconteceu justamente o contrário.

Por meio, principalmente do modal rodoviário, aqui no Brasil, o setor logístico se mostrou como um dos principais fios condutores para a manutenção da economia e de outras áreas de suma importância, como alimentícia e farmacêutica.

A relevância dos transportadores foi tão alta durante a crise que o governo brasileiro decidiu enquadrar o transporte de carga com atividade essencial – colocando a categoria no mesmo patamar da saúde, alimentação e segurança.

Para garantir que os caminhoneiros não parassem e não sentissem tanto as dificuldades impostas pela pandemia, várias decisões exclusivas foram tomadas visando o dinamismo diário, por exemplo:

  • Extensão para o RNTRC – Registros Nacionais de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) que venceriam entre 1 março e 30 de junho tiveram uma prorrogação para o dia 31 de julho;
  • Suspensão das balanças de pesagem – fim temporário das balanças de pesagem nas estradas federais;
  • Prorrogação para a emissão do CIOT – prorrogada a emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) para 31 de julho;
  • Suspensão dos prazos para a regularização da CNH – habilitações vencidas desde 19 de fevereiro são consideradas válidas até uma nova confirmação do Contran;
  • Abertura de restaurantes em beira de estrada – diferentemente dos estabelecimentos que se encontram dentro das cidades, que ficaram proibidos de funcionar normalmente.

Preservação da saúde de motoristas e assistentes e cuidados com a carga

No entanto, mesmo com algumas movimentações por parte do governo, a verdade é que o Covid-19 continua sendo um vírus sem cura definitiva. Nesse sentido, para garantir a segurança dos motoristas, assistentes, clientes e de todas as pessoas envolvidas em uma operação logística, as empresas tiveram e terão que se adaptar.

Se em um passado recente a preocupação com a saúde dos profissionais era “básica”, com a entrega e fiscalização dos EPIs, por exemplo, a pandemia mostrou que isso precisa mudar.

Para cumprir o seu papel na retomada econômica, a logística deve se transformar em termos de cuidados com a saúde. Daqui para frente, somente as empresas e transportadoras que continuarem investindo em ferramentas e treinamentos para a proteção de seus profissionais conseguirão cumprir seus serviços com excelência.

Após a pandemia do Covid-19, os clientes e o mercado em si destacarão as marcas que se mostrarem atentos às novas exigências sanitárias e de saúde. Isso também vale para as cargas, que já não poderão ser manuseadas da mesma maneira após o Coronavírus.

Novas medidas implementadas permanecerão

A história da humanidade nos mostra que até a pior das crises é capaz de deixar um ensinamento para o futuro. E se há um legado que a pandemia do Coronavírus pode deixar para as empresas é a que, quando se trata de inovação: você não pode deixar para depois.

É verdade que a Transformação Digital já estava sendo trabalhada na maior parte das empresas. Porém, quando o cenário era “normal”, muitas organizações logísticas se davam ao luxo de escolher quando adotar a inovação – ou mesmo se iam fazê-lo.

Com as medidas de restrição durante a pandemia, mesmo a logística ficou bastante dependente de inovações tecnológicas para se manter em funcionamento. Soluções para atendimento, criação de rotas, rastreamento etc.

Essa novas medidas, sem dúvida alguma, permearão pelos períodos futuros. E não apenas saídas tecnológicas, como cadastramento e negociações online, mas também os cuidados reforçados com a saúde dos trabalhadores e as medidas sanitárias em relação às cargas – como já citado anteriormente e fundamentais na retomada econômica.

A demanda vai aumentar na reabertura e impulsionará a retomada econômica

A confiança da participação logística na retomada econômica não é à toa. Muitas especialistas do setor apontam que a tendência é de um aumento de demanda assim que o cenário mais grave for superado – como aponta a Revista O Carreteiro.

Há uma ideia de que não será preciso nem mesmo esperar uma reabertura completa dos mercados. Assim que a doença estiver em declínio na maior parte do país, alguns setores, impulsionados pela logística, conseguirão um crescimento considerável, tais como:

  • Frigorificados;
  • Agronegócio;
  • Alimentício.

Mas eles não são os únicos. Segmentos como comércio eletrônico e de eletrodomésticos, bem como, de combustíveis, conseguirão se recuperar gradativamente.

Enfim, o fato é que a logística leva vantagem em uma futura retomada econômica, pois é um setor que não parou em nenhum momento. Principalmente aqui no Brasil, com o próprio governo classificando os profissionais da área como essenciais. Porém, como vimos, nesse “novo mundo” é essencial contar com parceiros que abraçam a inovação e se preocupam de maneira real com a saúde dos seus colaboradores e a proteção das cargas transportadas. Por isso, fique atento ao novo futuro.

Ficou com alguma dúvida sobre a retomada econômica na logística? Deixe o seu comentário.