Precificação e Tecnologia: a relação e os impactos no seu negócio

Por muito tempo, o preço de produtos e serviços era definido por gestores e empresários apenas considerando os custos de produção e a margem de lucro. Porém, hoje, há um entendimento de que o controle de precificação deve ir além dos fatores básicos.

Não há mais como ignorar o cenário de alta tecnologia que vivemos atualmente. Com ferramentas, aplicativos e softwares ditando e/ou ajudando a ditar o nosso cotidiano, alguns conceitos do mundo corporativo já se mostram ultrapassados.

A precificação e a tecnologia andam lado a lado atualmente. E como um dos setores mais impactados pela revolução 4.0, a logística deve abraçar o quanto antes as novas ideias. Para melhor entendimento, preparamos este artigo discorrendo mais sobre esse assunto.

Boa leitura!

A precificação na Era 4.0

No passado, independentemente do setor, a precificação de uma empresa era definida considerando fatores tradicionais como custo de aquisição de matérias-primas, produção e margem de lucro. Qualquer estudo além desses pontos era raso e raro.

Mas a transformação digital trouxe uma nova visão sobre o assunto. Hoje, ignorar o fato de que os clientes têm acesso a informações privilegiadas e estão mais conscientes sobre os produtos e serviços que consomem é uma cartilha para o insucesso.

Atualmente qualquer cliente consegue comparar facilmente os preços e entender quais marcas estão trabalhando dentro de uma realidade aceitável. Não há mais razão para seguir apenas o argumento de “oferta e procura”. O poder de decisão do cliente é muito maior.

As empresas logísticas precisam entender e se adaptar a essa nova realidade. Se antes a precificação não era um ponto de preocupação dentro do setor, a revolução 4.0 chegou para mudar isso.

O preço de uma operação logística precisa ser um fator competitivo, fazendo parte de uma grande estratégia que objetiva criar uma experiência personalizada e otimizada para os clientes.

O preço dinâmico

O preço dinâmico não é um conceito novo, mas é um modelo completamente aplicável à realidade atual do mercado logístico.

Desenvolvida nos anos 80 pela American Airlines, a metodologia vai além dos fatores padrões para definir a precificação de serviços. Com o preço dinâmico, a empresa analisa pontos externos que influenciam diretamente na lucratividade do negócio, por exemplo:

  • mudanças de comportamento do cliente;
  • preferências do consumidor;
  • experiência diferenciada.

Com a tecnologia sendo um suporte contínuo ao cliente, esse conceito é uma ótima alternativa para que uma empresa se mantenha altamente competitiva, mas ainda respeitando fatores como lucratividade, gastos internos, materiais, entre outros.

Como aplicar uma precificação moderna e competitiva na sua empresa?

Se a tecnologia transformou a forma como os clientes analisam os preços de serviços das empresas do mercado, ela também pode ser a solução para que os gestores trabalhem uma precificação mais moderna em seus negócios. Mas ela não é o único fator. Confira algumas dicas.

Análise massiva de dados

A tecnologia já oferece diversas ferramentas para a captura e análise de dados. Com isso, as empresas conseguem estudar as preferências, tendências do mercado, concorrência e outros fatores que impactam em uma precificação moderna.

Com a análise massiva de dados é possível, dentro da sua realidade, impulsionar a rentabilidade e a competitividade do negócio, tornando cada serviço logístico único e altamente diferenciado para os clientes.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial é outra arma utilizada para melhorar vários processos de um negócio, inclusive a precificação.

A IA de uma Machine Learning é um ótimo exemplo. Com ela, uma empresa consegue analisar, por exemplo, quais os seus serviços logísticos mais requisitados dentro de um determinado período e quais precisam de mudanças e melhorias pontuais.

Isso permite que a alteração de preços seja realizada com maior efetividade, considerando as variáveis padrões e os fatores mais abrangentes.

Parceiros inovadores

Diferentemente de outros setores, a logística já trabalha com pontos que vão além do convencional. Aqui, é preciso considerar questões como frete, tipos de veículos, condições de estradas etc.

Por isso, não basta apenas desenvolver uma gestão inovadora dentro da empresa, é preciso contar com parceiros que abracem e apliquem os conceitos da transformação digital em seus empreendimentos.

Fornecedores e transportadoras devem estar na mesma sintonia que a empresa contratante, do contrário, a definição de preços mais modernos pode não trazer os bons resultados esperados.

Não há dúvidas que a tecnologia conseguiu mudar muitos conceitos e práticas enraizadas na cultura corporativa. Por isso, o novo modelo de precificação precisa ser considerado e seguido por toda empresa deseja se manter forte e expandir os negócios em um futuro próximo. Mas, não se esqueça: contar com uma transportadora que já desenvolve uma gestão inovadora é imperativo para garantir um trabalho diferenciado e que esteja à altura das expectativas do seu cliente.

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Tecnologia x Setor de Compras: Entenda a transformação

A transformação digital é uma realidade em diferentes áreas do mundo corporativo, e o setor de Compras não é uma exceção. Por mais que alguns gestores acreditem que antigos modelos de trabalho ainda funcionem, o fato é que a adoção tecnológica é o caminho natural.

Esse novo cenário abriu um leque de oportunidades para as empresas. Hoje, por exemplo, é possível levar inovação e melhorias para produtos e serviços de maneira prática e sem precisar desembolsar quantias financeiras fora da realidade.

Quer entender melhor o paralelo entre a tecnologia e o setor de compras, e conhecer algumas soluções já utilizadas por grandes empresas? Continue lendo e confira o nosso artigo completo.

Boa leitura!

Entendendo a transformação tecnológica no setor de compras

Por mais “saudosista” que você seja, é impossível não reconhecer que tanto o mercado quanto a sociedade como um todo mudaram em razão do crescimento tecnológico. Relacionamentos, decisões e estilos de vida: tudo foi impactado com a transformação digital.

No mundo corporativo, uma boa forma de apontar esse cenário é a implementação do conceito 4.0 – que faz referência direta à Indústria 4.0 – em diferentes segmentos. No setor de compras, por exemplo, temos o Compras 4.0. Na logística, temos a Logística 4.0.

Com isso, ferramentas tecnológicas que eram tidas como diferenciais, passaram a ser fatores corriqueiros e essenciais para a execução de tarefas e processos.

No departamento de Compras, essa transformação se deu pela necessidade do setor em atender a nova demanda criada justamente pela expansão tecnológica na sociedade. Se antes papéis, canetas, blocos de anotações e telefonemas eram suficientes para manter um bom padrão de trabalho, hoje a situação mudou por completo.

Além do fator “corresponder à demanda de clientes”, a adoção enfática da tecnologia no setor de compras possibilitou a conquista de benefícios que não eram possíveis com o uso de ferramentas obsoletas, por exemplo:

  • vantagem competitiva;
  • redução de custos;
  • gestão unificada.

Exemplos de tecnologias utilizadas no setor de compras

Embora essa revolução no setor de compras ainda esteja no início, hoje, grandes empresas já utilizam com sucesso diferentes ferramentas em suas rotinas de trabalho.

Conheça alguns exemplos de tecnologias adotadas no departamento de compras.

E-commerces B2B

O e-commerce em si é dos maiores responsáveis pelo aumento da demanda no setor logístico. A possibilidade de comprar produtos de diversos tipos e tamanho no conforto de casa transformou consumidores ocasionais em clientes assíduos.

Mas as plataformas digitais foram além e, atualmente, já não são exclusividades do comércio B2C (negociação direta com o consumidor final). Setores de compras das instituições estão se beneficiando com o modelo B2B (empresa para empresa).

Com isso, os gestores conseguem negociar diretamente com fabricantes sem precisa passar necessariamente por um vendedor – um profissional a mais na negociação tende a resultar em aumento de preços.

Big Data

O Big Data é uma das ferramentas que melhor representa essa nova era do setor de compras. Basicamente, trata-se de um software capaz de armazenar uma quantidade enorme de informações.

Graças a essa capacidade, a ferramenta permite que as empresas resolvam dificuldades que não era possível com um banco de dados tradicional. Os especialistas definem o funcionamento do Big Data baseado nos três “Vs”:

  • Volume (acumula dados na marca dos terabytes ou petabytes);
  • Variedade (dados diversificados em origem e formato);
  • Velocidade (processados e analisados rapidamente).

O setor de Compras precisa gerar dados diariamente para manter o seu fluxo de trabalho em constante otimização. Com as possibilidades do Big Data, por exemplo, as empresas conseguem comparar históricos de compras e realizar melhores negociações. Além disso, a solução é capaz de:

  • identificar oportunidades segmentando os fornecedores;
  • facilitar a análise de informações em tempo real;
  • aumentar o foco em questões centrais;
  • ajudar na tomada de decisões.

Softwares ERP

O ERP (Enterprise Resource Planning) é mais um exemplo de ferramenta que revolucionou o mundo corporativo. O software de gestão é a maior referência quando se fala de organização e integração de processos e setores no dia a dia de uma empresa.

A melhor parte é que, em geral, apesar de abrangente, o ERP pode ser desenvolvido especificamente para um setor, por exemplo, o de compras.

Um bom exemplo do trabalho de um ERP na área de Compras é a possibilidade de verificar o status dos pagamentos de pedidos, prazo de entrega de mercadoria e relatório financeiros de maneira rápida e centralizada.

Enfim, não há dúvidas que o trabalho do setor de compras é essencial para o aumento de lucros de uma empresa. E o fortalecimento tecnológico possibilitou que velhos hábitos fossem extintos e uma rotina de alta performance tomasse conta  de vez do segmento. Não há como voltar atrás, é preciso abraçar a nova realidade e entregar serviços que sejam capazes de atender a nova demanda do mercado.

Para entender mais sobre o conceito 4.0, confira o nosso artigo especial sobre a Logística 4.0.

Blockchain na Logística: Entenda essa realidade

Basicamente, o Blockchain na logística é o uso da tecnologia, que foi essencial para o sucesso das moedas virtuais, no dia a dia de uma empresa do setor. Afinal, como a maioria das ferramentas tecnológicas de alto padrão, o Blockchain se mostrou eficiente para diferentes áreas.

Na logística, especificamente, a tecnologia está sendo essencial para o fortalecimento da segurança das informações, bem como para o aumento da qualidade operacional. Com o objetivo de obter vantagem competitiva, muitas marcas já abraçaram de vez a solução.

Quer entender melhor a tecnologia Blockchain e como ela pode ser vantajosa para a sua empresa logística? Então, continue lendo confira este artigo completo sobre o assunto.

Boa leitura!

O que é o Blockchain?

Como mencionado na introdução, o blockchain é uma tecnologia que esteve, por muito tempo, ligado ao Bitcoin (moeda virtual).

Trata-se de um livro de registro público e virtual que guarda todo tipo de informação. O grande detalhe é que o Blockchain é uma tecnologia de registro imutável, ou seja, é impossível mudar o dado adicionado – por isso a solução é considerada uma das mais seguranças do mundo em relação ao armazenamento de informações.

Uma vez inseridos e validados, os dados são submetidos a uma sequência de criptografias impossíveis de serem quebradas. O processo de validação do Bitcoin é tão complexo que, ao se mostrado como um desenho, assemelha-se a blocos de correntes – por isso a ferramenta recebe esse nome.

Como funciona o Blockchain na logística?

Apesar de ter nascido como uma ferramenta de apoio no setor financeiro, o Blockchain já foi utilizado por diversos segmentos. Por ser um serviço de domínio público, ele permite transações sem a necessidade de regulamentações, e isso é bastante vantajoso.

Graças à possibilidade de gravação de dados por computadores privados e compartilhados, a tecnologia se mostrou de grande valor para o setor logístico, permitindo mais agilidade e segurança nas operações.

Vamos a um exemplo do funcionamento do Blockchain na logística.

Imagine uma operação de entrega em que a coleta da mercadoria seja feita na região Sul e a entrega na região Centro-Oeste. Além disso, para qualificar o serviço e diminuir os gastos, o embarcador contrata uma transportadora especializada. Nesse ponto, já teríamos três agentes diferentes: o embarcador, a transportadora e o recebedor.

Para que a operação inicie, muitas informações precisam ser repassadas e acordadas, por exemplo:

  • características da carga;
  • tipo de transporte;
  • valor de taxas.

É necessário que cada participante esteja ciente das informações e de suas responsabilidades individuais, principalmente para situações de problemas ou imprevistos – como roubo ou avaria de mercadorias.

Para evitar impasses e assegurar tranquilidade, todos os dados são validados no sistema do Blockchain. Assim, independentemente do que aconteça, as informações originais estarão gravadas no livro virtual.

Além de tornar tudo mais prático e seguro em uma operação logística, a ferramenta diminui a burocracia da operação, deixando os processos mais dinâmicos.

Quais os benefícios do Blockchain?

Agora que você já sabe o que é o Blockchain e como ele pode ser aplicado na logística, confira outros benefícios possibilitados pela implementação da ferramenta.

Agilidade nos processos

Com o Blockchain a burocracia diminui consideravelmente. Ao implementar a ferramenta, todos os participantes da operação não precisam utilizar diferentes canais de comunicação para verificar alguma informação importante, basta acessar um único sistema.

Isso é essencial para agilizar processos internos e externos, tendo em vista que todos os dados inseridos são seguros e válidos.

Redução de custos

Já sabemos que a ferramenta é como um livro de registros imutável. Com isso, não há como reescrever o já foi combinado e validado entre as partes, sendo necessário gerar novas informações a partir daquele ponto.

Essa alta segurança possibilita que muitas validações em bancos e cartórios sejam desnecessárias, agilizando não só os processos como também tornando menos custosos. É uma ótima maneira de conter os gastos sem diminuir a segurança dos acordos.

Maior transparência nas operações

Com todas as características do Blockchain citadas até o momento, fica fácil entender como a sua implantação traz maior transparência para as operações logísticas.

Os prazos, os valores e outras informações válidas são centralizadas em uma única ferramenta, permitindo que todos tenham acesso ao mesmo tempo. Isso é importante até mesmo para que o cliente se mantenha atualizado sobre quaisquer imprevistos durante as operações.

Quais os principais impactos para as empresas?

Em um cenário onde conceitos como a Logística 4.0 estão sendo aplicados, o uso do Blockchain não chega a ser uma surpresa.

Porém, o impacto da utilização da tecnologia vai além da questão da segurança de dados. Hoje, muitas empresas já aplicam a ferramenta com o intuito de otimizar seus processos e qualificar os serviços oferecidos aos clientes.

Com a contenção de custos sendo uma necessidade da logística atual, as novas tecnologias são capazes de atingir esse objetivo sem comprometer o nível de execução operacional.

Os benefícios que uma ferramenta como um Blockchain pode proporcionar são abrangentes. Para toda empresa que deseja garantir vantagem competitiva pelos próximos anos no mercado, a implementação dessas tecnologias é um passo que precisa ser considerado. Então, não fique para trás e garanta maior qualidade no dia a dia da sua logística.

Para entender ainda mais sobre a transformação digital no setor, que tal conferir o nosso artigo sobre a evolução da logística?

Setor de Compras 4.0: como novas tecnologias vão impactar nos processos.

Estamos vivendo a quarta revolução industrial, em que o uso de tecnologias e máquinas se tornou essencial para o atendimento das novas necessidades dos usuários. Vários setores estão se movimentando para se adequar a realidade, por exemplo, o Setor de Compras 4.0.

Não há mais como ignorar a inovação e as novas demandas do público atual. A mudança na postura das empresas, nos conceitos de gestão e nas rotinas de trabalho é algo inerente a essa transformação digital.

Para não correr riscos, é importante entender os novos conceitos e adaptar corretamente a sua empresa. Confira o nosso panorama sobre o Setor de Compras 4.0 e comece transformando um departamento de suma importância para qualquer negócio.

Boa leitura!

 

O que é o Setor de Compras 4.0?

Como explicado, a quarta revolução industrial impactou o mundo corporativo como um todo. Para se adaptar as novas transformações, os setores tiveram que abraçar tecnologias e desenvolver soluções inteligentes para o dia a dia das empresas.

O Setor de Compras 4.0 é, basicamente, a resposta da área de aquisição de materiais a essa realidade. É o desenvolvimento do trabalho para transformar a execução e a análise de fluxos de dados dentro das organizações.

Nesse modelo de gestão, são implementadas ferramentas tecnológicas em diferentes estágios do processo de compras de uma empresa, gerando benefícios como aumento de produtividade e redução de custos – que seriam mais difíceis em rotinas “manuais”. Entre as ferramentas adotadas no processo 4.0, destacamos:

  • Inteligência artificial (IA);
  • Cloud computing;
  • Big Data.

Como esse novo cenário tecnológico muda o setor de compras na prática?

Assim como na própria revolução industrial, o modelo 4.0 não se limita à implementação de novas tecnologias no dia a dia do setor. Mais importante que a adoção de ferramentas aleatórias, é mudança no estilo de gestão.

A gestão 4.0 prima pela inteligência e pela participação coletiva. Como acontece na logística 4.0, o novo Setor de Compras é aquele que deixa de ser apenas um departamento isolado para se tornar um alicerce estratégico para o negócio.

Na prática, há um direcionamento para que a área de aquisição de suprimentos assuma um papel de protagonista e impulsione outros departamentos da empresa.

Outro impacto prático que o novo conceito de trabalho traz para o setor de compras diz respeito à capacitação de pessoal. Com a mudança de mentalidade e a introdução de novas tecnologias, os profissionais precisam estar preparados para potencializar o uso das ferramentas e gerar os resultados esperados.

Não há mais como protelar o desenvolvimento. Com a automatização, diversas atividades manuais serão extintas e as equipes de trabalho deverão acompanhar a evolução do setor. De outra forma, tanto os profissionais quanto as empresas correm o risco de se tornarem obsoletos.

O que as empresas já estão fazendo hoje?

Hoje, muitas empresas já estão implementando soluções e desenvolvendo suas gestões de trabalho no setor de compras.

É possível ver isso com o considerável crescimento na aquisição de ERPs por empresas brasileiras. Esses softwares de gestão permitem que o controle de variados processos seja feito de maneira centralizada, além de facilitarem o compartilhamento de informações.

A automatização dos processos é outro fator real no dia a dia das empresas. Se no passado as anotações em blocos de papel eram comuns em um setor de compras, hoje, a ação está praticamente extinta. A comunicação é outro ponto impactado, tanto internamente quanto externamente.

Confira no próximo tópico como se dá a relação entre empresa e parceiros no Setor de Compras 4.0.

Qual o impacto nos relacionamentos?

O setor de compras é um dos que mais se relacionam com agentes externos, principalmente com fornecedores e transportadoras. Na filosofia 4.0, há uma melhor comunicação entre todos os participantes da cadeia de suprimentos, tornando tudo mais dinâmico e transparente.

Aqui, a via de mão única é trocada pela ação conjunta, com fornecedores e transportadoras sendo alimentados com informações pertinentes sobre o estoque da empresa, prazos de entrega etc., criando uma relação muito mais colaborativa e permissiva.

Outro ponto de mudança está na própria escolha dos parceiros. Com a empresa trabalhando de maneira mais automatizada e com uma gestão inovadora, a definição desses agentes precisa considerar novos critérios.

Afinal, não adianta investir em tecnologias e treinamento de pessoal se os parceiros continuarem desenvolvendo serviços ultrapassados e que não condizem com a atual demanda do mercado.

Por que investir no Setor de Compras 4.0?

Se você ainda tem dúvidas sobre a importância da implementação do Setor de Compras 4.0, conheça algumas ótimas vantagens que esse novo conceito pode trazer para a sua empresa.

Melhor controle de estoque

Como vimos, no modelo 4.0 há um compartilhamento inteligente de informações, incluindo os níveis de estoque. Com essa integração, o controle de estoque se torna muito mais eficiente, impedindo abarrotamento ou rupturas de produtos.

Mais agilidade e segurança

Com a automatização e a utilização correta de dados, o setor de compras tende a se tornar mais ágil na execução diária. Ao mesmo tempo, a segurança das informações aumenta em razão da adoção de ferramentas como Big Data e Blockchain. Ou seja, há uma maior dinamização e cuidado na criação e no fluxo de documentos como:

  • ordem de compras;
  • recebimentos;
  • contratos.

Aumento de lucros

O aumento de lucros é uma consequência direta aos outros benefícios inerentes ao conceito 4.0. Com mais agilidade, segurança, eficiência e uma menor taxa de erros, a empresa tende a controlar seus níveis de estoque e trazer um ótimo custo-benefício em suas transações.

Não há como ignorar a inovação no setor de compras. O modelo 4.0 já é uma realidade e as empresas precisam entendê-lo para se adaptar corretamente. A análise sobre os principais pontos desse estilo de gestão é fundamental para que você adicione os fatores que mais se adéquam ao seu negócio e as necessidades dos seus clientes. Prime também por parceiros que desenvolvem serviços dentro dessa nova realidade do mercado.

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4PL – Tendência no mercado de logística

Como um setor que, historicamente, sempre foi oneroso para as empresas, a logística cria e adota constantemente novas tendências a fim de garantir a excelência na execução dos serviços com o menor gasto possível. O 4PL é mais um dos conceitos desenvolvidos com esse objetivo.

Hoje, a gestão da cadeia de suprimentos já é uma ideia implementada e bem trabalhada por muitas empresas, principalmente as líderes de mercado. Porém, nem todo empresário entende ou conhece os benefícios dessa especialidade,insistindo assim na execução de estratégias obsoletas e pouco produtivas.

Para que você não fique para trás em relação as tendências mais importante do setor logístico, a seguir, apresentaremos os pontos mais relevantes sobre o 4PL. Continue com a gente e saiba mais!

O que é o 4PL?

O 4PL é uma sigla para a expressão em inglês “Fourth-Party Logistics”. Em tradução livre, podemos entendê-la como “Quarta parte da Logística”. O conceito ‘PL’ não e algo novo na logística, já existem o 1PL, o 2PL e o 3PL. Na prática, cada numeração representa um sujeito do grupo, dessa forma:

  • 1PL = Fornecedor;
  • 2PL = Comprador;
  • 3PL = Operador Logístico.

Antes, a metodologia se limitava aos três primeiros, com os planejamentos desenvolvidos dentro desse grupo. O 4PL surgiu justamente para representar o gestor da Supply Chain (Cadeia de suprimentos).

Na prática, adicionou-se mais um aos geradores do serviço, um responsável pela integração total das áreas e recursos envolvidos na operação. As funções do gestor da cadeia de suprimentos são muito mais abrangentes, como por exemplo:

  • monitorar todos os processos da operação;
  • manter todos os envolvidos informados;
  • garantir a execução sem custos extras.

Qual a relevância do 4PL para sua empresa?

Como vimos, o 4PL é um conceito evolutivo. Ou seja, um aperfeiçoamento de algo que já existe no setor logístico. Por si só, já é algo que a sua empresa deva avaliar para não ficar para trás perante os concorrentes. Porém, a importância do 4PL vai além.

Embora muitas empresas entendam o trabalho de um operador logístico, muitas ainda encaram a implementação do gestor de supply chain como algo novo ou pouco necessário. É justamente nesse ponto que o novo conceito se torna tão relevante.

Os serviços de gerenciamento da cadeia de suprimentos são uma tendência real no mercado, com as marcas líderes adotando e obtendo resultados positivos acima da média.

Quando a sua empresa abraça o 4PL ela é “forçada” a se modernizar e a trabalhar em excelência assim como as grandes líderes do setor. É um cenário extremamente vantajoso, pois a sua organização passa a contar com um profissional (ou parceiro) que oferece soluções integradas visando uma otimização dos serviços.

Ou seja, com um gerenciador da cadeia de suprimentos, a aproximação entre o trabalho da empresa e as expectativas dos clientes se torna muito menor.

Afinal, o mercado atual exige a realização de serviços qualificados dentro, ou antes, dos prazos estabelecidos. Com a alta concorrência estando em voga, os participantes do setor logístico precisam trabalhar em grupo para garantir os melhores serviços sem a necessidade de onerar os caixas financeiros das empresas.

Qual a diferenças entre o 3PL e o 4PL?

Neste ponto, você já entendeu que o 4PL é uma tendência em crescimento no mundo logístico. Porém, muitas empresas não conhecem ou se mostram receosas com a metodologia pelo simplesmente motivo de não entenderem a diferença entre o 3PL e o 4PL.

Como sabemos, o 3PL representa o operador logístico dentro de um determinado serviço. Essa parte é responsável por inúmeras tarefas, entre elas:

  • agenciamento alfandegário;
  • transporte de produtos;
  • armazenamento.

Essa diversificação acaba levando muitos empreendedores a acreditar que o representante do 3PL é o mesmo da quarta parte do grupo. Mas isso é um grande erro.

Ainda que cubra uma área extensa no planejamento, o operador logístico desempenha tarefas mais específicas, atividades voltadas para a movimentação e armazenagem das mercadorias. E embora ele também trabalhe de maneira integrada, isso se limita ao seu campo de responsabilidade.

Com um gestor da cadeia de suprimentos a abrangência é muito maior. Não existe uma limitação em sua atuação, sendo sua responsabilidade garantir que todas as etapas do processo aconteçam conforme o planejamento inicial, e que a conclusão se dê no menor tempo e custos possíveis.

São funções do 4PL também o estudo e a implantação de novas tecnologias a fim de garantir total integração entre os participantes. Com isso, ele acaba melhorando diretamente o trabalho do 1PL, do 2PL e do 3PL.

Para isso, ele deve manter uma comunicação sem ruídos com cada integrante, por exemplo, articulando as melhores soluções com o operador logístico e estudando sobre as expectativas dos clientes para com os serviços da empresa.

Em suma: o 4PL é o integrador maior entre todos os grupos de uma operação logística, aquele que vai além das tarefas específicas do 3PL, unificando os recursos disponíveis, bem como implementando tecnologias.

Quais as características de um provedor 4PL?

Agora que você já sabe o conceito e a importância do 4PL, conheça as qualidades que o gestor de um supply chain deve ter para assumir essa responsabilidade. Acompanhe e veja o que avaliar na hora de contratar um 4PL:

  • suporte financeiro para assumir suas responsabilidades;
  • estrutura para gerenciar a sua cadeia de suprimentos;
  • equipamentos de qualidade (veículos, galpões etc);
  • boa comunicação com todos os envolvidos;
  • métodos de otimização da supply chain;
  • boa comunicação com os clientes;
  • expertise no setor.

Enfim, não há dúvidas o quanto é essencial o conhecimento sobre o 4PL  para toda empresa que deseja se manter forte no mercado e se adequar as suas contínuas mudanças. Na era digital, acompanhar as tendências faz toda diferença. Afinal, muito em breve, é possível que surja um 5PL – com as soluções tecnológicas sendo uma parte fixa nos processos. Por isso, conte sempre com parceiros que trabalhem com a inovação e excelência em seus serviços.

Logística 4.0

Com o surgimento de novas necessidades, o mercado sempre evolui para atender as demandas e suprir todas as carências dos clientes. Hoje, presenciamos a logística 4.0, um conceito que foca na maior participação da tecnologia na execução dos processos.

Todo gestor que deseja elevar a qualidade dos serviços da sua empresa deve entender como funciona o conceito 4.0 e qual a melhor maneira de adaptá-lo ao dia a dia da organização. Do contrário, ele corre o risco de perder vantagem competitiva e até mesmo comprometer a continuidade do negócio.

Então, para que a sua empresa não fique para trás, preparamos este artigo com as informações mais relevantes sobre a logística 4.0. Continue com a gente e saiba mais!

O que é a logística 4.0?

Para que o conceito da logística 4.0 possa ser explicado e entendido corretamente, é essencial discorrermos sobre a história da indústria mundial. Acompanhe.

Com a mecanização de parte do trabalho e o surgimento das primeiras máquinas no século XVIII, o mundo assistia a primeira grande revolução industrial. No século seguinte, com o desenvolvimento da linha de montagem e a descoberta da eletricidade, a produção em massa foi implementada, dando início à segunda revolução industrial.

Em meados do século XX, com a evolução da ciência e a criação de soluções históricas como a robótica, computadores e a internet, a terceira revolução da indústria estava concretizada, colocando de vez a automatização como parte dos processos.

Agora, com a globalização e o significativo avanço tecnológico, entramos na indústria 4.0. O termo que surgiu na Alemanha, aponta para uma sincronização entre computadores e profissionais, com todos os processos conectados e setores integrados, permitindo que as máquinas operem de maneira independente e otimizem ao máximo as operações.

Logística 4.0

A logística 4.0 é basicamente a reposta do setor para se adequar a realidade 4.0. Em outras palavras, é um conceito de trabalho dentro do segmento logístico que prima pela utilização de soluções inteligentes e pelo estudo de dados e informações reais para a tomada de decisões – privilegiando a visão analítica dos profissionais no lugar de “intuições”.

Ferramentas como big data, internet das coisas e machine learning são integradas aos processos das empresas a fim de garantir maior eficiência nos serviços oferecidos e diminuição no desperdício de recursos.

No entanto, a logística 4.0 não se limita a implementação de novas tecnologias. O conceito também foca na mudança de cultura empresarial, direcionando as empresas para uma gestão mais moderna, que privilegia a inovação tecnológica e coloca o cliente como o ponto central de qualquer planejamento.

No geral, a logística 4.0 é uma adaptação à nova realidade, na qual a tecnologia faz parte do dia a dia da sociedade e os clientes buscam e compram serviços e produtos sem precisar sair de casa.

Quais os benefícios da implantação da logística 4.0?

Sendo um conceito que visa à otimização de processos e a elevação da qualidade dos serviços, a logística 4.0 traz diversos benefícios para as empresas que a adota.

Aumento de produtividade

O aumento de produtividade é um dos principais objetivos da Logística 4.0. Tendo a integração de setores e processos como um dos seus pilares, o modelo 4.0 incentiva as empresas a compartilharem informações e dados de maneira inteligente.

Com isso, atividades que antes demoravam horas ou até dias em razão de informações atrasadas, passam a ser realizadas de maneira contínua, melhorando todo o fluxo da cadeia logística.

Facilita a tomada de decisões

Como dito, o investimento em tecnologia permite que a empresa utilize softwares e soluções inteligentes para implementar a análises dos processos.

Assim, o gestor passa a contar com dados concretos e reais sobre os serviços desenvolvidos por cada equipe, facilitando a sua tomada de decisões. Além disso, um monitoramento analítico melhora substancialmente outros fatores, tais como:

  • montagem de planejamentos;
  • fornecimento de insights;
  • definição de métricas;
  • criação de estratégias.

Redução de custos

Na logística 4.0 a redução de custos acontece de diferentes formas. Por exemplo, com o compartilhamento de informações, há um maior controle sobre a manutenção dos veículos. É possível adotar o modelo preditivo ou mesmo preventivo a fim de garantir maior eficiência da frota.

Além disso, a burocracia no fluxo de informações é menor, otimizando a execução de serviços e diminuindo a taxa de erros, evitando o desperdício de recursos. A implementação de sistemas inteligentes também promove redução de perdas no estoque e armazenamento de mercadorias, tanto em termos de validade quanto de avarias.

Ou seja, quando uma empresa adota o conceito 4.0, ela transforma por completo a sua gestão tornando os processos mais eficientes e menos custosos.

Aumento da satisfação dos clientes

Além de também ser um dos pilares da 4.0, o aumento da satisfação do cliente é uma consequência natural dentro de uma filosofia de otimização.

Com diferentes tecnologias sendo implantadas, mudanças organizacionais sendo realizadas e uma gestão que prima pelo estudo de dados, o aumento de qualidade nos serviços é um resultado automático.

Nessa nova realidade, a empresa passa a conhecer melhor os seus clientes e entregar serviços que atendam, de fato, suas expectativas.

Como o gestor deve se preparar para as mudanças 4.0?

Agora que você já entendeu o conceito e as vantagens da logística 4.0, saiba como se preparar para desenvolver esse conceito na sua empresa.

Mudança no conceito de gestão

Como explicado, a logística 4.0 é mais uma das várias revoluções surgidas na história da humanidade. Porém, assim como no passado, só conseguirá se adaptar e se destacar no mercado quem apresentar evolução na maneira de gestão.

É preciso superar ideias retrógadas e limitas, e adotar uma filosofia de inovação. O gestor 4.0 é aquele que se mostra disposto a trabalhar com novas tecnologias e entende que a integração é uma das chaves para otimizar a rotina de suas equipes.

Por isso, antes de qualquer medida prática, é preciso trabalhar a sua visão como profissional, garantindo que estará pronto para extrair o melhor de todas as mudanças necessárias dentro desse novo cenário.

Capacitação e aperfeiçoamento de habilidades

Com tantas mudanças e implementações, é normal que durante o processo surjam dúvidas e incertezas. A renovação estrutural e tecnológica não acontece rapidamente, o gestor precisa estar preparado para cada passo.

Em outras palavras, independentemente do tempo de experiência no mercado, é vital um investimento em capacitação e aperfeiçoamento de habilidades. Sem o conhecimento correto, os novos investimentos não serão nada mais que uma folha em branco.

Contratação de parceiros especializados

Imagine que a sua empresa invista em inúmeras inovações e tanto você, gestor, quanto as equipes de trabalho estejam preparados para trabalhar dentro da logística 4.0, mas na hora de contar com parceiros eles se mostram avessos a essa realidade. Nesse sentido, todo o seu planejamento corre grande risco de ser comprometido.

Para evitar esse tipo de situação, priorize empresas que abracem o conceito de inovação em suas gestões. Seja na distribuição, entrega ou produção, conte com a participação de marcas que demonstrem expertise no assunto e preparo adequado.

Enfim, a logística 4.0 já é uma realidade, e toda empresa que deseja se destacar precisa entender e desenvolver esse conceito em suas atividades. E como salientado no decorrer no texto, não basta implementar soluções tecnológicas, é preciso modelar a gestão empresarial a fim de melhorar a qualidade dos processos e oferecer serviços que estejam acima das expectativas dos clientes.