transporte de cargas eletronicas

Transporte de Eletrônicos: 5 cuidados que você precisa saber

A movimentação de cargas, em si, já é um processo que demanda atenção. Mas, quando se trata do transporte de eletrônicos, os cuidados precisam ser ainda maiores. As características dos produtos alimentares que o transportador tenham expertise para garantir uma operação bem definida .

Em geral, equipamentos eletrônicos até apresentar uma estrutura física forte, com parte externa de metal. No entanto, além de serem itens de alto custo, o que chama a atenção para a segurança, uma pequena avaria pode ser o suficiente para que os produtos não sejam aceitos no destinatário.

Então, como garantir um bom transporte de eletrônicos? Quais cuidados devem ser tomados pelo fabricante ou revendedor na hora da movimentação da carga? Continue lendo e confira 5 práticas essenciais.

Boa leitura!

1. Análise de riscos

Como bem diz o ditado: “O precavido não é pego de surpresa”. E quando você precisa enviar cargas de altos valores para vários lugares do país, ser precioso é uma ótima ideia.

Assim, uma das primeiras atitudes a se tomar quando falamos de transporte de eletrônicos é avaliar os riscos inerentes à operação. Iniciando, logicamente, pelas próprias características dos produtos, analisando os principais pontos fracos, por exemplo: temperatura, empilhamento etc.

Conhecendo quais fatores afetam a integridade dos produtos, parta para outras situações determinantes durante uma viagem, tais como:

  • acompanhamento dos veículos de transporte;
  • condições internas dos caminhões;
  • segurança nas estradas.

2. Rastreamento dos caminhões

Tendo conhecimento sobre os principais pontos de risco, o próximo passo é a resolução de cada um deles. Claro, nem sempre será possível solucioná-los por completo, mas é possível minimizá-los.

O rastreamento de cargas, por exemplo, é uma das ações essenciais a se tomar dentro do transporte de eletrônicos. Como você sabe, são itens de alto valor e bastante visados por ladrões de beira de estrada.

Além de trazer maior segurança para a carga e para o motorista, o rastreamento também é importante para a comunicação. Com ele, o destinatário poderá se manter sempre informado sobre o andamento da viagem.

3. Criação de rotas mais seguras

O rastreamento de cargas é fundamental, mas sozinho ele não é o suficiente para minimizar os riscos em relação à segurança da carga. O transporte de eletrônicos exige um planejamento prévio muito mais apurado, com a criação de rotas mais seguras e mais rápidas para os caminhões.

A parte interessante é que essa definição de rotas pode ser feita utilizando informações fornecidas pelos próprios motoristas. Um mescla de experiência prática com dados obtidos por outras fontes:

  • dados de jornais e sites especializados;
  • imagens de satélite (aplicativos);
  • dados dos órgãos de segurança.

A criação de rotas é importante para a segurança da carga, bem como para o cumprimento dos prazos. Quanto mais segura, bem sinalizada e pavimentada a estrada, menor a chance de contratempos pelo caminho.

4. Proteção / Embalagem dos produtos

Como falamos, os produtos eletrônicos não são necessariamente frágeis, como itens de vidro, por exemplo. Mas, a sua comercialização depende muito da questão estética. Uma avaria é o suficiente para que o produto seja considerado impróprio para a venda.

Por isso, outro dos cuidados primordiais dentro do transporte de eletrônicos diz respeito à proteção individual dos itens. Embora seja comum que cada produto já conte com a sua própria embalagem, é preciso que haja um reforço no momento do transporte.

Uma das opções mais utilizadas nesse sentido é o plástico bolha, um material que reforça a embalagem original e ajuda a diminuir os impactos da viagem nos produtos, um item de ótimo custo-benefício.

5. Empresa com expertise no transporte de eletrônicos

Todos os cuidados apresentados até aqui são essenciais para aumentar a segurança dos produtos eletrônicos. Porém, não há como negar que se trata de medidas que demandam tempo e aporte financeiro. E caso você erre em alguma estratégia, os lucros da empresa só diminuem.

Nesse sentido, a contratação de uma empresa especializada no transporte de eletrônicos acaba fazendo muita diferença. A partir de uma terceirização você repassa todos esses cuidados para uma especialista e tem a tranquilidade de focar na venda de mais eletrônicos.

Mas, não é apenas uma questão de passar o bastão. Com uma transportadora terceirizada, você não precisa investir em caminhões próprios, gastar com manutenção ou gasolina, ou mesmo investir em softwares de rastreamento. Tudo isso fica por conta do parceiro transportador.

Você garante uma movimentação de carga segura, eficiente e com redução de custos.

Enfim, os cuidados com o transporte de eletrônicos devem ser uma preocupação séria para qualquer empresa que fabrique ou revenda esse tipo de produto. Não arrisque desnecessariamente a segurança da sua equipe, dos seus produtos ou os lucros do seu negócio. Siga boas práticas e conte com uma transportadora especialista na sua operação.

Entre em contato com a RDR Soluções Logísticas e saiba como podemos ajudar no seu transporte de eletrônicos .

Logística e Agronegócio

Logística no Agronegócio: Descubra os 5 principais desafios

Em termos de produção agrícola, o Brasil é um dos países que mais se destacam no mundo, ficando no Top 3 de maiores exportadores. Mas, esse destaque todo não impede que a logística no Agronegócio apresente inúmeros desafiados para as empresas.

É verdade que, em geral, os segmentos corporativos no Brasil vivem em uma constante dicotomia. Ao mesmo tempo em que faturamentos crescem a cada ano, o país oferece infraestruturas precárias e problemas que permeiam por anos.

Mas, desafios podem ser superados. Com estratégias bem planejadas e executadas, é possível reverter a situação ou minimizar impactos negativos. E, para ajudar, preparamos este artigo abordando os 5 principais desafios da Logística no Agronegócio e como superá-los.

Boa leitura!

 

1. Grande dependência do modal rodoviário

Um dos grandes desafios da logística no agronegócio é um fator recorrente para inúmeros segmentos no Brasil: a dependência do modal rodoviário. Um problema antigo, que vem desde a década de 60 quando o governo brasileiro minou os investimentos no transporte ferroviário e focou apenas no rodoviário.

O investimento em um único modal não é nem o grande problema, a questão é que mesmo o setor rodoviário sendo o principal do país, ele ainda apresenta inúmero defeitos. E todo esse cenário impacta a logística no Agronegócio, fazendo com que as empresas precisem lidar com fatores macroambientes.

Neste ponto, não é possível solucionar o problema de vez. Mas, com decisões estratégicas, a sua empresa é capaz de atingir um bom ponto de equilíbrio.

O principal movimento é fechar parceria com uma transportadora especializada em logística no Agronegócio. Assim, você pula a maioria das dores de cabeça inerentes à dependência do modal rodoviária e deixa um especialista tomar a dianteira.

Além disso, capacite os funcionários da sua empresa para que realizem os processos com mais dinamicidade e facilitem a operação de transporte.

 

2. Custos elevados na estrutura de produção

Apesar de o agronegócio brasileiro ser altamente produtivo, ele ainda apresenta algumas ineficiências na questão dos insumos. Itens importantes para diferentes etapas da operação são caros ou trazidos de outros países, por exemplo:

  • fertilizantes;
  • defensivos;
  • sementes.

Essa questão é um grande problema e acaba onerando e muito a logística no Agronegócio. Ainda mais quando o custo-benefício de algumas etapas se mostra bem pequeno, por exemplo: em uma época de maior oferta e baixa demanda, os produtores não possuem muitos argumentos para barganhar valores.

A melhor saída aqui é encontrar fornecedores que se mostrem flexíveis nas negociações. Parceiros que não só apresentem valores dentro da realidade da sua empresa, mas que cumpram prazos de entrega e quantidade.

 

3. Dificuldades no armazenamento dos produtos

O Agronegócio, assim como a mineração e outros segmentos, trabalha com um volume muito grande de mercadorias. E isso não é à toa: a produção precisa ser extensa para que os produtores consigam lucrar no momento da revenda.

Mas, todo esse volume, geralmente, resulta em uma dificuldade de armazenamento. Basicamente, os espaços reservados para a estocagem de produtos nem sempre têm capacidade para atender a demanda.

Quando você só percebe esse problema com a operação em andamento a dificuldade é muito maior, gerando custos com obras de expansão ou aluguel emergenciais em espaços extras.

O ideal é trabalhar de maneira prévia – fazendo jus ao conceito logístico de trabalho antecipado. Antes de iniciar a produção, faça projeções e analise a capacidade disponível dos espaços. O indicado é que a capacidade para armazenamento seja, no mínimo, 20% maior que a expectativa produtiva.

 

4. Distâncias para o escoamento dos produtos

A dificuldade no escoamento dos produtos está diretamente ligada à dependência do modal rodoviário que acontece no Brasil. Como a maior parte dos produtores agrícolas se encontra no interior do país, a distância para pontos de escoamento, como portos e aeroportos, acaba sendo muito grande.

O problema é maior em locais onde não existem portos ou espaços de grande escoamento, como é o caso da região Centro-Oeste do país. Por mais bem planejada que seja, a operação tende a ser mais extensa e custosa.

A saída aqui é mais uma vez contar com uma empresa especializada na logística de Agronegócio. Não há como resolver o problema da distância, mas uma transportadora com know how consegue criar um planejamento de rotas para otimizar o tempo de viagem e diminuir os riscos no transporte.

 

5. Desperdícios na operação da logística no Agronegócio

Um dos fatores que mais impactam nos lucros dos produtores do Agronegócio é o desperdício que ocorre em diferentes etapas da logística. Produção, armazenamento, carga, descarga, transporte e distribuição: cada estágio traz uma preocupação para os produtores em termos de desperdício.

Para melhorar esse cenário, uma boa saída é investir na automatização de processos. Com ferramentas inteligentes, os processos passam a acontecer de maneira automática, com a mínima participação humana e menor incidência de falhas.

O melhor é que a automação pode ser feita em qualquer parte da operação, desde sistemas de irrigações controlados por software até cargas e descargas automatizadas.

Enfim, o faturamento do setor agrícola representa quase 22% do PIB nacional, e a logística no Agronegócio precisa acompanhar essa realidade positiva. É importante que a parte operacional corresponda às necessidades do setor e garanta o equilíbrio para que produtores e clientes extraiam o melhor em cada safra.

Gostou das dicas? Continue no nosso blog e confira outras informações importantes sobre transportes no agronegócio.

caminhões elétricos na logística

Carros elétricos na logística para diminuir emissão de CO2

Recentemente a montadora Volvo anunciou o lançamento de carros elétricos e outros veículos para os setores da construção civil e transporte de cargas. Uma iniciativa vista como mais uma vitória na luta para a diminuição do CO2 na atmosfera.

A verdade é que embora o tema do aquecimento global não seja recente, ainda há pouca movimentação por parte das empresas para ajudar nessa causa. Por isso quando uma grande marca do setor de transportes age positivamente, vale a pena ser comemorado.

Mas, você sabe qual é a participação do setor logístico na luta contra o aquecimento global? E qual o impacto real dos carros elétricos nesse cenário? Para saber mais, continue lendo e confira a postagem que preparamos sobre o assunto.

Boa leitura!

Qual o papel da logística na luta contra a emissão do CO2?

Um estudo feito pela COP (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) mostrou que quase 15% de toda emissão de gases na atmosfera do planeta é feita pelo setor de transporte – esse número corresponde ao período anual.

Isso significa que o trabalho diário feito por empresas e caminhoneiros afeta diretamente o clima do nosso planeta, acelerando as consequências do aquecimento global. Ou seja, resumidamente: a logística tem um papel importantíssimo na luta contra a emissão do CO2. Aqui na RDR acompanhamos de perto as médias dos veículos, afinal quanto maior a média, menor é o gasto e a emissão de gases que impactam no meio ambiente.

Mas, é claro que ninguém lança gases nocivos na atmosfera de forma deliberada – bom, pelo menos é o que esperamos. A emissão de CO2 é proveniente da queima de combustíveis fósseis e, infelizmente, ainda não é possível parar de utilizar esse recurso. Mas então, o que fazer?

A logística no mundo não pode simplesmente parar suas atividades – os efeitos seriam tão aterrorizadores quando os do aquecimento global. Isso é um fato. Então, empresas e profissionais do setor devem adotar prática que diminuam a taxa de emissão de gases nocivos.

Uma das primeiras e mais impactantes ações é o desenvolvimento de produtos mais sustentáveis e menos prejudiciais ao meio ambiente, como é o caso dos carros elétricos citados na introdução – falaremos mais deles no próximo tópico.

Porém, há outras medidas mais simples e dentro do alcance de qualquer empresa que também ajudam a diminuir esse cenário mais preocupante. Um bom exemplo é a otimização de trajeto dos veículos. Vamos entender.

Otimização de rotas

Como explicado, a principal “contribuição” da logística para o aumento do efeito estufa diz respeito aos gases provenientes da queima de combustível. Ou seja, se os veículos rodarem menos, essa queima automaticamente será menor.

Para que isso seja possível sem causar prejuízos produtivos ou financeiros para as empresas, é preciso criar rotas que agilizem a movimentação dos veículos e reduzam a utilização deles mensalmente.

É importante também que haja um trabalho bem sincronizado e de excelência na separação e embalagem das mercadorias, garantindo que os produtos cheguem em perfeito estado às mãos dos clientes e evitando que os veículos voltem ao asfalto para realizar trocas e coletas.

A importância dos carros elétricos

Falando de maneira prática, os carros elétricos e outros veículos do mesmo modelo são a alternativa perfeita para que a logística contribua de maneira considerável na luta contra a emissão do Co2. Uma frota de carros elétricos é o que podemos chamar de uma logística verde perfeita.

Além de não emitirem gases provenientes da queima de combustíveis, esses veículos apresentam um arsenal tecnológico interessante para a área logística, contando com ferramentas que facilitam o trajeto, trazendo maior segurança para o motorista, além de melhorar a dirigibilidade do veículopor exemplo:

  • apps de comunicação;
  • câmeras;
  • GPS.

É claro que não se trata de uma iniciativa simples, mas também não é uma mudança futurista ou fora da realidade. É só pegarmos o exemplo da Volvo e da Tesla, que já fabricam e vendem carros elétricos com essas características.

Para a logística, essas empresas já oferecem caminhões e vans com capacidade de quase 1 tonelada e com autonomia para mais de 500 quilômetros. Se ainda não podem ser utilizados para grandes viagens, se mostram veículos perfeitos para rodar em zonas urbanas ou em cidades próximas umas das outras.

Enfim, a batalha contra a emissão de gases nocivos na atmosfera deve ser coletiva, afinal as consequências afetarão a todos em algum momento. Por isso a criação de carros elétricos deve ser comemorada sim.

Para empresários e investidores do setor logístico, o primeiro passo é investir em medidas mais sustentáveis, que tornem a rotina diária menos impactante ao meio ambiente. Além disso, é importante formar parcerias com transportadoras e fornecedores que investem na logística verde e estão alinhadas as nossas necessidades atuais.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e entenda como a inteligência artificial é importante para a otimização de rotas dos caminhões.

caminhão a gás

Sustentabilidade dos caminhões a gás

Lembra-se da grande greve dos caminhoneiros que ocorreu em 2018? Você sabia que ela poderia ter sido evitada, ou pelo menos ter sido em menor proporção, se o Brasil investisse em medidas de sustentabilidade como, por exemplo, a fabricação de caminhões a gás?

Segundo especialistas do setor de combustível, ao utilizar veículos movidos a gás, os caminhoneiros economizariam até R$1,00 por litro durante suas viagens. Na época da greve, os profissionais estavam reivindicando um corte de R$ 0,46 no valor do diesel nos postos – faça as contas e veja o quanto aquele cenário poderia ter sido diferente.

Mas, você sabe qual é o panorama atual dos caminhões a gás no nosso país? E o quanto uma mudança nesse sentido contribuiria para a pauta da sustentabilidade? Para entender mais sobre o assunto, confira a nossa postagem a seguir.

Boa leitura!

Qual é o panorama dos caminhões a gás no Brasil e no mundo?

O uso de gás natural como combustível para os caminhões e outros equipamentos não é uma novidade. Na verdade trata-se de uma tecnologia com mais de 3 décadas, mas que perdeu espaço no início dos anos 90.

Naquela época, foi difundida a ideia de que motores de veículos pesados não eram fortes o suficiente quando alimentados por gás natural. Assim, o desenvolvimento dos equipamentos “andou” a vagarosos passos até o início dos anos 2000.

Mas, na virada do século essa dificuldade foi superada e hoje o motor a gás tem a mesma potência que outros modelos, com caminhões e demais veículos apresentando a mesma performance.

Nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, já é comum a utilização de veículos a gás natural no transporte de cargas e de pessoas. Até mesmo aqui na América do Sul países como a Bolívia, o Peru e a Argentina utilizam esses modelos dentro da logística.

No entanto, quando olhamos aqui para o Brasil a utilização desse tipo de veículo ainda é irrisória. A grande maioria dos profissionais e empresas ainda faz uso de caminhões e ônibus a diesel para o deslocamento de mercadorias e de passageiros pelas estradas do país.

Por que essa tecnologia é tão pouco utilizada no Brasil?

Mesmo sendo uma tecnologia que trabalha dentro da ideia de sustentabilidade e se mostra até mais barata que outras iniciativas como os carros elétricos, o motor a gás ainda não ganhou um grande espaço no Brasil. Mas, por que será?

Um dos principais motivos para essa fraca expansão é justamente a demanda interna. Montadoras aqui no país já até desenvolvem caminhões a gás, mas a maioria é para exportação. O trabalho é para atender demandas específicas de países aqui mesmo da América do Sul.

Com poucos veículos a gás rodando pelas ruas e estradas do país, também é limitada a rede de postos para abastecer esse tipo de combustível. Com isso, os motoristas que buscam a mudança só têm como opção a conversão com o Kit gás – um processo bastante caro, chegando a custar 25% do valor original do veículo.

Todos esses fatores culminam em um cenário complicado e ainda de difícil mudança em curto prazo. Para as montadoras, seriam necessários projetos voltados a essa área para uma diminuição de custos real a todos os envolvidos.

Como caminhões a gás contribuem para a sustentabilidade?

Se o futuro dos caminhões a gás no Brasil ainda é incerto, os benefícios para a sustentabilidade possibilitados pela sua utilização não levantam dúvidas.

Além de ser um combustível mais barato que o diesel, o que facilita muito a vida do motorista, a tecnologia a gás produz uma queima de poluentes e gases nocivos em um volume muito menor.

Essa diferença traz um impacto positivo para a saúde da população no dia a dia e para o controle do efeito estufa no nosso planeta. Em outras palavras: é bom para o bolso e principalmente para a sustentabilidade do meio ambiente.

Enfim, caminhões a gás já são realidade na logística e podem ser tão produtivos quanto os modelos a diesel. E ainda que não seja um investimento imediato, é importante você conhecer todas as medidas que trazem mais economia para a sua empresa e ajudam a fortalecer a pauta de sustentabilidade. Faça a sua parte para uma logística verde.

Gostou do artigo? Aproveite para conferir agora o nosso artigo sobre o Machine learning na logística.

parceria para pequenos frotistas

RDR para pequeno frotista: entenda como podemos melhorar os processos

Gerenciar um grande ou médio negócio logístico já não é uma tarefa simples, mas para um pequeno frotista tudo pode ser ainda mais complicado. Oportunidades escassas e investimentos limitados dificultam, muitas vezes, até mesmo o fechamento de planejamentos mensais.

Sem falar nos fatores macroambientes que tanto preocupam toda a categoria, como estradas precárias e preço elevado dos combustíveis. Por essa razão, é essencial que o pequeno empreendedor busque por parcerias com empresas maiores que ofereçam um cenário de novas oportunidades.

O projeto RDR para pequeno frotista é um ótimo exemplo. Ao participar dessa inovação, você conta com uma série de benefícios que não seriam possíveis por outros caminhos, melhorando consideravelmente a sua rotina de trabalho.

Continue lendo e conheça as principais vantagens de fazer parte do projeto RDR para pequeno frotista. Boa leitura!

Abertura para novos mercados

Ao trabalhar por conta própria, você fica limitado aos mercados mais conhecidos — mantendo-se no seu “porto seguro”. O grande problema é que nem sempre isso é o suficiente para fechar o mês com as contas no azul.

Umas das principais vantagens da associação do pequeno frotista ao projeto da RDR é justamente a expansão para novos mercados. Como uma das principais transportadoras de carga do país, a RDR participa ativamente de diferentes mercados logísticos, trazendo para o seu parceiro um novo leque de oportunidades.

Capilaridade de clientes

Se há mais mercados para trabalhar, logicamente, há um número maior de clientes. A capilaridade é justamente a extensão dos seus números atuais. Aqui, você não ficará mais limitado a sete ou oito clientes.

A preocupação de ter o caminhão parado por dias ou semanas fica para trás. Isso porque a mesma network utilizada pela RDR estará a sua disposição, possibilitando que você tenha um alto fluxo de demanda e aproveite ao máximo o seu equipamento.

Aumento mensal dos rendimentos

Ao se conectar com um número maior de clientes e realizar serviços continuamente, os seus ganhos mensais tendem a aumentar gradativamente — e manter um fluxo de caixa saudável, sem dúvida, é um dos maiores objetivos de todo pequeno frotista.

Não se trata apenas de quantidade, mas principalmente qualidade. Em parceria com a RDR você conta com valores mais satisfatórios, negociações que dificilmente estariam acessíveis para outros pequenos empreendedores.

Em outras palavras, é muito mais que uma parceria aleatória. Trata-se de uma oportunidade única de elevar o seu negócio a um novo patamar.

Recebimento mais rápido dos serviços realizados

Outra grande dificuldade que ronda o pequeno frotista é o recebimento em dia dos pagamentos dos serviços. Um desafio que não só atrapalha planos diários, mas também a concretização de metas maiores.

O fato é que sem uma estabilidade em relação aos recebimentos, é praticamente impossível manter um capital de giro para realizar novos investimentos e cobrir eventuais prejuízos em meses com menor demanda de trabalho.

Essa é mais uma realidade que muda quando você se associa a uma grande transportadora. Como explicado: não é apenas um aumento de quantidade, mas também de qualidade. Serviços de até 90 dias para receber deixam de existir, e você consegue criar um bom capital de giro próprio.

Facilidade na compra de itens essenciais para o pequeno frotista

Além dos custos com o combustível, o pequeno frotista precisa se preocupar diariamente com os gastos de manutenção do caminhão, pagamento de taxas e com o consumo próprio. Em um cenário com poucos serviços e clientes, a situação se torna muito desconfortante.

A boa notícia é que a parceria com a RDR pode ajudar também nesse sentido. Como o pequeno frotista, em geral, realiza as suas compras de maneira individual, dificilmente consegue descontos ou flexibilizações nos pagamentos. Mas para uma grande empresa a situação é diferente.

A RDR tem parcerias com muitos fornecedores de peças e materiais essenciais para o caminhoneiro logístico, possibilitando que a aquisição de novos itens seja feita sob melhores acordos.

Além disso, o pequeno frotista passa a usufruir do abastecimento no centro de distribuição onde o preço do diesel é relativamente menor que nos postos.

Credibilidade da marca RDR

A RDR Soluções Logísticas está no mercado desde 1986, sempre trabalhando com inovação e inteligência e abrindo espaço para mais oportunidades de negócios. Alguns dos parceiros mais conhecidos da empresa são:

  • Carrefour;
  • Unilever;
  • Pepsico.

Toda a credibilidade conquistada pela RDR ao longo dessas 3 décadas se torna um dos grandes benefícios para o pequeno frotista associado. Você será reconhecido e valorizado no mercado como parceiro de uma das maiores transportadoras do Brasil — melhorando o seu know how e facilitando a conquista de trabalhos futuros.

Enfim, é possível afirmar que a parceria com RDR é uma ação altamente benéfica para o pequeno frotista. Claro, o seu profissionalismo ainda será essencial para que os bons resultados aconteçam, mas tanto o ambiente quanto a sua rotina de trabalho praticamente se transformarão a partir desse novo projeto. Não perca uma das melhores oportunidades de alavancar os seus ganhos e a qualidade do seu serviço.

Entre em contato com a RDR e saiba como se tornar um associado.

logistica no agronegocio

Transportes no Agronegócio

Embora a logística e agronegócio sejam dois fatores que praticamente caminham lado a lado, muitos produtores ainda não exploram corretamente todas as possibilidades. Não há dúvidas que os conceitos trabalhados na logística podem oferecer caminhos para que os empresários sejam mais competitivos e fortes no mercado.

Por si só, o agronegócio já envolve diferentes atividades relacionadas à agrícola e pecuária. É uma área que exige conhecimento e preparo por parte dos profissionais. A partir do momento que esse “extenso mundo” utiliza estratégias e ideias da logística, o resultado tende a ser uma melhoria contínua da cadeia de produção e maior qualificação do serviço.

Então, para explicar melhor a relação entre logística e agronegócio, preparamos este artigo com os principais pontos sobre o assunto. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

Qual a relação entre logística e agronegócio?

Como dito na introdução, a logística é algo intrínseco ao agronegócio, tendo em vista todo o planejamento necessário para garantir que as mercadorias saiam da linha de produção e cheguem às prateleiras comerciais da melhor maneira possível.

No entanto, ainda acontece uma utilização rasa da prática logística — não sendo uma regra, claro. Muitos produtores acabam não conseguindo alcançar resultados mais expressivos justamente por ignorarem ideias centrais da logística, tais como:

  • estudos sobre as necessidades das empresas;
  • busca por melhores parceiros no transporte;
  • entendimentos sobre os desafios do setor.

Ao alinhar as tarefas logísticas à rotina de processos do agronegócio, os serviços da sua empresa se mostrarão mais propícios a alcançar melhores números, ao uso de uma quantidade menor de recursos — sejam financeiros ou de mão de obra.

Por fim, sendo desenvolvido em diferentes frentes, o agronegócio requer estratégias variadas da própria logística. É a partir daí que um novo cenário de melhorias começa a surgir.

Quer saber quais os tipos de logísticas trabalhadas? Confira no próximo tópico.

Quais os principais tipos de estratégia logística para o agronegócio?

Para que o elo entre logística e agronegócio resulte em otimização e produtividade, é preciso focar estratégias em que haja um complemento das duas partes. Há dois processos que são fundamentais dentro dessa ideia: Logística de suprimentos e Logística de distribuição.

Logística de suprimentos

Por trabalhar com produtos de origem agrícola e de pecuária, o agronegócio produz uma quantidade grande de mercadorias, por exemplo:

  • frutas e verduras;
  • aves e carnes;
  • laticínios.

Cada um desses itens apresenta características próprias e especificações restritas de produção, armazenamento, venda e distribuição. Se adequar a todas as exigências é uma necessidade irrevogável, demandando um planejamento inteligente por parte das empresas com o objetivo de garantir uma execução próxima à perfeição.

É para certificar que tudo ocorra da melhor maneira que entra em ação a Logística de suprimentos. Aqui, logística e agronegócio andam lado a lado para superar os desafios e realizar uma gestão de insumos organizada.

O objetivo é garantir maior produtividade e diminuir os custos em etapas essenciais como aquisição de matéria-prima, comercialização, armazenamento etc.

Logística de distribuição

Já a Logística de distribuição é focada na parte de transporte do agronegócio. O transporte nesse setor vai muito além das mercadorias: máquinas e ferramentas pesadas precisam ser deslocadas frequentemente para que a produção aconteça.

Além das especificidades citadas sobre o transporte das mercadorias, o produtor no agronegócio se preocupa com a legislação e normas sobre o limite de peso na movimentação das cargas, e isso inclui os grandes equipamentos.

No Brasil, a Lei nº 11.442 é a que indica o limite do volume a ser transportado por cada tipo de veículo — o não cumprimento pode trazer punições graves.

A Logística de distribuição é a estratégia que trabalha esses pequenos, mas essenciais detalhes sobre o transporte no agronegócio. Além da questão do peso, é nesse planejamento que se estuda e define outros pontos:

  • condições ideais para armazenamento dentro e fora do veículo;
  • tipos de veículos adequados para o transporte;
  • definição sobre terceirização do transporte.

A análise sobre os veículos de transporte é um dos fatores primordiais nesse estágio. Diferentemente da logística desenvolvida em outros setores, em que a diversidade de caminhões não precisa ser tão grande, o agronegócio exige uma alta variedade:

  • bi-trem para transporte de cana de açúcar;
  • caminhão caçamba para grãos e derivados;
  • veículos com baús climatizados.

Diante desses pontos de alta relevância, e complexidade, a logística e agronegócio precisam se aproximar cada vez no dia a dia das empresas do ramo. É importante também contar com o trabalho e a expertise de transportadoras que oferecem serviços que estejam a altura da diversidade do setor. Afinal, os processos do agronegócio são bastante dinâmicos, e você deve ter todo tipo de solução à sua disposição.

Gostou do artigo? Que tal agora conhecer 5 razões para contar com uma empresa especialista para o transporte de alimentos?

Preço do diesel: o custo do combustível no preço do frete

A volatilidade no preço do diesel tem sido algo constante nos dias atuais. Um cenário nada satisfatório para quem trabalha no setor logístico e utiliza caminhões diariamente para cumprir com suas entregas e outros serviços.

Não só isso. Essa inconsistência no preço dos combustíveis é ruim até mesmo para os clientes, pois o valor do frete acaba sendo influenciado nessa situação. Ou seja, do caminhoneiro ao usuário final, todos são afetados e acabam pagando mais caros.

Mas, qual é a relação de fato entre o preço do diesel e a tabela de frete? O que os caminhoneiros podem fazer para amenizar eventuais prejuízos? Quer entender mais sobre esse assunto? Continue lendo e confira este artigo especial que preparamos para você.

Boa leitura!

Por quais motivos as mudanças no preço do diesel nas refinarias não impactam tanto na bomba de combustível?

No Brasil, ainda não há entendimento completo sobre a relação entre os preços praticados nas refinarias e aqueles que chegam até os postos de combustíveis. Muitas pessoas ainda não entendem por que as reduções anunciadas pelas produtoras não chegam ao público final.

Um questionamento até fácil de entender, tendo em vista que no meio dessa constante mudança no preço do diesel e de outros combustíveis há diversas notas soltas sobre reduções nos valores praticados pelas refinarias.

O primeiro ponto que se deve entender é que, antes de chegar aos postos, o combustível ainda é repassado para uma distribuidora. Sendo que essa precisa pagar impostos, como o ICMS, antes de revender o produto.

Por sua vez, os postos também arcam com taxas específicas, o que acaba onerando a sua operação. Além disso, esse é um setor que tem livre arbítrio para repassar ou não quaisquer descontos adquiridos pelas refinarias ou distribuidoras.

Por fim, as diminuições anunciadas pelas refinarias, muitas vezes, giram em torno de 1% a 2%. Ao percorrer todo o caminho já citado, eles acabam se tornando irrelevantes para o consumidor final — que, na hora de abastecer, sente pouca ou nenhuma diferença no custo do diesel, por exemplo.

Qual o impacto do aumento no custo do diesel no preço do frete?

Atualmente, está em vigor no Brasil a LEI Nº 13.703. Entre outras coisas, ela regulariza os valores mínimos praticados no preço do frete rodoviário no país.

A Lei prevê que toda vez que o preço do diesel variar acima de 10% é preciso reavaliar o piso praticado e criar uma nova tabela de frete — isso deve ser feito se há uma oscilação tanto para mais quanto para menos.

A Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) é a responsável por publicar a nova tabela com os preços vigentes.

Com isso, o custo do diesel sempre terá um impacto direto no preço do frete. Enquanto não houver uma estabilidade nesse sentido, dificilmente será possível prever o valor praticado em médio ou longo prazo.

Mas, há como economizar e melhorar a produtividade mesmo em cenários adversos. Saiba mais no próximo tópico.

Como economizar quando os preços estão em alta e como otimizar o custo quando os preços estão em baixa?

Mesmo com o preço do diesel excedendo o orçamento de empresas e caminhoneiros, a verdade é que os processos não podem parar. É preciso buscar formas de economizar e otimizar a produtividade independentemente do valor do combustível. Quer algumas dicas? Confira.

Não exceda o volume de carga

Todo veículo tem um volume de carga a ser respeitado durante o transporte. O não cumprimento desse limite pode acarretar não só em multa para o responsável pelo caminhão, como também causar acidentes durante a viagem.

Além dessas situações, o excesso de carga aumenta diretamente o consumo de combustível. Quanto mais peso você carrega, mais força o motor do veículo precisa fazer para dar conta do volume.

Já quando se respeita esse limite, você consegue executar a operação sem precisar gastar mais que o necessário.

Mantenha a revisão em dia

Trabalhar com um veículo em mau funcionamento é a receita para o insucesso de qualquer profissional. Todos os sistemas e peças do seu caminhão precisam se apresentar em bom estado, correspondendo corretamente durante cada operação.

Para garantir essa excelência é preciso manter a revisão em dia. Uma manutenção atualizada não só impede o gasto desnecessário de combustível como também ajuda na produtividade. Seguindo o cronograma de revisão, dificilmente você precisará parar o caminhão por muito tempo e nem gastará com peças emergenciais.

Trabalhe com a logística reversa

A logística reversa é comumente utilizada para garantir que as empresas recolham seus resíduos e embalagens utilizadas corretamente — respeitando a Lei dos Resíduos.

No entanto, um dos pilares da logística reversa baseia-se na utilização completa dos caminhões. Em outras palavras, é uma estratégia que aponta a necessidade de os veículos estarem sempre carregados, tanto na saída como no retorno a sua base.

Com isso, os motoristas aproveitam ao máximo o diesel colocado em cada caminhão e garantem um aumento de produtividade nos seus serviços.

Além das dicas apresentadas anteriormente, o caminhoneiro autônomo pode economizar no combustível se associando a uma transportadora de grande porte. Ao fazer isso, ele usufrui do abastecimento no centro de distribuição onde o preço do diesel é relativamente menor que nos postos. O mais importante é sempre se manter ativo e não perder as oportunidades que surgem no mercado.

Gostou das informações apresentadas? Que tal agora entender como criar um planejamento logístico de sucesso para este ano?

balança nas rodovias

Lei da Balança: cuidados para evitar multa

Além de se preocupar com a boa produtividade da sua equipe e com a entrega de serviços que estejam à altura das expectativas dos clientes, um bom gestor logístico deve se atentar a fatores que podem impactar financeiramente a sua empresa. Um desses detalhes diz respeito à Lei da Balança.

A verdade é que a utilização de uma frota própria, com motoristas e a manutenção dos veículos custeados pela empresa, já é uma escolha naturalmente onerosa. Quando há a negligência em situações rotineiras, como controle do volume de carga permitido nos caminhões, os gastos podem ser ainda maiores e os resultados bem desagradáveis.

Para evitar um cenário tão negativo nesse sentido, o primeiro passo a se tomar é entender como funciona a Lei da Balança. Pensando nisso, criamos este artigo para explicar em detalhes a Lei da Balança e quais medidas você pode considerar para evitar as multas. Continue com a gente e confira!

O que é a Lei da Balança?

A chamada Lei da Balança faz referência às Resoluções 210 e 211 do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), uma norma que aponta qual o limite de peso para caminhões e veículos de carga circularem nas rodovias brasileiras.

O principal objetivo da Lei Balança é garantir que nenhum veículo rode com seu bom funcionamento ameaçado em razão do volume da carga — oferecendo riscos para pedestres e outros motoristas.

Aqui no Brasil, diferentes órgãos fiscalizadores podem aplicar a multa referente à Lei da Balança — tudo vai depender, basicamente, da concessão da estrada.

Por exemplo, nas rodovias geridas pelo governo federal e que contam com pedágios, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) são os responsáveis pela vistoria.

Porém, quando não há pedágio, ainda que sejam estradas federais, apenas a PRF é autorizada a fazer a medição.

Já nas rodovias estaduais, a responsabilidade fica por conta da Polícia Rodoviária Estadual e do Departamento de Estradas e Rodagem (DER). Por sua vez, a Secretaria de Transportes Local é quem toma à frente dentro dos municípios.

Confira alguns limites de peso total permitidos nos veículos de carga;

  • caminhão simples: 31,5 toneladas;
  • caminhão + reboque: 43 toneladas;
  • caminhão trucado + reboque: 50 toneladas.

Mas, engana-se quem pensa que o motorista ou a empresa responsável podem ser multados apenas se o veículo ultrapassar o volume total permitido. A mesma Lei também verifica o peso de cada eixo. Entenda mais no próximo tópico.

É preciso se atentar ao peso por eixo?

Como dito, a Lei da Balança também considera o limite de peso de cada eixo para aplicar ou não uma multa. Em geral, há três tipos de eixos destinados aos veículos de carga:

  • Eixos simples;
  • Eixos duplos;
  • Eixos triplos.

Cada caminhão tem a indicação do fabricante ou do Estado sobre o limite de peso suportado em cada eixo. Por isso, total vez que é constatado o sobrepeso em um dos eixos, o órgão fiscalizador aplica a multa.

Quando há uma disparidade na distribuição da carga, com um eixo concentrando muito mais peso que o outro, alguns sistemas do veículo podem não funcionar corretamente, por exemplo, a frenagem.

Não só isso, um eixo sobrecarregado causa um desgaste irregular nas rodas, correndo o risco de um dos pneus estourar em razão da má divisão.

Quais os cuidados para evitar a multa?

Além de ficar atento as indicações do peso por eixo no veículo, há outros cuidados que você pode tomar a fim de evitar multas vindouras da Lei da Balança.

O mais importante deles é nunca descrever na nota fiscal um valor diferente do que foi constatado na balança. Além de resultar na aplicação da multa, esse tipo de atitude pode ser considerada fraude e trazer dores de cabeça ainda maiores.

Na Lei da Balança, toda vez que o caminhão é flagrado com um peso superior ao apresentado na nota fiscal, a multa vai diretamente para o embarcador — no caso, a sua empresa — deixando o motorista isento da punição.

Os valores das multas variam de acordo com a gravidade da situação. Quanto maior o peso ultrapassado, maior também tende a ser a infração.

Por isso, o melhor cuidado que você pode tomar para evitar esse tipo de multa é seguir a risca os limites estabelecidos. Afinal, como em qualquer outra norma, só é punido na Lei da Balança quem a infringe.

Por fim, é fundamental comentar que há uma tolerância na Lei da Balança. Por causa das variações que podem acontecer durante a pesagem, os órgãos fiscalizadores consideram certos limites antes de aplicar as multas. Em relação aos eixos, por exemplo, a tolerância é de 10%. Já com o peso bruto total, esse número cai para 5%. De qualquer forma, siga sempre as regras e considere a terceirização de frota, permitindo que uma empresa capacitada realize seus serviços de coleta e entrega.

Que tal conferir agora quais fatores influenciam no valor de um frete?

Transporte de produtos higiene limpeza

Higiene e Limpeza: Confira 5 dicas para o transporte

Como algumas outras mercadorias, que se encaixam em uma categoria especial, os produtos de higiene e limpeza demandam um cuidado diferenciado durante uma operação de transporte. Muitas vezes são pequenos detalhes, mas que fazem toda a diferença na conservação e na qualidade de cada item.

Por esse motivo, antes de iniciar o processo, é preciso garantir que todas as precauções foram tomadas e os equipamentos e ferramentas disponíveis estejam à altura das necessidades do transporte dos produtos.

Nesse sentido, para evitar que você perca dinheiro ou exponha as suas mercadorias a riscos desnecessários, neste artigo, destacaremos 5 ótimas dicas de como transportar produtos de higiene e limpeza com segurança. Continue com a gente e confira.

Boa leitura!

1. Atente-se ao calor interno do baú

Uma das grandes vantagens dos produtos de higiene e limpeza é que não se trata de itens de curta validade — ao contrário das mercadorias perecíveis, aqui o fornecedor ou transportador não precisa se preocupar com essa questão.

Por outro lado, esses são produtos extremamente sensíveis às condições climáticas. Um calor acima do esperado, por exemplo, pode fazer com que muitas mercadorias apresentem reações químicas e não sirvam mais para o seu propósito final.

Então, para evitar contratempos, é importante verificar a temperatura dentro do baú de transporte. Você deve se certificar que o calor interno estará sempre dentro do limite durante toda a viagem.

2. Evite baús abertos ou com furos

Se a preocupação com o calor é constante, os cuidados com o frio e a chuva não devem ficar atrás. Na verdade, se tratando de produtos de higiene e limpeza, o contato com a água é ainda mais prejudicial. Alguns itens podem praticamente dissolver se a água entrar no baú, entre eles:

  • sabão em barra;
  • papel higiênico;
  • sabão em pó;
  • detergente;
  • sabonete.

Por isso, ainda que seja óbvio, é importante frisar: jamais utilize baús abertos para o transporte de produtos de higiene e limpeza. Além disso, é imperativo verificar se não há nenhum tipo de furo ou avaria na carroceria que possibilite a entrada de água da chuva.

3. Tome cuidado com o empilhamento dos produtos

Por causa da diversidade de itens, as mercadorias de higiene e limpeza não apresentam uma definição única quanto ao empilhamento. Alguns produtos, como shampoo e desodorantes, correm o risco de estourar durante o trajeto e não podem ser empilhados.

Já outros, como os sabonetes, podem ser empilhados sem grandes dificuldades. O ideal nesse caso é se atentar às indicações apresentadas pelo fabricante.

Todavia, se o volume maior for de produtos com esse tipo de restrição, a melhor alternativa é investir em um baú maior, com extensão suficiente para que todos os itens fiquem alocados com segurança e sem riscos de avarias.

4. Invista em embalagens adequadas

Como explicado, as condições climáticas influenciam diretamente na qualidade desses produtos. E por mais que você se planeje, uma operação de transporte sempre estará sujeita a imprevistos. Ou seja, é preciso se precaver.

Por isso, não economize nas embalagens. É claro que a maior parte dos produtos conta com embalagens próprias advindas dos fabricantes. Porém, o seu investimento deve ser direcionado em relação ao transporte, com proteção extra durante operações como carregamento, trajeto e distribuição.

Seja plástico-bolha, papelão ou caixotes: utilize embalagens que vedem de fato os produtos e  garantam a integridade mesmo em situações que não estejam programadas.

5. Conte com uma especialista no transporte de higiene e limpeza

Embora todas as dicas apresentadas possam ser aplicadas por sua empresa, não há como negar que é preciso um bom investimento de tempo, capital e pessoal para que tudo saia dentro do esperado. Dependendo da sua disponibilidade e necessidade, o ROI pode não ser compensador.

Uma ótima saída para garantir um serviço de alta qualidade a custos moderados é contar com uma parceira especialista no transporte de produtos de higiene e limpeza. Uma empresa que colocará todas essas dicas em prática e fará a sua entrega dentro do prazo combinado.

Com a transportadora tomando conta da operação, você poderá focar em outros pontos importantes da sua empresa, como na compra e venda de novos produtos e na construção de uma melhor experiência para o cliente.

Enfim, ainda que exija cuidados especiais, o transporte de produtos de higiene e limpeza pode ser realizado de maneira eficiente e trazer os resultados esperados por sua empresa. Além disso, você pode sempre contar com o trabalho de uma transportadora especialista, acompanhando o trajeto da mercadoria e mantendo o seu cliente atualizado. Não corra riscos.

Gostou do artigo? Continue no nosso blog e confira o real impacto que uma mercadoria perdida causa na sua marca?

mercadoria perdida dicas

Mercadoria Perdida: qual é o real impacto para o cliente e para a sua marca?

Imprevistos podem acontecer a qualquer hora e em qualquer lugar. E dentro de operações logísticas não é diferente. No entanto, não há como negar que uma mercadoria perdida ou uma entrega em atraso podem fazer a sua empresa perder credibilidade com o seu cliente.

Por mais que o comprador saiba que contratempos existem, a verdade é que ele deseja receber o seu produto dentro do prazo combinado. Então, cabe a você trabalhar para garantir que os imprevistos impactem o mínimo possível a experiência do cliente.

Mas, quais os impactos reais de uma mercadoria perdida? E como reduzir essa negativa? Continue lendo e entenda mais sobre esses questionamentos. Boa leitura!

Quais impactos uma situação de mercadoria perdida pode trazer para a sua marca?

Uma experiência de compra só pode ser considerada completa quando o cliente passa por todas as etapas com sucesso — isso inclui a entrega da mercadoria e o pós-venda. Caso algum estágio não corresponda à expectativa, o serviço oferecido não se torna completo.

Quando qualquer contratempo acontece, como uma mercadoria perdida, por exemplo, a empresa acaba sofrendo consequências negativas. Quer saber quais? Confira alguns logo abaixo.

Perda de credibilidade

A primeira e óbvia consequência é a perda de credibilidade junto ao seu cliente. Como explicado, por mais que o comprador saiba sobre a possibilidade de imprevistos, uma mercadoria perdida é algo extremamente frustrante.

Ainda que não abandone a sua marca de vez, ele tende a se mostrar mais receoso em fazer novos negócios dentro de um curto espaço de tempo.

Reclamações formais

No Brasil, o Código de Proteção e Defesa do Consumidor respalda o comprador a acionar formalmente a empresa fornecedora de um produto ou serviço.

Ou seja, caso o cliente se sinta lesado em razão da mercadoria perdida, a sua empresa corre o risco de sofrer ações judiciais. E, independentemente do resultado, a sua marca sai arranhada quando esse tipo de situação acontece.

Diminuição de lucros

Se você perde a confiança do seu cliente e espaço no mercado, consequentemente, passa a vender menos. Em pouco tempo, os seus lucros caem e a sua empresa corre o risco de entrar em estado de alerta financeiro — uma “bola de neve iniciada” com uma mercadoria perdida.

Como ter um bom controle de cargas e garantir uma experiência completa para o cliente?

As consequências para uma mercadoria perdida são ruins para o cliente e para a sua empresa. Isso é um fato. Nesse sentido, a melhor forma de evitar um cenário negativo para o seu negócio é garantir um bom controle da sua carga e diminuir as chances de perdas e atrasos.

Conheça algumas dicas para ser bem-sucedido nesse objetivo.

Invista em tecnologia especializada

Se o risco de imprevistos é inerente a qualquer negócio, cabe a você trabalhar em alternativas que diminuam as probabilidades de isso acontecer. Uma ótima opção é o investimento em tecnologia especializada.

Com ferramentas modernas e pontuais, você garante acompanhamento da carga em várias etapas da cadeia de suprimentos, por exemplo:

As chances de perda de mercadoria diminuem consideravelmente. E caso isso aconteça, é possível agir com muito mais agilidade e eficiência, evitando prejuízos que impactem diretamente o seu cliente.

Utilize as embalagens adequadas para o transporte

Pode parecer algo óbvio, mas muitos imprevistos acontecem porque as empresas não se preocupam com a embalagem dos produtos para o envio.

Ainda que a embalagem não influencie diretamente para a perda da mercadoria, ela tem relação direta com avarias e danos indesejáveis nos produtos. No fim das contas, uma mercadoria perdida ou avariada é a mesma coisa para o cliente — ambas são frustrantes.

Por isso essa escolha deve ser feito sem negligência. Não vale a pena economizar. Invista em embalagens com qualidade e que sejam adequadas para acomodar corretamente os produtos, garantindo a integridade durante todo o trajeto de distribuição.

Trabalhe com parceiros eficientes

Para o cliente, o importante é que o produto chegue intacto e dentro do prazo. Sempre que isso não acontece, é a sua empresa que perde a credibilidade e o respaldo — não importa se o erro foi cometido por uma parceira terceirizada. Em outras palavras, para o consumidor, a marca que vende o produto é a mesma que entrega.

Então, se a transportadora é uma “extensão” da sua empresa, você deve se certificar que o padrão de qualidade seja o mesmo em todos os níveis. Para isso, forme parcerias com transportadoras com conhecimento de mercado e que apresentem um bom histórico de competência.

Uma transportadora com know-how no setor de entregas pode ser o ponto de mudança para o seu negócio, trazendo um novo desempenho e oferecendo ótimos diferenciais para o seu cliente, como rastreamento de carga e atualização de roteiro.

Enfim, a verdade é que não há nada mais desgastante para um cliente do que comprar um produto e não receber. Uma mercadoria perdida ou avariada é tudo o que ele não espera de uma empresa. Diante disso, cabe a sua marca investir em tecnologia e em parcerias eficientes para garantir uma experiência completa ao consumidor. Analise as dicas apresentadas e não perca espaço no mercado.

Gostou do artigo? Que tal agora entender mais como o pós-venda pode ajudar na retenção de clientes da sua empresa?