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Soluções Logísticas em tempos de Covid-19

O Coronavírus afetou o mundo como nunca antes na história, e a maior parte dos setores viu o seu volume de operações diminuir consideravelmente em um tempo muito curto. Para evitar ainda mais prejuízos, as empresas tiveram que se adaptar e desenvolver soluções logísticas que superassem as barreiras impostas pelo Covid-19.

Em razão de a pandemia ter começado na China, um dos maiores parceiros internacionais de muitos países, a logística mundial foi uma das primeiras a sofrer com entraves e suspensão de serviços.

As empresas que entenderam a gravidade da situação previamente e/ou já trabalhavam dentro um sistema de inovação normalmente, saíram na frente e começaram a se adaptar para a nova realidade com mais facilidade.

Mas, quais foram as soluções logísticas tomadas pelas empresas? Como elas estão se adaptando em tempos de Covid-19? Quer entender melhor? Continue lendo e saiba tudo nesta postagem.

Boa leitura!

Alta demanda do e-commerce e as medidas de adaptação logística

Diferente de outros problemas macroambientes relacionados à saúde que surgiram no mundo nos últimos tempos, o Coronavírus não se limitou a uma região ou continente. O novo vírus se tornou uma pandemia e impactou, em proporções diferentes, todas as nações do globo. O Covid-19 se mostrou tão potente que foi capaz de paralisar eventos e operações:

  • Jogos olímpicos;
  • transportes;
  • serviços.

Além disso, em razão do distanciamento social determinado pelos órgãos de saúde, a maior parte dos estabelecimentos tiveram que fechar e a pessoas precisaram iniciar uma quarentena em seus domicílios.

Foi neste cenário, com as lojas físicas fechadas e a recomendação de distanciamento vigorando na maior parte do mundo, que as vendas online dispararam de maneira excepcional. Aqui no Brasil, por exemplo, as vendas remotas crescerem mais de 40% entre os meses de março e abril – segundo a Revista Exame.

O crescimento do e-commerce, automaticamente, impulsionou os serviços logísticos dentro do país. Mas, para atender a alta demanda e ainda respeitar as recomendações sanitárias, as empresas tiveram que se adaptar. Confira alguns exemplos de medidas para essa adaptação.

Embalagens para maior proteção

Como o Coronavírus age em qualquer superfície, a preocupação com a contaminação por meio de objetos aumentou bastante. Para evitar a propagação durante a execução dos serviços, as empresas passaram a investir mais nas embalagens de proteção.

Ao invés da embalagem simples ou convencional, os itens começaram a receber outras camadas a fim de evitar que os colaboradores ou outras pessoas tenham contato direto com a mercadoria até que ela chegue ao cliente.

EPI’s para os motoristas e funcionários

A segurança dos profissionais dentro e fora das empresas também precisou ser reforçada no período de pandemia. Como ainda não há uma vacina contra o vírus, a melhor ação continua sendo evitar a interação social e o contato direto com superfícies.

Por isso, EPIs como máscaras, luvas e até roupas de proteção foram inclusas à cartilha dos motoristas e de outros funcionários. Sem falar no álcool em gel para higienizar as mãos, bem como, as cabines dos veículos.

Quais são as soluções logísticas utilizadas durante a pandemia?

Além das medidas de adaptação para manter os serviços durante a pandemia, várias empresas ao redor do mundo tiveram que criar soluções logísticas para realizar entregas pontuais.

Como em alguns lugares as empresas só poderiam funcionar após rigorosas inspeções e em outros até mesmo o trânsito de veículos ficara proibido, foi preciso inteligência, investimento e criatividade em novas soluções logísticas. Entenda mais.

Dupla checagem higiênica nos produtos e veículos

Uma das soluções logísticas implementadas nesse novo cenário diz respeito à qualidade do serviço, com a dupla checagem higiênica nos itens e nos veículos. Como o risco de contágio é real, as empresas precisaram mostrar que estão fazendo a sua parte.

Dessa forma, antes de saírem para suas viagens, os veículos são vistoriados mais de uma vez, garantindo que todos estão seguindo à risca os protocolos de vigilância sanitária.

Robôs e drones fazendo delivery

Logicamente, a tecnologia também foi utilizada para a criação de soluções logísticas durante o período de pandemia. Nos Estados Unidos, por exemplo, empresas do setor logístico estão utilizando drones para entregar remédios na casa de clientes idosos – que se enquadram nos grupos de risco.

Também há empresas utilizando robôs móveis para realizar delivery de fast food, garantindo a entrega até mesmo em locais com o chamado lockdown – proibição total da circulação de pessoas.

Importância da escolha da transportadora certa

É claro que ninguém estava devidamente preparado para essa pandemia, porém, como dito, as empresas que começaram a agir previamente conseguiram se adaptar rapidamente. Não só isso, as marcas que já trabalhavam com uma gestão inovadora com certeza tiveram menos dificuldades em manter os serviços em alta qualidade nessa nova realidade.

Por isso, mais do que nunca, a escolha pela transportadora certa passou a fazer toda a diferença para o seu negócio. Como apresentado na postagem, várias soluções logísticas precisaram e precisarão ser tomadas para garantir a segurança de funcionários, clientes e produtos. Ao contar com um parceiro que não trabalhe dentro desse padrão, você só está aumentando os riscos para o seu negócio.

Repense a sua cadeia logística e não tenha prejuízo com a escolha de transportadora errada. Planeje em longo prazo: ter que economizar não é justificativa para abdicar da qualidade.

Neste momento tão complexo, a RDR agradece aos seus clientes, embarcadores e parceiros que continuaram acreditando no trabalho da empresa e se mantiveram lado a lado em uma parceria vitoriosa e que continuará a render bons frutos para todos por muitos anos.

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Amazon no Brasil, qual é o impacto para autônomos e pequenos frotistas

Criada em julho de 1994, pelo americano Jeff Bezos, a Amazon passou de um simples e-commerce de livros e revistas para uma das poucas marcas a ultrapassar 1 trilhão de dólares de valor de mercado.

Agora, como referência mundial do setor logístico, a mega corporação está chegando ao Brasil para investir alto no segmento de entregas. E se tratando da Amazon, com certeza isso trará muitas consequências.

Para entender melhor o que está por vir, a seguir, explicaremos as transformações que a Amazon provocou nos Estados Unidos e como ela pode impactar autônomos e pequenos frotistas aqui no Brasil.

Boa leitura!

O que aconteceu nos EUA com a expansão da Amazon?

Como a maioria das grandes empresas de sucesso, a Amazon começou como uma ideia simples e uma quantidade limitada de pessoas envolvidas — neste caso, apenas duas. Jeff Bezos e a sua esposa Mackenzie iniciaram o projeto da Amazon diretamente da sua garagem na cidade de Seattle, nos Estados Unidos.

Com a ideia inicial de vendas de livros online, o casal viu a sua marca atingir rapidamente os 50 estados americanos — como ainda eram os anos 90, o fato de as compras serem realizadas exclusivamente pelo mundo virtual ajudou a empresa a crescer extraordinariamente.

Com o sucesso avassalador, a Amazon logo passou a investir na venda de outros tipos de produtos até se tornar uma Market Place com itens de “A a Z”.

Focando no customer success, a marca logo se tornou referência no mundo logístico com serviços de entrega que alcançavam e até ultrapassavam as expectativas dos clientes.

É claro que isso trouxe consequências para as outras empresas, que viram a Amazon despontar e praticamente monopolizar as vendas online e os serviços de entrega. Os profissionais autônomos e os pequenos frotistas foram os que mais sofrerem com aquela nova realidade.

Além de não terem grandes capitais de giro, esses empreendedores não se preocupavam muito com questões além do cumprimento básico dos seus serviços. Tinha uma entrega ou coleta, eles iam lá e faziam. Simples assim — há pouco mais de 2 décadas, a preocupação com o sucesso do cliente era mínima. O resultado foi o fechamento ou a venda desses pequenos empreendimentos.

A Amazon, basicamente, revolucionou o setor logístico americano, e todos que não conseguiram se adaptar ao novo cenário se tornaram obsoletos.

Amazon está chegando ao Brasil

Sim, a verdade é que a Amazon já está no Brasil em diversas frentes. Vários produtos da empresa, como o serviço de streaming e o site de vendas, já estão em funcionamento no nosso país.

Porém, mesmo oferecendo o Market Place no Brasil, o diferencial logístico da marca ainda não está a nossa disposição. A maior parte das entregas é de responsabilidade de cada vendedor do site, com a Amazon apenas assumindo um papel de intermediário. Mas isso pode mudar em breve.

Segundo o site Bloomberg, a gigante americana está desenvolvendo um projeto para aplicar todo o seu potencial logístico aqui no Brasil. A ideia é utilizar a startup Cargo X para iniciar os serviços com o máximo de alcance possível.

Ainda segundo a fonte da Bloomberg, no primeiro momento, a Amazon focará no transporte de itens de alto valor, por exemplo, eletrônicos. O plano é utilizar até mesmo caminhões blindados para manter o alto nível de qualidade da empresa.

O que pode acontecer com os pequenos empreendedores?

Ainda que a notícia dada pela Bloomberg não se concretize de imediato, não há dúvidas que o grande potencial logístico do nosso país é um forte chamariz para a Amazon. Ou seja, é questão de tempo até que ela ofereça todo o seu potencial competitivo aos clientes brasileiros.

Diante dessa eminente possibilidade, é possível afirmar que, assim como aconteceu nos Estados Unidos, os profissionais que ainda não estiverem adaptados ao novo cenário logístico mundial correm grande risco de prejuízo em suas atividades.

Como em qualquer outro lugar do mundo, autônomos e pequenos frotistas não contam com um capital de giro para manter seus serviços em caso de forte concorrência.  Sem um preparo prévio ou uma mudança completa na execução dos seus serviços, eles tendem a ser os primeiros a serem “engolidos”.

Como se planejar e prevenir sua operação?

Se você não quer correr maiores riscos em um futuro próximo, o melhor caminho é iniciar um novo planejamento a partir de agora. É necessário executar uma análise para identificar os pontos fracos da sua operação e definir quais as melhores medidas a se tomar em cada situação.

Outra ação importante desse planejamento é entender o comportamento e as expectativas dos clientes em relação a sua empresa. O principal aprendizado que a Amazon trouxe para a logística mundial é que o setor deve se preocupar com a satisfação dos usuários antes de quaisquer outros fatores.

Em outras palavras, para se manter forte diante da alta concorrência, a sua operação deve sempre ser voltada para o sucesso do cliente.

Como aproveitar as oportunidades que surgirão com a implementação da metodologia Amazon na logística brasileira?

Com a Amazon chegando com a sua filosofia consolidada, as grandes transportadoras tendem a se mexer para não ficar para trás. Para você, autônomo ou pequeno frotista, é um bom momento para aproveitar as oportunidades que surgirão com as mudanças no mercado.

A melhor dica, sem dúvida alguma, é considerar as possibilidades de associação que algumas transportadoras brasileiras oferecem para profissionais autônomos. Ao aderir a essas parcerias, você passa a contar com um suporte completo para desenvolver os seus serviços com mais segurança e qualidade. As vantagens são inúmeras:

  • credibilidade da marca de uma grande transportadora;
  • recebimento mais rápido dos serviços realizados;
  • aumento mensal dos rendimentos.

Enfim, o sucesso logístico da Amazon só mostra que a evolução dos serviços oferecidos aos clientes é algo essencial. Se não fosse a empresa americana, outra marca estaria sendo a referência nesse momento. Nesse sentido, é fundamental se manter atualizado com as tendências e necessidades dos clientes, bem como, firmar parcerias com empresas que tornem o seu empreendimento ainda mais forte.

Continue navegando no nosso blog e entenda mais sobre a Lei da Balança.

machine learning na logística

Machine Learning na Logística: Tudo o que você precisa saber

Ainda que pareça algo de outro mundo à primeira vista, a verdade é que a maior parte das pessoas tem contato direto com o conceito prático do machine learning rotineiramente. Afinal, quem não ouve músicas ou assiste filmes por streaming hoje em dia?

Isso mesmo, aquela música ou série indicada nos serviços pagos é uma ação realizada por uma inteligência artificial. Graças à tecnologia do machine learning, o sistema consegue interpretar suas preferências só analisando dados extraídos. É realmente algo revolucionário.

Mas e na logística, esse tipo de tecnologia é capaz de otimizar a rotina de trabalho de uma empresa? Para responder esse questionamento, preparamos este artigo sobre o conceito do machine learning e como a ferramenta pode ser aplicada no setor. Confira!

Boa leitura!

O que é o machine learning?

A tradução do machine learning é o pontapé ideal para entendermos sobre o que se trata essa tecnologia. O “Aprendizagem da máquina” é uma área da ciência da computação focada no aperfeiçoamento dos sistemas, possibilitando que realizem tarefas e tomem decisões baseadas em uma análise de dados.

A ideia principal por trás do projeto é desenvolver programas, computadores e softwares capazes de interpretar e até mesmo pensar como os seres humanos, resultando em uma interação mais homogênea e dentro da nossa realidade.

É por isso que, como dito na introdução, a explicação sobre o machine learning soa meia futurística e até fictícia. No entanto, tudo é real e constantemente utilizado por boa parte da população global.

Mas é importante que não se confunda o machine learning com a inteligência artificial. Para ficar mais claro, basicamente, o primeiro é como se fosse uma das etapas do segundo. O machine learning é a parte que estimula a tomada de decisão do sistema utilizando a coleta de dados.

Por que o machine learning é importante para a sua empresa?

A grande vantagem do “Aprendizagem da máquina” é que se trata de uma tecnologia evolutiva e não algo estático ou fechado. O termo “aprendizagem” não é colocado à toa. Com a capacidade de assimilar respostas e conhecimento a cada nova leitura de dados, a tecnologia pode ajudar uma empresa em diferentes frentes.

Por exemplo, a introdução da ferramenta no setor de Atendimento foi a grande responsável pela criação da Interação inteligente, com clientes tendo suas dúvidas respondidas e recebendo dicas diretamente do sistema das empresas.

Seja no setor logístico, no ramo do varejo ou qualquer outra área, a sua empresa só tem a ganhar com a implementação da tecnologia. Com a repetição de tarefas, a máquina passa a compreender o processo de execução e realiza as mesmas atividades de maneira equivalente.

Como o machine learning pode melhorar a sua rotina logística?

Você já sabe que o machine learning é uma tecnologia real e aplicada em diversos segmentos – inclusive na logística. Mas, quais processos, de fato, a ferramenta é capaz de otimizar em uma empresa do setor? Entenda mais.

Contratação de fornecedores e transportadoras

Com um software que utiliza o machine learning para a sincronização de dados, o sistema da sua empresa começa a traçar o perfil ideal dos fornecedores e transportadoras. Com base nas suas últimas escolhas e um estudo sobre o que é oferecido no mercado, o seu gestor ganha uma base sólida para tomar a escolha certa.

Isso é interessante, pois torna o processo de contratação e fechamento de parceira bem menos desgastante. Além disso, você aumenta as chances de um relacionamento longo e transparente com as outras empresas.

Tomada de decisões em relação à cadeia de suprimentos

Não só o processo de escolha de parceiras é contemplado com o machine learning na logística. Na prática, tudo que envolve a cadeia de suprimentos do seu negócio é elevado a um novo patamar.

Nesse cenário, você evita tomar qualquer direcionamento importante apenas com base em “achismo” ou intuição – desde a compra da matéria-prima até o processo de distribuição de mercadorias.

Um ótimo exemplo de benefício possível é a maior eficiência da sua empresa ante as sazonalidades. Com a tecnologia trabalhando a seu favor, você constrói um planejamento com previsibilidade, evitando os efeitos negativos nos períodos que exigem maior ou menor volume de produtos.

Relacionamento com o cliente

Logicamente, os bons resultados permitidos pela implementação do machine learning refletem diretamente no relacionamento da sua empresa com o cliente.

O primeiro fato diz respeito à previsibilidade mencionada. Com estoques mais seguros, você garante que os clientes sempre tenham à disposição produtos e serviços que mais necessitam, possibilitando uma experiência de compra completa.

Além disso, os algoritmos podem indicar as melhores ações a serem tomadas em termos de atendimento e pós-venda, a fim de manter o cliente sempre próximo e satisfeito com a sua marca.

Enfim, não há dúvidas que o machine learning é uma tecnologia que transforma todos os setores na qual ela é inserida. A experiência dos usuários de streaming, por exemplo, tende a ser sempre melhor por causa da ferramenta. E assim também pode ser com a sua empresa dentro da logística. Por isso, utilize a tecnologia com inteligência e alie-se a parceiras que trabalham com o mesmo conceito de inovação.

Ficou com alguma dúvida sobre o machine learning? Deixe o seu comentário.

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Logística Inbound e Outbound: Entenda esses conceitos

Dominar conceitos e práticas sobre a logística Inbound e Outbound é uma forma inteligente de garantir uma cadeia de suprimentos bem trabalhada e que consegue trazer resultados importantes para a sua empresa.

Afinal, muitos gestores cometem o pecado de trabalhar os processos de maneira única, acreditando que assim terão maiores vantagens. Um ledo engano. Nos dias atuais, o conhecimento detalhado sobre as diferentes atividades dentro da logística é o que torna uma marca forte e competitiva.

Para ajudar você a entender melhor esse assunto, a seguir, apresentaremos as definições da logística Inbound e da logística Outbound, além de outros pontos relevantes sobre o assunto. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

O que é a logística Inbound?

A logística Inbound diz respeito às etapas iniciais da cadeia de suprimentos. Ou seja, tudo aquilo que acontece antes de a matéria-prima ou o produto finalizado chegar até a empresa, bem como, as atividades correlacionadas. Exemplos de processos que trabalham dentro da logística Inbound:

  • avaliação e negociação com fornecedores;
  • pesquisa de preço pelo setor de compras;
  • transporte do fornecedor até o galpão;
  • análise e recebimento de insumos;
  • estocagem de materiais.

Em outras palavras, é um planejamento que se preocupa com a aquisição e a locomoção dos itens até chegarem ao armazém da empresa, seja para fabricação ou distribuição para o cliente final — é algo semelhante a uma logística interna.

Qual a importância e a vantagem da logística Inbound?

Como explicado, a logística Inbound lida diretamente com a aquisição e movimentação de matéria-prima e/ou produtos finalizados.

Por cobrir etapas iniciais da cadeia logística, ela ganha grande destaque no que tange o capital financeiro da empresa. Afinal, é a partir dessas ações que o negócio começará a concretizar os outros processos. Uma escolha errada aqui pode dificultar o andamento de outras atividades.

As vantagens de estudar e entender o funcionamento da logística Inbound giram em torno exatamente da estabilidade do negócio. Ao controlar as informações e processos nessas etapas iniciais, você consegue:

O que é a logística Outbound?

Já a logística Outbound trabalha como uma sequência direta da logística Inbound. Basicamente, é a parte que se preocupa em levar o produto criado ou recebido para o cliente final.

O trabalho é tão intenso quanto na logística Inbound, necessitando de ótimos planejamentos para garantir que a mercadoria chegue dentro do prazo aos centros de distribuição, pontos de apoio e consumidores finais. Entre os processos englobados, estão:

  • negociação de vendas dos produtos para comerciantes e parceiros;
  • contratação de empresas de transporte;
  • movimentação e definição de rotas;
  • embalagem e endereçamento;
  • emissão de notas fiscais;
  • rastreamento de cargas;
  • logística reversa.

Apesar de não ser uma exclusividade, o Outbound é onde a empresa se aproxima muito do cliente final. Por esse motivo, a eficácia no planejamento é de suma importância para garantir uma experiência completa e atender as expectativas do usuário.

Qual a importância dos parceiros na logística Inbound e Outbound?

Tanto na logística Inbound quanto na Outbound a contribuição dos parceiros é algo essencial para o sucesso dos planejamentos de uma empresa. É possível afirmar que, sem eles, muitas etapas nem seriam iniciadas.

Na logística Inbound, a relevância dos parceiros se dá por meio dos fornecedores e transportadores. Embora os fornecedores sejam mais presentes aqui — vendendo matéria-prima e produtos finalizados —, as transportadoras também são necessárias para garantir uma aquisição dentro do prazo.

Já no Outbound, a participação de um parceiro especializado em transporte logístico é primordial. É o trabalho dele que definirá se todos os esforços anteriores valeram a pena ou foram em vão. Não só isso, a experiência do cliente está muito ligada ao trabalho do transportador.

De qualquer forma, independentemente do processo dentro da cadeia logística, o relacionamento com essas empresas deve ser sempre saudável e transparente, garantindo que toda jornada aconteça como esperado.

Enfim, entender a diferença entre a logística Inbound e a logística Outbound é imperativo para que a sua empresa não desperdice esforços e nem investimentos em processos que não trarão real valor para o negócio. Somado a isso, é a partir desse conhecimento avançado que você tomará as melhores decisões em relação à contração de fornecedores e transportadoras para a sua empresa.

Gostou do artigo? Que tal entender agora como as novas tecnologias podem impactar o setor de compras da sua empresa?

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Setor de Compras x Dados: Entenda a importância da integração

Embora cumpra um papel de extrema importância, o Setor de Compras nem sempre recebe a devida atenção em termos de investimento. É algo semelhante com que já acontecera à logística, que mesmo sendo crucial, era vista sempre como uma área meramente auxiliar.

Com as “Compras”, alguns proprietários são tão negligentes que nem mesmo trabalham com uma gestão própria para o setor. Esse é um tipo de visão equivocado, que dificulta o aperfeiçoamento do trabalho e atrasa iniciativas importantes, como o uso de dados.

Hoje, as principais líderes de mercado já sabem a importância do compartilhamento de dados para o sucesso de suas atividades, incluindo no Setor de Compras. Por isso saem na frente das demais marcas.

Para explicar melhor o assunto, criamos este artigo discorrendo sobre a influência dos dados na área de Compras.

Boa leitura!

Qual a importância do Setor de Compras para uma empresa?

No passado, o Setor de Compras se limitava muito a aquisição dos produtos que a empresa precisava — dentro do orçamento permitido. O objetivo era, basicamente, garantir que não houvesse ruptura de itens — seja de matéria-prima ou de produtos finalizados.

No entanto, com a evolução do mercado e a intensificação da concorrência, o Setor de Compras teve que cumprir um papel mais estratégico a fim de continuar garantindo a aquisição das mercadorias, mas com um alinhamento maior aos objetivos centrais do negócio.

Com isso, ele se aproximou da logística e ganhou ainda mais importância na tomada de decisões dos gestores.

A relevância do setor passou a ser ainda maior, pois o seu trabalho começou a impactar diretamente não só a produtividade da empresa, como também na competitividade da marca e no relacionamento com o cliente.

Mas, infelizmente, nem todos os gestores e proprietários entendem essa necessidade de crescimento do setor. Alguns ainda acreditam que o “investimento básico” é o suficiente para a equipe de Compras continuar desenvolvendo seus serviços.

No entanto, aqueles que abraçam a constante inovação e trabalham para se adaptar o mais rápido possível à transformação digital, sabem que um dos caminhos para o sucesso é investir em automatização e integração de dados.

Por que manter todos os dados integrados?

A era tecnológica não é uma tendência ou algo futurístico, é uma realidade. Hoje, estamos completamente conectados. O próprio fato de você ler este texto no smartphone ou notebook e poder compartilhá-lo nas redes sociais ou em outros aplicativos já corrobora com essa afirmação.

Não há como fugir disso. E quanto mais tempo estamos conectados e realizando diferentes atividades, mais dados são gerados. E esse é um ponto que toda empresa deve ficar atenta.

Assim como em qualquer outro lugar atualmente, na rotina de uma empresa, são gerados diferentes dados por dia. Por exemplo, a logística negocia prazos de entrega e de coleta, o financeiro analisa o fluxo de caixa e a equipe de estoque confere os números do último inventário.

Embora sejam setores diferentes, todas essas informações acabam se complementando e formando um grande suporte para a tomada de decisões.

É exatamente essa base que faz toda diferença, por exemplo, no trabalho do Setor de Compras. Um banco de dados atualizado com informações relevantes facilita e muito as ações da gestão e ajudam a trazer os resultados positivos tão esperados.

Uma integração de dados tem tudo a ver com o cenário atual, pois, na prática, já fazemos isso diariamente e em situações supérfluas. Empresas profissionais devem ser a primeira a enxergar a importância e a necessidade desse tipo de investimento.

Quais as vantagens da integração de dados para o setor de compras?

Para acabar com qualquer tipo de dúvida, confira algumas vantagens que a integração de dados pode trazer para o Setor de Compras.

Análise do histórico de pedidos

Com a automatização e integração de dados, todas as informações geradas pela empresa ficam armazenadas de maneira segura, gerando um grande histórico. Com isso, o Setor de Compras pode analisá-las antes de realizar novas solicitações.

Nesse cenário, as negociações tendem a ser mais produtivas e dentro de preços mais atraentes para a empresa.

Agilidade nas transações

Se você tem informações atualizadas, então tem tudo. Com o compartilhamento, não há mais necessidade de esperar uma resposta do setor A ou B. Tudo se torna mais dinâmico. Basta puxar a informação requerida e seguir com as transações.

Monitoramento dos pedidos de compra

Em uma empresa que investe na integração de dados, todos os setores envolvidos com a aquisição de mercadorias podem trabalhar com maior tranquilidade.

Informações sobre os pedidos de compra, por exemplo, são compartilhados entre todos, permitindo que haja uma organização individual e coletiva a fim de agilizar atividades futuras.

Enfim, os dados sempre foram algo intrínseco ao Setor de Compras, a tecnologia só trouxe novas oportunidades de uso para as empresas. Mas nenhum bom resultado acontecerá se não houver uma gestão que abrace a inovação e se alie a parceiros logísticos que sigam a mesma linha de ação. Por isso, não fique para trás e garanta a alta competitividade da sua marca.

Gostou do artigo? Que tal agora entender melhor como o Marketing e os dados podem transformar o seu negócio?

precificação e tecnologia logística

Precificação e Tecnologia: a relação e os impactos no seu negócio

Por muito tempo, o preço de produtos e serviços era definido por gestores e empresários apenas considerando os custos de produção e a margem de lucro. Porém, hoje, há um entendimento de que o controle de precificação deve ir além dos fatores básicos.

Não há mais como ignorar o cenário de alta tecnologia que vivemos atualmente. Com ferramentas, aplicativos e softwares ditando e/ou ajudando a ditar o nosso cotidiano, alguns conceitos do mundo corporativo já se mostram ultrapassados.

A precificação e a tecnologia andam lado a lado atualmente. E como um dos setores mais impactados pela revolução 4.0, a logística deve abraçar o quanto antes as novas ideias. Para melhor entendimento, preparamos este artigo discorrendo mais sobre esse assunto.

Boa leitura!

A precificação na Era 4.0

No passado, independentemente do setor, a precificação de uma empresa era definida considerando fatores tradicionais como custo de aquisição de matérias-primas, produção e margem de lucro. Qualquer estudo além desses pontos era raso e raro.

Mas a transformação digital trouxe uma nova visão sobre o assunto. Hoje, ignorar o fato de que os clientes têm acesso a informações privilegiadas e estão mais conscientes sobre os produtos e serviços que consomem é uma cartilha para o insucesso.

Atualmente qualquer cliente consegue comparar facilmente os preços e entender quais marcas estão trabalhando dentro de uma realidade aceitável. Não há mais razão para seguir apenas o argumento de “oferta e procura”. O poder de decisão do cliente é muito maior.

As empresas logísticas precisam entender e se adaptar a essa nova realidade. Se antes a precificação não era um ponto de preocupação dentro do setor, a revolução 4.0 chegou para mudar isso.

O preço de uma operação logística precisa ser um fator competitivo, fazendo parte de uma grande estratégia que objetiva criar uma experiência personalizada e otimizada para os clientes.

O preço dinâmico

O preço dinâmico não é um conceito novo, mas é um modelo completamente aplicável à realidade atual do mercado logístico.

Desenvolvida nos anos 80 pela American Airlines, a metodologia vai além dos fatores padrões para definir a precificação de serviços. Com o preço dinâmico, a empresa analisa pontos externos que influenciam diretamente na lucratividade do negócio, por exemplo:

  • mudanças de comportamento do cliente;
  • preferências do consumidor;
  • experiência diferenciada.

Com a tecnologia sendo um suporte contínuo ao cliente, esse conceito é uma ótima alternativa para que uma empresa se mantenha altamente competitiva, mas ainda respeitando fatores como lucratividade, gastos internos, materiais, entre outros.

Como aplicar uma precificação moderna e competitiva na sua empresa?

Se a tecnologia transformou a forma como os clientes analisam os preços de serviços das empresas do mercado, ela também pode ser a solução para que os gestores trabalhem uma precificação mais moderna em seus negócios. Mas ela não é o único fator. Confira algumas dicas.

Análise massiva de dados

A tecnologia já oferece diversas ferramentas para a captura e análise de dados. Com isso, as empresas conseguem estudar as preferências, tendências do mercado, concorrência e outros fatores que impactam em uma precificação moderna.

Com a análise massiva de dados é possível, dentro da sua realidade, impulsionar a rentabilidade e a competitividade do negócio, tornando cada serviço logístico único e altamente diferenciado para os clientes.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial é outra arma utilizada para melhorar vários processos de um negócio, inclusive a precificação.

A IA de uma Machine Learning é um ótimo exemplo. Com ela, uma empresa consegue analisar, por exemplo, quais os seus serviços logísticos mais requisitados dentro de um determinado período e quais precisam de mudanças e melhorias pontuais.

Isso permite que a alteração de preços seja realizada com maior efetividade, considerando as variáveis padrões e os fatores mais abrangentes.

Parceiros inovadores

Diferentemente de outros setores, a logística já trabalha com pontos que vão além do convencional. Aqui, é preciso considerar questões como frete, tipos de veículos, condições de estradas etc.

Por isso, não basta apenas desenvolver uma gestão inovadora dentro da empresa, é preciso contar com parceiros que abracem e apliquem os conceitos da transformação digital em seus empreendimentos.

Fornecedores e transportadoras devem estar na mesma sintonia que a empresa contratante, do contrário, a definição de preços mais modernos pode não trazer os bons resultados esperados.

Não há dúvidas que a tecnologia conseguiu mudar muitos conceitos e práticas enraizadas na cultura corporativa. Por isso, o novo modelo de precificação precisa ser considerado e seguido por toda empresa deseja se manter forte e expandir os negócios em um futuro próximo. Mas, não se esqueça: contar com uma transportadora que já desenvolve uma gestão inovadora é imperativo para garantir um trabalho diferenciado e que esteja à altura das expectativas do seu cliente.

Gostou do artigo? Fico com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe a sua opinião nos comentários.

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Tecnologia x Setor de Compras: Entenda a transformação

A transformação digital é uma realidade em diferentes áreas do mundo corporativo, e o setor de Compras não é uma exceção. Por mais que alguns gestores acreditem que antigos modelos de trabalho ainda funcionem, o fato é que a adoção tecnológica é o caminho natural.

Esse novo cenário abriu um leque de oportunidades para as empresas. Hoje, por exemplo, é possível levar inovação e melhorias para produtos e serviços de maneira prática e sem precisar desembolsar quantias financeiras fora da realidade.

Quer entender melhor o paralelo entre a tecnologia e o setor de compras, e conhecer algumas soluções já utilizadas por grandes empresas? Continue lendo e confira o nosso artigo completo.

Boa leitura!

Entendendo a transformação tecnológica no setor de compras

Por mais “saudosista” que você seja, é impossível não reconhecer que tanto o mercado quanto a sociedade como um todo mudaram em razão do crescimento tecnológico. Relacionamentos, decisões e estilos de vida: tudo foi impactado com a transformação digital.

No mundo corporativo, uma boa forma de apontar esse cenário é a implementação do conceito 4.0 – que faz referência direta à Indústria 4.0 – em diferentes segmentos. No setor de compras, por exemplo, temos o Compras 4.0. Na logística, temos a Logística 4.0.

Com isso, ferramentas tecnológicas que eram tidas como diferenciais, passaram a ser fatores corriqueiros e essenciais para a execução de tarefas e processos.

No departamento de Compras, essa transformação se deu pela necessidade do setor em atender a nova demanda criada justamente pela expansão tecnológica na sociedade. Se antes papéis, canetas, blocos de anotações e telefonemas eram suficientes para manter um bom padrão de trabalho, hoje a situação mudou por completo.

Além do fator “corresponder à demanda de clientes”, a adoção enfática da tecnologia no setor de compras possibilitou a conquista de benefícios que não eram possíveis com o uso de ferramentas obsoletas, por exemplo:

  • vantagem competitiva;
  • redução de custos;
  • gestão unificada.

Exemplos de tecnologias utilizadas no setor de compras

Embora essa revolução no setor de compras ainda esteja no início, hoje, grandes empresas já utilizam com sucesso diferentes ferramentas em suas rotinas de trabalho.

Conheça alguns exemplos de tecnologias adotadas no departamento de compras.

E-commerces B2B

O e-commerce em si é dos maiores responsáveis pelo aumento da demanda no setor logístico. A possibilidade de comprar produtos de diversos tipos e tamanho no conforto de casa transformou consumidores ocasionais em clientes assíduos.

Mas as plataformas digitais foram além e, atualmente, já não são exclusividades do comércio B2C (negociação direta com o consumidor final). Setores de compras das instituições estão se beneficiando com o modelo B2B (empresa para empresa).

Com isso, os gestores conseguem negociar diretamente com fabricantes sem precisa passar necessariamente por um vendedor – um profissional a mais na negociação tende a resultar em aumento de preços.

Big Data

O Big Data é uma das ferramentas que melhor representa essa nova era do setor de compras. Basicamente, trata-se de um software capaz de armazenar uma quantidade enorme de informações.

Graças a essa capacidade, a ferramenta permite que as empresas resolvam dificuldades que não era possível com um banco de dados tradicional. Os especialistas definem o funcionamento do Big Data baseado nos três “Vs”:

  • Volume (acumula dados na marca dos terabytes ou petabytes);
  • Variedade (dados diversificados em origem e formato);
  • Velocidade (processados e analisados rapidamente).

O setor de Compras precisa gerar dados diariamente para manter o seu fluxo de trabalho em constante otimização. Com as possibilidades do Big Data, por exemplo, as empresas conseguem comparar históricos de compras e realizar melhores negociações. Além disso, a solução é capaz de:

  • identificar oportunidades segmentando os fornecedores;
  • facilitar a análise de informações em tempo real;
  • aumentar o foco em questões centrais;
  • ajudar na tomada de decisões.

Softwares ERP

O ERP (Enterprise Resource Planning) é mais um exemplo de ferramenta que revolucionou o mundo corporativo. O software de gestão é a maior referência quando se fala de organização e integração de processos e setores no dia a dia de uma empresa.

A melhor parte é que, em geral, apesar de abrangente, o ERP pode ser desenvolvido especificamente para um setor, por exemplo, o de compras.

Um bom exemplo do trabalho de um ERP na área de Compras é a possibilidade de verificar o status dos pagamentos de pedidos, prazo de entrega de mercadoria e relatório financeiros de maneira rápida e centralizada.

Enfim, não há dúvidas que o trabalho do setor de compras é essencial para o aumento de lucros de uma empresa. E o fortalecimento tecnológico possibilitou que velhos hábitos fossem extintos e uma rotina de alta performance tomasse conta  de vez do segmento. Não há como voltar atrás, é preciso abraçar a nova realidade e entregar serviços que sejam capazes de atender a nova demanda do mercado.

Para entender mais sobre o conceito 4.0, confira o nosso artigo especial sobre a Logística 4.0.

blockchain na logística

Blockchain na Logística: Entenda essa realidade

Basicamente, o Blockchain na logística é o uso da tecnologia, que foi essencial para o sucesso das moedas virtuais, no dia a dia de uma empresa do setor. Afinal, como a maioria das ferramentas tecnológicas de alto padrão, o Blockchain se mostrou eficiente para diferentes áreas.

Na logística, especificamente, a tecnologia está sendo essencial para o fortalecimento da segurança das informações, bem como para o aumento da qualidade operacional. Com o objetivo de obter vantagem competitiva, muitas marcas já abraçaram de vez a solução.

Quer entender melhor a tecnologia Blockchain e como ela pode ser vantajosa para a sua empresa logística? Então, continue lendo confira este artigo completo sobre o assunto.

Boa leitura!

O que é o Blockchain?

Como mencionado na introdução, o blockchain é uma tecnologia que esteve, por muito tempo, ligado ao Bitcoin (moeda virtual).

Trata-se de um livro de registro público e virtual que guarda todo tipo de informação. O grande detalhe é que o Blockchain é uma tecnologia de registro imutável, ou seja, é impossível mudar o dado adicionado – por isso a solução é considerada uma das mais seguranças do mundo em relação ao armazenamento de informações.

Uma vez inseridos e validados, os dados são submetidos a uma sequência de criptografias impossíveis de serem quebradas. O processo de validação do Bitcoin é tão complexo que, ao se mostrado como um desenho, assemelha-se a blocos de correntes – por isso a ferramenta recebe esse nome.

Como funciona o Blockchain na logística?

Apesar de ter nascido como uma ferramenta de apoio no setor financeiro, o Blockchain já foi utilizado por diversos segmentos. Por ser um serviço de domínio público, ele permite transações sem a necessidade de regulamentações, e isso é bastante vantajoso.

Graças à possibilidade de gravação de dados por computadores privados e compartilhados, a tecnologia se mostrou de grande valor para o setor logístico, permitindo mais agilidade e segurança nas operações.

Vamos a um exemplo do funcionamento do Blockchain na logística.

Imagine uma operação de entrega em que a coleta da mercadoria seja feita na região Sul e a entrega na região Centro-Oeste. Além disso, para qualificar o serviço e diminuir os gastos, o embarcador contrata uma transportadora especializada. Nesse ponto, já teríamos três agentes diferentes: o embarcador, a transportadora e o recebedor.

Para que a operação inicie, muitas informações precisam ser repassadas e acordadas, por exemplo:

  • características da carga;
  • tipo de transporte;
  • valor de taxas.

É necessário que cada participante esteja ciente das informações e de suas responsabilidades individuais, principalmente para situações de problemas ou imprevistos – como roubo ou avaria de mercadorias.

Para evitar impasses e assegurar tranquilidade, todos os dados são validados no sistema do Blockchain. Assim, independentemente do que aconteça, as informações originais estarão gravadas no livro virtual.

Além de tornar tudo mais prático e seguro em uma operação logística, a ferramenta diminui a burocracia da operação, deixando os processos mais dinâmicos.

Quais os benefícios do Blockchain?

Agora que você já sabe o que é o Blockchain e como ele pode ser aplicado na logística, confira outros benefícios possibilitados pela implementação da ferramenta.

Agilidade nos processos

Com o Blockchain a burocracia diminui consideravelmente. Ao implementar a ferramenta, todos os participantes da operação não precisam utilizar diferentes canais de comunicação para verificar alguma informação importante, basta acessar um único sistema.

Isso é essencial para agilizar processos internos e externos, tendo em vista que todos os dados inseridos são seguros e válidos.

Redução de custos

Já sabemos que a ferramenta é como um livro de registros imutável. Com isso, não há como reescrever o já foi combinado e validado entre as partes, sendo necessário gerar novas informações a partir daquele ponto.

Essa alta segurança possibilita que muitas validações em bancos e cartórios sejam desnecessárias, agilizando não só os processos como também tornando menos custosos. É uma ótima maneira de conter os gastos sem diminuir a segurança dos acordos.

Maior transparência nas operações

Com todas as características do Blockchain citadas até o momento, fica fácil entender como a sua implantação traz maior transparência para as operações logísticas.

Os prazos, os valores e outras informações válidas são centralizadas em uma única ferramenta, permitindo que todos tenham acesso ao mesmo tempo. Isso é importante até mesmo para que o cliente se mantenha atualizado sobre quaisquer imprevistos durante as operações.

Quais os principais impactos para as empresas?

Em um cenário onde conceitos como a Logística 4.0 estão sendo aplicados, o uso do Blockchain não chega a ser uma surpresa.

Porém, o impacto da utilização da tecnologia vai além da questão da segurança de dados. Hoje, muitas empresas já aplicam a ferramenta com o intuito de otimizar seus processos e qualificar os serviços oferecidos aos clientes.

Com a contenção de custos sendo uma necessidade da logística atual, as novas tecnologias são capazes de atingir esse objetivo sem comprometer o nível de execução operacional.

Os benefícios que uma ferramenta como um Blockchain pode proporcionar são abrangentes. Para toda empresa que deseja garantir vantagem competitiva pelos próximos anos no mercado, a implementação dessas tecnologias é um passo que precisa ser considerado. Então, não fique para trás e garanta maior qualidade no dia a dia da sua logística.

Para entender ainda mais sobre a transformação digital no setor, que tal conferir o nosso artigo sobre a evolução da logística?

o que é supply chain logística

Setor de Compras 4.0: como novas tecnologias vão impactar nos processos.

Estamos vivendo a quarta revolução industrial, em que o uso de tecnologias e máquinas se tornou essencial para o atendimento das novas necessidades dos usuários. Vários setores estão se movimentando para se adequar a realidade, por exemplo, o Setor de Compras 4.0.

Não há mais como ignorar a inovação e as novas demandas do público atual. A mudança na postura das empresas, nos conceitos de gestão e nas rotinas de trabalho é algo inerente a essa transformação digital.

Para não correr riscos, é importante entender os novos conceitos e adaptar corretamente a sua empresa. Confira o nosso panorama sobre o Setor de Compras 4.0 e comece transformando um departamento de suma importância para qualquer negócio.

Boa leitura!

 

O que é o Setor de Compras 4.0?

Como explicado, a quarta revolução industrial impactou o mundo corporativo como um todo. Para se adaptar as novas transformações, os setores tiveram que abraçar tecnologias e desenvolver soluções inteligentes para o dia a dia das empresas.

O Setor de Compras 4.0 é, basicamente, a resposta da área de aquisição de materiais a essa realidade. É o desenvolvimento do trabalho para transformar a execução e a análise de fluxos de dados dentro das organizações.

Nesse modelo de gestão, são implementadas ferramentas tecnológicas em diferentes estágios do processo de compras de uma empresa, gerando benefícios como aumento de produtividade e redução de custos – que seriam mais difíceis em rotinas “manuais”. Entre as ferramentas adotadas no processo 4.0, destacamos:

  • Inteligência artificial (IA);
  • Cloud computing;
  • Big Data.

Como esse novo cenário tecnológico muda o setor de compras na prática?

Assim como na própria revolução industrial, o modelo 4.0 não se limita à implementação de novas tecnologias no dia a dia do setor. Mais importante que a adoção de ferramentas aleatórias, é mudança no estilo de gestão.

A gestão 4.0 prima pela inteligência e pela participação coletiva. Como acontece na logística 4.0, o novo Setor de Compras é aquele que deixa de ser apenas um departamento isolado para se tornar um alicerce estratégico para o negócio.

Na prática, há um direcionamento para que a área de aquisição de suprimentos assuma um papel de protagonista e impulsione outros departamentos da empresa.

Outro impacto prático que o novo conceito de trabalho traz para o setor de compras diz respeito à capacitação de pessoal. Com a mudança de mentalidade e a introdução de novas tecnologias, os profissionais precisam estar preparados para potencializar o uso das ferramentas e gerar os resultados esperados.

Não há mais como protelar o desenvolvimento. Com a automatização, diversas atividades manuais serão extintas e as equipes de trabalho deverão acompanhar a evolução do setor. De outra forma, tanto os profissionais quanto as empresas correm o risco de se tornarem obsoletos.

O que as empresas já estão fazendo hoje?

Hoje, muitas empresas já estão implementando soluções e desenvolvendo suas gestões de trabalho no setor de compras.

É possível ver isso com o considerável crescimento na aquisição de ERPs por empresas brasileiras. Esses softwares de gestão permitem que o controle de variados processos seja feito de maneira centralizada, além de facilitarem o compartilhamento de informações.

A automatização dos processos é outro fator real no dia a dia das empresas. Se no passado as anotações em blocos de papel eram comuns em um setor de compras, hoje, a ação está praticamente extinta. A comunicação é outro ponto impactado, tanto internamente quanto externamente.

Confira no próximo tópico como se dá a relação entre empresa e parceiros no Setor de Compras 4.0.

Qual o impacto nos relacionamentos?

O setor de compras é um dos que mais se relacionam com agentes externos, principalmente com fornecedores e transportadoras. Na filosofia 4.0, há uma melhor comunicação entre todos os participantes da cadeia de suprimentos, tornando tudo mais dinâmico e transparente.

Aqui, a via de mão única é trocada pela ação conjunta, com fornecedores e transportadoras sendo alimentados com informações pertinentes sobre o estoque da empresa, prazos de entrega etc., criando uma relação muito mais colaborativa e permissiva.

Outro ponto de mudança está na própria escolha dos parceiros. Com a empresa trabalhando de maneira mais automatizada e com uma gestão inovadora, a definição desses agentes precisa considerar novos critérios.

Afinal, não adianta investir em tecnologias e treinamento de pessoal se os parceiros continuarem desenvolvendo serviços ultrapassados e que não condizem com a atual demanda do mercado.

Por que investir no Setor de Compras 4.0?

Se você ainda tem dúvidas sobre a importância da implementação do Setor de Compras 4.0, conheça algumas ótimas vantagens que esse novo conceito pode trazer para a sua empresa.

Melhor controle de estoque

Como vimos, no modelo 4.0 há um compartilhamento inteligente de informações, incluindo os níveis de estoque. Com essa integração, o controle de estoque se torna muito mais eficiente, impedindo abarrotamento ou rupturas de produtos.

Mais agilidade e segurança

Com a automatização e a utilização correta de dados, o setor de compras tende a se tornar mais ágil na execução diária. Ao mesmo tempo, a segurança das informações aumenta em razão da adoção de ferramentas como Big Data e Blockchain. Ou seja, há uma maior dinamização e cuidado na criação e no fluxo de documentos como:

  • ordem de compras;
  • recebimentos;
  • contratos.

Aumento de lucros

O aumento de lucros é uma consequência direta aos outros benefícios inerentes ao conceito 4.0. Com mais agilidade, segurança, eficiência e uma menor taxa de erros, a empresa tende a controlar seus níveis de estoque e trazer um ótimo custo-benefício em suas transações.

Não há como ignorar a inovação no setor de compras. O modelo 4.0 já é uma realidade e as empresas precisam entendê-lo para se adaptar corretamente. A análise sobre os principais pontos desse estilo de gestão é fundamental para que você adicione os fatores que mais se adéquam ao seu negócio e as necessidades dos seus clientes. Prime também por parceiros que desenvolvem serviços dentro dessa nova realidade do mercado.

Gostou do artigo? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe a sua opinião nos comentários.

4PL – Tendência no mercado de logística

Como um setor que, historicamente, sempre foi oneroso para as empresas, a logística cria e adota constantemente novas tendências a fim de garantir a excelência na execução dos serviços com o menor gasto possível. O 4PL é mais um dos conceitos desenvolvidos com esse objetivo.

Hoje, a gestão da cadeia de suprimentos já é uma ideia implementada e bem trabalhada por muitas empresas, principalmente as líderes de mercado. Porém, nem todo empresário entende ou conhece os benefícios dessa especialidade,insistindo assim na execução de estratégias obsoletas e pouco produtivas.

Para que você não fique para trás em relação as tendências mais importante do setor logístico, a seguir, apresentaremos os pontos mais relevantes sobre o 4PL. Continue com a gente e saiba mais!

O que é o 4PL?

O 4PL é uma sigla para a expressão em inglês “Fourth-Party Logistics”. Em tradução livre, podemos entendê-la como “Quarta parte da Logística”. O conceito ‘PL’ não e algo novo na logística, já existem o 1PL, o 2PL e o 3PL. Na prática, cada numeração representa um sujeito do grupo, dessa forma:

  • 1PL = Fornecedor;
  • 2PL = Comprador;
  • 3PL = Operador Logístico.

Antes, a metodologia se limitava aos três primeiros, com os planejamentos desenvolvidos dentro desse grupo. O 4PL surgiu justamente para representar o gestor da Supply Chain (Cadeia de suprimentos).

Na prática, adicionou-se mais um aos geradores do serviço, um responsável pela integração total das áreas e recursos envolvidos na operação. As funções do gestor da cadeia de suprimentos são muito mais abrangentes, como por exemplo:

  • monitorar todos os processos da operação;
  • manter todos os envolvidos informados;
  • garantir a execução sem custos extras.

Qual a relevância do 4PL para sua empresa?

Como vimos, o 4PL é um conceito evolutivo. Ou seja, um aperfeiçoamento de algo que já existe no setor logístico. Por si só, já é algo que a sua empresa deva avaliar para não ficar para trás perante os concorrentes. Porém, a importância do 4PL vai além.

Embora muitas empresas entendam o trabalho de um operador logístico, muitas ainda encaram a implementação do gestor de supply chain como algo novo ou pouco necessário. É justamente nesse ponto que o novo conceito se torna tão relevante.

Os serviços de gerenciamento da cadeia de suprimentos são uma tendência real no mercado, com as marcas líderes adotando e obtendo resultados positivos acima da média.

Quando a sua empresa abraça o 4PL ela é “forçada” a se modernizar e a trabalhar em excelência assim como as grandes líderes do setor. É um cenário extremamente vantajoso, pois a sua organização passa a contar com um profissional (ou parceiro) que oferece soluções integradas visando uma otimização dos serviços.

Ou seja, com um gerenciador da cadeia de suprimentos, a aproximação entre o trabalho da empresa e as expectativas dos clientes se torna muito menor.

Afinal, o mercado atual exige a realização de serviços qualificados dentro, ou antes, dos prazos estabelecidos. Com a alta concorrência estando em voga, os participantes do setor logístico precisam trabalhar em grupo para garantir os melhores serviços sem a necessidade de onerar os caixas financeiros das empresas.

Qual a diferenças entre o 3PL e o 4PL?

Neste ponto, você já entendeu que o 4PL é uma tendência em crescimento no mundo logístico. Porém, muitas empresas não conhecem ou se mostram receosas com a metodologia pelo simplesmente motivo de não entenderem a diferença entre o 3PL e o 4PL.

Como sabemos, o 3PL representa o operador logístico dentro de um determinado serviço. Essa parte é responsável por inúmeras tarefas, entre elas:

  • agenciamento alfandegário;
  • transporte de produtos;
  • armazenamento.

Essa diversificação acaba levando muitos empreendedores a acreditar que o representante do 3PL é o mesmo da quarta parte do grupo. Mas isso é um grande erro.

Ainda que cubra uma área extensa no planejamento, o operador logístico desempenha tarefas mais específicas, atividades voltadas para a movimentação e armazenagem das mercadorias. E embora ele também trabalhe de maneira integrada, isso se limita ao seu campo de responsabilidade.

Com um gestor da cadeia de suprimentos a abrangência é muito maior. Não existe uma limitação em sua atuação, sendo sua responsabilidade garantir que todas as etapas do processo aconteçam conforme o planejamento inicial, e que a conclusão se dê no menor tempo e custos possíveis.

São funções do 4PL também o estudo e a implantação de novas tecnologias a fim de garantir total integração entre os participantes. Com isso, ele acaba melhorando diretamente o trabalho do 1PL, do 2PL e do 3PL.

Para isso, ele deve manter uma comunicação sem ruídos com cada integrante, por exemplo, articulando as melhores soluções com o operador logístico e estudando sobre as expectativas dos clientes para com os serviços da empresa.

Em suma: o 4PL é o integrador maior entre todos os grupos de uma operação logística, aquele que vai além das tarefas específicas do 3PL, unificando os recursos disponíveis, bem como implementando tecnologias.

Quais as características de um provedor 4PL?

Agora que você já sabe o conceito e a importância do 4PL, conheça as qualidades que o gestor de um supply chain deve ter para assumir essa responsabilidade. Acompanhe e veja o que avaliar na hora de contratar um 4PL:

  • suporte financeiro para assumir suas responsabilidades;
  • estrutura para gerenciar a sua cadeia de suprimentos;
  • equipamentos de qualidade (veículos, galpões etc);
  • boa comunicação com todos os envolvidos;
  • métodos de otimização da supply chain;
  • boa comunicação com os clientes;
  • expertise no setor.

Enfim, não há dúvidas o quanto é essencial o conhecimento sobre o 4PL  para toda empresa que deseja se manter forte no mercado e se adequar as suas contínuas mudanças. Na era digital, acompanhar as tendências faz toda diferença. Afinal, muito em breve, é possível que surja um 5PL – com as soluções tecnológicas sendo uma parte fixa nos processos. Por isso, conte sempre com parceiros que trabalhem com a inovação e excelência em seus serviços.