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A Importância da Logística na retomada econômica

Se há outra certeza nessa pandemia, além da necessidade do cuidado coletivo, é que após o período mais drástico, o país entrará em uma retomada econômica gradativa. E a logística terá papel essencial nessa nova trajetória.

Sendo um setor que assumiu o protagonismo em várias retomadas ao longo da história, a logística já vem se mostrando fundamental na manutenção da “normalidade” durante a pandemia, garantindo o abastecimento de segmentos importantes como Alimentação e Farmacêutica.

Porém, não há dúvidas que muita coisa vai mudar daqui para frente. E, empresas e transportadoras logísticas terão que se mostrar preparadas para corresponder ao aumento da demanda na retomada econômica.

Mas e você, quer entender melhor sobre esse cenário a fim de garantir a competitividade da sua marca? Então, continue lendo e confira a nossa postagem sobre o assunto. Boa leitura!

Setor logístico não parou na pandemia

Assim como todo o mundo, a logística sofreu impactos negativos por causa do Coronavírus. Logo no início, algumas operações sofreram atrasos, pois precisaram se adaptar à nova realidade.

Mas, diferentemente com alguns setores, como o comércio físico de roupas e eletrodomésticos, a logística não parou suas atividades nem por segundo. Na verdade, aconteceu justamente o contrário.

Por meio, principalmente do modal rodoviário, aqui no Brasil, o setor logístico se mostrou como um dos principais fios condutores para a manutenção da economia e de outras áreas de suma importância, como alimentícia e farmacêutica.

A relevância dos transportadores foi tão alta durante a crise que o governo brasileiro decidiu enquadrar o transporte de carga com atividade essencial – colocando a categoria no mesmo patamar da saúde, alimentação e segurança.

Para garantir que os caminhoneiros não parassem e não sentissem tanto as dificuldades impostas pela pandemia, várias decisões exclusivas foram tomadas visando o dinamismo diário, por exemplo:

  • Extensão para o RNTRC – Registros Nacionais de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) que venceriam entre 1 março e 30 de junho tiveram uma prorrogação para o dia 31 de julho;
  • Suspensão das balanças de pesagem – fim temporário das balanças de pesagem nas estradas federais;
  • Prorrogação para a emissão do CIOT – prorrogada a emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) para 31 de julho;
  • Suspensão dos prazos para a regularização da CNH – habilitações vencidas desde 19 de fevereiro são consideradas válidas até uma nova confirmação do Contran;
  • Abertura de restaurantes em beira de estrada – diferentemente dos estabelecimentos que se encontram dentro das cidades, que ficaram proibidos de funcionar normalmente.

Preservação da saúde de motoristas e assistentes e cuidados com a carga

No entanto, mesmo com algumas movimentações por parte do governo, a verdade é que o Covid-19 continua sendo um vírus sem cura definitiva. Nesse sentido, para garantir a segurança dos motoristas, assistentes, clientes e de todas as pessoas envolvidas em uma operação logística, as empresas tiveram e terão que se adaptar.

Se em um passado recente a preocupação com a saúde dos profissionais era “básica”, com a entrega e fiscalização dos EPIs, por exemplo, a pandemia mostrou que isso precisa mudar.

Para cumprir o seu papel na retomada econômica, a logística deve se transformar em termos de cuidados com a saúde. Daqui para frente, somente as empresas e transportadoras que continuarem investindo em ferramentas e treinamentos para a proteção de seus profissionais conseguirão cumprir seus serviços com excelência.

Após a pandemia do Covid-19, os clientes e o mercado em si destacarão as marcas que se mostrarem atentos às novas exigências sanitárias e de saúde. Isso também vale para as cargas, que já não poderão ser manuseadas da mesma maneira após o Coronavírus.

Novas medidas implementadas permanecerão

A história da humanidade nos mostra que até a pior das crises é capaz de deixar um ensinamento para o futuro. E se há um legado que a pandemia do Coronavírus pode deixar para as empresas é a que, quando se trata de inovação: você não pode deixar para depois.

É verdade que a Transformação Digital já estava sendo trabalhada na maior parte das empresas. Porém, quando o cenário era “normal”, muitas organizações logísticas se davam ao luxo de escolher quando adotar a inovação – ou mesmo se iam fazê-lo.

Com as medidas de restrição durante a pandemia, mesmo a logística ficou bastante dependente de inovações tecnológicas para se manter em funcionamento. Soluções para atendimento, criação de rotas, rastreamento etc.

Essa novas medidas, sem dúvida alguma, permearão pelos períodos futuros. E não apenas saídas tecnológicas, como cadastramento e negociações online, mas também os cuidados reforçados com a saúde dos trabalhadores e as medidas sanitárias em relação às cargas – como já citado anteriormente e fundamentais na retomada econômica.

A demanda vai aumentar na reabertura e impulsionará a retomada econômica

A confiança da participação logística na retomada econômica não é à toa. Muitas especialistas do setor apontam que a tendência é de um aumento de demanda assim que o cenário mais grave for superado – como aponta a Revista O Carreteiro.

Há uma ideia de que não será preciso nem mesmo esperar uma reabertura completa dos mercados. Assim que a doença estiver em declínio na maior parte do país, alguns setores, impulsionados pela logística, conseguirão um crescimento considerável, tais como:

  • Frigorificados;
  • Agronegócio;
  • Alimentício.

Mas eles não são os únicos. Segmentos como comércio eletrônico e de eletrodomésticos, bem como, de combustíveis, conseguirão se recuperar gradativamente.

Enfim, o fato é que a logística leva vantagem em uma futura retomada econômica, pois é um setor que não parou em nenhum momento. Principalmente aqui no Brasil, com o próprio governo classificando os profissionais da área como essenciais. Porém, como vimos, nesse “novo mundo” é essencial contar com parceiros que abraçam a inovação e se preocupam de maneira real com a saúde dos seus colaboradores e a proteção das cargas transportadas. Por isso, fique atento ao novo futuro.

Ficou com alguma dúvida sobre a retomada econômica na logística? Deixe o seu comentário.

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Coronavírus e o seu impacto na logística

Podemos dizer que o novo Coronavírus é a versão atual de uma doença conhecida desde a década de 60. Chamado também de Covid-19 (síndrome aguda respiratória), o novo vírus ascendeu no ano passado (2019) na província chinesa de Wuhan.

Mas, o que parecia um problema de saúde local, já se transformou em uma preocupação global, tomando grandes proporções em pouco mais de 3 meses. As duas maiores economias mundiais foram afetadas diretamente (Estados Unidos e China), além de países importantes da Europa.

Com esse cenário pouco favorável é claro que vários setores da indústria foram impactados, principalmente a logística. O fluxo de operações diminuiu, e as empresas precisam ficar atentas sobre todos os fatores que envolvem o Coronavírus.

Para ajudar você a entender melhor tudo o que está acontecendo, preparamos este artigo com os pontos mais relevantes sobre o Coronavírus, além dos impactos na logística e no Brasil como um todo. Continue com a gente e confira. Boa leitura!

Como o Coronavírus impacta a logística mundial?

Antes mesmo de ser classificado como pandemia (disseminação mundial de uma nova doença) o novo Coronavírus já impactava diretamente a logística mundial. Afinal, tudo começou na China, a segunda maior economia do mundo e um dos principais importadores e exportadores da atualidade.

Quando ficou constatado que o governo chinês não era capaz de conter a epidemia, algumas medidas drásticas começaram a ser tomadas, entre elas, a diminuição da operação de navios de carga.

Com isso, diversas mercadorias que deveriam ser entregues em várias partes do mundo ficaram estagnadas em cargueiros do país oriental. A partir dessa situação, a logística mundial teve que se transformar.

Sem navios chegando aos portos, não há produtos ou matérias-primas para os caminhões coletarem e entregarem nas empresas. O resultado foi uma diminuição pontual na produção das indústrias e um aumento gradativo no preço dos produtos.

Porém, até o momento, o consumidor final não sente tanto os efeitos dessa mudança. Muitas empresas trabalham com o estoque cheio e podem manter uma regularidade durante esse período. Mas, caso a logística mundial se mostre pouco operante por muito tempo, o cenário mudará com certeza.

E no Brasil, como está a situação?

Mais de 120 países, nos 5 continentes, já relataram casos do novo Coronavírus. Infelizmente, o Brasil está incluso nessa lista. Além do alerta geral discutido no tópico anterior, o nosso país tem motivos maiores para se preocupar.

O primeiro ponto que se deve entender é que o mercado chinês é um dos maiores consumidores dos produtos brasileiros. Com as medidas tomadas pela China, há um risco de encalhe ou diminuição na venda de itens importantes para a nossa economia, tais como:

  • Minério de ferro;
  • Celulose;
  • Petróleo;
  • Carnes;
  • Soja.

Não obstante, além de ótima compradora, a China também está entre as nossas principais fornecedoras de insumos. Ou seja, uma crise no continente asiático reflete diretamente na nossa economia.

No entanto, ainda não estamos em estado de desespero. Não há como negar que alguns setores já sofrem as consequências por causa do novo vírus, mas ainda não há paralisações das atividades ou outras medidas drásticas que já ocorrem em países europeus.

Por enquanto, estamos em um momento de maiores cuidados e focados na prevenção. A indústria brasileira continua funcionando, e a mudança de quadro depende muito do empenho das pessoas em se prevenir e tomar as medidas certas.

Como se prevenir do novo Coronavírus?

Ainda não há uma vacina ou tratamento específico contra o coronavírus, o que faz da prevenção a melhor escolha para combatê-lo. A boa notícia é que se trata de medidas simples e dentro do alcance de todos. Confira as principais formas de se prevenir:

  • mantenha distância de pessoas que apresentem sintomas como coriza, tosse, e febre;
  • evite, momentaneamente, cumprimentos mais calorosos;
  • evite lugares com muita concentração de pessoas;
  • lave as mãos com água e sabão frequentemente;
  • cubra o rosto sempre que for espirrar ou tossir;
  • não utilize máscaras sem necessidade.

Para você que trabalha no setor logístico, aumente a frequência da lavagem das mãos e evite ao máximo coçar partes dos rostos como olhos, boca e nariz. Já para os motoristas, é essencial que se faça diariamente a higienização do painel do veículo e se evite a utilização de locais pouco conhecidos durante uma viagem.

Caso infectado, o que fazer?

Embora os sintomas do novo Coronavírus sejam parecidos com os de uma gripe normal –— febre, tosse, coriza, entre outros — apenas um teste específico pode apontar se a pessoa está infectada ou não.

Caso você apresente um desses sintomas ou manteve contato com pessoas que vieram de locais com o surto do vírus, é essencial procurar um atendimento especializado para se submeter ao teste de comprovação. A partir daí, os seus passos devem seguir impreterivelmente as recomendações médicas, inclusive o modo de quarentena — caso seja necessário.

Em suma, não há como negar que o novo Coronavírus já é um problema global. Porém, diferentemente de outros países, o nosso cenário ainda é favorável, com as medidas de prevenção sendo as melhores recomendações para a contenção da doença. O fato é que a rotina continua e o seu cliente ainda espera por serviços em excelência.

Para saber ainda mais sobre o novo Coronavírus, não deixe de acessar a página oficial do Ministério da Saúde.