pick up points estrategia logistica

Pick up points: Descubra essa estratégia logística

Você já teve a experiência de realizar uma compra on-line e na hora de finalizar o processo aparecer a mensagem “Retirar na loja ou em um local combinado”? Basicamente, este é o conceito dos pick up points.

Também conhecidos como click and collect, os pick up points são os “pontos de retirada”, locais previamente determinados e disponibilizados para que o cliente de uma compra on-line consiga retirar o item pessoalmente.

A estratégia já é aplicada por empresas de todo o mundo que utilizam os canais digitais para vender seus produtos e vem ganhando cada vez mais força aqui no Brasil. A seguir, você entenderá a razão desse crescimento e qual a relação da estratégia com a rotina de um gestor logístico.

Boa leitura!

Pick up points e logística: qual a relação?

Um dos maiores desafios, e ao mesmo tempo grande objetivo, de qualquer gestor logístico é garantir que o produto adquirido chegue à casa do cliente dentro do prazo estabelecido. O problema é que, muitas vezes, o principal obstáculo está justamente na última milha, ou seja, na parte final da entrega.

Localidade de difícil acesso, insegurança ou indisponibilidade de horário do cliente: são diversos os fatores que dificultam a entrega da mercadoria na residência ou no estabelecimento do comprador do produto.

Dessa forma, mesmo garantindo um bom estoque, reposição coordenada e envios diários, o gestor logístico não consegue finalizar em excelência a experiência do cliente.

É aí que uma estratégia de pick up points surge para transformar positivamente a vida do gestor, resolvendo justamente o gargalo mais complexo.

Ao fechar parcerias com estabelecimentos comerciais ou abrir um ponto de retirada próprio, a sua empresa inverte completamente o cenário.

Com os pick up points, a última milha deixa de ser um problema, e todos os fatores citados anteriormente se tornam pouco relevantes. O consumidor deixa de se preocupar com horários ou contratempos para o produto ser entregue e consegue se programar tranquilamente para buscar o item no local determinado.

Por sua vez, você não precisa mais criar rotas ou planos mirabolantes para superar eventuais desafios. Basta traçar o caminho único para o ponto de retirada e deixar o item à disposição do cliente.

Quais as vantagens em adotar os pick up points?

Claro que ao adotar os pick ups points, a tendência é que a sua empresa tenha um retorno de ótimos benefícios. Confira os principais.

Entrega garantida

A “entrega garantida” é, sem dúvida, a principal vantagem da adoção dos pick up points. Os riscos de não encontrar o cliente em casa ou ser impedido de fazer a entrega por causa do horário comercial deixam de existir.

Com os pick up points você acaba com a taxa de insucesso na entrega. Basta deixar o produto no parceiro previamente definido e informar ao cliente sobre a disposição de retirada. A partir daí, o comprador define o momento mais conveniente para completar o processo.

Facilita a logística reversa

Outro grande desafio de qualquer gestor logístico é garantir o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos – que torna as empresas responsáveis por darem o fim adequado aos resíduos dos seus produtos.

A maneira mais indicada para esse cumprimento é através da logística reversa, porém é quase impossível buscar os resíduos com os clientes individualmente. Mas, tudo muda com os pick up points.

No mesmo local em que o cliente retira a mercadoria, você pode instruí-lo a devolver a embalagem e outros materiais. Com isso, a logística reversa se torna real e muito mais eficiente.

Maior economia para a sua empresa

Toda etapa de entrega precisa ser feita com máxima qualidade e eficiência, por isso a opção de terceirização sempre se mostra uma ótima saída. E, com os pick ups points, a sua empresa é capaz de ganhar outras vantagens além da eficiência.

Sem a necessidade de entregas individuais, a transportadora pode começar a economizar em fatores como manutenção e combustível. E esse cenário mais positivo pode tornar os valores mais flexíveis no momento da contratação. Ou seja, o trabalho mais organizado passa a gerar mais economia para a transportadora e para a sua empresa.

Satisfação do consumidor

Além da entrega garantida, o seu consumidor pode ter outro benefício importante com os pick up points: descontos no frete ou nas mercadorias. Por causa da solução dos gargalos e das economias citadas no tópico anterior, você pode começar a analisar uma redução de preço nos produtos oferecidos.

Com descontos nas compras e entregas realizadas, a tendência é uma satisfação completa por parte cliente. Um fator importantíssimo para que a sua empresa aumente a taxa de fidelização em médio prazo.

Enfim, não há dúvidas de que investir nos pick up points é uma estratégia altamente positiva para a sua empresa. Aliada a uma terceirização eficaz, você garante um ótimo custo-benefício na etapa de entrega e ainda torna a experiência do seu cliente muito mais agradável.

Agora que você já sabe tudo sobre os pick up points, continue no nosso blog e entenda como reduzir a ociosidade logística e evitar a frota parada.

taxas transporte de cargas

Taxas no Transporte de Cargas: Conheça as principais

Por si só, a logística já um setor altamente complexo e que demanda máxima atenção por parte dos gestores. Porém, além de todas as atividades diárias, esses profissionais ainda precisam ficar atentos às taxas no transporte de cargas.

A atenção a este ponto não é só importante pela questão do planejamento, mas também pelo fato de impactar diretamente no valor do frete final. Ao conhecer todas as taxas no transporte de cargas, o gestor consegue, por exemplo, se preparar e negociar melhor o contrato de distribuição.

Então, para ajudar você nos próximos contratos de frete, neste artigo apresentaremos as principais taxas no transporte de cargas e explicaremos a importância de contar com uma transportadora especializada. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

Quais são as principais taxas no transporte de cargas?

Aqui no Brasil há um número considerável de taxas que incidem no transporte de mercadorias, porém algumas são específicas para alguns tipos de mercadorias.

Então, separamos as cobranças mais comuns de um modo geral. Confira.

Pedágio

Sem dúvida, o pedágio é a taxa mais conhecida dentro do transporte de cargas. Presente em inúmeras estradas do país, o pedágio é um direito de passagem cobrado por concessionárias visando à manutenção das vias locais.

Na modalidade de carga fracionada, a Lei 10.209/2001 traz a possibilidade de divisão do valor do pedágio entre todos os donos das mercadorias transportadas.

Frete peso

O frete peso é a taxa que relaciona a distância percorrida com o peso da mercadoria.  Normalmente, ele é utilizado em acordos que contemplam mercadorias de características bem distintas, por exemplo:

  • pequenas e pesadas;
  • volumosas e leves;
  • médias e leves.

Ad Valorem

O Ad Valorem pode até não ser tão conhecido entre o público em geral, mas está sim entre as principais taxas no transporte de cargas. A cobrança incide sobre o valor da Nota Fiscal da mercadoria agregada ao valor do frete. No cálculo, são considerados critérios como:

  • segurança do pedido;
  • distância percorrida;
  • tempo de trânsito.

Diferentemente do que muitos podem pensar, o Ad Valorem é uma cobrança obrigatória, podendo os seus custos cobrirem o seguro enquanto a mercadoria estiver sob posse do transportador.

Taxa de Restrição de Trânsito (TRT)

Devido a falta de estrutura ou por questões pontuais, alguns municípios do pais restringem a circulação de veículos de carga em suas áreas urbanas. E para garantir que a entrega seja feita nesses locais, a Taxa de Restrição de Trânsito foi criada.

O imposto cobre as soluções alternativas que precisam ser tomadas pelo entregador para finalizar a operação. As ações vão desde negociações com órgãos locais até a utilização de veículos menores.

Taxa Dificuldade na Entrega (TDE)

A TDE segue um conceito parecido com a TRT, sendo utilizada em imprevistos. Porém, diferentemente da anterior, essa taxa é muito mais abrangente e não se limita aos obstáculos de entrega na cidade local. A Taxa de Dificuldade na Entrega pode ser acionada, por exemplo, quando:

  • houver dificuldade no processo de carga e descarga;
  • houver problemas na separação das mercadorias;
  • houver dificuldade de acesso ao último ponto.

Gerenciamento de Risco e Segurança (GRIS)

O transportador também precisa fazer investimentos a fim de garantir a segurança tanto da carga quanto do seu motorista. E esses valores são considerados na hora da contratação do frete a partir do Gerenciamento de Risco e Segurança (GRIS). A somatória do GRIS também considera alguns fatores, tais como:

  • custos operacionais envolvidos;
  • destino da entrega;
  • tipo de carga.

A importância de contar com uma transportadora especializada

Como você pôde notar, é a grande a lista de taxas no transporte de cargas. Muitos delas são obrigatórias e outras podem ser flexibilizadas de acordo com o contrato firmado.

Porém, além de cumprir a sua parte com o pagamento regular dos valores obrigatórios, o mais importante é garantir que a entrega seja realizada com eficiência, qualidade e dentro do prazo. E, isso só é possível quando você conta com uma transportadora especializada.

Só uma transportadora com expertise e experiência de mercado é capaz de desenvolver um serviço de entrega acima do padrão, assegurando um ótimo custo-benefício para a sua empresa e, principalmente, para seus clientes.

Enfim, essas foram algumas das principais taxas no transporte de cargas que você encontra no Brasil. Manter o conhecimento sobre essas cobranças é fundamental para que você controle os custos com as entregas das mercadorias e consiga oferecer preços atraentes em produtos e serviços para seus clientes.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e conheça agora 5 dicas para desenvolver uma gestão de riscos eficiente.

frota parada logística

Frota parada: Como reduzir ociosidade logística

Em tempos de baixa temporada, um dos principais desafios de muitos gestores é reduzir ociosidade logística. Uma tarefa nada fácil, mas extremamente necessária, pois uma frota parada pode representar um prejuízo que não estava no orçamento inicial.

Porém, se em “períodos normais” a ociosidade já se mostra um desafio, durante uma pandemia a situação pode ser ainda mais grave. Com as restrições impostas pelo problema sanitário, o risco de os veículos ficarem inoperantes por longo período só aumenta.

Mas então, o que fazer para reduzir a ociosidade logística? E como evitar maiores prejuízos independentemente de problemas externos? Para ajudar você a solucionar essas questões, preparamos este post com dicas de como reduzir ociosidade logística na sua empresa. Confira.

Boa leitura!

Analise as causas da ociosidade logística

Claro, você já sabe que a ociosidade está representada pela sua frota de veículos parada. Porém, é importante investigar quais as principais razões para isso, ou pelo menos os motivos que tornam a ociosidade tão impactante para seu negócio.

Por exemplo, a ociosidade pode estar acontecendo não por uma questão de mercado, mas sim por falta de uma correta manutenção nos veículos. Ao não fazer as intervenções no momento correto, a sua empresa assumiu o risco de ter mais veículos parados do que em funcionamento.

Outra razão pode ser o fato de os veículos não atenderem mais as necessidades dos seus produtos. A sua produção agora demanda tecnologias e ferramentas que não estão inclusas nos caminhões, resultando em uma frota travada.

De qualquer forma, ao descobrir a principal causa do problema, você pode tomar medidas para reduzir ociosidade logística de forma inteligente.

Avalie a demanda do mercado atual

Como dito na introdução, em “tempos normais” é comum que o mercado apresente certa ociosidade nas vendas. Porém, quando uma pandemia atinge o mundo, esse período pode ser ainda maior e mais complicado.

Então, para que você supere esse período sem maiores sustos, é importante ficar atento às demandas do mercado. Não adianta, por exemplo, fabricar ou adquirir para revender um produto que está em baixa no momento. A certeza de paralisação da frota é alta.

Trabalhe com avaliações semestrais ou trimestrais, identificando quais dos seus itens valem a pena manter em alta a produção e quais devem passar por uma redução.

Reavalie seus prazos de entrega

Com ociosidade ou não, o fato é que a entrega das suas mercadorias não podem parar. Mas, para evitar que os veículos saiam ou voltem quase vazios, uma boa alternativa é aumentar os seus prazos de entrega.

Você não precisa fazer grandes mudanças que causem impacto negativo no relacionamento com o cliente, podendo até mesmo tratar alguns casos de forma individual. Mas, é interessante adequar os prazos com a realidade atual do seu negócio.

Fazendo estudos e alterações pontuais, é possível manter as suas entregas e aproveitar ao máximo o uso de cada veículo.

Adote a tecnologia como aliada

Como vimos ao longo do texto, o problema de ociosidade na logística acontece ou é agravado, muitas vezes, pela falta de comunicação eficiente entre alguns setores. Pode ser, por exemplo, a falta de comunicação entre a equipe responsável pela manutenção dos veículos com as demais equipes logísticas.

Ou mesmo a falta ou a ineficácia de comunicação entre o Departamento de Vendas e a equipe de produção na hora de relatar sobre a queda nas vendas de determinados produtos para o próximo ciclo. Tudo isso resulta na paralisação dos seus veículos de entrega.

Uma boa saída é adotar ferramentas que não só melhorem a comunicação, mas também permitam compartilhamentos instantâneos de dados, bem como, o monitoramento da frota.

Com esse controle mais moderno, você evita ser pego de surpresa e aumenta as chances de sucesso na hora de reduzir ociosidade logística.

Opte pela terceirização para reduzir ociosidade logística

Todas as dicas apresentadas são importantes e, certamente, ajudará você a reduzir ociosidade logística. Mas, ao optar pela terceirização e não por frota própria, você passa a ter menor preocupação em relação à ociosidade da frota.

Isso porque a maior parte dos pontos abordados se torna responsabilidade da transportadora terceirizada. É o fim das dores de cabeça para a sua empresa, por exemplo, com manutenção, investimento em ferramentas para os veículos, contratação de mão de obra, combustível etc.

Ou seja, a terceirização é a maneira mais inteligente de reduzir ociosidade logística. E isso sem colocar em risco a qualidade do serviço. Na verdade, com as coletas e entregas sendo feitas por uma transportadora profissional a tendência é de crescimento produtivo.

Enfim, reduzir ociosidade logística deve sempre ser um ponto de alerta para qualquer empresa. Porém, com as medidas corretas, ela não precisa ser o seu maior foco. Deixe que uma transportadora parceira se preocupe com a frota de veículo e concentre-se em aperfeiçoar os resultados do seu negócio durante o ano todo.

Gostou das dicas? Entre em contato com a RDR Soluções Logísticas e saiba como uma das principais transportadoras do país pode ajudar a sua empresa.

transporte de cargas eletronicas

Transporte de Eletrônicos: 5 cuidados que você precisa saber

A movimentação de cargas, em si, já é um processo que demanda atenção. Mas, quando se trata do transporte de eletrônicos, os cuidados precisam ser ainda maiores. 

Em geral, equipamentos eletrônicos até apresentar uma estrutura física forte, com parte externa de metal. No entanto, além de serem itens de alto custo, o que chama a atenção para a segurança, uma pequena avaria pode ser o suficiente para que os produtos não sejam aceitos no destinatário.

Então, como garantir um bom transporte de eletrônicos? Quais cuidados devem ser tomados pelo fabricante ou revendedor na hora da movimentação da carga? Continue lendo e confira 5 práticas essenciais.

Boa leitura!

 

1. Análise de riscos

Como bem diz o ditado: “O precavido não é pego de surpresa”. E quando você precisa enviar cargas de altos valores para vários lugares do país, ser precioso é uma ótima ideia.

Assim, uma das primeiras atitudes a se tomar quando falamos de transporte de eletrônicos é avaliar os riscos inerentes à operação. Iniciando, logicamente, pelas próprias características dos produtos, analisando os principais pontos fracos, por exemplo: temperatura, empilhamento etc.

Conhecendo quais fatores afetam a integridade dos produtos, parta para outras situações determinantes durante uma viagem, tais como:

  • acompanhamento dos veículos de transporte;
  • condições internas dos caminhões;
  • segurança nas estradas.

2. Rastreamento dos caminhões

Tendo conhecimento sobre os principais pontos de risco, o próximo passo é a resolução de cada um deles. Claro, nem sempre será possível solucioná-los por completo, mas é possível minimizá-los.

O rastreamento de cargas, por exemplo, é uma das ações essenciais a se tomar dentro do transporte de eletrônicos. Como você sabe, são itens de alto valor e bastante visados por ladrões de beira de estrada.

Além de trazer maior segurança para a carga e para o motorista, o rastreamento também é importante para a comunicação. Com ele, o destinatário poderá se manter sempre informado sobre o andamento da viagem.

3. Criação de rotas mais seguras

O rastreamento de cargas é fundamental, mas sozinho ele não é o suficiente para minimizar os riscos em relação à segurança da carga. O transporte de eletrônicos exige um planejamento prévio muito mais apurado, com a criação de rotas mais seguras e mais rápidas para os caminhões.

A parte interessante é que essa definição de rotas pode ser feita utilizando informações fornecidas pelos próprios motoristas. Um mescla de experiência prática com dados obtidos por outras fontes:

  • dados de jornais e sites especializados;
  • imagens de satélite (aplicativos);
  • dados dos órgãos de segurança.

A criação de rotas é importante para a segurança da carga, bem como para o cumprimento dos prazos. Quanto mais segura, bem sinalizada e pavimentada a estrada, menor a chance de contratempos pelo caminho.

4. Proteção / Embalagem dos produtos

Como falamos, os produtos eletrônicos não são necessariamente frágeis, como itens de vidro, por exemplo. Mas, a sua comercialização depende muito da questão estética. Uma avaria é o suficiente para que o produto seja considerado impróprio para a venda.

Por isso, outro dos cuidados primordiais dentro do transporte de eletrônicos diz respeito à proteção individual dos itens. Embora seja comum que cada produto já conte com a sua própria embalagem, é preciso que haja um reforço no momento do transporte.

Uma das opções mais utilizadas nesse sentido é o plástico bolha, um material que reforça a embalagem original e ajuda a diminuir os impactos da viagem nos produtos, um item de ótimo custo-benefício.

5. Empresa com expertise no transporte de eletrônicos

Todos os cuidados apresentados até aqui são essenciais para aumentar a segurança dos produtos eletrônicos. Porém, não há como negar que se trata de medidas que demandam tempo e aporte financeiro. E caso você erre em alguma estratégia, os lucros da empresa só diminuem.

Nesse sentido, a contratação de uma empresa especializada no transporte de eletrônicos acaba fazendo muita diferença. A partir de uma terceirização você repassa todos esses cuidados para uma especialista e tem a tranquilidade de focar na venda de mais eletrônicos.

Mas, não é apenas uma questão de passar o bastão. Com uma transportadora terceirizada, você não precisa investir em caminhões próprios, gastar com manutenção ou gasolina, ou mesmo investir em softwares de rastreamento. Tudo isso fica por conta do parceiro transportador.

Você garante uma movimentação de carga segura, eficiente e com redução de custos.

Enfim, os cuidados com o transporte de eletrônicos devem ser uma preocupação séria para qualquer empresa que fabrique ou revenda esse tipo de produto. Não arrisque desnecessariamente a segurança da sua equipe, dos seus produtos ou os lucros do seu negócio. Siga boas práticas e conte com uma transportadora especialista na sua operação.

Entre em contato com a RDR Soluções Logísticas e saiba como podemos ajudar no seu transporte de eletrônicos .

Logística e Agronegócio

Logística no Agronegócio: Descubra os 5 principais desafios

Em termos de produção agrícola, o Brasil é um dos países que mais se destacam no mundo, ficando no Top 3 de maiores exportadores. Mas, esse destaque todo não impede que a logística no Agronegócio apresente inúmeros desafiados para as empresas.

É verdade que, em geral, os segmentos corporativos no Brasil vivem em uma constante dicotomia. Ao mesmo tempo em que faturamentos crescem a cada ano, o país oferece infraestruturas precárias e problemas que permeiam por anos.

Mas, desafios podem ser superados. Com estratégias bem planejadas e executadas, é possível reverter a situação ou minimizar impactos negativos. E, para ajudar, preparamos este artigo abordando os 5 principais desafios da Logística no Agronegócio e como superá-los.

Boa leitura!

 

1. Grande dependência do modal rodoviário

Um dos grandes desafios da logística no agronegócio é um fator recorrente para inúmeros segmentos no Brasil: a dependência do modal rodoviário. Um problema antigo, que vem desde a década de 60 quando o governo brasileiro minou os investimentos no transporte ferroviário e focou apenas no rodoviário.

O investimento em um único modal não é nem o grande problema, a questão é que mesmo o setor rodoviário sendo o principal do país, ele ainda apresenta inúmero defeitos. E todo esse cenário impacta a logística no Agronegócio, fazendo com que as empresas precisem lidar com fatores macroambientes.

Neste ponto, não é possível solucionar o problema de vez. Mas, com decisões estratégicas, a sua empresa é capaz de atingir um bom ponto de equilíbrio.

O principal movimento é fechar parceria com uma transportadora especializada em logística no Agronegócio. Assim, você pula a maioria das dores de cabeça inerentes à dependência do modal rodoviária e deixa um especialista tomar a dianteira.

Além disso, capacite os funcionários da sua empresa para que realizem os processos com mais dinamicidade e facilitem a operação de transporte.

 

2. Custos elevados na estrutura de produção

Apesar de o agronegócio brasileiro ser altamente produtivo, ele ainda apresenta algumas ineficiências na questão dos insumos. Itens importantes para diferentes etapas da operação são caros ou trazidos de outros países, por exemplo:

  • fertilizantes;
  • defensivos;
  • sementes.

Essa questão é um grande problema e acaba onerando e muito a logística no Agronegócio. Ainda mais quando o custo-benefício de algumas etapas se mostra bem pequeno, por exemplo: em uma época de maior oferta e baixa demanda, os produtores não possuem muitos argumentos para barganhar valores.

A melhor saída aqui é encontrar fornecedores que se mostrem flexíveis nas negociações. Parceiros que não só apresentem valores dentro da realidade da sua empresa, mas que cumpram prazos de entrega e quantidade.

 

3. Dificuldades no armazenamento dos produtos

O Agronegócio, assim como a mineração e outros segmentos, trabalha com um volume muito grande de mercadorias. E isso não é à toa: a produção precisa ser extensa para que os produtores consigam lucrar no momento da revenda.

Mas, todo esse volume, geralmente, resulta em uma dificuldade de armazenamento. Basicamente, os espaços reservados para a estocagem de produtos nem sempre têm capacidade para atender a demanda.

Quando você só percebe esse problema com a operação em andamento a dificuldade é muito maior, gerando custos com obras de expansão ou aluguel emergenciais em espaços extras.

O ideal é trabalhar de maneira prévia – fazendo jus ao conceito logístico de trabalho antecipado. Antes de iniciar a produção, faça projeções e analise a capacidade disponível dos espaços. O indicado é que a capacidade para armazenamento seja, no mínimo, 20% maior que a expectativa produtiva.

 

4. Distâncias para o escoamento dos produtos

A dificuldade no escoamento dos produtos está diretamente ligada à dependência do modal rodoviário que acontece no Brasil. Como a maior parte dos produtores agrícolas se encontra no interior do país, a distância para pontos de escoamento, como portos e aeroportos, acaba sendo muito grande.

O problema é maior em locais onde não existem portos ou espaços de grande escoamento, como é o caso da região Centro-Oeste do país. Por mais bem planejada que seja, a operação tende a ser mais extensa e custosa.

A saída aqui é mais uma vez contar com uma empresa especializada na logística de Agronegócio. Não há como resolver o problema da distância, mas uma transportadora com know how consegue criar um planejamento de rotas para otimizar o tempo de viagem e diminuir os riscos no transporte.

 

5. Desperdícios na operação da logística no Agronegócio

Um dos fatores que mais impactam nos lucros dos produtores do Agronegócio é o desperdício que ocorre em diferentes etapas da logística. Produção, armazenamento, carga, descarga, transporte e distribuição: cada estágio traz uma preocupação para os produtores em termos de desperdício.

Para melhorar esse cenário, uma boa saída é investir na automatização de processos. Com ferramentas inteligentes, os processos passam a acontecer de maneira automática, com a mínima participação humana e menor incidência de falhas.

O melhor é que a automação pode ser feita em qualquer parte da operação, desde sistemas de irrigações controlados por software até cargas e descargas automatizadas.

Enfim, o faturamento do setor agrícola representa quase 22% do PIB nacional, e a logística no Agronegócio precisa acompanhar essa realidade positiva. É importante que a parte operacional corresponda às necessidades do setor e garanta o equilíbrio para que produtores e clientes extraiam o melhor em cada safra.

Gostou das dicas? Continue no nosso blog e confira outras informações importantes sobre transportes no agronegócio.

caminhões elétricos na logística

Carros elétricos na logística para diminuir emissão de CO2

Recentemente a montadora Volvo anunciou o lançamento de carros elétricos e outros veículos para os setores da construção civil e transporte de cargas. Uma iniciativa vista como mais uma vitória na luta para a diminuição do CO2 na atmosfera.

A verdade é que embora o tema do aquecimento global não seja recente, ainda há pouca movimentação por parte das empresas para ajudar nessa causa. Por isso quando uma grande marca do setor de transportes age positivamente, vale a pena ser comemorado.

Mas, você sabe qual é a participação do setor logístico na luta contra o aquecimento global? E qual o impacto real dos carros elétricos nesse cenário? Para saber mais, continue lendo e confira a postagem que preparamos sobre o assunto.

Boa leitura!

Qual o papel da logística na luta contra a emissão do CO2?

Um estudo feito pela COP (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) mostrou que quase 15% de toda emissão de gases na atmosfera do planeta é feita pelo setor de transporte – esse número corresponde ao período anual.

Isso significa que o trabalho diário feito por empresas e caminhoneiros afeta diretamente o clima do nosso planeta, acelerando as consequências do aquecimento global. Ou seja, resumidamente: a logística tem um papel importantíssimo na luta contra a emissão do CO2. Aqui na RDR acompanhamos de perto as médias dos veículos, afinal quanto maior a média, menor é o gasto e a emissão de gases que impactam no meio ambiente.

Mas, é claro que ninguém lança gases nocivos na atmosfera de forma deliberada – bom, pelo menos é o que esperamos. A emissão de CO2 é proveniente da queima de combustíveis fósseis e, infelizmente, ainda não é possível parar de utilizar esse recurso. Mas então, o que fazer?

A logística no mundo não pode simplesmente parar suas atividades – os efeitos seriam tão aterrorizadores quando os do aquecimento global. Isso é um fato. Então, empresas e profissionais do setor devem adotar prática que diminuam a taxa de emissão de gases nocivos.

Uma das primeiras e mais impactantes ações é o desenvolvimento de produtos mais sustentáveis e menos prejudiciais ao meio ambiente, como é o caso dos carros elétricos citados na introdução – falaremos mais deles no próximo tópico.

Porém, há outras medidas mais simples e dentro do alcance de qualquer empresa que também ajudam a diminuir esse cenário mais preocupante. Um bom exemplo é a otimização de trajeto dos veículos. Vamos entender.

Otimização de rotas

Como explicado, a principal “contribuição” da logística para o aumento do efeito estufa diz respeito aos gases provenientes da queima de combustível. Ou seja, se os veículos rodarem menos, essa queima automaticamente será menor.

Para que isso seja possível sem causar prejuízos produtivos ou financeiros para as empresas, é preciso criar rotas que agilizem a movimentação dos veículos e reduzam a utilização deles mensalmente.

É importante também que haja um trabalho bem sincronizado e de excelência na separação e embalagem das mercadorias, garantindo que os produtos cheguem em perfeito estado às mãos dos clientes e evitando que os veículos voltem ao asfalto para realizar trocas e coletas.

A importância dos carros elétricos

Falando de maneira prática, os carros elétricos e outros veículos do mesmo modelo são a alternativa perfeita para que a logística contribua de maneira considerável na luta contra a emissão do Co2. Uma frota de carros elétricos é o que podemos chamar de uma logística verde perfeita.

Além de não emitirem gases provenientes da queima de combustíveis, esses veículos apresentam um arsenal tecnológico interessante para a área logística, contando com ferramentas que facilitam o trajeto, trazendo maior segurança para o motorista, além de melhorar a dirigibilidade do veículopor exemplo:

  • apps de comunicação;
  • câmeras;
  • GPS.

É claro que não se trata de uma iniciativa simples, mas também não é uma mudança futurista ou fora da realidade. É só pegarmos o exemplo da Volvo e da Tesla, que já fabricam e vendem carros elétricos com essas características.

Para a logística, essas empresas já oferecem caminhões e vans com capacidade de quase 1 tonelada e com autonomia para mais de 500 quilômetros. Se ainda não podem ser utilizados para grandes viagens, se mostram veículos perfeitos para rodar em zonas urbanas ou em cidades próximas umas das outras.

Enfim, a batalha contra a emissão de gases nocivos na atmosfera deve ser coletiva, afinal as consequências afetarão a todos em algum momento. Por isso a criação de carros elétricos deve ser comemorada sim.

Para empresários e investidores do setor logístico, o primeiro passo é investir em medidas mais sustentáveis, que tornem a rotina diária menos impactante ao meio ambiente. Além disso, é importante formar parcerias com transportadoras e fornecedores que investem na logística verde e estão alinhadas as nossas necessidades atuais.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e entenda como a inteligência artificial é importante para a otimização de rotas dos caminhões.

caminhão a gás

Sustentabilidade dos caminhões a gás

Lembra-se da grande greve dos caminhoneiros que ocorreu em 2018? Você sabia que ela poderia ter sido evitada, ou pelo menos ter sido em menor proporção, se o Brasil investisse em medidas de sustentabilidade como, por exemplo, a fabricação de caminhões a gás?

Segundo especialistas do setor de combustível, ao utilizar veículos movidos a gás, os caminhoneiros economizariam até R$1,00 por litro durante suas viagens. Na época da greve, os profissionais estavam reivindicando um corte de R$ 0,46 no valor do diesel nos postos – faça as contas e veja o quanto aquele cenário poderia ter sido diferente.

Mas, você sabe qual é o panorama atual dos caminhões a gás no nosso país? E o quanto uma mudança nesse sentido contribuiria para a pauta da sustentabilidade? Para entender mais sobre o assunto, confira a nossa postagem a seguir.

Boa leitura!

Qual é o panorama dos caminhões a gás no Brasil e no mundo?

O uso de gás natural como combustível para os caminhões e outros equipamentos não é uma novidade. Na verdade trata-se de uma tecnologia com mais de 3 décadas, mas que perdeu espaço no início dos anos 90.

Naquela época, foi difundida a ideia de que motores de veículos pesados não eram fortes o suficiente quando alimentados por gás natural. Assim, o desenvolvimento dos equipamentos “andou” a vagarosos passos até o início dos anos 2000.

Mas, na virada do século essa dificuldade foi superada e hoje o motor a gás tem a mesma potência que outros modelos, com caminhões e demais veículos apresentando a mesma performance.

Nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, já é comum a utilização de veículos a gás natural no transporte de cargas e de pessoas. Até mesmo aqui na América do Sul países como a Bolívia, o Peru e a Argentina utilizam esses modelos dentro da logística.

No entanto, quando olhamos aqui para o Brasil a utilização desse tipo de veículo ainda é irrisória. A grande maioria dos profissionais e empresas ainda faz uso de caminhões e ônibus a diesel para o deslocamento de mercadorias e de passageiros pelas estradas do país.

Por que essa tecnologia é tão pouco utilizada no Brasil?

Mesmo sendo uma tecnologia que trabalha dentro da ideia de sustentabilidade e se mostra até mais barata que outras iniciativas como os carros elétricos, o motor a gás ainda não ganhou um grande espaço no Brasil. Mas, por que será?

Um dos principais motivos para essa fraca expansão é justamente a demanda interna. Montadoras aqui no país já até desenvolvem caminhões a gás, mas a maioria é para exportação. O trabalho é para atender demandas específicas de países aqui mesmo da América do Sul.

Com poucos veículos a gás rodando pelas ruas e estradas do país, também é limitada a rede de postos para abastecer esse tipo de combustível. Com isso, os motoristas que buscam a mudança só têm como opção a conversão com o Kit gás – um processo bastante caro, chegando a custar 25% do valor original do veículo.

Todos esses fatores culminam em um cenário complicado e ainda de difícil mudança em curto prazo. Para as montadoras, seriam necessários projetos voltados a essa área para uma diminuição de custos real a todos os envolvidos.

Como caminhões a gás contribuem para a sustentabilidade?

Se o futuro dos caminhões a gás no Brasil ainda é incerto, os benefícios para a sustentabilidade possibilitados pela sua utilização não levantam dúvidas.

Além de ser um combustível mais barato que o diesel, o que facilita muito a vida do motorista, a tecnologia a gás produz uma queima de poluentes e gases nocivos em um volume muito menor.

Essa diferença traz um impacto positivo para a saúde da população no dia a dia e para o controle do efeito estufa no nosso planeta. Em outras palavras: é bom para o bolso e principalmente para a sustentabilidade do meio ambiente.

Enfim, caminhões a gás já são realidade na logística e podem ser tão produtivos quanto os modelos a diesel. E ainda que não seja um investimento imediato, é importante você conhecer todas as medidas que trazem mais economia para a sua empresa e ajudam a fortalecer a pauta de sustentabilidade. Faça a sua parte para uma logística verde.

Gostou do artigo? Aproveite para conferir agora o nosso artigo sobre o Machine learning na logística.

parceria para pequenos frotistas

RDR para pequeno frotista: entenda como podemos melhorar os processos

Gerenciar um grande ou médio negócio logístico já não é uma tarefa simples, mas para um pequeno frotista tudo pode ser ainda mais complicado. Oportunidades escassas e investimentos limitados dificultam, muitas vezes, até mesmo o fechamento de planejamentos mensais.

Sem falar nos fatores macroambientes que tanto preocupam toda a categoria, como estradas precárias e preço elevado dos combustíveis. Por essa razão, é essencial que o pequeno empreendedor busque por parcerias com empresas maiores que ofereçam um cenário de novas oportunidades.

O projeto RDR para pequeno frotista é um ótimo exemplo. Ao participar dessa inovação, você conta com uma série de benefícios que não seriam possíveis por outros caminhos, melhorando consideravelmente a sua rotina de trabalho.

Continue lendo e conheça as principais vantagens de fazer parte do projeto RDR para pequeno frotista. Boa leitura!

Abertura para novos mercados

Ao trabalhar por conta própria, você fica limitado aos mercados mais conhecidos — mantendo-se no seu “porto seguro”. O grande problema é que nem sempre isso é o suficiente para fechar o mês com as contas no azul.

Umas das principais vantagens da associação do pequeno frotista ao projeto da RDR é justamente a expansão para novos mercados. Como uma das principais transportadoras de carga do país, a RDR participa ativamente de diferentes mercados logísticos, trazendo para o seu parceiro um novo leque de oportunidades.

Capilaridade de clientes

Se há mais mercados para trabalhar, logicamente, há um número maior de clientes. A capilaridade é justamente a extensão dos seus números atuais. Aqui, você não ficará mais limitado a sete ou oito clientes.

A preocupação de ter o caminhão parado por dias ou semanas fica para trás. Isso porque a mesma network utilizada pela RDR estará a sua disposição, possibilitando que você tenha um alto fluxo de demanda e aproveite ao máximo o seu equipamento.

Aumento mensal dos rendimentos

Ao se conectar com um número maior de clientes e realizar serviços continuamente, os seus ganhos mensais tendem a aumentar gradativamente — e manter um fluxo de caixa saudável, sem dúvida, é um dos maiores objetivos de todo pequeno frotista.

Não se trata apenas de quantidade, mas principalmente qualidade. Em parceria com a RDR você conta com valores mais satisfatórios, negociações que dificilmente estariam acessíveis para outros pequenos empreendedores.

Em outras palavras, é muito mais que uma parceria aleatória. Trata-se de uma oportunidade única de elevar o seu negócio a um novo patamar.

Recebimento mais rápido dos serviços realizados

Outra grande dificuldade que ronda o pequeno frotista é o recebimento em dia dos pagamentos dos serviços. Um desafio que não só atrapalha planos diários, mas também a concretização de metas maiores.

O fato é que sem uma estabilidade em relação aos recebimentos, é praticamente impossível manter um capital de giro para realizar novos investimentos e cobrir eventuais prejuízos em meses com menor demanda de trabalho.

Essa é mais uma realidade que muda quando você se associa a uma grande transportadora. Como explicado: não é apenas um aumento de quantidade, mas também de qualidade. Serviços de até 90 dias para receber deixam de existir, e você consegue criar um bom capital de giro próprio.

Facilidade na compra de itens essenciais para o pequeno frotista

Além dos custos com o combustível, o pequeno frotista precisa se preocupar diariamente com os gastos de manutenção do caminhão, pagamento de taxas e com o consumo próprio. Em um cenário com poucos serviços e clientes, a situação se torna muito desconfortante.

A boa notícia é que a parceria com a RDR pode ajudar também nesse sentido. Como o pequeno frotista, em geral, realiza as suas compras de maneira individual, dificilmente consegue descontos ou flexibilizações nos pagamentos. Mas para uma grande empresa a situação é diferente.

A RDR tem parcerias com muitos fornecedores de peças e materiais essenciais para o caminhoneiro logístico, possibilitando que a aquisição de novos itens seja feita sob melhores acordos.

Além disso, o pequeno frotista passa a usufruir do abastecimento no centro de distribuição onde o preço do diesel é relativamente menor que nos postos.

Credibilidade da marca RDR

A RDR Soluções Logísticas está no mercado desde 1986, sempre trabalhando com inovação e inteligência e abrindo espaço para mais oportunidades de negócios. Alguns dos parceiros mais conhecidos da empresa são:

  • Carrefour;
  • Unilever;
  • Pepsico.

Toda a credibilidade conquistada pela RDR ao longo dessas 3 décadas se torna um dos grandes benefícios para o pequeno frotista associado. Você será reconhecido e valorizado no mercado como parceiro de uma das maiores transportadoras do Brasil — melhorando o seu know how e facilitando a conquista de trabalhos futuros.

Enfim, é possível afirmar que a parceria com RDR é uma ação altamente benéfica para o pequeno frotista. Claro, o seu profissionalismo ainda será essencial para que os bons resultados aconteçam, mas tanto o ambiente quanto a sua rotina de trabalho praticamente se transformarão a partir desse novo projeto. Não perca uma das melhores oportunidades de alavancar os seus ganhos e a qualidade do seu serviço.

Entre em contato com a RDR e saiba como se tornar um associado.

logistica no agronegocio

Transportes no Agronegócio

Embora a logística e agronegócio sejam dois fatores que praticamente caminham lado a lado, muitos produtores ainda não exploram corretamente todas as possibilidades. Não há dúvidas que os conceitos trabalhados na logística podem oferecer caminhos para que os empresários sejam mais competitivos e fortes no mercado.

Por si só, o agronegócio já envolve diferentes atividades relacionadas à agrícola e pecuária. É uma área que exige conhecimento e preparo por parte dos profissionais. A partir do momento que esse “extenso mundo” utiliza estratégias e ideias da logística, o resultado tende a ser uma melhoria contínua da cadeia de produção e maior qualificação do serviço.

Então, para explicar melhor a relação entre logística e agronegócio, preparamos este artigo com os principais pontos sobre o assunto. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

Qual a relação entre logística e agronegócio?

Como dito na introdução, a logística é algo intrínseco ao agronegócio, tendo em vista todo o planejamento necessário para garantir que as mercadorias saiam da linha de produção e cheguem às prateleiras comerciais da melhor maneira possível.

No entanto, ainda acontece uma utilização rasa da prática logística — não sendo uma regra, claro. Muitos produtores acabam não conseguindo alcançar resultados mais expressivos justamente por ignorarem ideias centrais da logística, tais como:

  • estudos sobre as necessidades das empresas;
  • busca por melhores parceiros no transporte;
  • entendimentos sobre os desafios do setor.

Ao alinhar as tarefas logísticas à rotina de processos do agronegócio, os serviços da sua empresa se mostrarão mais propícios a alcançar melhores números, ao uso de uma quantidade menor de recursos — sejam financeiros ou de mão de obra.

Por fim, sendo desenvolvido em diferentes frentes, o agronegócio requer estratégias variadas da própria logística. É a partir daí que um novo cenário de melhorias começa a surgir.

Quer saber quais os tipos de logísticas trabalhadas? Confira no próximo tópico.

Quais os principais tipos de estratégia logística para o agronegócio?

Para que o elo entre logística e agronegócio resulte em otimização e produtividade, é preciso focar estratégias em que haja um complemento das duas partes. Há dois processos que são fundamentais dentro dessa ideia: Logística de suprimentos e Logística de distribuição.

Logística de suprimentos

Por trabalhar com produtos de origem agrícola e de pecuária, o agronegócio produz uma quantidade grande de mercadorias, por exemplo:

  • frutas e verduras;
  • aves e carnes;
  • laticínios.

Cada um desses itens apresenta características próprias e especificações restritas de produção, armazenamento, venda e distribuição. Se adequar a todas as exigências é uma necessidade irrevogável, demandando um planejamento inteligente por parte das empresas com o objetivo de garantir uma execução próxima à perfeição.

É para certificar que tudo ocorra da melhor maneira que entra em ação a Logística de suprimentos. Aqui, logística e agronegócio andam lado a lado para superar os desafios e realizar uma gestão de insumos organizada.

O objetivo é garantir maior produtividade e diminuir os custos em etapas essenciais como aquisição de matéria-prima, comercialização, armazenamento etc.

Logística de distribuição

Já a Logística de distribuição é focada na parte de transporte do agronegócio. O transporte nesse setor vai muito além das mercadorias: máquinas e ferramentas pesadas precisam ser deslocadas frequentemente para que a produção aconteça.

Além das especificidades citadas sobre o transporte das mercadorias, o produtor no agronegócio se preocupa com a legislação e normas sobre o limite de peso na movimentação das cargas, e isso inclui os grandes equipamentos.

No Brasil, a Lei nº 11.442 é a que indica o limite do volume a ser transportado por cada tipo de veículo — o não cumprimento pode trazer punições graves.

A Logística de distribuição é a estratégia que trabalha esses pequenos, mas essenciais detalhes sobre o transporte no agronegócio. Além da questão do peso, é nesse planejamento que se estuda e define outros pontos:

  • condições ideais para armazenamento dentro e fora do veículo;
  • tipos de veículos adequados para o transporte;
  • definição sobre terceirização do transporte.

A análise sobre os veículos de transporte é um dos fatores primordiais nesse estágio. Diferentemente da logística desenvolvida em outros setores, em que a diversidade de caminhões não precisa ser tão grande, o agronegócio exige uma alta variedade:

  • bi-trem para transporte de cana de açúcar;
  • caminhão caçamba para grãos e derivados;
  • veículos com baús climatizados.

Diante desses pontos de alta relevância, e complexidade, a logística e agronegócio precisam se aproximar cada vez no dia a dia das empresas do ramo. É importante também contar com o trabalho e a expertise de transportadoras que oferecem serviços que estejam a altura da diversidade do setor. Afinal, os processos do agronegócio são bastante dinâmicos, e você deve ter todo tipo de solução à sua disposição.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 razões para contar com uma empresa especialista para o transporte de alimentos?

Preço do diesel: o custo do combustível no preço do frete

A volatilidade no preço do diesel tem sido algo constante nos dias atuais. Um cenário nada satisfatório para quem trabalha no setor logístico e utiliza caminhões diariamente para cumprir com suas entregas e outros serviços.

Não só isso. Essa inconsistência no preço dos combustíveis é ruim até mesmo para os clientes, pois o valor do frete acaba sendo influenciado nessa situação. Ou seja, do caminhoneiro ao usuário final, todos são afetados e acabam pagando mais caros.

Mas, qual é a relação de fato entre o preço do diesel e a tabela de frete? O que os caminhoneiros podem fazer para amenizar eventuais prejuízos? Quer entender mais sobre esse assunto? Continue lendo e confira este artigo especial que preparamos para você.

Boa leitura!

Por quais motivos as mudanças no preço do diesel nas refinarias não impactam tanto na bomba de combustível?

No Brasil, ainda não há entendimento completo sobre a relação entre os preços praticados nas refinarias e aqueles que chegam até os postos de combustíveis. Muitas pessoas ainda não entendem por que as reduções anunciadas pelas produtoras não chegam ao público final.

Um questionamento até fácil de entender, tendo em vista que no meio dessa constante mudança no preço do diesel e de outros combustíveis há diversas notas soltas sobre reduções nos valores praticados pelas refinarias.

O primeiro ponto que se deve entender é que, antes de chegar aos postos, o combustível ainda é repassado para uma distribuidora. Sendo que essa precisa pagar impostos, como o ICMS, antes de revender o produto.

Por sua vez, os postos também arcam com taxas específicas, o que acaba onerando a sua operação. Além disso, esse é um setor que tem livre arbítrio para repassar ou não quaisquer descontos adquiridos pelas refinarias ou distribuidoras.

Por fim, as diminuições anunciadas pelas refinarias, muitas vezes, giram em torno de 1% a 2%. Ao percorrer todo o caminho já citado, eles acabam se tornando irrelevantes para o consumidor final — que, na hora de abastecer, sente pouca ou nenhuma diferença no custo do diesel, por exemplo.

Qual o impacto do aumento no custo do diesel no preço do frete?

Atualmente, está em vigor no Brasil a LEI Nº 13.703. Entre outras coisas, ela regulariza os valores mínimos praticados no preço do frete rodoviário no país.

A Lei prevê que toda vez que o preço do diesel variar acima de 10% é preciso reavaliar o piso praticado e criar uma nova tabela de frete — isso deve ser feito se há uma oscilação tanto para mais quanto para menos.

A Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) é a responsável por publicar a nova tabela com os preços vigentes.

Com isso, o custo do diesel sempre terá um impacto direto no preço do frete. Enquanto não houver uma estabilidade nesse sentido, dificilmente será possível prever o valor praticado em médio ou longo prazo.

Mas, há como economizar e melhorar a produtividade mesmo em cenários adversos. Saiba mais no próximo tópico.

Como economizar quando os preços estão em alta e como otimizar o custo quando os preços estão em baixa?

Mesmo com o preço do diesel excedendo o orçamento de empresas e caminhoneiros, a verdade é que os processos não podem parar. É preciso buscar formas de economizar e otimizar a produtividade independentemente do valor do combustível. Quer algumas dicas? Confira.

Não exceda o volume de carga

Todo veículo tem um volume de carga a ser respeitado durante o transporte. O não cumprimento desse limite pode acarretar não só em multa para o responsável pelo caminhão, como também causar acidentes durante a viagem.

Além dessas situações, o excesso de carga aumenta diretamente o consumo de combustível. Quanto mais peso você carrega, mais força o motor do veículo precisa fazer para dar conta do volume.

Já quando se respeita esse limite, você consegue executar a operação sem precisar gastar mais que o necessário.

Mantenha a revisão em dia

Trabalhar com um veículo em mau funcionamento é a receita para o insucesso de qualquer profissional. Todos os sistemas e peças do seu caminhão precisam se apresentar em bom estado, correspondendo corretamente durante cada operação.

Para garantir essa excelência é preciso manter a revisão em dia. Uma manutenção atualizada não só impede o gasto desnecessário de combustível como também ajuda na produtividade. Seguindo o cronograma de revisão, dificilmente você precisará parar o caminhão por muito tempo e nem gastará com peças emergenciais.

Trabalhe com a logística reversa

A logística reversa é comumente utilizada para garantir que as empresas recolham seus resíduos e embalagens utilizadas corretamente — respeitando a Lei dos Resíduos.

No entanto, um dos pilares da logística reversa baseia-se na utilização completa dos caminhões. Em outras palavras, é uma estratégia que aponta a necessidade de os veículos estarem sempre carregados, tanto na saída como no retorno a sua base.

Com isso, os motoristas aproveitam ao máximo o diesel colocado em cada caminhão e garantem um aumento de produtividade nos seus serviços.

Além das dicas apresentadas anteriormente, o caminhoneiro autônomo pode economizar no combustível se associando a uma transportadora de grande porte. Ao fazer isso, ele usufrui do abastecimento no centro de distribuição onde o preço do diesel é relativamente menor que nos postos. O mais importante é sempre se manter ativo e não perder as oportunidades que surgem no mercado.

Gostou das informações apresentadas? Que tal agora entender como criar um planejamento logístico de sucesso para este ano?