Planejamento Logístico 2020: Dicas para um ano de sucesso

O ano de 2020 pode ser um marco para a sua empresa, com grandes parcerias, novos clientes e melhores serviços. Um novo ciclo é a oportunidade perfeita para você colocar em ação todo aprendizado extraído no ano anterior. Mas, para começar realmente bem, é preciso criar um planejamento logístico seguro.

Afinal, você deve ter em mente que as mesmas oportunidades que o mercado oferecerá para a sua empresa, serão ofertadas para os concorrentes. Quem estiver mais bem preparado tende a sair na frente.

Para ajudar você a se destacar, neste artigo, abordaremos a importância do planejamento logístico para um ano novo, além de dicas com os principais fatores na construção de um ideal para a sua empresa. Continue com a gente e saiba mais. Boa leitura!

Por que criar um planejamento logístico a cada novo ano?

O primeiro ponto é que o mercado é um fenômeno mutável, estando sempre em movimento e expansão. O que funciona em um ano pode não refletir da mesma forma no período seguinte. E quando acontecem mudanças bruscas, o cenário pode inverter em meses ou até dias.

Além disso, a logística em si é um setor complexo, que necessita de constante estudo e análise por parte das empresas. Gerenciar toda a cadeia de suprimentos, garantindo que as etapas funcionem de maneira alinhada não é tarefa fácil.

Por isso a criação de um planejamento logístico se faz extremamente necessário a cada novo ano. É partir desse estudo e da definição de ideias que a sua empresa consegue:

  • alinhar os recursos disponíveis, sejam financeiros, humanos ou tecnológicos;
  • estabelecer objetivos e metas;
  • avaliar os resultados;
  • ajustar variáveis.

Considerando as duas realidades distintas que temos atualmente, falta de investimentos em razão das crises econômicas e aumento do consumo em razão da popularização da internet, um planejamento logístico para 2020 é ainda mais fundamental.

Com ele, a sua empresa conseguirá se preparar para eventuais dificuldades macroambientes, ao mesmo tempo em que se fortalece na logística e transporte de cargas, se mostrando competitiva ao entregar serviços de alta qualidade para os clientes da era digital.

O que não pode faltar no seu planejamento logístico?

Agora, confira as nossas dicas sobre o que não pode faltar na criação de um planejamento logístico seguro e bem-sucedido.

Planejamento financeiro

Não é segredo para ninguém que a logística é um setor altamente custoso. Tendo isso em vista, deixar a gestão financeira de fora do planejamento logístico pode comprometer a estabilidade da sua empresa em algum momento. Alguns pontos importantes do negócio são supervisionados a partir desse estudo, por exemplo:

  • previsão de receita e de custos;
  • controle de vendas;
  • fluxo de caixa.

É com o planejamento financeiro que você consegue também extrair dados reais para medir o ROI da empresa e a Demonstração de Resultados no Exercício (DRE).

Planejamento para aperfeiçoamento das equipes

A participação das equipes de trabalho também é outro fator essencial dentro da logística empresarial. E isso inclui todas as áreas, desde as equipes administrativas até as operacionais.

No seu planejamento logístico é preciso tomar decisões não só sobre a rotina de trabalho de cada grupo, como também sobre as formas ideais para aperfeiçoamento das habilidades de cada profissional.

Não se trata apenas de investir em treinamentos aleatórios, mas sim de analisar o perfil a fim de identificar os pontos que precisam ser melhorados. Fazendo isso, você evita desperdício de capital e garante equipes de trabalho com alta capacidade.

Planejamento de metas e KPIs

O planejamento logístico é o momento em que você decide quais mudanças e intervenções serão realizadas na empresa nos próximos períodos. Mas, embora todas as alterações sejam feitas visando à otimização, nem todas trarão os resultados esperados.

É justamente o uso dos KPIs que permite a análise de quais ideias estão funcionando e quais não estão surtindo efeito. Afinal, os indicadores de performance são ferramentas exclusivas para a medição de planejamentos ou processos de uma empresa.

Ou seja, ao estabelecer as suas metas, você também precisa definir quais KPIs serão utilizados na mensuração das iniciativas. Cada empresa pode utilizar a ferramenta que melhor se adéqua ao seu perfil, porém, na logística, os KPIs mais comuns são:

  • Tempo entre o pedido e a entrega das mercadorias;
  • Tempo de espera para resolução de problemas;
  • Percentual de entregas com avarias;
  • Retorno Sobre o Investimento;
  • Custo operacional total.

Por fim, para se preparar adequadamente a cada novo ano, no seu planejamento logístico deve constar o tipo de estratégia que será utilizada em relação às parcerias empresariais. Em um mercado tão nivelado, contar com bons fornecedores e ótimas transportadoras é essencial para entregar serviços de maior qualidade e conquistar a fidelidade dos clientes. Então, analise as dicas apresentadas e garanta um ciclo de sucesso em 2020.

Rastreabilidade de produtos: Entenda os benefícios

Sendo uma exigência legal em muitos setores, a rastreabilidade produtos é, sem dúvida, uma maneira inteligente de assegurar qualidade na gestão produtiva de uma empresa. E em um mercado que preza por dinamismo, é um fator se apresenta também como uma grande diferencial competitivo.

O fato é que toda empresa deseja impulsionar a sua produção e melhorar os seus números financeiros. Porém, quanto maior e mais extensa a cadeia produtiva, mais complexo pode ser o controle. Ações como a rastreabilidade entram como suporte para garantir uma expansão segura.

Ainda não sabe o que é e como funciona a rastreabilidade de produtos? Então, continue lendo e entenda tudo sobre essa prática, além dos seus benefícios. Boa leitura!

Rastreabilidade de produtos

A rastreabilidade é a capacidade que uma empresa tem de, basicamente, conhecer o histórico de um produto. Ou seja, por meio de informações antecipadamente registradas, detalhes como localidade e aplicabilidade são facilmente extraídos.

A partir dessa ação, a empresa consegue, por exemplo, identificar rapidamente a localização exata de uma mercadoria dentro do processo produtivo, bem como, o seu local de origem. Tudo isso apenas decifrando os dados gravados nos números de impressão no próprio item.

Funcionamento da rastreabilidade de produtos

O funcionamento da rastreabilidade se dá com a junção da alta tecnologia com a eficiência profissional. A participação de ferramentas inteligentes, como leitores de códigos de barras e etiquetas RFID, é essencial para a gravação das informações nos produtos.

Quanto melhor o equipamento, mais fácil e eficiente será a gravação e a exploração do histórico contido em cada item. Dependendo do produto, isso pode ser feito até mesmo em segundos.

Porém, a rastreabilidade só funcionará e trará os resultados esperados se todos os profissionais envolvidos em cada etapa da cadeia logística fizerem a sua parte.

Registros sobre o tipo de processo produtivo aplicado em cada fase devem ocorrer obrigatoriamente, assim como dados sobre a localização e a data. Com isso, cria-se um histórico completo sobre o produto, facilitando ações de identificação em eventuais problemas.

Se por acaso algum setor deixar de realizar a sua função, todo o trabalho pode ser comprometido.

Importância da rastreabilidade de produtos para a sua empresa

Como dito, a rastreabilidade de produtos chega a ser uma ação obrigatória para alguns setores industriais, sendo colocada como um fator de segurança.

Porém, acima de questões legais, a ação tem grande relevância em termos de qualidade de execução e gestão empresarial. Com a rastreabilidade, a sua empresa passa a trabalhar de maneira organizada e inteligente.

Em outras palavras, é uma prática que possibilita o seu negócio a ser mais bem sucedido em situações de imprevistos ou de grande movimentação, como o recall de produtos. A identificação e recuperação dos itens acontece de maneira rápida e eficaz, aumentando a transparência da iniciativa e agregando valor a sua marca e a mercadoria em si.

Benefícios da estratégia

Como uma prática baseada em tecnologia e inovação, quando bem desenvolvida, a rastreabilidade de produtos consegue trazer diferentes benefícios para uma empresa. Conheça algumas dessas vantagens.

Otimização de processos

Com a facilidade da leitura de códigos, a rastreabilidade consegue agilizar muitos processos dentro da cadeia de suprimentos. O controle de qualidade, por exemplo, é uma etapa que ganha outra dinâmica dentro desse cenário.

A facilidade para realizar um checklist na ficha técnica do produto é muito maior. Além disso, o inspetor consegue gravar comentários e até fotos pertinentes ao histórico do produto, assegurando maior eficácia a sua função.

Agilidade em casos de não conformidade

Quando um produto não atende a critérios macroambientes, como de normas e legislações, ou apresenta falhas em alguma etapa da cadeia produtiva, é preciso realizar um processo de não conformidade, também conhecido na indústria como recall.

Esse tipo de operação causa grande movimentação por parte da empresa a fim de garantir que a eventualidade seja resolvida com os menores danos possíveis.

Com a rastreabilidade de produtos tudo fica mais dinâmico, pois é possível identificar precisamente em qual fase ocorreu a falha, bem como definir a melhor decisão a ser tomada.

Melhor relacionamento com fornecedores

A rastreabilidade pode ser considerada como um grande elo entre os participantes de uma cadeia logística. Isso inclui, além da sua empresa, parceiros como:

Como a gravação do histórico completo do produto depende da eficiência dos profissionais em cada fase, a rastreabilidade se torna um fator estratégico na melhoria da comunicação entre os agentes participantes.

Por isso é importante que a sua empresa preze por parceiros que trabalhem na mesma sintonia de inovação, facilitando o acompanhamento dos itens e assegurando qualidade durante todo o processo.

A rastreabilidade de produtos é uma ação condizente com a realidade atual, na qual o consumidor valoriza ideias e conceitos de inovação dentro das empresas. Todos os negócios que não seguirem uma linha de adaptação à transformação digital tendem a ser superados em um futuro próximo, correndo riscos de continuidade. Por isso, garanta vantagem competitiva a sua marca e trabalhe com ferramentas tecnológicas e ótimos parceiros logísticos.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 ferramentas logísticas que podem facilitar o seu dia a dia?

Gestão Pipeline: Melhore os seus processos de venda

Podemos dizer que uma gestão Pipeline representa um papel vital na saúde financeira de uma empresa logística. Afinal, com clientes mais preparados e concorrentes mais numerosos, monitorar a jornada comercial do negócio é uma ação que pode fazer grande diferença nos resultados finais de cada mês.

Por isso, para ajudar você que está com dificuldades de impulsionar as vendas da sua área logística ou mesmo deseja melhorar o relacionamento com os seus usuários, a seguir, mostraremos o conceito e a importância da Gestão Pipeline, além de dicas de como implementá-la no seu empreendimento. Continue lendo e confira.

Boa leitura!

O que é gestão Pipeline?

Em tradução livre, Pipeline pode ser entendido como tubulação ou duto. Ainda que de maneira indireta, essa descrição é uma ótima maneira de entendermos o que é uma gestão Pipeline.

No mundo corporativo, Pipeline é a representação das etapas de vendas abertas em uma empresa. A gestão é justamente o acompanhamento detalhado dessas etapas. É um conceito utilizado em negócios de diferentes segmentos, inclusive o logístico.

Em outras palavras, é como um grande mapa de monitoramento em que é possível visualizar diferentes fases das oportunidades de negociações, por exemplo:

  • negociações que acabaram de ser abertas;
  • aquelas que estão em andamento;
  • fase de fechamento.

Para empresas logísticas que desejam aumentar o seu número de contratos, a gestão Pipeline é uma ferramenta mais que necessária, oferecendo uma visão completa sobre a sua área comercial.

Como aplicar a Gestão Pipeline no setor logístico?

Como explicado, o Pipeline é uma metodologia aplicável em diferentes segmentos, sempre respeitando as particularidades de cada área. Mas, como implementá-lo corretamente no setor logístico?

Continue lendo e conheça algumas ótimas dicas.

Acompanhe a jornada do cliente

Como em qualquer área, o cliente logístico também pode sentir dificuldades para fechar a contratação de um serviço. E com o mercado apresentando diversas marcas, as chances de ele migrar para um concorrente são altas.

Por isso é essencial realizar um acompanhamento de toda jornada, garantindo que a finalização da compra aconteça de maneira simples e natural.

Revise e atualize processos

A transformação do mercado é algo que sempre aconteceu ao longo da história. Porém, hoje, graças à revolução tecnológica, isso ocorre de maneira muito mais rápida e dinâmica. Ou seja, um processo bem-sucedido hoje pode não apresentar os mesmos resultados amanhã.

Uma boa gestão Pipeline demanda revisão contínua e atualizações pontuais. Mesmo em setores mais “conservadores” em termos de marketing como a logística, as tendências devem ser analisadas e consideradas.

Trabalhe com informações mais claras e diretas

Uma das dificuldades mais comuns de clientes do setor logístico é entender todas as informações sobre os serviços oferecidos por uma empresa. Isso acontece, pois, muitas vezes, o estilo de comunicação desenvolvida não é pensada para além dos profissionais da área.

Isso é um grande erro, pois muitos clientes são iniciantes no setor e ainda não conseguem captar termos mais técnicos ou específicos – graças à internet e ao e-commerce, muitas pessoas estão buscando serviços logísticos pela primeira vez.

Trabalhar uma comunicação mais simples e direta é essencial para garantir uma melhor jornada para todo tipo de usuário, garantindo que o fechamento das negociações aconteça com a máxima tranquilidade.

Monitore as métricas

O que não é mensurado não pode ser melhorado. Por isso, em uma gestão Pipeline, a aplicação de métricas é uma ação básica. Em geral, há várias métricas que podem ser aplicadas na parte comercial de um negócio, por exemplo:

  • Tempo de atendimento ao cliente;
  • Número de negociações abertas;
  • Negociações fechadas.

Esse monitoramento também é importante para respaldar quaisquer mudanças na jornada do cliente – essencial, como já explicado primeiro tópico. Porém, é interessante um estudo prévio para definir as métricas que mais se adéquam ao perfil do negócio.

Implemente soluções tecnológicas

A tecnologia hoje é a maior aliada das empresas que desejam melhorar o relacionamento com os seus clientes. Por isso, em uma gestão Pipeline, a implementação de ferramentas como CRMs e softwares de integração é importantíssimo.

Com essas ferramentas é possível não só monitorar os usuários, identificando suas dificuldades e expectativas, como também melhorar o trabalho em equipe, internamente e externamente – com parceiros de transporte e de fornecimento, por exemplo.

A aplicação de uma gestão Pipeline não pode ser considerada algo superficial hoje em dia. Gerenciar as etapas que determinam o fechamento de serviços logísticos é de suma importância para a saúde financeira e até mesmo para a continuidade do negócio. Então, analise as informações apresentadas e garanta uma previsão segura dos melhores resultados para a sua empresa.

Gostou de saber como funciona uma Gestão Pipeline? Então que tal agora entender como o Marketing e os dados podem transformar o seu negócio?

Real Time na Logística: Saiba como aplicar

Você sabe o quanto a sua empresa logística está faturando neste momento? A sua empresa tomou algum prejuízo financeiro recentemente? Para a maioria dos gestores essas perguntas não são tão simples de responder. Mas tudo muda para aqueles que utilizam o Real Time.

A prática de acompanhar os dados da contabilidade em tempo real não é algo muito difundido entre as empresas brasileiras. Ainda que o valor estratégico da ideia seja alto, muitos empreendedores ainda trabalham com processos ultrapassados.

Uma boa gestão envolve planejamento, organização e controle. E o Real Time pode ajudar o seu negócio a conquistar esses diferenciais. Quer saber do que se trata e quais os benefícios da estratégia? Continue lendo e confira os principais pontos sobre o assunto. Boa leitura!

O que é o Real Time?

O Real Time é um conceito utilizado em diferentes setores e com significados próprios em cada situação. Por exemplo, no marketing, a modalidade é aplicada para que uma empresa utilize os acontecimentos diários para se comunicar com o seu público, gerando interação instantânea.

Quando entramos na logística, o Real Time adotado se baseia nos conceitos de contabilidade. Aqui, há um trabalho para o monitoramento e utilização dos dados financeiros em tempo real. Acompanhar o fluxo financeiro a fim de tomar decisões importantes faz parte de um planejamento estratégico.

Qual a importância da utilização do Real time?

O mercado evoluiu. Hoje, a rotatividade de informações é muito maior do que algumas décadas atrás. No passado, a contabilidade de uma empresa, normalmente, utilizava dados atrasados para gerar relatórios que demonstravam a situação financeira do negócio.

Como o acesso tecnológico era limitado para a maioria e a globalização estava em fase inicial, isso era, de certa maneira, aceitável. Porém, hoje, com a crescente demanda do mercado e o aumento da competitividade, uma empresa não pode se dar ao luxo de trabalhar com números obsoletos.

O Real time é importante justamente por diminuir o intervalo entre o acontecimento dos fatos e as ações dos gestores. As análises específicas permitem uma unificação do trabalho de diferentes equipes.

Com a logística sendo um dos setores mais impactados com a transformação digital, uma gestão financeira em tempo real se faz mais que necessária para o sucesso das atividades diárias.

Você, por exemplo, consegue responder se perdeu ou ganhou mais dinheiro esta semana? Ou quanto tempo demora para conferir os números do faturamento da sua logística?

Ao implementar o Real Time na sua empresa você se torna capaz de responder todos esses questionamentos. Isso traz um cenário mais favorável ao negócio, afinal, trabalhar com informações reais facilita bastante à tomada de decisões e a construção de estratégias.

Quais as vantagens da prática?

Além de melhorar o fluxo de informações e trazer maior segurança para a tomada de decisões do gestor, o Real time oferece outros benefícios para a sua empresa. Confira logo abaixo.

Melhora a gestão do negócio de maneira geral

Uma análise de dados de maneira rápida e inteligente permite que o gestor tenha amplo controle sobre o negócio. Tendo em vista que o trabalho da contabilidade impacta toda a empresa, otimizar os processos do setor resulta em melhorias coletivas.

Com o trabalho mais analítico, as ações são desenvolvidas com mais segurança, melhorando a rotina de departamentos importantes dentro de uma cadeia logística, por exemplo:

Aumenta a competitividade da empresa

Sendo mais eficiente nos planejamentos e execuções, a sua marca se torna mais forte no mercado, conseguindo competir em igualdade com outras marcas. Ao atingir um novo patamar, outras ações tendem a ser mais bem sucedidas, por exemplo: atração, retenção e fidelização de clientes.

Transforma a comunicação da empresa

Ao implementar um sistema de gestão para melhorar a performance do Real Time, você consegue otimizar a comunicação operacional da empresa. Com isso, a tão necessária integração de setores acontece de fato e todas as equipes passam a compartilhar as mesmas informações e dados.

Hoje não há mais espaço para processos obsoletos e defasados. Toda empresa que deseja se destacar no setor logístico precisa adotar metodologias como o Real Time, que permite um aumento de produtividade nos mais variados processos. O mercado está em plena mudança, e monitorar constantemente os dados da contabilidade significa preparar o seu negócio para as necessidades atuais.

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O que é picking?

O picking é uma estratégia que visa nivelar a qualidade operacional das empresas do setor logístico. Afinal, não adianta oferecer produtos diferenciados e com preços acessíveis, se você não é capaz de cumprir os prazos esperados pelos clientes.

Todo empreendedor deseja que a sua empresa tenha um alto número de pedidos. Porém, quanto maior o volume, maior a responsabilidade nas etapas de separação e entrega. É nesse ponto que o picking faz toda diferença.

Para que você entenda o conceito e a importância do picking na logística, criamos este artigo com as principais informações sobre o assunto. Continue com a gente e confira. Boa leitura!

 

Entenda o picking

Basicamente, o picking é o processo em que acontece a localização, separação e a coleta de itens dentro de um depósito ou armazém após a finalização de uma venda. Ou seja, assim que o pedido do cliente é realizado, o produto é coletado por meio do picking.

Embora, à primeira vista, pareça uma operação simples, o picking é uma estratégia muito importante no aperfeiçoamento do serviço de uma empresa, sendo capaz de otimizar etapas que fazem toda diferença na experiência do cliente.

Afinal, assim que o usuário realiza a sua compra, o desejo dele é receber o produto o mais rápido possível. O pickcing é justamente a ação que torna essa dinamização possível.

Outra estratégia que melhora essa parte da jornada logística é o packing – que se concentra na embalagem e acomodação do produto para o transporte de entrega.

 

Quais são os tipos de picking?

Ainda que o objetivo final seja o mesmo, o picking pode ser realizado de diferentes formas. Conheça os quatro tipos da modalidade.

Picking discreto

O picking discreto acontece quando somente um profissional inicia e finaliza todo o processo de separação de mercadorias. É uma modalidade indicada para micro empresas ou estabelecimentos com um giro baixo de produtos.

As chances de erros são mínimas, porém, a otimização de tempo, que é uma das principais características da estratégia, é muito pouca.

Picking por lote

No picking por lote os colaboradores esperam acumular um número considerável de produtos para realizar a separação de vez. Com isso, vários trabalhos são realizados de maneira ordenada.

É uma estratégia interessante em termos de praticidade, mas que demanda uma maior organização a fim de evitar um acúmulo exagerado de pedidos.

Picking por zona

Essa é a modalidade que exige maior trabalho por parte da empresa. Primeiramente, o galpão é dividido em áreas, com diferentes categorias de produtos sendo acomodadas nessas áreas.

A seguir, todo produto que chega ao armazém é direcionado para sua correspondente zona, facilitando a execução do picking após a finalização dos pedidos.

Picking por onda

O picking por onda é semelhante ao ‘discreto’, com um colaborador ficando responsável por toda operação. A diferença é que, aqui, tudo acontece por meio de agendamento prévio, com o cronograma sendo baseado nas necessidades de cumprimento dos prazos.

 

 

Como implementar a estratégia corretamente na sua empresa?

Para implementar as diferentes modalidades de picking e extrair os benefícios corretos da estratégia, é preciso seguir alguns passos.

Organize o seu estoque

Manter um estoque organizado é parte vital para a execução da operação, pois grande parte do processo acontece nesse espaço. Por isso, você deve trabalhar para garantir um estoque:

  • com poucas distrações;
  • com boa sinalização;
  • limpo.

Monitore a entrada de mercadoria no estoque

Um bom controle de entrada de produtos é o que resultará em um mapeamento perfeito do estoque da sua empresa. Assegure que todas as mercadorias sejam vistoriadas por meio do código de barras antes de entrarem no estoque, mantendo uma atualização correta no sistema.

Destaque os produtos de alto giro

Para facilitar o seu processo é interessante que os produtos mais vendidos sejam colocados em locais mais acessíveis e com grande visibilidade, como, por exemplo, as entradas e saídas do estoque.

Aposte em tecnologia

Ferramentas tecnológicas sempre foram importantes no desenvolvimento logístico. Com softwares de controle, por exemplo, o gestor consegue monitorar toda entrada e saída de produtos, bem como localizar com maior facilidade as mercadorias no estoque.

Além de diminuir o número de falha humana, a automatização possibilita que a empresa evite gastos com retrabalhos ou desperdícios.

Supervisione a operação constantemente

Não é porque uma operação está, aparentemente, funcionando como o esperado que o monitoramento contínuo não deva acontecer.

Para garantir bons resultados no picking, o gestor precisa supervisionar  todas as etapas, verificando possíveis gargalos ou mesmo analisando possibilidades de maior aperfeiçoamento.

 

Quais as vantagens da implementação do picking?

Quando você tem um nivelamento na qualidade de todas as etapas logísticas, consegue extrair altos números positivos para a empresa. Uma atividade organizada reflete em benefícios em diferentes esferas, por exemplo:

  • otimização da rotina de trabalho dos funcionários;
  • maior credibilidade da empresa no mercado;
  • melhora na experiência do cliente.

A verdade é que não adianta oferecer bons produtos se a empresa se mostra deficiente na entrega de produtos. Para o consumidor, receber a mercadoria dentro do prazo é tão ou mais importante quanto ao preço do produto em si. Por isso, implemente o picking na sua empresa ou conte sempre com parceiras que trabalham dentro dessa estratégia de otimização.

Organização do estoque logístico

Basicamente, a organização do estoque logístico significa garantir o bom fluxo dos itens necessários para o funcionamento do seu negócio, seja de matéria-prima, produtos não finalizados ou mercadorias finais.

Quando uma empresa consegue ser bem-sucedida nessa etapa ela garante disposição total dos produtos, melhora a performance das equipes e aumenta seus lucros ao final de cada ciclo.

Quer organizar o seu estoque logístico e otimizar a sua operação? Então continue lendo e conheça algumas dicas de como obter bons resultados nesse processo. Boa leitura!

 

Crie um bom planejamento para o estoque logístico

Sem um bom planejamento dificilmente uma estratégia empresarial tem sucesso, com a organização do estoque logístico não é diferente.

Com uma preparação prévia a empresa se torna capaz, por exemplo, de identificar e separar corretamente os três tipos de estoque: matéria-prima, produtos não acabados e produtos acabados.

Ao se planejar, o gestor não só garante o armazenamento correto de cada mercadoria como também diminui as chances de desperdícios, avarias, escassez, obsoletismo, entre outros. Mas, para isso, é preciso entender em detalhes cada tipo de estoque.

Matéria-prima

No estoque de matéria-prima se encontram os itens utilizados para a produção das mercadorias da sua empresa. Geralmente, demanda mais cuidado e precisa ser em locais especiais.

Produtos Não Acabados

Aqui, são armazenados produtos ainda não finalizados, ou seja, que não são matérias-primas, mas ainda não estão prontos para serem comercializados como itens finais. O estoque costuma ser menor, mas a preocupação com os locais de armazenagem continua alta.

Produtos Acabados

Como o nome pressupõe, trata-se dos itens finalizados e prontos para serem negociados para os clientes. Esse estoque costuma ser o de maior quantidade, a fim de evitar rupturas nas vendas, por isso demanda um espaço maior para armazenagem.

Uma ótima dica aqui é organizar os produtos em alturas acessíveis e sempre próximos das áreas de embalagem e distribuição, otimizando o fluxo logístico.

 

Invista na integração de setores

Uma atitude comum de muitos gestores é limitar a questão do estoque aos setores de armazenamento, recebimento e distribuição. Isso é um grande erro e foge totalmente do conceito de aperfeiçoamento produtivo. Organizar o estoque logístico demanda conhecimentos e práticas que envolvem diferentes setores do negócio.

Existem áreas da empresa que são impactadas diretamente com o giro do estoque. Se a armazenagem dos produtos está com problemas, esses setores com certeza sofrerão impactos negativos.

O departamento comercial, o de produção e o financeiro, por exemplo, são três áreas que têm interesses direto no giro do estoque, com cada uma buscando melhorias em algum ponto.

Para evitar que haja prejuízo para algum setor, é interessante que a empresa trabalhe com a integração de áreas. As equipes dos diferentes departamentos devem ter acesso simultâneo aos dados do estoque, evitando conflitos nas decisões.

Assim, garante-se que os três tipos de estoque logístico se mantenham devidamente abastecidos e organizados, prontos para atender as necessidades de todos os setores.

 

 

Adote a tecnologia para controlar o seu estoque

Um planejamento sólido é a base para o desenvolvimento de um bom trabalho. Porém, é fato que manter um controle rigoroso do estoque não é uma tarefa simples. Se a sua empresa contar com um fluxo grande de produtos, o cenário é ainda mais complicado.

Para tornar a situação favorável, é importante adotar ferramentas tecnológicas que facilitem o trabalho e otimizem os resultados na organização de estoque.

Hoje é possível encontrar softwares de gestão que abranjam o gerenciamento de diferentes áreas. Com esse tipo de tecnologia é possível, por exemplo:

  • compartilhar informações, melhorando a integração de setores;
  • controlar os números de entrada e saída de produtos;
  • acompanhar relatórios com dados do estoque.

Tenha uma equipe bem treinada

Independentemente de ótimas ferramentas e estratégias diferenciadas, os bons resultados só acontecerão se a empresa contar com uma equipe bem treinada e preparada para atender as demandas – a organização do estoque logístico não pode ser feita por apenas uma pessoa.

O gestor precisa garantir que as equipes de trabalho estejam atualizadas com o uso das ferramentas tecnológicas e com o conhecimento sobre o fluxo logístico da empresa.

Além disso, deve-se entender o nível de satisfação e engajamento dos colaboradores com os objetivos da empresa. Afinal, nenhum trabalho de qualidade pode ser desenvolvido com funcionários desmotivados.

 

Conte com bons parceiros

Como explicado, a organização e o controle do estoque logístico não é algo que pode ser feito individualmente. Além da participação de diferentes setores, a empresa precisa contar com a colaboração de bons parceiros.

Fornecedores e transportadoras são peças-chave na manutenção do seu estoque. Sem eles, você não consegue, por exemplo:

  • entregar produtos para o cliente final;
  • manter o estoque atualizado;
  • receber a matéria-prima.

O grande segredo aqui é manter uma verdadeira relação de parceria. A ideia de que essas empresas são descartáveis não deve existir. Você deve se certificar sobre o bom histórico das marcas no mercado e trabalhar para que os bons resultados aconteçam para todos.

A empresa que aprimora a organização do seu estoque logístico evita ser pega de surpresa e consegue manter ótimos números em relação ao trabalho desenvolvido. Afinal, é essencial permanecer sempre um passo a frente das necessidades do seu cliente e do mercado. Então, analise as dicas apresentadas e sempre conte com os parceiros certos na sua jornada.

Logística Lean: entenda e conheça as principais vantagens

Aplicada pela primeira vez na década de 70, pela montadora Toyota, a logística Lean é uma estratégia que visa à redução de custos e otimização de processos com base em planejamentos mais diretos.

O fato é que a logística sempre foi um setor custoso para as empresas. Desenvolver e aplicar conceitos que melhorassem o fluxo produtivo e controlassem os gastos financeiros sempre foi o objetivo de muitos gestores e proprietários ao longo da história. A metodologia Lean é uma das respostas para essa busca.

Para entender melhor, continue lendo e confira o nosso guia sobre a logística Lean: conceito, pilares, vantagens e formas de implementação. Boa leitura!

 

O que é a Logística Lean?

Lean pode ser traduzida como magra ou enxuta, e essa tradução é uma ótima maneira para entendermos realmente o que é a logística Lean. A metodologia busca a redução de custos de uma empresa com a eliminação de atividades que não agregam valor real para o negócio, enxugando de fato os processos.

Ou seja, a estratégia funciona a partir de estudos para a identificação de processos ineficientes, que apenas oneram a rotina de trabalho e o caixa financeiro da empresa. Essa análise é aplicada em diferentes etapas da cadeia logística, entre elas:

  • armazenamento;
  • distribuição;
  • transporte;
  • produção.

Em suma: a Logística Lean objetiva operações estáveis e que sigam o mais próximo possível do ritmo de demanda ideal. Com isso, não é necessário produzir, comprar, armazenar ou transportar nada além do necessário, resultando na redução de custos e dinamização das entregas.

 

Quais os pilares da logística Lean?

Para trazer à tona o cenário proposto, de forma organizada e eficiente, a logística Lean se concentra em 3 pilares principais. São eles:

  1. Otimização de processos.
  2. Estoque reduzido.
  3. Sincronização.

1. Otimização de processos

Para praticar uma logística mais enxuta é necessário que tanto os processos internos quanto os externos sejam aprimorados. Esse trabalho requer uma análise detalhada a fim de encontrar gargalos e dificuldades em pontos específicos.

Assim, a empresa consegue eliminar atividades que sejam desnecessárias e maximizar aquelas que trazem real valor, considerando sempre a realidade do negócio.

2. Estoque reduzido

O estoque é um investimento da empresa em produtos e mercadorias. Se ele está parado, significa baixo giro no capital financeiro. Além disso, ao manter um estoque alto, corre-se o risco de prejuízos com itens obsoletos e seguidas avarias.

A otimização de processos deve alcançar o gerenciamento de estoque, permitindo que se trabalhe com quantidades suficientes para atender os clientes sem correr riscos inerentes a um ambiente abarrotado. O resultado é aumento de eficiência e controle de custos.

3. Sincronização

Os dois pilares anteriores são desenvolvidos com maior facilidade e qualidade quando a empresa aplica simultaneidade nos processos. Ou seja, assegura que departamentos, equipes e marcas parceiras (fornecedores e transportadoras) trabalhem em sintonia.

Para isso, é necessário uma integração na Supply Chain (cadeia de suprimentos), com compartilhamento de informações e canais de comunicação eficientes.

 

Como implementar a logística Lean na sua empresa?

Para que a estrutura apresentada no tópico anterior funcione, é importantes seguir alguns passos e realizar mudanças pontuais na empresa. Saiba mais.

Trabalhe a cultura organizacional

A logística Lean é uma estratégia que mexe com toda estrutura da empresa. E mudar alguns conceitos e práticas não é uma tarefa simples.

Por isso, um passo essencial dentro da implementação da metodologia é trabalhar a cultura organizacional. Todos os colaboradores devem ser impactados de vez com a nova filosofia, se envolvendo cada vez mais com o novo projeto.

A mudança cultural também é importante para que os novos profissionais já iniciem a caminhada na empresa dentro da estratégia Lean.

Conte com as parceiras certas

O comprometimento de fornecedores e transportadoras também é algo primordial para a construção de um novo cenário. Afinal, sem a participação deles é quase impossível trabalhar com uma logística enxuta.

Como a empresa trabalhará com níveis mínimos no estoque, a fim de diminuir desperdícios e avarias, será necessário contar com fornecedores capacitados na reposição das mercadorias.

Da mesma forma as transportadoras, que devem trabalhar no mesmo sistema para garantir a coleta e a entrega de produtos dentro dos prazos acordados.

Utilize o método Kanban

O Kanban é um método que ajuda na otimização produtiva de uma maneira simples e inteligente. A prática é conhecida como sistema de gestão visual e também foi utilizada pela montadora Toyota na implantação da logística Lean.

Como é baseado em referências visuais, no método Kanban são criadas mensagens em cartões ou mesmo ferramentas eletrônicas descrevendo as tarefas que precisam ser feitas.

Assim, todas as equipes se mantêm atentas sobre os processos a serem realizados e aqueles que já foram finalizados, garantindo máxima eficiência e sem a utilização de recursos além do necessário.

 

Quais os benefícios da estratégia?

Ao implementar corretamente a logística Lean na rotina de trabalho, a sua empresa aumenta as chances de extrair ótimos benefícios, tais como:

Aumento da produtividade

Com processos sincronizados, equipes internas e empresas parceiras trabalhando em sintonia, o ganho produtivo é algo natural. Na logística Lean, todos entendem e conseguem executar com maestria suas funções.

Otimização no controle de estoque

Como vimos, o controle de estoque é um dos pilares da metodologia Lean. Ao ser bem-sucedida na implementação da estratégia, a sua empresa garante estoque no tamanho certo, atendendo as demandas dos clientes e evitando gastos desnecessários.

Redução de custos

Logicamente, se você elimina ou diminui bastante a taxa de desperdícios, produtos obsoletos e de tarefas irrelevantes, o caixa financeiro se torna mais saudável, e o seu negócio mais propício ao aumento de lucros em médio prazo.

Enfim, a logística lean pode trazer diversos benefícios para a empresa. Não só em termos financeiros, mas também em credibilidade, pois passará a atender com mais qualidade e agilidade os clientes. Todavia, para que ela possa realmente ser desenvolvida, é preciso o envolvimento de todos os colaboradores da empresa, bem como das marcas parceiras.

5 dicas de segurança logística para a sua empresa

Trabalhar em planejamentos e alternativas para reforçar a segurança logística é essencial para qualquer empresa. Afinal, acidentes de trabalhos nunca são fatores positivos – e podem até mesmo causar a paralisação das atividades.

O gestor precisa identificar os diferentes riscos do fluxo logístico e desenvolver formas de eliminá-los ou, pelo menos, amenizar as consequências. Quanto mais seguro o ambiente, melhor a produtividade dos colaboradores.

Para ajudar você nessa empreitada, preparamos este artigo com 5 ótimas dicas de como reforçar a segurança logística na empresa. Continue com a gente e boa leitura!

1. Estabeleça protocolos de segurança logística

O primeiro passo para aumentar a segurança logística é criar protocolos padrões para todos os envolvidos na área, incluindo funcionários, fornecedores, empresas terceirizadas, entre outros. Com procedimentos pré-definidos, diminuem consideravelmente as chances de acidentes e outras adversidades.

Devem existir protocolos direcionados para vários setores, como recebimento, armazenamento, distribuição etc. Por exemplo: os veículos que chegam à empresa devem andar no limite de 20 km/h, só encostarem à prancha para descarregar quando solicitados e os baús precisam estar sempre lacrados.

Ao criar procedimentos rigorosos, a sua empresa não só aumenta a segurança do local como também educa funcionários e parceiros, que passam a ver as medidas protetivas como ações naturais do dia a dia.

Para otimizar os resultados, mantenha os protocolos sempre visíveis em locais estratégicos, por exemplo:

  • portão de entrada;
  • área de cargas;
  • refeitórios.

2. Reforce a importância do uso dos EPIs

O uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é uma obrigatoriedade legal. Toda empresa deve fornecer e orientar os seus funcionários a utilizá-los, do contrário, corre-se o risco de severas punições. Entre os principais EPIs do setor logístico, estão:

  • botas com biqueira de aço;
  • protetores auriculares;
  • capacetes;
  • óculos;
  • luvas.

Porém, é fundamental que o trabalho de conscientização vá além das questões legais. Uma organização que se preocupa com seus profissionais e deseja garantir máxima segurança logística precisa reforçar a mensagem sobre a importância dos EPIs. A obrigatoriedade do uso deve ser algo inegociável.

Lembra-se dos protocolos de segurança? A mensagem também precisa fazer parte dos procedimentos. Afinal, é comum alguns funcionários reclamarem do incômodo de alguns equipamentos. Um trabalho ostensivo é uma ótima estratégia para reverter esse tipo de visão.

Não obstante, vale a pena realizar investimentos em palestras com especialistas da área de segurança do trabalho a fim de explicar os riscos da não utilização dos EPIs.

3. Adquira equipamentos de fornecedores confiáveis

Os equipamentos utilizados na logística da sua empresa também podem ser um risco para a segurança dos colaboradores. Toda instituição deve se certificar sobre a procedência e a qualidade das ferramentas adquiridas.

Por mais que os protocolos de segurança sejam seguidos, um equipamento de má qualidade ou sem o certificado do Inmetro pode ser o fator inicial de um grande incidente. Para evitar algo negativo, é necessário analisar o histórico dos fornecedores dos equipamentos, tanto em questão da durabilidade e qualidade quanto de segurança das peças.

Além da procedência do maquinário, o gestor precisar ficar atento à questão da manutenção. Na indústria, há três tipos principais de manutenção:

  • preventiva;
  • corretiva;
  • preditiva.

Empilhadeiras, paleteiras e os próprios veículos necessitam de manutenções constantes. O ideal é considerar as instruções do fabricante para definir qual tipo de intervenção é a mais recomendada para cada equipamento.

4. Priorize rotas mais seguras para os veículos

O planejamento de segurança logística deve incluir também os processos externos, como, por exemplo, as rotas de viagens dos veículos. Um trabalho analítico, com um estudo sobre as vias mais perigosas, é essencial para a segurança da mercadoria e dos motoristas.

O Brasil atualmente é um dos países líderes em roubo de cargas. Os números crescem a cada ano e, infelizmente, não há uma perspectiva de grande melhora em curto período. Com esse cenário posto, as empresas precisam tomar suas próprias providências.

Além das questões de segurança pública, a má condição das estradas é outro fator de preocupação para os gestores. Apesar de o modal rodoviário ser o principal do país, a malha viária nacional ainda é bastante precária.

As duas situações são de macroambientes e não dependem do trabalho das empresas para serem revertidas. Por isso, é importante investir em tecnologias e estudos analíticos para escolher as melhores rotas e acompanhar os veículos durante todo o trajeto.

5. Conte com parceiras que trabalham com ótimos padrões de segurança

Não adianta investir em equipamentos de qualidade ou criar bons planejamentos para a sua organização se as empresas parceiras não seguirem padrões de segurança parecidos. Afinal, uma simples manobra equivocada de um caminhão terceirizado pode causar um grande estrago dentro do seu armazém ou galpão.

Na hora de fechar parcerias, analise sempre o custo-benefício. Pesquise sobre a experiência e certificações da empresa no quesito segurança do trabalho.

Enfim, medidas de segurança logística são sempre importantes para qualquer empresa. Por mais que algumas ações sejam fatores obrigatórios, é essencial que a própria instituição desenvolva seus planejamentos logísticos e crie medidas para reforçar a segurança geral, como adquirir equipamentos e tecnologias inteligentes e contar com a participação de empresas de alto padrão.

Dicas para evitar atrasos na entrega de mercadorias

É indiscutível o fato de que uma entrega de mercadorias com alta qualidade faz toda diferença para a imagem e sucesso de uma empresa. Afinal, hoje, muitos clientes já prezam mais pela experiência como um todo do que pelo preço de produtos ou serviços.

Por isso, evitar atrasos é essencial. Apresentar consistência nas operações é um passo chave para que o empreendimento alcance um patamar de destaque. A boa notícia é que há caminhos práticos para isso.

Se você está buscando formas de melhorar a sua entrega de mercadorias, continue com a gente e confira ótimas dicas de como ser bem-sucedido sem precisar onerar os cofres da sua empresa. Boa leitura!

Crie um bom planejamento logístico

O princípio lógico conhecido como Navalha de Occam aponta que, muitas vezes, as soluções para problemas complexos estão nas medidas mais simples. Em outras palavras, fazer o básico pode ser a resposta para reverter uma adversidade.

Na logística, o “básico” é a criação de um planejamento coeso que cubra todas as necessidades da sua empresa. Para otimizar uma operação, é preciso um plano que considere todos os detalhes e processos, desde fatores internos até os fatores externos.

Assim, a empresa passa a trabalhar com procedimentos homogêneos e ainda consegue realizar investimentos pontuais em tecnologias, infraestrutura e terceirização. O resultado, entre outras coisas, é a redução de falhas e a eliminação de contratempos que poderiam causar atrasos na entrega de mercadorias.

Como a logística é um setor que depende da força coletiva, o seu planejamento precisa contemplar outras atividades que influenciam diretamente nas entregas, por exemplo:

  • sistema de inventários;
  • gestão de estoques;
  • plano de rotas.

Otimize processos internos

Com um bom planejamento para guiar as ações das equipes, o próximo passo é otimizar os processos internos da empresa. É nessa etapa que você deve analisar minuciosamente as atividades dos grupos a fim de identificar gargalos e contratempos.

O caminho mais indicado para isso é o mapeamento de processos, permitindo que você monitore todas as áreas de maneira correta e sempre de forma organizada. Com as informações em mãos, o passo seguinte é criar estratégias com o intuito de reverter ou eliminar os riscos.

Cada empresa apresenta suas próprias dificuldades, porém, no geral, existem pontos que são comuns quando se trata de controle interno, entre eles:

  • atraso na emissão de documentos;
  • falta de comunicação;
  • processos obsoletos.

Analise os riscos do segmento

Criar um setor para análise de riscos também é muito importante, pois ajuda o seu negócio a não ser pego de surpresa. Com um bom planejamento é possível aperfeiçoar operações e processos internos, mas nem sempre a empresa se prepara corretamente para situações macroambientes.

Já com esse tipo de análise você consegue reestruturar a sua cadeia logística em nível de excelência. Claro, é impossível impedir que os imprevistos venham à tona, mas com um trabalho de inteligência a empresa se torna capaz de reverter a situação rapidamente e minimizar os prejuízos.

Uma ótima dica é criar um controle de qualidade, direcionando ferramentas e recursos para identificar riscos e dificuldades de cada etapa e criando planos extras para cada situação. Se tratando de entrega de mercadorias, esse preparo é fundamental.

Aperfeiçoe o processo de distribuição

Muitas vezes, a qualidade da entrega de mercadorias é comprometida porque a equipe de distribuição não consegue executar corretamente suas funções. Na prática, a distribuição já começa assim que o produto chega ao armazém e se inicia a separação.

Se há um espaço de tempo muito grande entre a chegada da carga e o início do processo de triagem,  a entrega para o cliente tende a sofrer.

O controle de qualidade, citado no tópico anterior, pode ser implementado para alinhar e nivelar as atividades. Você deve garantir que tanto a separação quanto o armazenamento em estoque (caso necessário) sejam realizados no menor tempo e custos possíveis.

Claro, o transporte também faz toda diferença na eficiência da distribuição. Mas isso pode ser resolvido com a contratação de um parceiro logístico com alto conhecimento. Entenda mais no próximo tópico.

Conte com transportadoras diferenciadas para a entrega de mercadorias

Ao longo do texto comentamos sobre a importância de identificar gargalos da sua operação a fim de evitar os atrasos na entrega de mercadorias. Acontece que, muitas vezes, a empresa segue um ótimo padrão nos seus processos internos, mas demonstra pouca expertise nas ações de transporte.

Uma alternativa inteligente e prática para resolver esse imbróglio é contar com transportadoras que tenham know-how no assunto e apresentam resultados consistentes no mercado.

Quando se trata de entrega de mercadorias, não vale a pena arriscar. Se o seu grupo de análise identificou baixa eficiência justamente na gestão de frotas e transporte, o melhor caminho é contar com a participação de parceiros especializados. Afinal, nenhum cliente se manterá fiel a uma marca que não cumpre com os seus prazos.

Para não errar na escolha, priorize empresas que apresentam um bom histórico de serviços, ofereçam equipamentos modernos e uma estrutura capaz de suprir todas as suas necessidades. Não coloque o preço como o fator essencial, analise sempre pela perspectiva de custo-benefício.

Trabalhe com prazos realistas

Por mais que você desenvolva um ótimo planejamento e a transportadora parceira conte com conteúdos diferenciados, a verdade é que o serviço de entrega de mercadorias está sempre sujeito a situações macroambientes.

Fatores climáticos, geográficos e sociais, são questões que podem influenciar diretamente à eficiência da entrega. Por isso, um bom gestor ou empreendedor jamais faz promessas. A melhor opção é sempre trabalhar com prazos realistas e que considerem imprevistos.

Assumir compromissos de forma aleatória é entrar em uma zona de risco desnecessariamente. Acima de tudo, a sua empresa deve trabalhar com profissionalismo, evitando que a negligência faça parte dos planos.

Portanto, reavalie os prazos. Converse e estude com a sua transportadora sobre as dificuldades de cada situação e disponibilize para o usuário informações e dados que estejam dentro da sua realidade.

Atender às necessidades dos clientes é sempre importante para empresas que desejam se destacar e expandir seus negócios. Mas, para isso, é necessário cometer o mínimo de erros e se manter a frente de imprevistos e dificuldades. Como explicado, a participação de uma transportadora experiente faz toda diferença para garantir uma entrega de mercadorias eficiente e que atenda as expectativas do seu cliente.

Quer contar com a parceria de uma transportadora com alto conhecimento de mercado? Então entre em contato agora mesmo.

5 Ferramentas logísticas para ajudar a otimizar processos

O gerenciamento logístico deve ser feito de maneira cuidadosa e inteligente, a fim de garantir o máximo desempenho das equipes ao menor custo financeiro. Hoje, a grande vantagem é que as empresas podem contar com várias ferramentas logísticas para alcançar esse resultado.

Ao implementar soluções tecnológicas, o gestor não apenas facilita o trabalho dos colaboradores como também diminui as chances de erros contínuos. Em longo prazo, esse cenário impacta nos custos e na qualidade dos serviços da empresa.

Continue com a gente e conheça em detalhes algumas ótimas ferramentas logísticas que podem transformar a rotina do seu negócio. Boa leitura!

1. WMS

WMS é a sigla para Warehouse Management System (Sistema de Administração de Armazém, em português). Como o nome pressupõe, trata-se de um software que otimiza as atividades internas de um armazém. O WMS funciona com base em um banco de dados, alimentado pela própria empresa.

Na prática, a ferramenta utiliza as informações adicionadas a seu registro para manter a organização dos processos, garantindo que todas as movimentações do galpão aconteçam conforme o planejamento.

No entanto, o software apresenta melhores resultados quando aliado a outras ferramentas, como aparelhos com sensores, código de barras, entre outros. Entre as suas principais funções, estão:

  • análise sobre as necessidades do armazém;
  • controle de pedidos recebidos;
  • gestão de inventário.

Por sua vez, a empresa obtém inúmeras vantagens com a implementação, por exemplo:

  • redução do tempo na realização dos processos;
  • maior organização do armazém;
  • menor desperdício de recursos.

2. TMS

O Transportation Management System (Sistema de Administração de Transporte) é uma tecnologia inteligente voltada para o gerenciamento e controle de transporte de uma empresa.

Entre as ferramentas logísticas, o TMS é uma das mais eficazes para o agendamento e rastreamento de entregas. O software consegue, por exemplo, compartilhar informações sobre a distribuição do produto com fornecedores e clientes, melhorando a integração entre as partes envolvidas na operação.

Além disso, o TMS é capaz de:

  • emitir eletronicamente relatórios de controle (romaneio);
  • criar simulação de fretes e rotas ideais;
  • agendar entregas;

Em longo prazo, as vantagens da ferramenta são:

  • melhor controle nas informações de manutenção de frota;
  • diminuição de custos nos processos de transporte;
  • agilidade na distribuição de cargas.

3. ERP

Diferentemente das outras duas ferramentas logísticas citadas, o Enterprise Resource Planning (Planejamento de Recursos Empresariais) é um software muito mais abrangente. O ERP é uma tecnologia capaz de gerenciar e controlar todos os recursos de uma organização.

Basicamente, trata-se de uma ferramenta de otimização geral, com capacidade de acompanhamento das atividades de diferentes setores, desde a parte administrativa até as operações logísticas – resultando em processos muito mais homogêneos. Entre as várias funcionalidades, ele apresenta:

  • controle de produção de fluxo de caixa;
  • identificação de gargalos nos processos;
  • emissão de notas fiscais eletrônicas;
  • acompanhamento de estoque;
  • controle de custos.

Outra grande vantagem do ERP é a facilidade de integração que a solução permite com outras ferramentas logísticas, por exemplo, os módulos de WMS e TMS.

4. SRM

O Supplier Relationship Management (Gestão de Relacionamento com Fornecedores) é uma ferramenta semelhante ao CRM. Porém, enquanto a segunda trabalha para melhorar o relacionamento direto com o cliente, o SRM tem o objetivo de facilitar a relação entre empresa e fornecedores.

Entre as ferramentas logísticas, ela é uma ótima opção para uma estratégia de otimização do controle de estoque e fornecimento de suprimentos da organização.

Na prática, o software funciona como um apoio na integração de informações sobre a cadeia de suprimentos. Ou seja, um canal de armazenamento de dados que se torna um ponto em comum na comunicação entre fornecedores e a gestão administrativa.

Com isso, a empresa consegue aperfeiçoar os processos de fornecimento e aquisição de bens, resultando na melhoria de outras atividades, tais como:

  • armazenamento de mercadorias;
  • realização de inventários;
  • compras.

Mas como dito inicialmente, o SRM é uma das ferramentas logísticas com o intuito de facilitar o relacionamento entre empresa e fornecedores. E isso pode ser feito de diferentes maneiras, continue lendo e entenda.

Categorização das áreas de compras

Com o SRM, o gestor consegue dividir os fornecedores de acordo com a área dos produtos. Ou seja, exercendo o controle de maneira categorizada.

Essa estratégia permite um trabalho mais próximo junto aos fornecedores, além de oferecer uma maior facilidade na obtenção de dados, por exemplo:

  • custos mensais e anuais;
  • eficiência nas operações;
  • qualidade dos materiais.

Definição de critérios para escolha de fornecedores

Um relacionamento tende a dar certo quando se inicia de maneira correta. Para isso, é importante definir bons critérios na escolha dos fornecedores.

O software pode ajudar como um comparativo de informações. Ao utilizar dados dos históricos, o gestor consegue descobrir pontos úteis para a relação com seus fornecedores, tais como:

  • qualidade das mercadorias;
  • cumprimento de contrato;
  • tipo de atendimento.

Gestão da performance dos fornecedores

Assim como é possível definir critérios, o software é uma ótima ferramenta para avaliação desses pontos. Com a função de gerenciar as atividades dos fornecedores, o SRM permite que o gestor acompanhe de maneira próxima a performance dos parceiros.

Isso é interessante, pois facilita a identificação das fraquezas e virtudes de cada fornecedor, aumentando as chances de sucessos dentro de cada planejamento.

5. Software de gestão de estoque

O controle de estoque é, sem dúvida, uma das principais atividades do setor logístico. O sucesso desse trabalho impacta diretamente outros departamentos, como compras, vendas, distribuição etc.

É visando o aperfeiçoamento da atividade que os software de gestão de estoque estão entre as ferramentas logísticas mais requisitadas no mercado atual. E isso não é à toa, as soluções realizam um gerenciamento a partir da integração de informações, impulsionando o trabalho das equipes. Entre os principais benefícios do software, estão:

  • facilidade no rastreamento de produtos ativos no estoque;
  • diminuição da taxa de mercadorias obsoletas;
  • mais eficiência nas operações de estoque;
  • maior produtividade da área de vendas;
  • armazenamento centralizado.

Independentemente das ferramentas logísticas implementadas, o fato é que, hoje, para que a sua empresa se mantenha forte e competitiva no mercado, é necessário o suporte tecnológico em diferentes atividades. Mas não só isso, é importante também contar com parceiras que ofereçam serviços diferenciados e abracem a inovação em suas rotinas. Então, analise as informações apresentadas e garanta sempre a excelência para os seus funcionários e clientes.